“Por acaso um Gil Wyrm se encontra aqui?”

“Quer dizer o Gil das Labaredas? Sim, é aquele bebum ali”

Audra agradeceu o taberneiro e olhou na direção que apontara.

O rosto de Gil tinha mudado, assim como seu apelido. A barba crescera, o rosto ganhara cicatrizes, as roupas estavam surradas. Mas, como bem se lembrava, ele bebia o suficiente para salvar a taberna de um estado falimentar pelas próximas gerações. Audra não podia desistir agora.

“Gil Wyrm?” chamou, parada ao lado dele.

Ele pousou a caneca, e mal ergueu os olhos.

“Não chamam assim por aqui”

“Bem, eu não sou daqui”