CAPÍTULO 1:

Thay era um comum garoto de 18 anos, pele branca, cabelos negros e olhos castanhos, até ai tudo bem, ele estudava em um internato particular em Paris, a capital da moda, simplesmente uma grande bobagem já que odiava aquele lugar, nunca queria ter ido pra li, porém, não tinha escolha, seu pai era um daqueles conservadores que acham quem tem todo o direito de se meter na vida de seus filhos, aquilo realmente deixava Thay enraivecido; qualquer que via seu semblante percebia na hora que o garoto de 18 anos não era apenas mas um garoto, ele tinha algo a mais, algo que os outros garotos da idade dele não tinham.

Ele dividia o quarto naquele maldito internato com um garoto idiota, garoto que Thay odiava com todos as forças que tinha em seu coração,
evitava até trocar palavras com o garoto, cujo o nome era Gerard
Típico garoto americano, álias, poucos do aluno do internato eram de Londres, alguns eram da Escócia, outros dos Estados Unidos, e poucos eram de Tókio, como era o caso de Thay.

O dia de Thay era realmente infernal, até que em fim as aulas terminariam, ele sempre ficava na da escola, já que o que ele menos queria era ficar com seu pai nas férias, sua mão havia morrido quando este ainda era pequeno,
foi criado pelo pai, expêriencia esta que ele preferia esquecer.

Hoje era Domingo, alguns alunos iam para a cidade, e outros como o desafortunado Thay ficava, as vezes ele até preferia assim, não gostava de aglomerações, e no domingo a cidade era assim.


A tarde Thay estava dando umas voltas pelos enormes corredores da enorme west school, quando vê através do vidro da secretaria alguém que parecia ser um aluno novo

-coitado- pensou Thái ao ver o que supostamente seria o novo companheiro de inferno, quero dizer companheiro de colégio.
Ele, não compreendeu o que sentio, mas algo diferente aconteceu com ele após ter visto o garoto, era como se ele pela primeira vez dentre estes 2 anos que mora no internato, se sentiu de boom humor, se sentiu leve, completamente diferente do que em geral ele sentia,
Thay sempre fora um garoto estressado de poucos amigos, de poucos não, de nenhum amigo,
o único amigo que ele tivera durante este tempo saio do colégio um ano atrás, Thay não entende até hoje porque o seu amigo tinha abandonado a ecola daquele jeito, mas naquele momento aquilo não importava.

Aos poucos, Thay acaba se tornando amigo do tal aluno novo, o aluno,como quase todos do colégio, era importado, ele era brasileiro com pais morando na França,

já era como se eles se conhecessem a anos e anos,
o garoto se chamava Frabizio, o garoto era brasileiro mesmo com esse nome tão Inglês.

Mesmo Thay não entendendo o porque, ficou super contente ao saber que Fabrízio não tinha namorada.

— Eu não posso estar interessado nele meo, que nojo! — confidencio á um dos poucos amigos que tinha

— Nessa idade é comum os jovens procurarem novas experiencia cara! — respondeu-lhe o amigo que no casa era o orientador e psicólogo da escola.

— Que se dane as experiências! — vociferou Thay, enraivado

- Todas as pessoas sofrem os conflitos pelos quais está passando agora – respondeu o psicólogo-amigo.

- Todas as outras pessoas, mas eu sempre quis ser o único – falou tristemente Thay

- Tu tens que acalmar-se, Thay eu sei o quanto é difícil isso!

- Porque isso foi acontecer comigo, com tantas mulheres no mundo, fui me apaixonar por ele, um garoto.


Um infernal silêncio ecoou durante alguns instantes pela sala do psicólogo, um silêncio ensurdecedor, o psicólogo alguns anos mais velho que Thay mas que tinha um rosto de uns 22 anos, tomou o menino oriental em seus braços e deu-lhe um beijo de tirar o folego, após o beijo, Thay olhou sério o amigo e lhe perguntou porque havia feito aquilo, e a resposta por parte do psicólogo foi uma outra pergunta, á pergunta foi:
— O que tu sentiu com o meu beijo?

- Nada de mais, foi como qualquer outro que eu já recebi em toda minha vida!

Nesse momento a porta da sala do psicólogo é aberta por Fabrízio, que, sem perceber que Thay estava ali, foi logo disparando que queria conversar com o médico encarregado de dar conselhos.
Ao ver que seu colega de inferno, como Thái dizia; estava ali na sala do doutor, corou as bochechas, e saio da sala pedindo desculpas e olhando fixamente para o garoto Oriental


Thay olha para o médico/psicologo/amigo e pergunta o que ele achara do garoto por quem estava interessado, o psicólogo olhou para o garoto e deu uma risada por entre os dentes- Ele é bonito!- disse o médico
Bonito, como assim bonito? Ele é perfeito- esse pensamento surgiu na hora na cabeça oriental, e deu um daqueles seus comuns sorrisos já conhecidos por todos, sorriso tal que indicava que algo incomodava o garoto.

