Notas iniciais
Boa Tarde e Feliz Halloween pra todos, eu sei que devia ta atualizado minhas fic que estão mega atrasada mais não resisti a fazer essa One especial de halloween, então vou deixa vocês lerem e espero que gostem. Ah antes que esqueça essa fic que quero dedica a Luna Lovegood que sempre me apoia e que beta a fic pra mim.

Era sexta feira a tarde e a faculdade estava uma verdadeira bagunça, enfeites eram pendurados e pessoas corriam para todos os lados carregando abóboras e pequenas aranhas de brinquedo, tentando ajeitar os preparativos para festa de halloween que aconteceria mais a noite. Eu andava apressada pelos corredores em direção ao refeitório, havia combinado de encontrar Sara lá, mas eu estava incrivelmente atrasada.

Quando avistei Sara sentada em uma das mesas do refeitório brincado com uma maçã corri em sua direção, até que senti um corpo forte esbarrar em mim com toda a força. Ele somente desviou sem sequer me encarar e continuou a seguir seu caminho como se nada tivesse acontecido. Murmurei um “pedir desculpa não machuca” e me virei em direção a Sara. Ainda assim consegui escutar um resmungo dele me chamando de idiota, e nessa hora meu sangue ferveu! Virei pra ver quem era, disposta a dizer umas boas verdades ao filhinho de papai, mas não deu tempo ele já estava caminhando para fora do refeitório, só consegui visualizar seus ombros largos e seus cabelos loiros curtos. Bonito, pensei, pena que é um babaca! Mandei o dedo do meio para as costas do loiro e segui meu caminho.

— Oi. — falei, assim que cheguei perto de sara que tinha um sorriso mínimo nos lábios.

— Você está atrasada, — murmurou aborrecida, enquanto mordia sua maçã.

— Me desculpe, estava na aula de física quântica. — expliquei, enquanto me sentava.

— O que você queria falar comigo que não podia esperar? — Sara, abriu um sorriso de quem ia aprontar algo, não gostei disso tenho certeza que ia vir bomba por aí, suspirei e esperei que ela falasse.

— Fel, — falou de uma forma doce, revirei os olhos, sabia que quando ela falava assim ela ia pedir alguma coisa que eu não ia querer fazer. — Você sabe que hoje é halloween e vai ter um baile de máscara. — sorriu docemente me fitando. — Eu queria que voc...

— NÃO, — neguei, um pouco alto demais e as pessoas começaram a nos encarar, fechei os olhos levei a mãos a cabeça tentado me controlar suspirei fundo antes de terminar de fala— Sara, você sabe que estamos em época de prova e eu não posso ir. — falei mais calma tentado fazê-la entender.

— Felicity, você prometeu ir nessa festa desde o começo do ano. — me lembrou.

— Sim, quero dizer não, não prometi que ia nessa festa em específico, eu falei que ia com você em uma das festas da faculdade, não especificamente nessa. — expliquei. — E se você não se lembra Cooper vai estar lá. — tentei persuadir e Sara fechou a cara. — Então é definitivamente um grande não.

— Por isso mesmo você tem que ir! — falou em um tom incisivo — Já está na hora de você mostrar pra ele o que ele perdeu.

— Sara, não. — falei, ríspida. — Eu não vou, já te expliquei eu tenho que estudar. — finalizei em um tom mais doce, esperando que ela entendesse o meu ponto. Mas Sara apenas bufou em resposta.

— Inferno que não vai, já estamos no terceiro ano e você sempre fala que vai e nunca vai. — acusou, — Você e uma péssima amiga, Ray vai estar lá e você prometeu que ia apresentar a gente! — falou, voltando a comer sua maçã. — Passo na sua casa mais tarde. — informou, suspirei em derrota sabia que já tinha perdido essa luta, sempre foi assim com Sara ela sempre consegue o quer. — E é bom você estar lá. — falou, se levantando e saindo dando a conversa por encerrada.

