Notas iniciais
Yo Minna ~ Mais um cap. OBS: Genteee não sei se muitas pessoas estão meio confusas sobre a história, mas vou explicar: 1º A história se passa em dois tempos paralelos ( 2012 - ano em que o Naruto e o Sasuke se conheceram e 2017 que é o ano em que o Sasuke salvou/tentou salvar o Naruto do incêndio, não posso dar muito detalhes HAHAHA ) 2º Esse capítulo é inteiro FLASH BACK, ou seja, se passa no ano de 2012. 3º Desculpa se antes estava confuso, qualquer coisa deixem nos comentários ou mandem mensagem que eu explico e arrumo se ainda não der pra entender o contexto. Bom, é isso, espero que gostem e boa leitura :3

“ O momento mais difícil não é na hora da perda,

E sim no dia seguinte,

Onde procuramos e não encontramos

e temos a certeza que nunca mais teremos! ”

— karla Patricia

(Pov’s Naruto)

Flash Back {on}

~ 15 de Fevereiro de 2012 — Boate V2 TOKYIO ~

— Você está bem? — Sai me olhava preocupado.

— Hã? Estou.. — "Estava é surpreso com o que aquele tal de Sasuke fez".

Comecei a retirar toda a caracterização, o peso dos apliques de cabelo loiro estavam machucando minha cabeça, retirei a máscara revelando um rosto um tanto ruborizado fazendo Sai rir da situação.

— Qual o problema daquele cara? — Perguntei finalmente bravo pela situação que acontecera antes.

— Bom, assim como todos lá fora, ele também gostou da sua performance — Sai falava ao ir se sentar no sofá que tinha no camarim.

— Realmente gostaram? — Falei esquecendo totalmente do acontecido.

— Sim — Sai falava sorrindo — Tive que até contê-los senão iriam vir atrás de você, eu te disse que era arriscado..

— Não faz mal Sai, obrigado pelo oportunidade, realmente preciso desse dinheiro — falei sentindo meu coração apertar..

[...]

Bom, vou começar pelo início..

Meu nome: Uzumaki Naruto

Idade: 20 anos

Altura: 1,68 cm

Peso: 50.9 kg

Características: Pele bronzeada, não possuo músculos aparentes, algumas vezes sou confundido com mulher, mas não, eu sou homem. Sou loiro de olhos azuis, animado às vezes, preocupado sempre. Moro com minha mãe, meu pai morreu em um acidente de carro quando eu tinha 5 anos, desde então vivo praticamente sozinho.

Ocupação: Estudante — 6º Período de Arquitetura e Urbanismo

...

Tudo começou quando minha mãe descobriu que estava com câncer de mama, infelizmente já era tarde demais, já estava em um estágio muito avançado, o médico deu-lhe apenas alguns meses de vida, e aquela notícia me pegou desprevenido, eu só a tinha como minha família, não a queria perder, por isso minha única opção era trabalhar para pagar as despesas médicas para que ela pudesse ficar comigo mais tempo, mesmo que ela sempre diga para eu me focar somente nos estudos e não me desgastar, como eu poderia deixá-la no estado em que ela se encontrava?

Seu nome: Uzumaki Kushina

Idade: 42 anos

Altura: 1.59 cm

Peso: 45.6 kg

Características: Antes do câncer lhe desabilitar tanto ela tinha um fino, mas feminino rosto, pele clara, olhos azuis, cabelo vermelho brilhante e longo com fios que emoldurava os dois lados de seu rosto, possuía uma silhueta magra, mas saudável, sempre estava sorrindo, tentava tornar meus dias mais animados devido as dificuldade da faculdade, amava chegar em casa e comer minha comida preferida feita por ela. Ao passar do tempo e a descoberta do câncer, okaa-san perdeu muito peso, seus cabelos não existiam mais, no lugar deles usava um lenço, seus olhos que antes brilhavam a cada amanhecer, já estavam opacos, afetados pela dor.

