Por um ano, Gil voltou todas as noites àquela mesma taberna. Tentava se convencer de que não se importava com Audra. Procurava uma tergiversação para a sua espera, porém. Dizia a si mesmo que era curiosidade mórbida que o mantinha voltando, à espera dela.

Após um ano e meio, ele aceitou que Audra estava morta.

Gil decidiu voltar para casa. Voltou para suas irmãs, e tentou seguir a vida o melhor que podia.

Até que, numa densa noite de nevasca, uma figura magra bateu em sua porta. E ele a reconheceu ante mesmo de ver a marca em seu braço.

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