— Isso não é justo você sempre consegue o que quer!!! — murmurei me dando por vencida, Sara se virou pra mim abriu um sorriso e seguiu seu caminho.

Fiquei olhando Sara se afastar, eu e Sara somos totalmente diferente ela é a garota popular e eu não passo de uma CDF, mas ela nunca se importou com isso, e desde o colégio somos amigas. Peguei minhas coisas e sai machado pra minha última aula, que por culpa da Sara estava atrasada pra aula do Dr. Wells e ele não admite atrasos.

Sai andando rápido pelos corredores quando senti algo como se uma parede se chocasse contra o meu corpo me fazendo cair no chão de bunda, quando olhei pra cima me deparei com um belo par de olhos de um tom de azul profundo.

— Você de novo loirinha, — falou me fitando. — Devia olha pra onde anda! — falou divertido. — Prazer, Oliver Qu....

— Eu sei quem você é. — o interrompi, recusando sua mão e me levantando sozinha, mais acabei me desequilibrando e só não caí novamente porque Oliver me segurou pela cintura, senti como uma corrente elétrica passasse onde sua mão me tocou. — Você é Oliver Queen,— Falei, me afastando em brusco quando senti Oliver se aproxima. — O playboy, mimado, filhinho de papai que acha que por que tem grana pode ser mal educado e ter qualquer uma. — finalizei, vi seu sorriso desaparecer do seu rosto e se transforma em uma carranca, terminei de arrumar minhas coisas que tinha caído no chão e voltei a segui meu caminho.

— Quem é o mal educado agora? — falou em um tom brusco.

— Ainda é você Queen. — provoquei.

— Como é que é?— Falou em um tom claro de irritação.

Não me dei ao trabalho de responder ele, Oliver era conhecido em toda faculdade como playboy egocêntrico que gosta de destruir corações em seu tempo livre e eu que não ia ser mais uma em sua lista. Eu sempre achei ele lindo, afinal quem não acha? Corpo de Adonis, rosto de anjo... um verdadeiro Deus grego! Eu sempre tive uma queda por ele, mas queria distância eu não teria meu coração quebrado por um cara que sequer sabe pedir desculpas.

Depois de levar uma bronca do professor por chegar atrasada, a aula passou rápido e quando dei por mim já era hora de ir embora, respirei frustrada eu ainda não acredito que deixei Sara me convencer de ir a essa festa idiota onde todos populares e o imbecil do meu ex estariam lá. Se eu não fosse pra casa e inventasse uma desculpa que fiquei presa na faculdade por ter chegado atrasada, talvez eu me livrasse dessa, ou eu podia dar a desculpa de que não tinha fantasia, o que não é de todo uma mentira, mas minhas ideias foram por água abaixo quando recebi uma mensagem de Sara falando que se eu não chegasse em trinta minutos ela viria atrás de mim.

— Droga. — murmurei.

Não tinha escapatória eu teria que ir nessa festa, peguei meu carro e fui pra casa. Assim que cheguei em casa vi Sara sentada no meu sofá assistindo a televisão.

— Você sabia que invasão de propriedade é crime.. — informei em um tom divertido, enquanto sentava ao seu lado no sofá.

— Não é quando a dona da cada deu a chave pra sua melhor amiga. — falou, desligando a televisão e se levantando. — Vem, vamos nos arrumar. — eu ia protestar mais desisti quando vi o olhar decidido no rosto de Sara. — E nem começa com seus protestos você sabe que eu sempre ganho. — falou, me pegando pelo braço e me levando para o quarto, suspirei um "convencida" e Sara apenas sorriu. — Eu não sou convencida só apontei um fato, e antes que você queira usar a desculpa que não comprou a fantasia eu mesma trouxe a sua.

Nem perdi meu tempo reclamando seria inútil, mas tinha certeza que ia odiar a fantasia Sara tende a escolher roupas muito curta ou muito provocante e tenho certeza que não seria diferente com a fantasia.

