Dois Shows E Um Acidente!
16 16 - Hotel, amém!
Notas iniciais
Enfim, aqui começa a rolar umas coisinhas mais quentes!! heheheheheehehehehehehehe' Mas como sou muito má, não acontece nada de mais u___U
Fomos pro carro, parecia pequeno, mas tinha 8 lugares. Tré, Mike, Billie, Jason, eu, Roberta, Isa e Tiago, eramos 8, sem contar o motorista.
Jason entrou no banco da frente, do lado do motorista, Mike, Billie e Tré logo atrás, sobrou pra nós quatro o banco dos fundos, de três lugares. Fomos entrando, Roberta, Isa e eu. Pronto, não cabia mais ninguém, Tiago pra fora ainda.
— E agora? Cadê espaço pro Tiago? — Eu ria.
— Para Lívia! Ele cabe sim, vai no porta malas! — Isa debochava enquato Roberta enconstava a cabeça no vidro do carro, parecia cansada.
— Aaaah, gente, por favor, eu não sou tão grande assim, eu caibo ai, é só apertar um pouquinho! — Riu de volta empurrando todos pro lado. (n.a.: caibo, palavra estranha não?)
Entramos todos, apertados, mas entramos.Roberta caiu no sono levando junto com ela Isa, uma enconstada na outra. Eu, sem sono, Tiago parecia ter toda a disposição do mundo.
— Lívia, aproveita que tá todo mundo dormindo, me diz uma coisa... — Ele disse olhando pra frente, parecia procurar o hotel ou algo assim.
— O quê?
— Você gosta do fato de ter rolado aquilo entre a gente naquela noite? — Olhou pra mim com uma expressão confusa.
— Aah, não sei, acho que um pouco...É, um pouco. — Respondi e quando olhei pra ele, seu rosto já estava tão perto que dava pra sentir nossas respirações juntas. — E você? — Disse, voltando a olhar pra frente.
— Olha pra mim. — Voltei meu rosto para o dele. — Eu te amo. — Voltamos a respirar juntos, cada vez mais perto, nos olhavamos nos olhos, quando nossos lábios se encostaram em um beijo, calmo, mas que me fez queimar até a alma. Ele colocou uma das mãos em minha nuca, enquanto eu coloquei uma das minhas em seu rosto. Ele quebrou o beijo, me fazendo ver seus olhos castanho claro, lindos e então ele sorriu. — Você é linda.
— Não, isso é sua mente tentando mudar meu rosto! — Respondi rindo. — Estou começando a ficar com sono.
— Pode dormir encostada em mim, eu deixo.
— Para, bobo! Claro que não! — Eu ri, mas um minuto depois já estava com a cabeça no ombro dele.
Ele me abraçou e me fez deitar em seu peito, deixoando sua cabeça cair por cima do seu braço.
Chegando ao hotel, o motorista entrou pelos fundos, acordou Jason que acordou os caras e depois foi embora, levando o carro.
— Casalzinho feliz e as duas amiguinhas ai, vamos acordar que a gente chegou. — Tré, como sempre bem-humorado.
— Cadê meus unicórnios? — Roberta falava, sonolenta.
Isa acordou com cara de "Qual o motivo de vocês estarem abraçados??", e foi isso mesmo que ela perguntou.
— É...Eu não sei, pergunte a ele! — Eu disse, saido de baixo do braço do Tiago.
— Aah, deixa pra lá, vamos sair do carro por que aqui ta muito apertado, anda gente, abre ai.
Tiago abriu a porta e nós fomos pro elevador que tinha na garagem. Estávamos no G2, segundo o visor ao lado dos botões.
— Nossos quartos são no 8º andar, reservamos ele inteiro pra nós! — Mike disse, meio que com orgulho.
Apertamos o número 8 no elevador e esperamos, até chegarmos em um andar lindo, as paredes brancas, o piso listrado preto e branco, os rodapés cheios de detalhes, as portas com os números 801, 802, 803, 804...e 809 descavam-se pois eram dourados. O ambiente tinha um cheiro bom, havia sido limpo há pouco tempo, com certeza.
— Lívia, 802, Tiago, 809, Isa, 801, Roberta, 805, eu, 803, Tré, 806, Mike, 804 e Jason 807, o 808 vai ficar vazio. — Billie, entregando as chaves. — Podem pedir serviço de quarto, mas não exagerem! E lembrem-se de ligar pros pais de vocês.
— Tudo bem se eu ligar amanhã de manhã? Estou com sono. — Roberta perguntou, arrastando as palavras.
— Ninguém mandou beber Betta. — Isa disse indo para seu quarto.
Entramos cada um em seu quarto, a chave era um cartão, escrito o nome do hóspede, no caso Green Day, o número do quarto, o logo do hotel e atrás um código de barras. Passei o cartão na fechadura, abri a porta e entrei. Quando notei, estava rodeada por beleza. A cama era de casal, tinha um frigobar num canto, video games, um computador, fones de ouvido, telefone, armários, comida, colchas extras, almofadas bordadas, lindo, simplesmente lindo.
Quando voltei à realidade, lembrei que tinha que ligar pro meu pai. Estava sem crédito no celular, o que eu tinha não era suficiente pra convence-lo de me deixar ir no resto da turnê. Peguei o telefone que estava no criado-mudo ao lado da cama e disquei pro meu pai.
— Atende, atende, por favor pai. — Eu desesperada.
— Alô. – Uma voz conhecida do outro lado.
— Oi, é, eu posso falar com meu pai? — Minha voz tremia.
— Espera, vou passar pra ele. – A pessoa terminou de falar eu reconheci a voz, meu irmão mais novo.
— Tá bom, anda rápido peste.
Fale com o autor