Dont Let Me Fall

15 Durma bem meu amor...


Notas iniciais
Beijos & Boa leitura! ♕ Aviso: Lemon.

Capítulo 15 – Durma bem meu amor...

Narrado por Matheus

Eu e Felipe não agüentamos ficar só nos beijando, tivemos que dar uma pausa naquilo antes que ficasse fora de controle, mas não dava para negar que nós dois estávamos ficando excitados naquele momento.

Um tempo depois, ele ligou para o pai dele vir nos buscar, e ficamos esperando na frente do local, quando ele chegou, entramos no carro, e vi uma mulher sentada ao lado do banco do motorista, era a namorada dele.

No meio do caminho, o pai dele diz que nos deixaria em casa, e depois iria jantar com Samanta. Felipe insistiu que eu passasse a noite em sua casa, hesitei um pouco no começo, mas ele acabou me convencendo.

Quando chegamos, Victor deixou a cópia das chaves com Felipe e descemos do carro, o vimos sumir pela esquina e entramos, Felipe trancou a porta atrás de si, e eu disse:

–Posso usar o telefone? Preciso avisar minha mãe...

–Claro... Fica a vontade...

Fui até o aparelho e disquei o número de casa. Minha mãe atendeu, e logo reconheceu a minha voz, então expliquei e perguntei se podia dormir lá, e sem insistir muito ela acabou deixando. Felipe estava sentado no sofá olhando o folheto da pizzaria, e sentei ao lado dele.

–Ela deixou? –Ele pergunta.

–Sim...

Ele sorriu e me perguntou qual sabor de pizza eu queria. Então eu falei que podia ser qualquer uma que ele escolhesse que já estaria bom. Felipe pegou o telefone e fez o pedido, depois que ele terminou, ficou um silêncio breve, era estranho estar a sós com ele, pelo menos, com ele lúcido.

–Você é tão fofo... –Disse Felipe me beijando na bochecha e fazendo uma trilha de beijos até minha boca.

Segurei em sua nuca e colei ainda mais os meus lábios nos dele, estávamos no sofá, então ele se ajeitou e sentei no colo dele, entrelacei os braços atrás de seu pescoço e o olhei sorrindo, ao contrário do meu sorriso, o dele era malicioso, e eu o reconhecia bem.

Felipe segurou firme em minhas coxas e foi subindo as mãos enquanto me acariciava, passou a mão em minhas costas por baixo da camisa, e me puxou para me aproximar ainda mais. O beijei enquanto enroscava os dedos em seus cabelos, e até já podia sentir o volume de sua calça roçando em mim.

Mas quando ouvimos a campainha tocando, eu me assustei, levantei rapidamente de seu colo, mas ele disse:

–Relaxa... Deve ser a pizza...

Felipe pegou o dinheiro que seu pai deixou e foi até a porta de entrada pegar a encomenda, ele voltou com a pizza na mão e colocou-a na mesa de centro da sala, depois foi buscar o refrigerante enquanto eu levava os copos para a sala.

Sentamos no sofá e pegamos uma fatia da pizza, de vez em quando conversávamos sobre algo, mas eu estava pensativo sobre o que tinha acontecido antes do entregador chegar, e ficava com as bochechas vermelhas só de lembrar.

–Felipe... –Eu disse dando um gole no refrigerante.

–Oi?

–E-Eh... Desculpe antes por aquilo...

–Aquilo o quê? –Ele pergunta.

–Bom... Agora pouco... Estávamos... Bom...

–Estávamos nos beijando... Mas por que se desculpar por isso?

–E-Eu n-não sei... A-Acho que... D-Deixa pra lá... –Eu dizia nervoso.

Felipe me olhou confuso, mas depois mudamos de assunto. Quando havia sobrado somente três fatias de pizza, estávamos satisfeitos, então ele guardou as sobras e eu ajudei a arrumar a bagunça.

–Felipe... Você ainda tem aquela escova de dente reserva que eu deixei aqui?