Depois de que tomei um banho, Sara insistiu que arrumaria meu cabelo e faria minha maquiagem, que não fui contra já que não sou boa nessas coisas. Assim que Sara terminou olhei-me no espelho e fiquei feliz com resultado, meu cabelo estava solto em ondas e caia em cascata no meu ombro a maquiagem era leve com um batom vermelho, sorri agradecida a Sara e voltei para banheiro pra vestir a bendita fantasia.

— Sara.. — chamei, — Eu não vou usar isso. — protestei enquanto me olhava no espelho. Sara tinha escolhido uma fantasia da Sininho, tinha ficado feliz quando ela falou que era da Sininho, achei que seria uma fantasia inofensiva de uma fada. Certo? Errado.


— Por que não? Você esta linda e sexy. — falou.

— Se isso era pra me convencer, você não está conseguindo. — informei, enquanto me olhava no espelho, Sara tinha escolhido uma fantasia que era um vestido verde justo que ia até em cima das coxas desnudas, ele era desregular na parte da saia com pequenas fendas que deixavam minhas coxas ainda mais a mostra e que acompanhava um par de sandálias com saltos extremamente altos e pequenas bolinhas de algodão nas pontas e para finalizar a fantasia vinha com pequenas asas douradas dando um ar místico. — Sara, você não acha que está muito curto? E que exagerou só um pouquinho? — questionei apreensiva.

— Não e não, você esta linda Cooper vai se arrepender de ter terminado com você. — falou, me virei pra protestar mais esqueci o que ia falar quando vi a fantasia de Sara ela estava vestida de canário negro que era somente um collant de couro e uma meia arrastão e uma botinha preta cano baixo e uma jaqueta por cima seu cabelo estavam souto dando um ar rebelde. Agradeci por minha fantasia.

— Você esta linda, Ray vai ter um ataque cardíaco quando te ver. — provoquei.

— Você acha que ele vai gostar? — pergunto.

— Lógico que vai. — respondi. — E vamos logo antes que eu desista.

— Vamos. — concordo com um sorriso.

Pegamos nossas bolsas e saímos, mesmo a faculdade sendo próxima resolvemos ir de carro até lá. Assim que chegamos me assustei o quanto a faculdade estava lotada. Tinha pessoas espalhada por todos os lados, misturadas aos enfeites de halloween, as fantasias eram das mais diversas. Sorri quando vi o Dr. Wells meu professor no meio dos outros alunos vestido de cientista maluco.

—Ei vamos entrar. — Sara falou.

Assim que entramos as pessoas começaram a nos encarar.

— Por que todo mundo está nos encarando. — sussurrei em seu ouvido. — Sara deu de ombro e começou a andar em direção ao bar.

Já fazia um tempo que estávamos na festa, tínhamos bebido e dançado, quando estávamos na pista dançando eu avistei Ray encostado em dos cantos da pista com um loiro conversando, sorri e chamei Sara.

— Sara, olha — fiz sinal com a cabeça em direção onde o Ray estava, vi um sorriso brota no rosto da minha amiga. — Vamos ate lá. — Falei, Sara olhava divertida pra fantasia de Ray que estava vestido de Superman.

— Pensando bem não sei se é uma boa ideia a gente ir agora lá. — Falou, segurado meu braço.

— O quê? — questionei. — a você vai sim, você não fez eu vim nessa festa idiota só pra ver Cooper se atracando com sua nova namorada. — argumentei, fazendo minha melhor cara de cachorro que caiu mudança, quando vi que Sara não ia mudar de ideia mudei de estratégia peguei em seu braço e comecei a levar junto comigo em direção ao Ray. — Sara, você vai falar com ele querendo ou não. — finalizei.

— Tudo bem, Felicity me solta. — sorri satisfeita e soltei seu braço.

Quando estávamos nos aproximando vi um loiro saindo e indo em direção ao bar, tive a sensação de que o conhecia mais por causa da fantasia não reconheci.

