Doki Doki
7 Sentinela - Capítulo 6
Notas iniciais
Sentindo uma dor de cabeça, Era sobe a escada desesperada a procura de um ovo da páscoa...
De olhos vermelhos, de pêlo branquinho
Eu salto de leve, eu sou cordeirinho...
Mas neste momento deu-se conta de um fato lastimável, ainda não havia chegado a Páscoa, Era chorou.
Poderá uma máquina adquirir sentimentos humanos? Com um suspiro, sentiu sua pressão cair demasiadamente naquela vala.
Passou-se algum tempo até que abrira os olhos e viu-se com seus pés algemados e preso a uma parede de um banheiro público. Os vasos entupidos de papel e uma atmosfera nada agradável. Como Era pode encontrar-se em tal situação?
Tentou soltar-se da algema, mas não obtivera sucesso. Por estar em um lugar fechado, adquiriu sem mais nada, claustrofobia, Era desesperou-se. Não havia reparado que naquele local quase que perfeitamente escuro possuía um televisor desligado, como nada mais tinha a fazer, olhou-o por horas e horas. Até que como que em um piscar de olhos apareceu a imagem de uma pessoa em um carrinho de bebê, agora o rosto havia sido posto em zoom, vendo assim o rosto de tal individuo, Era reconheceu imediatamente, aquela face da qual nunca há de esquecer.
Não era Ding, nem Dong, muito menos Yong, era uma face muito mais malévola. O medo tomou conta de seu ser, após tantas noites mal dormidas, o seu e o pesadelo de qualquer pessoa normal havia ressurgido das trevas, aquele dia era o início de seu fim, ou não.
Uma risada que me levou de volta a infância, doce, demoníaca, enclaudescedora.
_ Você não sabe que eu sou, mas eu sei quem tu és — dizia bozoo sacarticamente — Uma hora eu te dou, e uma hora é o que tu tens — prosseguiu.
Em um universo não muito distante dali, um mestre kédai ria silenciosamente, silenciosamente ele ria.
_ Se tu perceber, um gás do riso será exposto a tua face, mas tu tens uma chance de conseguir fugir. Neste lugar implantei a chave para abrir o que está fechado, mas — uma porta de um dos assentos abriu e uma pessoa algemada como era visível — para sair uma das \'vidas\' terá que ser sacrificada — sorriu — o que tu escolhes? A sua \'vida\', ou a vida de uma pessoa que tu nunca viste?
A verdadeira natureza do homem é cruel, quando está em frente ao perigo torna-se egoísta, sua verdadeira face é posta em evidência e sua máscara cai.
Continua...
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