Mesmo que a contragosto, a menina ficou, pois apesar das desconfianças, ela sabia que havia sentido mais cedo um poder que poreja não apenas do homem, mas da própria casa dele.

— Você vai me entregar ao círculo de bruxos ou algo assim? — ela perguntou.

— Seria o correto a se fazer. — Ele se sentou numa poltrona. — Mas, estou curioso. Você deve ter no mínimo 200 anos, e ainda parece uma criança, por quê?

Ela deu de ombros, sem resposta.

— E por que você está amaldiçoando pessoas?

A bruxa olhou para os pés.

— Sebastian, eu posso confiar em você?