— Oi, Ray. — cumprimentei, assim que cheguei perto dele.

— Fel, — falou, me dando um abraço sem tirar os olhos de Sara.

— Ray, essa e a Sara, Sara esse é o Ray. — apresentei.

— Prazer Sara, você esta linda. — Ray elogiou.

— Ei, eu sou sua amiga a mais tempo não vou ganhar nem um Felicity que fantasia legal. — brinquei.

Ray ficou sem graça, me deu uma abraço e murmurou "você sempre esta linda Fel".

Ficamos por um tempo conversando, percebi satisfeita que Sara e Ray estavam se dando muito bem era com se eles se conhecessem há anos, Ray chamou a gente pra dançar recusei e falei pra eles irem dançar e que eu ia ao banheiro, depois que eles foram pra pista de dança eu fui em direção ao banheiro, eu vi Oliver Queen encostado no bar bebendo e me encarando sorri quando percebi que ele estava vestido de bombeiro. Aquilo era sério? A fantasia dele deveria ser proibida, provavelmente causaria um ataque cardíaco fulminante em todas as garotas da festa. Tentei me controlar e dei as costas para ele e continuei indo em direção ao banheiro foi quando senti uma mão segura meu antebraço no mesmo instante senti novamente a corrente elétrica percorrer meu corpo, eu não precisava me virar pra saber quem era, seu cheiro e a sensação de sua mão tocando minha pele era inconfundível.

— Hey, a gente pode conversar linda? — eu ia responder mais quando virei ele estava próximo demais e fiquei sem resposta. — Você esta acompanhada? — perguntou, com um lindo sorriso no rosto, o olhei confusa. — Desculpa, minha falta de educação prazer Oliver Queen.

Era pra eu me afastar e dado uma má resposta pra ele mais quando vi que ele não me reconheceu e me olhava de uma forma diferente não consegui me afastar — Estou com uma amiga, — respondi, sem graça. — Mais ela esta acompanhada então.— eu realmente devia ter me afastado porque quando falei isso vi um brilho em seu olhar, mas não sei o que deu em mim quando percebi que Oliver não me reconheceu e me encarava com olhar de desejo resolvi aproveitar a chance.

— Você quer dançar?

— Sim.— respondi, eu não consegui reconhece minha voz que não passou de um mero sussurro.

Oliver estendeu sua mão para mim e me conduziu até a pista de dança, assim que chegamos numa parte mais afastada da pista senti a mãos de Oliver em minha cintura e ele puxar de leve meu corpo de encontro ao dele, suspirei assim que senti nossos corpos se encostarem e levei minhas mão em seu pescoço, senti uma de suas mão sair de minha cintura e percorrer até clavícula, mesmo por cima do vestido senti minha pele queimar por onde sua mão passou.

— Você ainda não me falou seu nome. — surrou com uma voz rouca em meu ouvido.

— Não falei,— respondi, aproximando nossos corpos ainda mais e comecei a me balançar no ritmo da música.

— Por que eu tenho a impressão que você não vai me falar seu nome? — Sorri em resposta. — Eu tenho a sensação que já te vi em algum lugar.

— Acredito que sim afinal a gente estuda na mesma faculdade. —falei, enquanto minhas mãos faziam carinho em sua nuca.

— Como eu posso já ter te visto e não me lembrar desses olhos e desse sorriso de anjo. — falou de uma forma doce, fazendo um carinho na minha bochecha.

— As vezes a gente não vê a pessoa de verdade, estamos distraídos demais olhando para outra coisa. — Oliver sorriu em resposta, repousei minha cabeça em seu peito, escutei seu coração bater acelerado do peito isso me acalmo.

Conversamos por um bom tempo, os mais variados assuntos, Oliver me contou que queria fazer faculdade de medicina mais estava cursando administração para poder toma conta do legado da sua família e que faria de tudo por sua família, sempre entre uma pergunta e outra ele tentava descobri meu nome ou alguma informação que levasse a ele a descobrir.

