Doces Palavras

2 Capítulo 2 ஃ "Diversos, divinos e devassos"


Notas iniciais
Oláaa, chegando cedo, milagrosamente XD Obrigada a todos que favoritaram, que estão acompanhando e que comentaram: Madeleine J Machiavelli, GabiSan, VSPinheiro, Ariane Munhoz, princesa de jade e a Deby Costa ♥ Cêis são lindas! Espero que gostem desse segundo capítulo. Boa leitura!

Capítulo 2 — Diversos, divinos e devassos

Nicolai Werner estava ali, em sua frente, sendo alto, sendo lindo, sendo perfeito. E Dionísio estava lá, sendo fã, sendo arrebatado pela presença do ídolo e sendo uma perfeita estátua de cera, parado e sem piscar.

Será que estava ao menos respirando?

— Lillian, leve o Raffa para o carro. — Nicolai entregou o filho para a babá e amiga, aproximando-se do garoto de expressão lívida. — Rapaz? Está tudo bem?

Quando foi que pensou que teria Werner usando aquele tom preocupado e… Céus! Ele o estava tocando no ombro?

E segundos após se dar conta do quão próximos estavam, o transe o abandonou e ele simplesmente fez o mais sensato que alguém poderia fazer em um momento mágico como aquele.

Os braços se ergueram, contornaram o pescoço do escritor e o trouxeram bruscamente para baixo, deixando-o estático e com a expressão assaltada em surpresa.

— Ah, meu Deus! — Dionísio poderia morrer naquele abraço. Era seu sonho realizado. Estava no céu! Paraíso que chamavam, né? — Eu sou seu fã, seu maior fã! — Apertou os dedos nas costas largas do escritor. E poderia sim dizer com propriedade que era o maior fã daquele homem. — Nossa! Eu te amo!

E quando percebeu o que havia falado, quase se enfiou debaixo de um daqueles carros. Como assim no primeiro encontro ele já ia dizendo que amava o homem? Assim, no seco! Sem nem pagar um jantar antes. Não que tivesse dinheiro, mas… Ah! Claro! Devia ser o perfume maravilhoso que ele usava. Só podia ser! Era algo entre o amadeirado e o oriental. Era somente o cheiro mais sexy e envolvente que seu nariz tivera o prazer de sentir.

— Caramba…! — Se afastou, sentindo o rosto pegar fogo. — Não é nada disso! — Abanou as mãos de maneira frenética. — Eu não te amo daquela forma que quer o seu corpo nu. — Mas se Werner quisesse tirar as roupas… — Eu te amo porque você escreve bem pra cacete e… — Vasculhou a mochila e retirou de lá o livro novo. — Olha! Eu sou seu fã de verdade! — Quase enfiou o livro na cara do escritor. Ele havia falado o quê mesmo sobre corpo nu?

Werner se afastou um passo, ajeitando a camisa vinho com as mãos e os óculos de aros redondos que desceram para o nariz. Não era a primeira vez que era atacado por um fã muito expansivo, mas aquele era o garoto que havia salvado a vida de seu bem mais precioso. Precisava dar a ele algo mais que um simples autógrafo ou uma foto de recordação.

— Desculpa.

O tom veio acanhado e ele encarou o rosto que sorria de um jeito sem graça, enquanto os ombros se encolhiam e os pés cobertos por tênis gastos, moviam-se desajeitados.

— Tudo bem. — O escritor respondeu, ajeitando agora os cabelos que se despentearam com o ataque. — Foi… Divertido. — E inesperado também.

— É, eu sou comediante nas horas vagas, quando não 'tô passando vergonha. — Dio suspirou. Como era difícil conseguir se controlar diante do homem que povoava os sonhos mais diversos. Divinos. Devassos. — É... Pode autografar? — Perguntou ao estender novamente o livro.

— Você estava indo à sessão de autógrafos? — Nicolai pegou o livro e uma caneta dourada que carregava no bolso, vendo o garoto afirmar com um gesto de cabeça. — E a quem eu dedico?

— Dio. — Ele subitamente se animou, recuperando a euforia de antes, parecendo uma criança pentelha ao pular um passo e tomar lugar ao seu lado. — É Dionísio, mas eu prefiro o apelido. Pode escrever que eu sou o seu maior fã? — Era um pedido simples, certo? — Claro, sem querer abusar.