–Tenho sim, tá lá no armário do banheiro.

Fui até lá e escovei os dentes, depois fui para o quarto dele o procurar, e como sempre, sentei na beirada de sua cama. Ele ia se trocar, o olhei caminhar até seu guarda-roupa e abrir a gaveta, depois ele retira sua camisa e fiquei o admirando abobalhado, mas meu coração disparou ao ver suas mãos pararem no cinto da calça.

Eu não consegui parar de olhar, por mais que eu tentasse virar o rosto para o lado, eu não conseguia, então quando ele abriu o zíper e deslizou a calça pelas pernas, instantaneamente mordi o lábio inferior, então ele percebeu que eu estava ficando envergonhado e foi se aproximando de mim.

–E-Eh... Felipe... Acho melhor você vestir algo... –Disse olhando para o outro lado enquanto ele ficava ainda mais próximo.

–Se sente incomodado em me ver só de cueca?

–N-Não é isso... É... Que...

Minha respiração estava acelerada, ele se aproximava ainda mais como se fosse me beijar, mas se afastou bruscamente, estranhei ele recuar daquela maneira sem motivo, mas ele tinha uma expressão preocupada.

–O que aconteceu? –Perguntei.

–Eu não posso fazer essas coisas com você, eu sei que você não gosta e ainda fico provocando... Sou um idiota, me desculpe...

–Mas... O que quer dizer com isso?

–Você não entende... Quanto mais eu fizer isso, mais vontade eu vou ter de fazer coisas erradas com você... E aí vai acabar tudo se repetindo... Contra a sua vontade... E eu não quero isso... Não quero te obrigar a nada...

–Felipe... Naquele dia... Eu sei que eu não estava completamente pronto, mas acho que... Ah... Acho que... –Eu balbuciava as palavras contando que elas saíssem, estava com a respiração falhada, e gaguejava de nervosismo.

Felipe começou a se aproximar novamente, e disse:

–Continue Math... O que você ia dizer?

Cada passo que ele dava em minha direção, meu coração batia mais rápido, a minha respiração saía descompassada, eu não sabia se continuava aquela frase ou se parava. Então Felipe se sentou do meu lado na cama e segurou uma das minhas mãos.

–Nossa Math, você está tremendo... E por que sua mão tá tão gelada?

–E-Eh... Que... E-Eu... S-Sempre fico assim quando você está por perto...

Ele sorriu e disse:

–Vergonha de mim?

–Também...

–Então qual a outra coisa? –Ele pergunta.

–Eu quero te contar, mas... Eu não sei como...

–Pode falar Math...

–É que... E-Eu... Acho... A-Acho que... Estou pronto...

Felipe paralisou por um instante e disse:

–I-Isso é sério?

–Sim, é...

–Você quer mesmo? –Ele pergunta.

–Quero... –Eu disse envergonhado.

Ele me abraçou e fiquei sem entender do porquê, mas ele acariciou o meu rosto, e fiquei ainda mais vermelho do que já estava, não sei se tinha sido certo falar aquilo para ele.

–Eu não achei que você fosse falar isso tão cedo... Na verdade... Achei que você nunca falaria... –Ele disse.

–Achou que eu fosse fugir de você pra sempre?

–Não é isso... É que... Achei que você teria vergonha... De me contar... E aconteceria naturalmente... Por isso não quis te forçar a nada hoje...

Eu sorri, foi bonito da parte dele fazer isso, mas ele logo me empurra para deitar na cama e fica sobre mim, por um momento me arrependi de ter falado, mas quando senti seus lábios tocando ousadamente meu pescoço, pensei que tinha valido a pena.

Ele continuou depositando beijos naquela área que ele sabia muito bem que era meu ponto fraco, e quando senti mordidas, soltei um suspiro, ele conseguia me deixar louco com tão pouca coisa.

–Ah... F-Felipe... Para com isso... –Eu disse com as bochechas ardendo de vergonha.

