Notas iniciais
Demorou mas chegou! Ufaaaaa. Não me matem, mas se quiserem me xingar tudo bem.
Boa leitura...Você vão ler, né?

Recapitulação do último capítulo:

– Aonde está me levando?
– Vamos passear um pouquinho...Quero conhecer melhor o seu renomado banco.
– Desgraçado.

Já havia passado alguns minutos desde que saímos de onde estávamos. Eu tentava ao máximo ficar tranquilo, e acreditar que tudo daria certo. Eu sabia que Chaz e Scooter estavam igualmente nervosos, mas a diferença era que eu não demonstrava isso, só que eles sim:


- Bieber...Eu não quero morrer com menos de 30 anos. — Chaz praticamente se borrava nas calças. Ele era o mais medroso de nós.


Scooter interveio com um tapa forte na nuca de Chaz. — Veio, para de ser donzela!


Eu tive que rir.


- Espero que você morra enforcado quando a polícia te encontrar. — Ouvi uma voz familiar perto de mim.


Olhei para o Scarter com olhar irônico. Eu queria provocá-lo.


- Se isso acontecer pode se preparar que antes eu arranco a sua língua e guardo de presente. — sorri ao dizer isso e dei uns ligeiros tapas em sua face como provocação.


No caminho eu só conseguia ouvi os gritos da garota no porta-malas. Aquilo estava me deixando realmente nervoso. Eu me sentia mal por fazer aquilo com ela, mas ela merecia. Aquela garota só era mais uma ricaça nojenta entre muitas outras.


A garota não cessava com os gritos. Será que ela não entendia que aquilo era um sequestro? Se ela não calasse a boca eu seria obrigado a tomar atitudes mais drásticas.


- Mano aquela garota parece uma buzina. O grito dela tá me deixando aéreo. — Chaz chiou enquanto tapavas as orelhas com as mãos, tentando em vão amenizar o barulho.


- Cala a boca e agüenta. — Scooter disse. Ele também mantinha as mãos pressionadas nas orelhas e batia constantemente a cabeça na janela.


- Esperava que ela ficasse quieta? Minha filha não tem sangue de barata.


O Scarter insistia em se meter aonde não era chamado. Tirei a atenção da estrada e o encarei com frieza. Ele retribuiu meu olhar, em nenhum momento vi algum relance de medo em seu olhar.


Ele não se preocupava com mais nada...Só com o seu dinheiro.


- Então conte-me um segredo? — disse atrevido. — Como é perder todo o seu precioso dinheiro? Deve ser um baque e tanto, não é? — sorri de modo que o meu sorriso avivou ainda mais as chamas de ódio do Scarter.


- Eu ainda tenho esperança. — Ele sussurrou mais para si mesmo, mas ainda assim consegui ouvir o que ele dissera.

Gargalhei alto, fazendo assim todos os distraídos se assustarem.


- Não conte piadas. Sabe muito bem que está foragido da polícia por extorção de dinheiro...Acha que a polícia vai querer salvar um criminoso ainda mais sujo que eu... Joseph ? — Disse.


Eu tinha pesquisado tudo sobre Scarter . Desde o primeiro nome até o último fio de informação que eu pudesse armazenar.


- Como você pode? Seu desgraçado! — Ouvi uma voz histérica atrás de mim.


A mulher dele tinha os olhos cheios de lágrimas não derramadas, quando olhei no retrovisor. Eu não me importava com a tristeza dela, aliás aquilo nem era problema meu. Eles que se resolvam,pensei enquanto suspirava impaciente.


- Não me ignore, Joseph ! — Ela berrou. — Eu tenho nojo de você!!


- Chaz.... Dê o boa noite cinderela para a madame histérica. — disse.

* * *

Me dê o número da conta. — disse.

- Não.

Dei um tiro na sua perna. — O que disse?

- 23427. — Ele disse

- Fo i que pensei.

Notas finais
Bom, esse capítulo ficou uma bosta, eu sei. Mas prometo que o próximo será bem melhor.
No próximo capítulo a família ricaça vai ter um final não tão feliz....