Dont Let Me Fall
23 Seu corpo.
Notas iniciais
Aviso: Lemon.
Capítulo 23 – Seu corpo.
Narrado por Matheus
–Felipe! –Disse correndo e o abraçando. –Até que enfim chegou...
–Desculpa a demora, meu pai me pediu um favor...
–Não tem problema... Vem... Entra... –Disse puxando seu antebraço.
Fomos até meu quarto e tranquei a porta.
–Math... Você quer continuar de onde paramos?
POV MATHEUS OFF
Narrado por Thiago
Eu nem imaginava que o meu namoro com Renato poderia dar certo, na verdade, nunca nem imaginei que um dia nós iríamos ficar juntos, mas foi por um acaso tão bobo, que nesse momento sinto que nunca fui tão feliz...
Renato estava na frente do computador o dia todo, eu estava preocupado, ele parecia inquieto, às vezes se levantava, fazia café e bebia diversas xícaras. Tamborilava os dedos na mesa, e balançava incansavelmente uma das pernas.
–Você não quer me contar mesmo o que está acontecendo? –Perguntei pela enésima vez.
–Só vou falar se der tudo certo... Se não, nem adianta te contar...
–Por quê?! Até o Eduardo sabe e eu não!
–Bom... É que eu não quero te deixar com falsas esperanças... –Renato diz suspirando.
–Mas me diga, eu vou entender... –Implorei.
–Eu inscrevi a nossa banda para um show beneficente do mês que vem... E enviei nossa música, agora estou esperando a resposta deles...
–Você fez o quê? –Perguntei surpreso.
–Me desculpe... Eu sabia que você ficaria com essa cara...
–Não, não Renato! Não é isso! Eu adorei a ideia, isso pode funcionar, aliás... É uma ótima oportunidade!
–Eu pensei o mesmo... –Ele diz sorrindo. –Então você gostou mesmo da ideia?
–Sim, claro que sim! –Falei o abraçando.
Renato me apertou em seu abraço caloroso e não quis me soltar por um bom tempo, eu sabia que ele tinha ficado feliz por eu ter gostado da ideia, porque durante essa semana toda, tivemos tantas brigas por desentendimento, que acho que sei porque ele quis evitar me contar isso... Ah... Acho que realmente estou me apaixonando por ele...
Narrado por Matheus
–Felipe! Isso... Ah... Isso dói!
–Eu mal comecei Math...
–Mas assim você está me machucando...
–Então como você faria isso? –Diz Felipe parando de morder meu mamilo esquerdo e cruzando os braços. –Faça melhor...
–Ah, é? É melhor não duvidar... –Falei debochado.
–Prove... –Diz Felipe deitando na cama. –Me mostre o que sabe fazer...
Fiquei sobre Felipe e passei a mão sobre seu abdômen desnudo, sorri para ele e me inclinei para beijá-lo, depositando milhares de beijos em sua boca e descendo para o seu pescoço. De um certo modo, eu estava envergonhado por fazer aquilo, mas ele sempre me provocava tanto, acho que eu também poderia abusar dele um pouquinho, não poderia?
Percorri com a boca por seu peito e fui para a mesma área que ele tinha sido indelicado comigo, rodeei seu mamilo com a língua e o toquei de leve com a boca, o chupando devagar, ouvi um suspiro da parte dele e dei um sorriso torto, significava que ele estava gostando.
–Math... Ande logo...
–Depois eu que sou apressado...
Coloquei a mão sobre o elástico da bermuda dele e fui a abaixando juntamente com a cueca, retirei-a de seus pés e subi novamente por cima dele, indo até a altura de seu umbigo. O provoquei com beijos enquanto descia cada vez mais, abaixei até seu membro, que estava totalmente ereto, e comecei a lamber toda sua extensão, o provocando em seus pontos mais sensíveis, chupei seus testículos devagar e ouvi outro suspiro.
Então subi novamente e coloquei sua glande em minha boca, logo chupando seu pênis por completo e acelerando o ritmo aos poucos, os suspiros dele foram substituídos por gemidos e isso ia me deixando cada vez mais excitado.
Felipe puxou meu cabelo para cima, fazendo com que eu parasse e dizendo que não aguentava mais, e ele quase implorava, com a respiração ofegante. Ouvi as súplicas dele e resolvi atender o seu pedido, terminei de tirar as peças de roupa que faltavam em mim e fiquei sobre Felipe novamente.