— Qual é seu medo de falar seu nome? — pergunto. Suspirei e não respondi.

Oliver se aproximou e beijo de leve meus lábios para logo o beijo se transformar em algo mais exigente, senti sua mão percorrer minha costas e parar em cima da minha bunda, ele pediu passagem com sua língua e eu cedi, eu tinha que ter parado ai mais ter Oliver tão próximo não ajudava eu raciocinar direito aliado ao fato de ter bebido, fazia com que toda a minha razão se esvaísse. E ainda tinha o fato de que eu sempre tive uma paixonite Oliver. Eu não queria ser mais uma em sua lista e virar fofoca na faculdade, mas já que ele não sabia quem eu era eu decidi que por essa noite eu me entregaria aos seus beijos e carícias.

— Vamos sair daqui pra um lugar mais reservado. — convido com sorriso provocante, não respondi quando dei por mim eu já estava saindo com Oliver da festa e estávamos indo para o seu apartamento.

Assim que chegamos à porta de seu apartamento Oliver me agarrou pela cintura e beijou meus lábios com urgência uma de suas mãos foram para minha nuca e a com a outra ele abriu a porta, Oliver fechou a porta e me pressionou contra a parede mais próxima, prendi minhas pernas ao redor de sua cintura, Oliver parou de beijar minha boca apenas para espalhar uma trilha de beijos e mordidas em meu pescoço. Eu já estava queimando, não conseguia mais pensar com clareza apenas precisava ter mais de Oliver em mim. Arfei quando senti sua mão percorrer minha coxa e subir meu vestido junto, Oliver volto a me beijar e começou a andar comigo em seu colo em direção ao seu quarto me colocou com delicadeza no chão, e parou de me beijar somente para tirar meu vestido. Ele deslizou lentamente a mão pelo zíper do meu vestido que caiu embolado aos meus pés, observei seus olhos escurecerem de desejo. Ele me olhava com luxuria e algo mais que eu não consegui identificar. Eu já estava cansada de ser observada, eu precisava tocá-lo, senti-lo de todas as formas possíveis, por isso comecei a beijá-lo e a retirar sua camisa com uma urgência desesperadora.

Oliver me deitou na cama e em nenhum momento ele parou de me beijar, ou me tocar só se afastou pra tirar as suas roupas e o restante da minha, as carícias se tornaram cada vez mais ousadas, eu enlouquecia com cada mínimo toque, eu nunca tinha sido assim tão passional com alguém antes. E quando finalmente o senti dentro de mim se movimentando lentamente eu perdi toda a razão, era apenas aquelas sensações, minha pele queimava sob a dele, eu não era mais dona de mim meu corpo o pertencia, Oliver aumentou o ritmo e tão chegamos ao ápice, eu me senti completa. Ficamos ali abraçados esperando a nossa pulsação se normalizar e eu acabei adormecendo em seus braços com essa estranha sensação de que o que tinha feito com Oliver tinha sido muito mais do que sexo.

***

Acordei com a claridade do sol que passava pela janela, quando abri meus olhos percebi que não estava no meu quarto foi quando senti uma mão forte sobre meu corpo e a noite anterior veio toda em minha cabeça.

— Inferno.— praguejei, enquanto tentava sai da cama sem acordar Oliver.

Assim que consegui sair da cama, parei por uns minutos para observar aquele Deus grego na cama somente com um lençol cobrindo sua bunda, suspirei frustrada levei a mão até a cabeça, agora eu entendia porque tantas garotas desejavam Oliver Queen, ele era um pecado! Peguei minhas roupas que estavam espalhadas pelo quarto, as vesti e sai de fininho de seu apartamento não saberia lidar com ele pela amanhã. Seria melhor assim, eu não estava preparada para ouvir a rejeição dele tão logo descobrisse quem eu era.

