Notas iniciais
Desculpe a chatice que vai ser esse capítulo, mas será importante lá para frente!

– Então você diz que somos seus antepassados! — Ezio disse olhando atento para Desmond — Que estamos ligados pelo sangue!

– Sim! — Desmond respondeu rapidamente

– Então,basicamente,eu sou seu avô,si ? — Ezio sorriu

Desmond parou para pensar na palavra "avô" para descrever a colocação de Ezio em sua árvore genealógica.

– Mas aonde estamos? — Altair interrompeu

Desmond olhou para Anne,que tinha os braços cruzados acima de seus seios e batia a unha em seu próprio braço.

– No Grande Templo! — Desmond falou para os três

O grupo de assassinos ficaram em silêncio.

– Bem,uh...Como sabemos que vocês são relacionados uns com os outros — Anne falou,chamando a atenção do quarteto e mata o silêncio que havia caído sobre eles — Por que não se apresentam ?

– Espere — Connor sempre tão silencioso fala — Por que ele não nos apresenta? — apontou para Desmond.

Outro breve silêncio.

Ezio foi o primeiro a colocar o capuz para baixo. Seu rosto ainda estava jovem, o que surpreendeu Desmond. Este Ezio parecia estar em seus trinta anos ou mais,na época de Roma.

– Eu sou Ezio Auditore da Firenze — ele disse seu nome com orgulho.

Connor e Altair estavam prestes a tentar falar o nome de Ezio. Mas decidiram aprender mais tarde.

Connor foi o próximo a seguir. Suas mãos se apertaram em um punho até que Ezio deu um aceno tranquilizando o Mohawk. Ele não estava tão certo se poderia confiar neste Ezio. Aquiles disse histórias do grande Ezio e seus grandes feitos na Itália,embora como ele poderia confiar cegamente em um homem que ele conheceu apenas a partir de histórias.

Connor abaixou o capuz com relutância,e olhou diretamente para Desmond e seguida para os outros dois assassinos.

– Ratonhnhaké:ton

Ezio e Altair abriram os lábios ligeiramente, com a tentativa de falar o nome verdadeiro de Connor. Connor levantou a mão antes que eles tentaram fazer o que muitos não podia.

– Connor! — falou facilitando ambos assassinos.

Todos os três homens cujas capas descansavam sobre os seus ombros olharam para Altair.

Altair hesitou. Não havia nenhuma maneira de lá homens estranhos eram de seu sangue. Nenhum deles tinha as mesmas características que ele. Fora isso, como ele deve saber que ele podia confiar nesse homem com vestes estranhas. Ele não tinha nenhuma evidência de que ele podia ser seu sangue. Então ele lembrou-se do ditado "nada é verdadeiro, tudo é permitido". Embora ele não sabia o que significava a declaração, é melhor aplicar a esta situação particular. Olhando para os olhares esperançosos e impaciente dos homens na frente dele.

Altair puxou o capuz em arrogância.

– Meu nome é Altair Ib'n la ahad, filho de Umar! — disse Altair num tom impaciente. Sabia que apresentações era perda de tempo.

Ezio riu de nervosismo e Connor franziu as sobrancelhas. Desmond e Anne sabiam o que iria vim a seguir.

– Isso não pode ser real — disse Ezio entre o riso — Altair? Meu avô? O grande assassino? — Sua risada morreu gradualmente para baixo quando ele percebeu o olhar de Desmond.

– Você teve uma estátua dele em seu lugar,então não poderia ver quem era Altair — Desmond explicou.

– Bem, o tio Mario disse que as vestes na estátua eram o que os assassinos usavam. Então, eu estava meio que esperando um assassino que seria interessante e não esse — Ezio usava ambas as mãos para dirigir sua atenção para o homem em simples robes assassino com faixa vermelha que se dizia ser o grande Altair.

Desmond tinha o desejo de colocar seu rosto em suas mãos depois de ouvir que saia da boca de Ezio. Altair olhou para Ezio e Desmond estranhamente, depois de ouvir sobre a estátua que foi feita para ele. Se fosse uma grande zombaria ou uma grande honra ter uma estátua,não sabia o que dizer sobre o assunto.

– É uma honra estar em sua presença! — Connor se inclinou em relação ao Altair.

– Como eu! — Ezio disse após Connor.

Alatir encarou a ambos, sem saber se este foi um ato de loucura ou de respeito, pois ele não sabia o que ele deveria ser respeitado.

– Por que você se curva? O que fiz que é tão grande? — perguntou Altair confuso.

Connor e Ezio olhou para o outro. Então, para Desmond. E Desmond olhou para Anne que estava com cara de poucos amigos,os três assassinos acompanharam o olhar de Desmond e encararam Anne.

– Quer dizer, você não sabe? — Anne perguntou após suspirar.

– Eu não sei. Pelo que me lembro, eu estava matando cinco pessoas para me salvar do meu status de principiante. Depois, uma luz iluminou onde eu estava e apareci aqui! — respondeu Altair olhando para a garota.

– E quanto a vocês dois? — Desmond apontou para Connor e Ezio.

– Meu pai e eu estávamos procurando Benjamin na igreja — Connor fez uma pausa tentando lembrar o que acrescentar — Ele pulou para exigir informações dos soldados, enquanto eu corria em direção a eles, a luz me pegou e agora estou aqui.

– Eu estava sentado na oficina de Leonardo quando a luz brilhou na minha frente. Levantei-me para tocá-lo e pronto, aqui estou eu. — Ezio sorriu amigável.

Ezio,Connor é Altair então olharam para Anne,que estava com as mãos nos bolsos de seu blusão. Ela olhava para baixo,mexia com a ponta do tênis em uma pedrinha. Desmond notou a curiosidade no olhar dos três homens,com certeza queriam saber quem era ela.

– Anne! — Desmond chamou a atenção dela

A mesma levantou a cabeça e olhou os quatros.

– O que? — perguntou indiferente — Se acha que estou muito feliz,esta enganado!

– Desculpe! — Desmond resmungou — Você sabe que...

– Não sei de nada,e agora vai se virar com seus queridos avôs aí! — ela apontou para os três homens — Se vire,Miles! Você causou tudo isso e a...

– Brigar não ajudará muito! — a voz surreal de Minerva ecoou sobre o lugar.

A mesma luz dourada e o holograma se encontrava no centro dos cinco.

– Qualquer momento a ira de Juno poderá cair sobre a humanidade! — disse Minerva. — Devem se unir e encontrar um jeito de derrotar, Juno!

– Mas como? — Anne se aproximou do holograma — Desmond tocou na Maçã e agora...Não pode nos ajudar?

Minerva balançou a cabeça negativamente.

– Sinto muito! — a mão fantasmagórica de Minerva tocou o ombro da garota,a fazendo recuar ao sentir o calor no lugar que a Deusa havia tocado — Agora devem achar um jeito! Desmond irá encontrar!

– Eu?Como?Aonde? — perguntou o mesmo rápido

E Minerva desapareceu diante dos olhos de todos,deixando Anne e Desmond confusos e irritados.

Notas finais
Comentem ;) e o próximo capítulo não vai demorar muito a sair!