Ocupação antes do câncer: Cuidadora de idosos e crianças {Babá}.

Não vou mentir, nunca tivemos uma condição estável. Quando eu era menor nós nos mudávamos constantemente por causa de aluguéis atrasados. Naquela época me parecia divertido por não entender a situação, e minha okaa-san sempre fazia de tudo para que eu não fosse afetado. Eu achava divertido fazer novas amizades sempre que mudávamos, mas ao passar do tempo vi que não era tão mais legal assim fazer novas amizades em outros lugares, mas nunca demonstrei o quanto me incomodava para ela.

Com muito esforço consegui completar o ensino médio e ingressar em uma faculdade pública, mesmo não sendo tão perto de casa eu já agradecia a Kami. Minha mãe fez praticamente uma festa quando a notificação do ingresso para faculdade chegou e nela estava escrito um grande “ACEITO NA UNIVERSIDADE DE TÓQUIO”, nunca vi minha okaa-san tão feliz e tão aliviada desde a morte do otou-san e aquilo também me alegrava.

Os gastos com transporte, alimentação e básicos da universidade se fizeram presente, minha okaa-san trabalhava o dobro do tempo para conseguir um dinheiro extra para que eu não passasse dificuldade em frente aos meus amigos, mal ela sabia que naquela universidade eu não tinha amigos. Todas às vezes em que eu tocava no assunto de trabalhos de meio período ela brigava comigo, falando que era para eu focar somente em meus estudos e deixar o resto com ela, mas eu sabia que estava a sobrecarregando muito, me sentia mal, mas se era o desejo dela eu não o faria, pelo fato de eu também não ter horário, sei que parece ser mesquinho da minha parte, mas eu sabia que ela estava tentando ser a cabeça da casa e eu respeitava sua vontade, mesmo sendo contra.

No início do meu 5º período de arquitetura descobrimos sobre sua doença, eu já desconfiava que havia algo errado com ela, mesmo ela tentando esconder de mim para que eu não me preocupasse. A partir daquele momento ela parou de trabalhar, seu corpo já estava desgastado, me arrependi por tê-la deixado trabalhar mais que o necessário e sofrer por isso.

As sessões de radioterapia não eram baratos, e eu sabia que não poderia ficar de braços cruzados enquanto minha okaa-san sofria e se esvaia. Às vezes chegava em casa depois da faculdade e a encontrava no sofá me esperando, ela se recusava a ficar no hospital, dizia que os custos eram altos e que não queria ficar longe de mim, mesmo eu não estando muito em casa.

Ela dormia tranquilamente, na verdade sempre dormia ao me esperar, e eu sempre a pegava no colo, levava-a para a cama, a cobria, e pedia a Kami misericórdia ao mesmo tempo que segurava meus soluços entre lágrimas para que ela melhorasse, acariciava seu rosto pálido e seus lábios quase sem vida, sabia que a hora dela estava chegando, mas não queria aceitar, iria recorrer a tudo.

Procurei em todos os lugares trabalho que se encaixasse com meus horários, senão eu trancaria minha vaga da faculdade, naquele momento minha mãe era mais importante que tudo.

Kami me deu uma luz quando recebi uma ligação de Sai, um amigo de infância que não via a muito tempo, pelo fato de eu me mudar muito acabei perdendo o contato. Ele foi meu vizinho por 8 meses em uma pequena cidade do Japão, brincávamos muito juntos, eu tinha 6 anos e ele 8 anos, até o dia em que eu mudei para Tóquio sem dizer um mísero adeus. Foi então que ele conseguiu meu contato depois de procurar muito e ao me ligar me perguntou se eu não poderia lhe apresentar a cidade, pelo fato dele ter voltado de um intercâmbio que fez pela Europa e não conhecia muito a localidade, é claro que aceitei, fazia anos que eu não o via e precisava de um amigo naquele momento.

