Dont Ever Cry.

5 heaven tonight.


Notas iniciais
um lemon básico - eu não fazia um há tempos. até pq eu só fime um orange até agr. #aloka - pra descontrair. eo fim da história. espero que tenham gostado ^^

-- Hm, Axl... Você quer dormir aqui novo? Você sabe que eu não me importo. – disse Slash, sentando no sofá, quando já estávamos na casa dele.

-- Eu... Você sabe que eu não vou voltar pra minha casa. – me sentei no sofá, ao lado dele.

-- É.

-- Slash... Eu fiquei pensando no que Courtney disse no vídeo...

-- É sério que acontecia tudo aquilo com você?

-- É.

-- Cara, como você é bicha. – nós demos risada.

-- Duvido muito que você não estava sofrendo como eu.

-- Eu não posso negar que toda noite, antes de dormir, eu chorava demais. Você me faz muita falta, Axl. -- Nós nos olhamos profundamente.

-- Você também me faz muita falta, mais do que você pode imaginar.

Ele me olhou nos olhos e passou as mãos pelo meu cabelo e pelo meu rosto. Eu me arrepiei, como aconteceu da primeira vez que ele me tocou. Eu coloquei minhas mãos em sua cintura e o abracei forte, forçando nossos lábios a se tocarem, depois de tanto tempo separados. A calor que eu senti me fez tirar a jaqueta e a camisa. Ele se separou de mim e fez o mesmo. Demos um beijo de perder o fôlego, um beijo que nunca experimentei com ninguém além dele. Eu me deitei no sofá e Slash desabotoou minhas calças. Ele fez o mesmo.

-- Acho que é melhor fazermos isso no quarto. – ele me pegou no colo e me levou até o quarto dele.

-- Assim eu me sinto uma dama, Slash. Não tô aqui pra ser uma porra de uma dama. – eu disse, tirando minhas calças e me deitando na cama.

-- Então, eu serei a dama? – disse ele, jogando as calças dele longe e deitando em cima de mim.

-- Ninguém será a dama.

Nós demos risada. Slash me beijou no rosto e foi descendo, passando pelo pescoço, peito, abdômen até chegar à borda da minha cueca. Ela a agarrou com os dentes e a abaixou até meus joelhos. Só com aqueles beijos, eu já tinha ficado excitado. Quem sabe foi por ficar tanto tempo sem ele.

-- Seu... Escroto. Você já ficou duro por causa de uns beijos? – meu rosto corou e ele deu risada. – Não tem problema... Eu não ligo pra isso.

Ele me beijou enquanto as mãos dele acariciavam levemente meu órgão ereto. Ele refez a trilha de beijos, mas dessa vez, se demorou quando chegou a área crucial, dando leves lambidas por ali. Tentei conter meus gemidos para parecer um machão, mas Slash me fazia gozar de um jeito que... Nenhuma vadia ou nem a Courtney fazia. Gemi com prazer, como não fazia desde a ultima vez que nós fizemos sexo.Ele parou com as lambidas subitamente.

-- Por que você parou? – eu disse, com um sorriso malicioso.

-- Porque agora eu quero beijar a sua boca. – ele me beijou tão intensamente que a cama fez um estalo, como se fosse quebrar. Nos separamos e rimos. Slash deitou ao meu lado. Eu estava suado e arfando, enquanto ele estava perfeitamente bem. Isso sempre acontecia. – Você parece bem cansado, como sempre.

-- É.

Ele segurou minha mão. Naquele momento de silêncio, me lembrei de tudo que estava acontecendo fora daquele quarto. A morte de Courtney, o fato de eu ter que ficar com Frances e tudo mais. Coloquei minhas calças novamente e sentei na beira da cama, refletindo. Slash me abraçou por trás e beijou minha nuca.

-- O que aconteceu?

-- Tudo. De ruim.

-- Não fica assim. Olha, a morte de Courtney... Hm, ela está melhor... Onde elaestá, láaolado do Kurt. E quanto a Frances, você vai ser um ótimo pai. E eu posso ser a mãe. – demos risada. Era como se ele lesse minha mente e soubesse o que eu estava pensando.

-- Obrigado, meu amor.

-- Você sabe que eu sempre vou estar aqui, sempre mesmo.

Eu sorri e deitei novamente. Slash deitou-se também e me abraçou. Aquele abraço me fez perceber como tudo podia ficar bem, como tudo tinha uma saída, um modo de melhorar. E era somente com Slash que essa saída ficava evidente e clara. Sentia que todos os nós e problemas na minha cabeça se desfaziam e tudo ficava em harmonia quando ele me abraçava. Realmente, tudo se resolvia em minha cabeça. Eu esquecia um pouco do mundo problemático e hostil lá de fora. Me sentia confortável em relação a tudo.

Era daquilo que eu precisava. Aquela sensação de conforto. Aquilo que Slash me dava, que Courtney tentava me dar e nenhuma vadia jamais me deu. Amor. Simplesmente o amor eterno que Slash sentia por mim e que eu sentia por ele também. E como Courtney e Kurt, nem a morte pode nos separar nem desfazer nosso amor.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!