Hoje eu faria todo o trabalho, estava cansado de ser sempre ele que começava tudo. Com as mãos, apoiei uma em cada lado do corpo dele e o beijei do mesmo jeito que ele sempre fazia antes de começar.
Nossos membros roçavam um no outro durante o beijo, até chegamos a rolar na cama, mas voltei a ficar por cima, como se realmente quisesse mostrar para ele que queria dominá-lo, pelo menos, por um dia.
–Ah, espera Math...
–O quê? –Falei sentando ao lado dele.
Felipe levantou-se e pegou a bermuda do chão, colocou a mão dentro de um dos bolsos dela, retirando um preservativo de dentro.
–Pronto... Não posso me esquecer disso... –Diz ele sentando na cama. –Quer colocar em mim?
–Ah... T-Tudo bem... –Disse corando.
Rasguei a embalagem e coloquei nele sem precisar de sua ajuda, mas logo depois, ele se deitou a meu pedido, e subi nele. Encostei as mãos em seu peito e me sentei em seu colo, seu pênis acariciava a entrada do meu ânus, até que tive coragem e segurei em seu membro, o guiando para a entrada e me sentando com mais força até senti-lo dentro de mim.
Soltei um grito, mas logo abafei com a costa da mão, ele suspirou novamente e apertou minha coxa, subindo com as mãos, parando nas nádegas e as apertando, me ajudando nos movimentos.
Felipe parecia que tinha gostado da minha iniciativa, apoiei novamente as mãos em seu peito e continuei cavalgando, dessa vez tomei cuidado para não ir com força demais¸ porque quando ele estava todo dentro de mim, doía um pouco.
Felipe mordeu o lábio inferior e gemeu baixinho, eu percebia que ele se controlava para não gemer alto demais, mas continuava me olhando daquele jeito pervertido, parecia que ele gostava da minha cara de dor...
Ainda debaixo de mim, Felipe fazia caras de bocas tentando controlar os gemidos inevitáveis, e ainda era ele que falava que eu gemia igual uma menininha...
Pedi para ele se sentar, e sem levantar de seu colo, uni meu corpo com o dele e entrelacei os braços em seu pescoço, agora estava livre para poder arranhar suas costas... Eu sabia que ele adorava...
Felipe segurou em minha cintura e acompanhava o ritmo que eu fazia de sobe e desce, meu membro roçava em seu abdômen, e aquilo estava me deixando louco... Até que deitei a cabeça em seu ombro e parei de me movimentar, tinha ficado cansado, Felipe era realmente resistente quanto aquilo.
–Eu não aguento mais... Estou... Cansado...
–Tudo bem Math... Deixe que eu continue... –Felipe diz.
POV MATHEUS OFF
Matheus estava debruço quando Felipe puxou sua cintura para que ele se erguesse, ele enterrou a cabeça no travesseiro enquanto a parte de trás de seu corpo estava empinada para Felipe.
Matheus sentiu suas pernas sendo abertas novamente e Felipe o invadindo com força, Matheus gritou, sendo o som abafado pelo travesseiro, e logo depois mordendo o tecido almofadado dele.
–Ah! Felipe! Vai devagar!
–Desculpa... Desculpa... Só estava empolgado... –Felipe disse rindo debochado.
Ele segurou ainda mais firme na cintura de Matheus e o penetrou cuidadosamente, mas vendo que Matheus deixara de morder o travesseiro, continuou, ia colocando e retirando repetidas vezes antes de aumentar o ritmo, até que Matheus geme baixinho.
Felipe decide aumentar o ritmo, e aos poucos, ia mergulhando seu membro dentro dele com mais força, Matheus apertava o lençol e voltara a morder o travesseiro, mas dessa vez, Felipe percebia que era de prazer.
–Ah... Felipe... –Matheus geme.
–Fale...
–Vá... Mais rápido... Por favor... –Matheus diz com voz manhosa.
Felipe deu um sorriso pervertido e cravou as unhas na cintura de Matheus, ajeitou seus joelhos na cama e retirou-se de dentro dele, mas voltando a penetrá-lo com toda força que tinha, assim aumentando o ritmo, balançando seus corpos freneticamente.
–Ah! Eu disse mais rápido, não tão forte! P-Pare!
–Tarde demais Math... Ah... Eu estou quase...
Felipe continuou, fazendo que Matheus se agarrasse ainda mais ao lençol, mas logo se desmanchando sobre ele, perdendo a força, seu corpo estava amolecido, tinha chegado ao seu ápice, sentia até os dedos dos pés formigando, não tinha sensação melhor do que aquela, e tudo que necessitava agora... Era de um abraço...
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