Mesmo com muito tempo sem nos vermos parecíamos velhos amigos que se falavam todos os dias. Contei-lhe sobre minha mãe e ele quis visitá-la, levei-o em casa, envergonhado com a simplicidade do lugar, mas deixei aquele sentimento de lado. Minha okaa-san ficou muito feliz ao revê-lo, ficaram horas conversando até que o corpo da okaa-san não aguentou mais. Devido a situação, claro, ele se dispôs a ajudar, mas eu não poderia deixar, não de "graça", então ele me ofereceu uma grande oportunidade, me apresentar na boate que ele estava preste a inaugurar, claro, a proposta foi na hora certa e o agradeci muito, havia comentado com ele que havia feito algumas aulas de dança e que já havia feito alguns bicos, mas que não rendiam muito.

Pensei de várias formas e vi várias coreografias para me apresentar — pelo fato dele ter me dado a liberdade de escolher tudo -, claro, era uma boate, o que eu poderia fazer? O dinheiro que eu iria receber não era pouco, eu iria poder pagar o hospital e os remédios, o pagamento era pela noite mais os cachês se gostassem da minha apresentação, então eu teria que fazer "o" show. Planejei tudo e fui contar a Sai, ele não gostou muito da ideia..

— Tem certeza Naruto? — Perguntava preocupado.

— Sim, sei que é vergonhoso, mas já possuo um corpo com estatura e fisionomia feminina, não vão perceber — Falei convicto.

— E se algo der errado, sei lá — Sai dizia — Se você for descoberto? Atacado?

— Não se preocupe, como disse, vou usar máscara, arranjei todo o figurino e apliques — Dizia toda a ideia maluca que eu havia tido — E não, não vou te mostrar o figurino antes do show, será sur-pre-sa.

— Meu Kami — Sai dizia bagunçando os cabelos — Ok, eu aceito.

Sorri com aquilo.

Ensaiei durante duas semanas, estava tudo pronto e eu estava certo que nada daria errado.

Avisei minha okaa-san que chegaria tarde no dia da apresentação, peguei todo o figurino e segui para a boate, cheguei cedo, dei mais uma ensaiada agora no palco.

As horas passaram numa velocidade anormal para mim, me arrumei, coloquei os apliques, a máscara e fui me olhar no espelho, ainda não tinha visto em mim a combinação de tudo. Ao olhar meu reflexo não me reconheci, estava verdadeiramente parecendo uma mulher, ao pensar nisso um arrepio me passou pelo corpo, afastei aqueles pensamentos me concentrando ao momento em que eu seria chamado, dei os últimos retoques para esconder qualquer sinal de masculinidade.

Ao ser chamado dei um longo suspiro e segui o segurança até a escadinha que dava no palco, tirei meu roupão e subi me posicionando ao centro, ninguém havia percebido minha presença ali, respirei fundo mais uma vez, fechei meus olhos e pedi que Kami que me ajudasse. O refletor fora ligado em minha direção e agora eu era o centro dos olhares, estava assustado, mas sabia que não poderia falhar, fechei os olhos mais uma vez e comecei os movimentos conforme a música ia tocando, parecia que eu fazia parte dela. Sabia que depois daquilo meu corpo todo ficaria dolorido, mas estava me divertindo, soltei mais meus movimentos conforme a batida ficava mais frenética, podia ouvir os gritos e sentir os olhares sobre mim, era uma sensação ótima, abri meus olhos devagar ao perceber que a música estava seguindo para o final, me arrependi por tê-lo feito. Um par de olhos negros, ônix, me encaravam de um forma que me deixou quase sem fôlego, era tão penetrante que minhas pernas quase falharam, agradeci a Kami pela música ter acabado antes disso, desviei o olhar e me retirei do palco indo para o camarim.