— Dio… — A tinta azul traçou o nome do maior fã de maneira elegante em uma caligrafia arredondada e, na visão de Dionísio, perfeita. Fez uma dedicatória simples, pois tinha algo melhor em mente.

— Eu nem acredito. — O livro foi apertado contra o peito e ele o trataria feito uma joia. Tinha a assinatura do amor platônico na folha de rosto e até dormiria com o objeto. Claro, depois de causar discórdia entre os fãs chatos do Werner na internet. Não tinha muita maturidade quando o assunto era o escritor favorito.

— Aqui. — Nicolai retirou algo de dentro do bolso dos jeans escuros. Um cartão prateado. — Isso te dá acesso ao jantar depois da sessão. Foi adiada e acontecerá amanhã.

Dionísio quis se beliscar. Era impressão sua ou estava mesmo sendo convidado para um jantar de gala com o escritor mais lindo e reconhecido dos últimos tempos? Não, ele devia era estar sonhando.

— Como eu disse, você salvou a vida do meu filho. — Falou como se precisasse explicar o motivo do convite. Bem, talvez precisasse, pois o rapaz parecia ter entrado em um novo transe. — É o mínimo que eu posso fazer. Jantares assim, costumam ser um pouco enfadonhos, quem sabe você não traga um pouco de animação ao ambiente. — Acabou colocando o cartão na mochila colorida e repleta de botons de Dionísio, visto que ele não dava indícios de que se moveria. — Quer uma carona? — Ofereceu, começando a realmente se preocupar.

Dio estava longe, perdido em um mar de pensamentos onde só havia ele e o escritor, não era muito diferente de agora, mas em sua mente, Werner não vestia todas aquelas roupas. Só voltou quando o ouviu oferecer a carona.

— Não. — Falou de maneira quase mecânica. — Eu moro perto. — Não, não morava, mas queria ir caminhando, flutuando em nuvens até o bairro simples onde vivia com a mãe e os irmãos.

— Tem certeza? Não vai incomodar. — O escritor demonstrou preocupação, afinal, era mesmo só um garoto. E ele parecia tão distraído…

— Tudo bem. — Dio fez um gesto de dispensa com a mão, forçando um sorriso. Tinha pânico de pensar que poderia incomodar as pessoas, mesmo que ele dissesse o contrário. E não era como se quisesse cometer suicídio social ao passar algum tempo no mesmo carro com o homem pelo qual tinha o maior tombo. Muito provavelmente ele acabaria o agarrando e dizendo coisas constrangedoras. — Prometo continuar inteiro para o jantar.

— Você é uma peça. — Werner balançou a cabeça e, em um gesto que sequer combinava com sua pose séria e altiva, bagunçou os cabelos do garoto. — Vá com cuidado, Dio. — Deu a ele as costas e rumou para o carro de luxo estacionado a poucos metros dali.

— Ele me chamou de Dio. — Ele morreria agora ou mais tarde? — “Jovem de vinte anos, morre ao ter os cabelos bagunçados por um escritor da atualidade.” — Essa certamente seria a manchete do jornal de amanhã.

Deus! Qual era o caminho para a casa, mesmo?

Regina desviou os olhos do teledrama e observou o filho mais velho se arrastar até o sofá. Ele sequer havia retirado os sapatos e estava com um sorriso estranho e uma expressão ainda mais estranha.

— E como foi? — Perguntou curiosa, dando espaço entre as cobertas. A noite estava um pouco fria, mas não adiantaria muito, já que o filho estava molhado.

— A senhora não vai acreditar.

E antes que a mãe o incentivasse a falar, Dionísio destravou a língua e metralhou a mulher com a tarde e noite mais improváveis da vida.

— E você vai ir? — Regina perguntou, boquiaberta com a situação. O filho havia salvado um garotinho e o garotinho era o filho do escritor. Ela amava os clichês.

— É a minha chance de conversar com o Werner. — Ele se afobou. — Ele me convidou pessoalmente. Imagina se eu não for? É bem capaz de ele ficar lá jogado em um canto pensando no belo rapaz que salvou o filho, mas não foi ao jantar. Não 'tô aqui pra partir o coração daquele homem, não!