Assim que sai na rua peguei o primeiro taxi que vi, eu não podia acreditar que eu tinha ido pra cama com Oliver Queen, suspirei frustrada não devia ter deixado Sara me arrastar para essa festa. Embora devo confessar, essa foi a melhor noite da minha vida.

— Felicity, onde foi que você se meteu— Sara reprendeu assim que cheguei em casa.

— Eu te odeio,— falei mal humorada.— Eu nunca mais vou sai de casa.

— Fel, — falou, se aproximando de mim.— O que aconteceu? — questionou me abraçando.

— A culpa é toda sua Sara por ter feito eu ir naquela festa idiota e ainda deixado eu beber e me deixado sozinha. — acusei, Sara estreitou os olhos em clara confusão. — Eu dormi com Oliver Queen. — confessei em um único folego.

—Oh meu Deus Felicity... — falou levando a mão na boca pra logo em seguida abri um grade sorriso.

— Pode tirar esse seu sorriso do rosto. — falei aborrecida. — Ele não faz ideia de quem eu sou e hoje pela manhã eu deixei aquele deus grego na cama e sai de fininho.

— Você fugiu do Oliver? Como assim ele não sabe quem você é? —questionou sentado ao meu lado no sofá.

Contei tudo pra Sara o que aconteceu desde que ela saiu pra dançar com Ray ate minha fuga do apartamento do Oliver.

Já tinha se passado duas semanas desde o ocorrido da maldita festa de halloween e eu não conseguia esquecer os beijos quentes, as carícias que compartilhamos e tudo que senti na noite que passei com Oliver, na faculdade eu o evitava a todo custo com medo dele me reconhecer a única vez que ele me viu no refeitório não demostrou ter me reconhecido, mas não fiquei muito tempo pra ter certeza, e até agora estava conseguindo com sucesso fugir dele e eu só precisava evitar ele por mais dois semestres.

As coisas estavam entrando nos eixos e eu estava tentado esquecer Oliver, Sara tinha começado a namorar Ray e os dois andavam sempre juntos foi por causa desse namoro que fiquei sabendo através de Sara que Oliver estava atrás de mim e que mesmo passando quinze dias ele não tinha desistido de descobrir quem era a garota, ele ja tinha perguntado pra metade da faculdade quando perguntou pra Ray se ele sabia quem era a garota que estava vestida de sininho e tinha dançado com ele, Ray falou que não conhecia, pra minha felicidade mesmo sabendo que era eu. Fiquei aliviada embora Sara não concordasse com essa minha atitude furtiva, ela vivia me perturbando, insistindo para que eu falasse que eu era a garota. Ela tinha toda essa ideia absurda de que Oliver estava apaixonado por mim e que eu devia da uma chance que se eu realmente o conhecesse eu veria que ele não é o playboy sem coração que todo mundo fala que ele é.

— Sara, chega dessa conversa. — falei aborrecida, estávamos na sala do meu apartamento Sara sentada no chão sorrindo enquanto eu estava sentada no sofá emburrada.— Eu já falei que não gosto dele que só foi uma noite então pare com isso, — adverti ela.— Porque Oliver nunca vai saber que era eu e eu nunca mais vou falar com ele. — finalizei, Sara ia me responder mais foi interrompida pela campainha. — Certo, então não se atreva a falar alguma coisa para o Queen.— Falei enquanto me levantava e ia atender a aporta.

— Tarde demais. — sussurrou, me virei pra Sara sem entender, ela deu de ombro.

Quando cheguei a porta e ia abrir, Sara me impediu.

— Eu abro, — falou abrindo a porta. — Depois vocês me agradecem, tchau. — a olhei confusa sai pela porta.

Somente quando terminei de abrir a porta pra ver quem era que entendi o que ela falava.

—Loirinha.— falou todo sorridente.

— Queen.

Notas finais
Obrigado por acompanha nos vemos nos comentário.

Obs: pra quem lê minhas fic eu vou atualizar elas ate segunda feira.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!