Dentro do camarim não se pode ouvir nada, amém por isso, não ia querer ouvir sobre o desastre que deve ter sido minha apresentação. Sentei na cadeira que tinha em frente ao grande espelho da penteadeira, olhei mais uma vez meu reflexo, agora minha respiração estava acelerada pela dança, realmente estava irreconhecível, levei minhas mãos à máscara para tirá-la, mas fui interrompido por batidas na porta, por segurança a deixei no rosto.

— Entre — Disse me recompondo, deveria ser Sai para me trazer notícias da minha performance.

— Yo — Disse a pessoa ao abrir a porta.

Ao me virar e olhar quem estava parado me encarando de uma forma que me deixava quase sem ar, levei um susto. “O que é isso? — Me perguntava, responde algo, responde algo…- estava ficando nervoso ao encarar aquelas orbes”

— Yo.. Quem é você? — Perguntei mostrando meu espanto visível. “Se recomponha — Minha mente mandava”

— Er.. Me chamo Sasuke, adorei sua apresentação — Disse ele fechando a porta atrás de si e se aproximando.

— Ah! Obrigado.. — ”Não, der, você está vestido de mulher — Minha mente novamente” — Er..Obrigada.

— Qual seu nome? — Perguntou ele, parecia que me comia só com os olhos, não conseguia pensar direito. “Fala alguma coisa .. — Meu subconsciência praticamente gritava”

— Na..Natsumi — Falei um pouco confuso, “Meu Kami me ajude! Quase disse meu real nome".

— Que nome bonito — Ele dizia e ia se aproximando mais, a cada passo que ele dava, eu dava um para trás por instinto. “Prevejo merdas, preciso fazer algo — Eu pensava”

— Então.. Preciso me trocar, será que você poderia me dar licença? — Falei meio aflito, essa foi a primeira coisa que me veio à mente.

— Claro, — “Obrigado Deus! — Deixei meu corpo relaxar um pouco ao ouvir sua resposta” — Mas primeiro... — Ele continuou falando e se aproximando até me encurralar..

De repente senti meu corpo ser puxado, me assustei e me surpreendi ainda mais por sentir o beijei feroz que ele me dava, - “Não faça isso, não faça isso — Minha mente estava muito agitada” — tentei me afastar, mas ao sentir sua língua invadindo minha boca, parecia que minhas forças tinham ido embora, me deixei ser vencido pelo momento, ficamos ali alguns minutos, nossas línguas pareciam brigar por espaço, a cada vez que se encostavam era uma sensação extremamente boa, nunca havia sentido nada igual, já havia beijado algumas garotas em minha vida, mas nada se comparava àquilo. Ficamos ali até o ar se fazer necessário, ele se afastou um pouco e colou sua testa na minha, pude perceber seu movimento sendo direcionado à minha máscara, mas fui mais rápido, me desvencilhei dele com um único movimento. Senti meu rosto esquentar, “O que tinha acabado de acontecer????? — Minha mente estava confusa”. Percebi que ele havia dado um leve sorriso pela minha reação, sua boca parecia me chamar novamente e aquilo estava me deixando em pânico — “Meu Kami, me ajude!, faço qualquer coisa, eu juro” — Minha atenção voltou para ele quando vi que ele iria se aproximar novamente, não conseguia dizer uma única palavra para impedi-lo, mas como Kami é bom a porta fora aberta de repente, era Sai, ele encarava o tal Sasuke confuso e depois olhou para mim. Sasuke pareceu meio desanimado, mas sorriu como se tivesse ganhado uma grande recompensa.

— Te vejo por ai — Ele falou e parecia esperar uma resposta minha, esta resposta que não veio, percebendo isso, ele seguiu em direção a porta, cumprimentou Sai e saiu do local deixando eu e Sai a sós.

…

Voltando à conversa com Sai do início..

[...]

Depois de repetir várias e várias vezes que eu estava bem, Sai parou de se preocupar um pouco, ele estava mais preocupada com Sasuke por ter beijado um homem.

