Todos da pequena reunião estavam chegando e eu estava totalmente nervoso, nem eu acreditava que conseguira achar alguma coisa sobre a história de tamanha importância. Sou um arqueólogo novato, pois acabei a minha faculdade faz oito meses e fiz meu primeiro trabalho quatro meses atrás, e logo em minha primeira procura acho o diário dessa cara, eu preciso falar isso para os reitores, só eles saberão o que fazer com isso e além do mais fui mandado para a pesquisa por eles.

Todos os reitores chegaram e quase todos os meus professores também já estavam na sala, então tive que começar. Quando ia falar alguma coisa, um nó se tornou em minha garganta e comecei a suar, mas felizmente Gean que era meu amigo que tinha feito a busca comigo me salvou e falou:

-Boa tarde, desculpe-nos o incomodo, mas tínhamos que chamar todos vocês, para dizer que encontramos algo em nossa busca arqueológica.

Fiz um sinal com a mão agradecendo por ele ter me salvado:

-Estávamos já vários dias explorando até ouvirmos várias histórias dali do Caribe sobre piratas e muitas outras coisas, para nós histórias nem sempre são simplesmente histórias.

Todos assentiram no local me fazendo ficar mais calmo, e por isso continuei falando:

-Bom fomos atrás dessas histórias e achamos um livro, na verdade é um diário, ainda não lemos muito sobre ele, mas sabemos sobre quem é e queremos contar algo que ainda não foi contado sobre o dono desse diário, e queremos também fazer um clima legal, não contando para vocês de quem é isso, vocês terão que adivinhar durante alguns trechos.

O reitor Christopher, era um homem sério e divertido quando não estava se achando alguém do mal e tudo mais, ele se levantou e disse:

-Tudo bem, mas não me faça perder o meu tempo.

Gean e eu assentimos e combinamos de cada um ler um pouco, eu comecei claro. Abri o livro que tinha várias páginas presas por um fio de couro. Tomei cuidado com a pinça para folhear o diário e falei lendo:

Meu nome é Edward, tenho 16 anos e infelizmente ainda vivo com a minha mãe, na verdade é bastante normal um garoto da minha idade e nessa época em que vivo sair de casa aos 14 anos e viver a sua própria vida, mas minha mãe nunca me deixou fazer nada disso, embora eu queira mesmo sair e conhecer o mundo, porém não sei o que fazer quando sair de casa. O nome da minha mãe é Lucille, ela é linda e inteligente e tem a sua própria loja, porém estamos enfrentando alguns problemas porque minha mãe vende coisas que não deveriam ser vendidas como armas, drogas, passe de policia marinha e outras coisas proibidas, porém ela apenas entrou para esse ramo por causa da falta de dinheiro, pois o comercio legal não nos dava sustento.

Finalmente chegara o dia de Embarque, esse era o dia em que vários piratas desembarcavam no cais para recarregar as baterias e seus suprimentos, normalmente isso seria algo totalmente normal e não precisaria de um dia comemorativo para isso, mas na verdade tem sim, bom, pelo menos para os pobres como eu. Os piratas nos dão restos de comidas e bebidas, porém isso não é tão importante para mim, o que eu gosto mais é as histórias que cada um deles conta em uma roda no bar, elas são fascinantes, emocionantes e sempre nos deixa boquiabertos.

Sempre me perguntei o porquê dos guardas do rei nunca aparecerem para aprisionar todos os piratas que compareciam na cidade, embora isso seja estranho, mas é a verdade, porém o lado positivo é que eles não aparecem e esse dia se torna inesquecível a cada ano.

Notas finais
Nao sei se gostaram mas gostaria de ver alguns reviews para mudar e melhorar, obg por ler :D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!