Regina acabou rindo. O filho mais velho era uma graça e sempre a fazia sorrir. E pensar que quando descobriu sobre a sexualidade de Dionísio, as coisas entre eles ficaram estremecidas, tornando o relacionamento algo frágil, porém, não foram necessários mais que poucos dias para que retomassem às conversas e o carinho entre mãe e filho, mesmo que o casamento houvesse chegado ao fim, não era como se estivesse bem com o marido antes de tudo.

— Ele é mesmo bonitão? — Após um confortável momento de silêncio, ela não resistiu em perguntar. A novela estava ótima, pegando fogo! Mas era importante saber se o tal do escritor era agradável aos olhos. Ao menos da maneira que Dionísio fazia parecer.

— Muito mais gato que qualquer atorzinho desses filmes velhos. — Empinou o nariz ao responder, mas acabou suspirando em seguida. Bonito. Bonito e simpático. Bonito e simpático e inteligente. Era um ultraje! Ou você era bonito ou simpático ou inteligente, mas nunca os três de uma vez! E depois ainda perguntavam o porquê de ele ser tão fã daquele homem.

— Ele com certeza não é mais bonito que o George Clooney. — Regina comentou com um tom levemente implicante. Ninguém era mais bonito que seu galã favorito.

Dionísio rodou os olhos azuis e riu da vontade da mãe em começar uma discussão sobre homens bonitos. Estavam realmente falando sobre aquilo? Pois é, por isso se davam tão bem.

— 'Tá todo mundo em casa? — Ele perguntou ao retirar os all star desbotados e averiguar o estado das meias que um dia foram brancas. Estava louco para contar para o amigo e para os irmãos as aventuras da noite.

— Todos. — Regina hesitou. — Menos o Yuri.

Yuri era o filho mais rebelde, mas era seu filho. Ela o defendia com unhas e dentes assim como defendia todas as crias. Tinha quatro filhos, mas Yuri era de longe quem lhe dava mais dor de cabeça. Jovem, inconsequente e com companhias nada aceitáveis para uma boa amizade. Ela era pai e mãe, mas ficava difícil quando tinha que trabalhar até tarde e cuidar da educação dos três filhos mais novos. Se não fosse por Dionísio e toda a ajuda do primogênito, ela teria desabado ainda nos primeiros dias após o fim do casamento.

— Eu vou lá. — Dionísio perdeu qualquer vontade que tinha de tentar relaxar e imaginar uma vida amorosa com Nicolai Werner. O escritor gato podia esperar, o irmão, não.

Yuri Barelli assoprou a fumaça para o alto e trocou beijos com uma garota loira de descendência asiática. Eles estavam em grupo. Um grupo de nove pessoas, todos adolescentes, bebendo, fumando ou flertando.

Iam sempre para o mesmo lugar, um barzinho de beira de estrada onde tudo o que importava era o dinheiro para pagar a conta e não a idade dos frequentadores. Eram como os reis da rua, mexendo com quem passava, causando brigas e incitando arruaça. Jovens e inconsequentes, acreditando que nada poderia atingi-los.

Um ledo engano.

Enquanto divertiam-se em um mundo o qual adultos não podiam entrar, um fusca vermelho estacionou frente ao estabelecimento.

Eles conheciam aquele carro e conheciam o dono dele.

Dionísio desceu do veículo e suspirou aliviado ao encontrar o irmão ali, agarrando a mesma garota de sempre. Eles simplesmente deviam assumir logo algum relacionamento…

— Ih, chegou a babá. — Um dos garotos, cabelos ruivos e despenteados e sardas espalhadas pelo rosto, Anthony Cooper, verbalizou de maneira debochada, fazendo os colegas rirem.

Menos, é claro, o irmão de Dionísio.

— 'Tá fazendo o quê aqui? — Yuri perguntou por entredentes, segurando o mais velho pelos ombros. Era mais alto e usava isso para intimidar o irmão. Não que tivesse algum efeito...

A sua mãe está preocupada. — Dio reforçou a fala. As vezes, o adolescente parecia esquecer-se da mãe. — Vamos pra casa.