Tirei todo meu figurino e ao terminar, meu celular começou a tocar freneticamente, uma sensação ruim tomou conta de mim ao ver que era do hospital... Minha mãe havia entrado em colapso. Sai viu meu estado e veio a meu encontro.

— Naruto? O que foi? — Perguntava preocupado.

— Minha okaa-san.. preciso ir ao hospital — Disse pegando tudo que eu tinha de importante.

— Vamos, eu te levo — Sai disse.

— Mas e a boate? — Perguntei não querendo que ele se preocupasse.

— Para que serve os gerentes? Eu sou o dono lembra? — Sai disse abrindo a porta pra eu sair do camarim.

Fomos o mais depressa possível, ainda bem que naquele dia, algo estava me dizendo para eu internar minha mãe, já que agora teria condições de pagar as despesas.

Ao chegar ao local, o médico veio ao meu encontro me dizendo que ainda bem que eu havia a levado para lá, mas que ele não tinha certeza que ela passaria daquela noite. Segurei a vontade de chorar, o perguntei se poderia a ver e ele me autorizou juntamente com Sai que me acompanhava.

Entrei no quarto, ela estava pior do que antes, meu coração se despedaçou ainda mais, não aguentei, comecei a chorar igual criança, pedindo para que Kami não deixasse minha mãe morrer, sabia que era inevitável, mas o pouquinho de fé que me restava eu queria gastar naquele momento. Me debrucei sobre o corpo dela quase sem vida, quase sem cor, segurei sua mão esquerda e encostei minha cabeça em seu abdômen, senti um leve aperto em minha mão, olhei pro rosto dela e a mesma possuía os olhos cheios de lágrimas.

— Me desculpe Naruto... — Ela sussurrava, sua voz estava fraca — Por te deixar assim…

— Não okaa-san, não fale assim, tudo vai ficar bem ok?! — Me desesperava, não estava pronto para aquele momento.

Ela virou a cabeça em direção ao Sai e o chamou.

— Cuide do meu bebê ok? — Ela disse para o Sai que se mantinha forte.

— Pode deixar tia Kushina, eu vou cuidar dele — Sai dizia convicto.

Minha okaa-san deu um leve sorriso, me olhou nos olhos e disse:

— Seja forte Naruto, você tem tudo pra brilhar nessa vida, nunca desista, você é meu filho e filho meu não desiste, eu confio em você e com certeza vou estar te cuidando de onde quer que eu esteja.

— Okaa-san — Aquilo não podia estar acontecendo.

Ela sorriu mais uma vez, um sorriso bem fraco. As lágrimas de seus olhos pararam, sua respiração estava fraca, até que o ar não se fez mais presente em seu corpo, não sentia mais o leve aperto em minha mão. O fino barulho da máquina que marcava seus batimentos cardíacos invadia minha mente, a imagem daquele linha única que ela mostrava em seu monitor se tornou meu pior pesadelo.

— Não.. Na..Não — Não queria aceitar, quem em sã consciência aceitaria, apertava o corpo sem vida contra mim, não queria soltá-la. O que seria de mim agora? Como eu iria viver sem ela?

Sai havia saído do quarto para chamar o médico, o mesmo veio ao nosso encontro, mas nada pôde ser feito, fui amparado por Sai que não demonstrava uma expressão se quer, ele continuava o mesmo de quando era criança, quando algo o incomodava ele guardava para si mesmo no momento do acontecido, depois desmoronava sozinho. O abracei forte, pedindo para que ele trouxesse minha mãe de volta. Minha mente não conseguia se concentrar no que estava acontecendo, só ouvia a voz do médico dizer: “Dia e hora da morte: 16 de Fevereiro de 2012 , às 1:03 da manhã”

Flash Back {off}

Notas finais
Então?? O que acharam?? — Erros me avisem :p
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.