Notas iniciais
Música; A Estrada, Cidade Negra.
Brasil; Lúcio de Abreu. ( Ou Cauã de Abreu, tanto faz. )
Argentina; Augustín Péron. ( Não pertence à mim, muito menos o do Brasil. )
Espero que gostem!

Estava sentado na grama, cantando uma música que havia escutado por aí. Gostava dela, ainda mais por que o fazia lembrar-se de alguém. Lúcio estava animado, cantando alegremente como qualquer brasileiro.

E então, cantou os seguintes versos da música;

- Você não sabe o quanto eu caminhei, pra chegar até aqui. Percorri milhas e milhas, antes de dormir. Eu não cochilei. – Fez uma pausa, esperando a música. – Os mais belos montes escalei, nas noites escuras de frio, chorei, ei, ei.

- Hey, Lúcio! Chorando por que perdeu a Copa? De novo? – O argentino se colocou com as pernas ao lado do corpo do brasileiro.

- É uma música, Augustín. – Puxou as pernas deste, para que o mesmo caísse ao seu lado. – Conhece “A estrada”?

- Quando bate a saudade eu vou pro mar. Fecho os meus olhos e sinto você chegar, você... Chegar. – Cantou harmoniosamente, o que fez o brasileiro soltar um riso de deboche.

E então, ambas as nações que antes eram oponentes, cantaram em harmonia, o ultimo verso de amor;

- Quero acordar de manhã do teu lado. E aturar qualquer babado. Vou ficar apaixonado. – O Argentino cantou só; — Ver você dormindo, é tão lindo. – Enquanto o brasileiro continuava; — É tudo que eu quero pra mim, tudo que eu quero pra mim!

E com um sorriso de aprovação do argentino, ambos se beijaram por um longo tempo, até o argentino se atreever a dizer;

- Você não sabe o quanto eu caminhei... Pra chegar até aqui.

Notas finais
Hm, postei enquanto esperava os reviews no Dear Daddy, Dear Lover. E estava de postal, anyway. Sejam limdos e deixem reviews, que talvez se torne uma fic descente.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!