Felipe parou e começou a me beijar na bochecha, depois indo para minha boca, ele me deu vários selinhos com pressa e uma leve mordida no meu lábio inferior antes de se levantar.

–Onde você vai? –Perguntei.

–É rápido... Já venho...

Ele saiu pela porta do quarto e sentei, me encostando na cabeceira da cama, o esperei um pouco e pensei se ia ver o que ele estava fazendo, mas resolvi ficar ali mesmo. Até que pouco tempo depois ele volta animado e sobe na cama, ficando do meu lado.

–O que foi fazer? –Perguntei.

–Fui buscar isso. –Diz ele me mostrando um preservativo.

Eu arregalei os olhos, mas ele continuou dizendo:

–Eu não sabia onde meu pai guardava, mas eu tinha certeza que estava em algum lugar do quarto dele, até que encontrei...

–Você é doido... –Eu disse passando a mão no rosto com nervosismo. –Por que você fez isso?

Eu provavelmente estava mais vermelho do que um tomate naquela hora, mas ele ignorou aquilo e voltou a me provocar.

–Eu quero que seja perfeito pra você... E com isso não vai doer tanto... –Diz ele com suas mãos no zíper da minha calça.

–E-Espera... –Disse impedindo-o.

–O que foi Math?

–Tudo tá indo rápido demais... Seria melhor se...

–Ah... Já entendi... –Ele disse.

–Sério mesmo? –Perguntei.

–Sim, você quer fazer as preliminares, não é? –Ele disse rindo. –Não se preocupe, a camisinha é de uva, você adora uva, não?

–N-Não é isso... Espera... Uva?

–É, tem gosto de uva...

–Até que é uma boa idéia...

Felipe riu e disse:

–Então você vai fazer todo o trabalho... –Ele disse colocando o preservativo na minha mão. –Quero até que coloque em mim...

–O quê?! Mas eu não sei fazer isso...

–É claro que sabe, tivemos essa matéria de biologia uma vez...

–M-Mas... Mas... Eu nem gosto de biologia!

–Então aprenda... Por que você vai ter que colocar...

–Mas...

–Nada de “mas”... Anda logo...

Bufei e abri a embalagem daquilo, não sabia nem mesmo o jeito que se pegava, e que era tão gosmento, mas o cheiro era bom, me perguntava mesmo se tinha gosto de uva...

Felipe estava de cueca, tive que tirá-la, fui a deslizando por suas pernas até retirá-la. Depois observei o preservativo de novo, criando coragem para colocar. Até que ele pega minha mão e a guia, me ajudando a colocar.

–Da próxima vez você faz sozinho... –Ele disse.

–Tá... Tudo bem... Mas obrigado...

–Não enrola, não... Comece...

Senti minha bochecha arder novamente, me ajeitei em cima da cama para conseguir um jeito confortável de fazer aquilo, e abaixei minha cabeça até seu membro. Comecei devagar, para ver realmente se tinha um gosto bom, e não era tão ruim... Só era desconfortável, me sentia como se estivesse chupando uma bala com embalagem.

Quando acelerei um pouco o ritmo, Felipe começou a suspirar, eu adorava ver aquela expressão pervertida dele. Até que então ele puxa meus cabelos para eu levantar a cabeça, dizendo que eu não podia continuar se não ele chegaria ao seu ápice logo.

Ele rolou comigo na cama e ficou por cima, começou novamente a dar beijos deliciosos em meu pescoço e foi descendo aos poucos. Depois tirou minha camisa, e quando chegou ao meu tórax, nem acreditei que ele estava fazendo aquilo, Felipe mordiscou um dos meus mamilos com força, rodeou-o com a língua e depois o soprou. Repetindo os movimentos no outro.

Quando ele desce mais um pouco, abre o zíper da minha calça e termina de tirá-la, Felipe lambe o volume rijo por cima do tecido da minha cueca e acaricia levemente com a mão. Suspirei, queria que ele andasse logo com aquilo, mas era eu que tinha pedido para que não fosse rápido demais, não podia reclamar.

