Dont Forget Me
32 Capítulo 32
Notas iniciais
Margaret nasceu no dia 21 de junho, uma manhã de sol na Califórnia. Escolhemos esse nome, pois tanto minha mãe quanto a mãe de Anthony tinham esse nome, e como eram pessoas muito especiais para nós, Anthony deu a ideia e eu gostei, então assim ficou.
Era uma menina muito linda e esperta, seus cabelos escuros e olhinhos claros. Não tivemos nenhum problema em relação ao Everly se sentir excluído, e começar a fazer algum tipo de birra, ao contrario, ele estava sempre com a gente, e adorava a nova irmãzinha.
Anthony sempre a mimou, não de uma maneira ruim, mas eram muito grudados.
Meses depois, quando ela começou a dar as primeiras palavras, começou a me chamar de mamãe e o Tony de papa. Não sei se a frequência com que ela me chamava de mamãe fez com que Everly me chamasse às vezes de ”mã”, nunca me importei com isso, ficava até feliz pois eu realmente considerava ele como filho, mas na maioria das vezes era Anne mesmo.
O tempo começou a passar rápido, os dois cresciam que eu mal percebia, Everly fazia questão de ir mostrando para ela cada coisinha nova, ensinando brincadeiras entre outras coisas. Eu e Anthony íamos muito bem, ainda parecíamos aqueles dois que ficavam se agarrando pelos cantos, nossa vida de casal não caiu na mesmice, ao contrario, cada dia era mais surpreendente que o outro.
Anthony’s POV
Eu ainda estava acordando, fui abrindo os olhos quando percebo Maggie sentada na minha frente.
- Papai tem chulé.
- Foi sua mãe que te ensinou isso né?
Ela começou a rir, e sua risada era contagiante, em breve ela faria 2 anos, o tempo passou rápido, ela era linda, cada vez mais parecida com a mãe. Eu ouvia a voz de Anne ali perto com Everly, e ela logo entrou no quarto.
- Bom dia dorminhoco – falou assim que entrou
- Eu não tenho chulé não viu – falei lhe tacando um travesseiro
- Eu sei – falou rindo – Levanta pra tomar café. – ela falou indo em direção a Maggie para pega-la.
- Deixa ela ai, a gente já desce .
- Tá bom. – Falou saindo do quarto- Vem Everly vamos comer tudo e não deixar nada pro seu pai. – ouvi sua voz diminuindo conforme ia descendo
Voltei minha atenção a Maggie que começou a mexer no meu cabelo, deve ter puxado isso da mãe também.
Me troquei, escovei os dentes e lavei o rosto rapidamente enquanto Maggie brincava com o controle da TV. Descemos, Anne e Everly já estavam na mesa nos esperando. Eu entreguei Maggie pra Anne, para que ela pudesse amamenta-la. O café foi tranquilo, Everly ia tentando ensinar o nome de cada coisa que tinha sobre a mesa para a irmã.
Fim Anthony’s POV
Depois do almoço, eu tinha horário marcado no salão, a frequência com que eu ia na praia acabava com meu cabelo, então eu sempre fazia hidratação. Eu procurei a chave do carro em todos os lugares e não achei, tinha certeza que Maggie tinha algum envolvimento nisso, pois ela começou com uma mania de esconder tudo.
- Anthony o que você falou pra Maggie? – perguntei assim que ele entrou no quarto, onde eu procurava a chave.
- Eu só comentei que a mãe dela ia sair e deixar nós três sozinhos em casa.
- Mas tinha que ser você mesmo.
- Por quê? – perguntou segurando o riso, como se o plano tivesse dado certo.
- Ela escondeu minhas chaves.
- Talvez você devesse ir no meu carro – falou passando atrás de mim e me abraçando – pro parque. – eu continuei em silencio.
- A gente vai pro parque? – Everly apareceu no quarto
- Não sei, depende dela.
- Por favor Anne, por favor? Por favor? – E agora ele estava grudado na minha perna.
- Está bem então. – não ia adiantar eu falar não para aqueles dois.
Everly ficou imensamente animado, como se fosse a primeira vez que ia a um parque, e foi correndo contar pra Maggie.
Anthony me virou e me deu um beijo bem demorado, passando seus braços pela minha cintura.
- Não foi ela que escondeu as chaves dessa vez.
- Ah agora você vai querer brincar de esconde — esconde também?