Thay saiu da sala do psicólogo e foi em direção ao seu quarto, porém, foi interrompido no caminho pelo seu “amigo” de quarto, amigo tal que ele odiava, que não gostava nem de ouvir o nome, Gerard puxou o garoto até um canto escuro do corredor onde havia pouco fluxo de alunos e empurrou contra a parede.


- Tu gostas do Fabrízio?

- Como assim se eu gosto dele? Ele é meu amigo, e eu gosto do meu amigo

- Eu ouvi sua conversa com o conselheiro, escutei o que você falou pra ele.

- Pois você ouviu errado, errado por demais.

- Assumi logo que tu és gay, para mim isso não afetará em nada

- Tu vai me deixar em paz se eu te falar a verdade?

- Sim, eu vou! Mas agora eu quero que tu me fales toda a verdade.

- Sim, eu gosto dele, mas esse é o segredo da minha vida, qualquer comentário seu em relação á isto e eu corto sua língua e como no jantar

- Ele não é homem pra ti!

- E quem é então?

- Sou eu, droga. — diz empurrando o garoto contra á parede e beijando-o.

Thay aos poucos se entrega naquele beijo, beijo este tão bom, Thay abre os olhos e vê na rosto de Gerard o rosto de Fabrízio.
Ele empurra o o garoto e sai correndo pro seu quarto,
como assim Gerard era o cara certo pra ele?
Era informação de mais para um só dia, e para um só garoto.


No outro dia pela manhã, Thái sai de seu quarto já após ter escovado os dentes e ter tomado banho, vai ao hall principal de onde pega o corredor que vai até o refeitório, quando chega no refeitório, sente que algumas pessoas o olham fixamente, causando um certo desconforto em Thay.
Que por sentir-se incomodado com a situação chega á nem tomar café da manhã, indo direto para a sala de Matemática Financeira....


E então para formar o gráfico X usa-se o a Hipotenusa de Y²..... — explica o professor enquanto Thay olha pela janela esperando que algo de interessante aconteça naquela aula tão deprimente, era uma manhã fria, Thay lutava por buscar algum calor vindo de seu corpo, porém ele sentia que até seu próprio sangue estava congelando dentro de suas veias, que aula chata – pensava o garoto, tentando mirar o longe, porém, a única coisa que via eram os flocos de neve tocando a janela de vidro e derretendo como num sopro de calor, ele olha á sala com uma vista de scanner, vê tudo, mas quem realmente seus olhos procuram é Fabrízio, porém ele não estava na sala, com certeza teria ficado no quarto vendo a neve cair; Thái fica imaginando Fabrízio deitado em sua cama, um corpo ímpar, aqueles pensamentos logo fizeram o garoto perceber que acabara de iniciar uma ereção, já podia sentir sua masculinidade crescendo por dentro da cueca de algodão, ele não poderia sentir aquilo ali, todos os alunos estavam na sala, se alguem percebe-se, ficariam enchendo o saco dele pelo resto do ano letivo, mesmo assim, começou a passar á mão por sobre á calça, apalpando assim seu pênis, estava á ponto de começar uma masturbação ali mesmo, mas, foi salvo pelo toque da campainha de troca de professores...

Thay nem esperou o professor sair da sala, foi logo se retirando com os cadernos na frente do membro ereto na tentativa de esconder a ereção, pelo menos nisso o garoto tivera sucesso, ninguém percebeu sua excitação, agora era a aula que Thay mais odiava, \'Química\', só de pensar o garoto já ficava estressado, pelo menos era uma aula de só 45 minutos...

Após á terrível e suicida aula de Química, Thay dormiu calmamente, porém na manhã seguinte fora acordado por Gerard, que o olhava com uma expressão calma e serena, o garoto oriental levantou da cama em um pulo, e mirou os olhos azuis do louro,

-O que você quer? — questionou Thay.

-Quero falar contigo, um assunto muito sério! — respondeu Gerard.

-Que tipo de assunto, hoje é terça-feira, e tu sabes que na terça eu não faço nada.

-O que tu achou quando falei que eu era o cara certo pra ti?

O garoto engole seco, e olha para o semblante de Gerard, como quem procura palavras...

-Hein, o que achou? — perguntou Gerard mas uma vez.

-Tu sabes que eu gosto de outro garoto, eu sinto muito por tu gostares de mim,
mas eu não gosto de ti! — respondeu friamente e volta á deitar

Gerard pega o garoto pelo braço e faz com que ele o encare, por várias vezes Thay tenta mudar o plano de sua visão, e quando dá por si, Gerard está tão perto que ele chega á sentir o calor do corpo do americano, o oriental permanece imóvel feito uma rocha,
e Gerard dá-lhe outro beijo como o que havia dado no dia passado, enquanto beija, põe o garoto sobre a cama, e fica deitado em cima do garoto beijando-o ferozmente, Thay corresponde o beijo passando os braços por sobre a nuca de Gerard, e passando a mão por entre seus loiros cabelos lisos,
já havia se entregado completamente à aquele beijo, e agora já beijava Gerard na mesma intensidade que foi beijado

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.