Depois de retirar aquela única peça que faltava, meu corpo estremece por completo ao sentir a língua quente de Felipe me tocando. Gemi baixinho ao sentir sua boca envolver meu membro e começar com movimentos leves, logo ele contornou a glande com sua língua e lambeu toda a extensão do meu pênis.

Joguei a cabeça para trás e gemi um pouco mais alto, aquilo estava ficando cada vez mais delirante, ele aumentou o ritmo e apertei sua cabeça ainda mais contra meu corpo, naquele momento, eu só conseguia respirar de maneira descompassada e gemer o nome de Felipe entre os suspiros.

Ele continuou aumentando o ritmo, e eu apertei o lençol com força para tentar me segurar, mordi o lábio para conter os gritos, mas o gemido de prazer foi inevitável quando senti jorrar meu líquido dentro da boca dele.

–Felipe... Ah... Isso foi...

–Você gostou?

–Sim... –Disse abrindo os olhos.

Ele se deitou por cima de mim, me acariciando levemente, aqueles seus olhos azuis eram tão penetrantes que eu não conseguia parar de olhá-los.

–Você é tão fofo... –Ele disse mordendo minha bochecha. –Mas muda totalmente nessas horas...

–Como assim? -Perguntei.

–Fica parecendo um pequeno pervertido quando está gemendo...

–Ei! Para com isso! –Disse dando um tapa fraco no ombro dele. –Não é verdade!

–Claro que é... Mas eu adoro... Principalmente quando geme meu nome... –Ele disse mordendo o lábio inferior.

–Você fala isso só pra me matar de vergonha. –Eu disse tapando o rosto com as mãos.

–Para... Não faz isso... –Ele diz retirando minhas mãos dali. –Você fica ainda mais fofo com as bochechas vermelhas.

Ele ri e me beija, mas logo sinto suas mãos descendo e me acariciando onde não devia, até que ele sussurra perto de meu ouvido:

–Você achou que já tinha acabado? Nem começamos ainda...

POV MATHEUS OFF

Felipe aproveita que estava por cima de Matheus e segura suas duas coxas, levantando-as e colocando uma em cada lado de seu corpo, ele olha para Matheus que parecia ter gostado daquilo, e continua.

O penetra gentilmente, mas vê a expressão desconfortável dele e pergunta:

–Posso continuar?

–Pode... –Matheus diz com a voz quase inaudível.

Felipe continua e ouve um gemido de dor, Matheus colocou a mão na boca para tentar controlar, mas Felipe ouvindo aquilo, diz:

–Math, está doendo muito?

–N-Não... P-Pode continuar...

Com um pouco de pena, Felipe continua o penetrando lentamente, até que para os movimentos e se inclina um pouco, acaricia o rosto de Matheus e lhe dá um beijo rápido.

Continuou a entrar e sair o mais devagar que conseguia, até que Matheus se acostumasse, e quando percebeu que ele já não esboçava uma expressão dolorosa, Felipe tentou aumentar o ritmo, e de início, Matheus pareceu desconfortável, mas conforme ele acelerava, parecia estar começando a gostar.

Quando Matheus deitou a cabeça para trás, Felipe percebeu que era a hora certa, pegou no membro dele e começou a masturbá-lo no mesmo ritmo em que o penetrava. Matheus o olhou surpreso, mas foi se acostumando com a idéia, e conforme Felipe ia mais rápido, o corpo de Matheus mexia a cama, causando um pequeno impacto da cabeceira na parede.

As suas respirações estavam descompassadas, uma camada de suor cobria o corpo de ambos, e Felipe admirava a expressão prazerosa que agora dominava o rosto de Matheus, ele fechava os olhos, tombava a cabeça para trás e gemia, essa junção de movimentos era muito sensual no ponto de vista de Felipe.