- Na verdade é caça ao tesouro- falou me puxando pra mais próximo dele- e eu diria que está bem quente. – falou com aquele sorriso malicioso.
Então passamos quase a tarde toda no parque, fomos em praticamente todos os brinquedos, e Everly ganhou um urso enorme, bem maior que ele. Ficamos andando de barraquinha para barraquinha, Everly no meu ombro e eu segurando o enorme urso e Anthony carregando Maggie.
Chegamos em casa praticamente no horário do jantar, eu e Anthony arrumamos as coisas na cozinha, enquanto os dois brincavam no quintal. Já estava tudo praticamente pronto, só faltava colocar a mesa.
- Deixa que eu termino, vai chamar os dois lá fora. – Anthony me pediu
Fui para o quintal e os dois estavam lá brincando e totalmente sujos, não sei como mas estavam cobertos de terra. Chamei os dois, que vieram me seguindo.
- Nossa tem certeza que pegou as crianças certas? – Anthony falou assim que viu os dois.
- Vou dar um banho neles, a gente já desce.
A água saiu até marrom quando tomaram banho, e eu já percebia que estavam começando a ficar com sono.
Desci com eles, pra jantarmos.
- Ah agora eu estou reconhecendo – Anthony falou pegando Everly no colo e levando pra cozinha.
Quando acabamos de jantar, eu fui arrumar as coisas junto com Anthony.
- Deixa ai que eu termino, coloca esses dois na cama antes que durmam ai na mesa.
Quando olhei pra eles, já estavam quase dormindo mesmo. Os levei pro quarto, e coloquei eles na cama. Anthony já estava subindo logo em seguida.
- Acho que hoje eles dormem a noite toda – comentei logo que entrei no quarto, pois Maggie às vezes acordava no meio da noite e começava a chamar o Everly, pois os quartos eram bem próximos, assim que o Everly acordava era difícil fazer os dois dormirem de novo. – Brincaram o dia inteiro!
- Eles sim, mas acho que você não – Olhei pra ele que já me olhava com aquele tradicional sorriso malicioso.
Me virei para fechar a porta e quando voltei o olhar pra frente ele já estava grudado em mim, deslizando a mão por minhas costas e me puxando pro seu corpo, e me beijando fortemente. Minhas mãos passaram em volta do seu pescoço, ele começou a me empurrar me deixando pressionada na parede, sua boca agora passava pelo meu pescoço me causando arrepios. Interrompi seus beijos para tirar sua camiseta, e logo o puxei de volta, ele começou a passar a mão na minha perna me fazendo passa-la por seu quadril, assim me levantando. Eu continuei encostada na parede enquanto seus beijos estavam no meu ombro. Ele me desencostou da parede e já me colocou na cama, sem cerimonia já foi tirando minha blusa. Ele me beijava intensamente, segurei em sua nuca ofegante enquanto ele me beijava no pescoço, fechei os olhos apenas sentindo os arrepios, quando o percebo tirando meu shorts, e ele já estava sem sua bermuda. Voltou pra cima de mim, me beijando fortemente enquanto me penetrava com força, eu o abraçava com força sentindo todos seus músculos no meu corpo, ele segurava meus braços na cama enquanto me beijava, foi descendo os beijos até o pescoço, eu soltei minhas mãos e o segurei na nuca acompanhando o trajeto que fazia no meu pescoço e ombros, ele aumentava a cada vez mais os movimentos, puxou minha perna o que fez aprofundar ao máximo a penetração onde ambos chegamos ao orgasmo, ele voltou a me beijar fortemente, mas interrompia para voltar a respiração ao normal. Me deitei e ele me acompanhou, eu fechei os olhos ainda ofegante, e ele mexia no meu cabelo, fiquei por alguns minutos apenas ouvindo a respiração ofegante dele que começara a se normalizar assim como a minha. Eu estava deitada de bruços e ainda com os olhos fechados, então comecei a sentir seus beijos nas minhas costas, subindo até chegar ao pescoço, abri os olhos e ele já estava bem próximo de mim, um de seus braços já foi me envolvendo me fazendo virar e ficar de frente com ele.
- Sono?
Fiz que não com a cabeça.
- Você está?
- Nem um pouco – respondeu com malicia no olhar.
Ele já estava com um braço sobre mim, então apenas me puxou, ficando parcialmente sobre mim, me dando leves beijos no pescoço. Puxei seu rosto e comecei a beija-lo, ele logo correspondeu loucamente, e já foi pressionando seu corpo sobre o meu.
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