“Céus, como você está pálida, mulher” Gil disse, examinando-a de alto a baixo “Isto é normal? Ou está doente? Precisa de ajuda?”

“Um pouco dos dois. Eu não sei. Toda transformação me deixa assim” ela deu de ombros, brincando com a toalha de estamenha imunda que cobria a mesa “Como estão as suas irmãs? Você as encontrou?”

“Sim. Estão em outra vila, há algumas léguas daqui. Seguras, bem alimentadas, e mais importante, vivas”

“Suponho que ainda esteja trabalhando, então”

“Não como antes”

Audra ergueu uma sobrancelha.

“Como, então?”

Gil cruzou os braços, e seu rosto ficou subitamente sombrio.

“Eu já não mato inocentes”