Matheus adorava o jeito que a mão forte de Felipe segurava seu membro e o movimentava rapidamente, e senti-lo por dentro deixava tudo ainda melhor. Felipe segurou nas duas coxas de Matheus e tornou a penetrá-lo com mais força, fazendo Matheus soltar um longo gemido e tombar novamente a cabeça para trás, chamando o nome de Felipe, que sentiu sua mão ficando molhada, Matheus havia chegado ao seu limite novamente.

Felipe não teve medo de ir mais rápido, ele inclinou-se e enterrou a cabeça no pescoço de Matheus, enquanto segurava suas pernas e mergulhava seu membro ainda mais fundo nele, Matheus sentia a respiração dele em seu pescoço e se arrepiava, até que ouviu algo que lhe impressionou.

–Eu... Amo... Você... –Diz Felipe com a respiração falhada.

Matheus abriu um largo sorriso, mas que não foi visto por Felipe, por ainda estar com a cabeça na curva de seu pescoço. Mas logo ele ouve Felipe gemendo baixinho, soltando suas pernas e o beijando.

A respiração cansada de Felipe denunciava que ele havia chegado ao seu ápice, então ele se retira de dentro de Matheus, deita ao seu lado, os cobrindo com o lençol e diz:

–Então... Como foi Math?

–Maravilhoso...

–Gostou mesmo? –Diz Felipe com a expressão cansada.

Narrado por Matheus

–Sim... E acho que dessa vez consigo me sentar... –Eu disse rindo.

Olhei para Felipe, que deu um sorriso de lado, a respiração dele ainda estava um pouco acelerada, mas quase voltava ao normal, o chamei baixinho, que virou de lado para me encarar, e então, vi alguns fios de cabelos grudados em sua testa por conta do suor, passei cuidadosamente os dedos dali, arrumando os fios e depois sorri, ele me olhava como uma criança, aquele olhar ingênuo que às vezes só ele conseguia ter.

–Eu também te amo... –Falei acariciando-lhe o rosto.

–Demorou um pouco para responder... –Ele diz rindo. –Isso é para me deixar com dúvidas sobre nosso relacionamento?

–Bobo... –Falei rindo também.

O sono foi chegando, minhas pálpebras foram ficando pesadas, e fui fechando os olhos aos poucos, até que Felipe diz:

–Não dorme não...

–Eu não vou dormir... Só vou descansar...

–Você vai acabar dormindo Math, fique acordado... –Ele diz chacoalhando meu ombro.

–Só um minutinho... –Eu disse fechando os olhos novamente.

–Já sei! –Diz Felipe levantando e me puxando pelo braço.

Quase caí da cama, mas fiquei de pé e fui sendo arrastado por ele até chegar ao banheiro.

–Você é doido Felipe! Eu quase caí!

Ele fechou a porta e me empurrou para dentro do Box.

–E-Espera... O que você vai...

Mal terminei de falar e ele já ligava o chuveiro, me molhando por completo.

–Droga, eu tenho que tirar isso... –Ele disse olhando pra baixo e retirando o preservativo. –Incomoda muito...

Felipe o jogou no lixo do banheiro e voltou para baixo da água comigo.

–Vou te dar um banho gelado agora... –Ele disse rindo. –Pra te recompensar daquele dia...

–N-Não... Eu sei fazer isso sozinho... Não estou bêbado...

Ele se aproximou por trás e me abraçou, se molhando também.

–Eu não vou desgrudar de você... –Ele disse e me beijou no pescoço.

Tomei banho com muita dificuldade, já que a cada cinco segundos ele me puxava para me beijar. Mas Felipe, por fim, acabou tomando banho também, e se esqueceu um pouco de me agarrar.

Antes de sairmos, ele me deu um beijo debaixo da água como da outra vez, mas depois nos enxugamos e fomos para o quarto dele com a toalha na parte inferior do corpo. Ele me emprestou algumas roupas para dormir, nos trocamos e por fim desliguei a luz, nos deitamos somente com a luz do abajur ligada, e ele me abraçou dizendo:

–Durma bem meu amor...

Notas finais