— Para com isso. — Yuri rebateu, fechando ainda mais a expressão. O outro por acaso era seu pai? Nem mesmo um pai eles tinham. — Eu não vou.

— Yuri… Você ficou fora o dia todo. Mal se alimentou e ligaram do colégio lá pra casa. — Dionísio era muito paciente, embora o mais novo o tirasse do sério com frequência. — Você faltou a semana toda.

— Escuta o viadinho, Yuri, antes que ele comece a chorar. — Anthony soltou a ofensa, levando mais dos colegas a rirem, mas não Yuri.

Dio não se importava, não se meteria em confusão por dar uns bons socos em um adolescente riquinho e moldado em preconceitos, presava pela liberdade e nunca mudaria a ideia de que as ofensas, eram nada mais que palavras jogadas ao vento por um garoto ainda não resolvido sexualmente.

Porém, para Yuri, ofensas eram sim, motivos para iniciar uma briga. Ninguém ofendia sua família sem levar ao menos um soco. Se Dionísio se contentava em ignorar a fala do ruivo, ele não se rebaixaria. Tão rápido quanto as palavras escorreram para fora dos lábios finos de Anthony, ele mirou o punho na face do outro garoto, sentindo os nós dos dedos arderem pelo atrito, mas satisfeito ao derrubar o idiota do Cooper.

— Yuri! — Dionísio segurou o irmão que tensionou avançar sobre o ruivo novamente, enquanto os outros rapazes tentavam conter a fúria de Anthony. — Não vale a pena.

— Esse merda não pode falar assim! — Yuri rugiu, apontando um dedo para o rapaz que segurava o local atingido, olhando-o em uma promessa de um esperado embate.

— Que é? 'Tá se doendo por que o seu irmão dá o rabo por aí? — Anthony ainda sorriu da expressão furiosa do moreno. O rosto ardia e estava com uma bela marca vermelha riscando a maçã. — Você deve ser igual a ele. Uma bicha!

— Deixa! — Dionísio segurou o irmão pelos ombros. — Vai se ferrar por culpa de um preconceituoso enrustido? — Ele direcionou os olhos frios ao garoto de rosto vermelho.

— Enrustido? — Anthony teria rido se o maxilar não doesse e se a piada tivesse alguma graça.

— É, Yuri, deixa ele pra lá. — Akane se agarrou ao braço do rapaz. — É melhor você ir com o seu irmão.

Yuri desviou os olhos para encarar os puxados e negros da garota, mas voltou a encarar o ruivo que fervia de raiva. Havia surpresa em seus olhos pela fala do irmão, mas a expressão era da mais pura raiva. Com um último olhar de ameaça ao ruivo, ele seguiu para o fusca, batendo a porta e pensando em um bom motivo para não voltar e quebrar a cara do Cooper.

— E você, viadinho, deixa de falar merda e volta bonitinho pra casa. — Anthony fuzilou o mais velho com o olhar. Um brilho inflamado nas íris verdes.

— O quê? Eu não ouvi direito. — Dio franziu o cenho e levou a mão até a orelha. — Sai do armário antes de falar, vai ficar mais fácil de entender. — Sorriu de maneira falsamente inocente e seguiu até o carro, deixando um longo suspiro escapar ao segurar o volante. Era o carro que havia dado de presente a mãe e vinha a calhar em momentos como aquele.

— Por que você não se importa? — Yuri amaldiçoou o fato de não ter mais cigarros. Havia deixado a cartela com Akane.

— Se eu me importar com tudo o que dizem ou pensam sobre mim, eu provavelmente vou ser o cara mais infeliz dessa cidade. — Os que falavam, preocupavam-se demais com sua vida e nada tinham a ver com ela.

— Mas eu devia ter quebrado a cara daquele idiota. — O mais novo resmungou contrariado, ainda remoendo as palavras ofensivas contra o irmão.

— Mas foi um belo soco de direita. — Dionísio acabou sorrindo, recriminando-se mentalmente por compactuar com um ato de violência.

— Aquilo sobre ele ser enrustido é sério? — Yuri perguntou quando o carro se colocou em movimento, observando as ruas pela janela. Não que se interessasse pela vida do Cooper, só estava levemente curioso.

— Eu falei pra implicar, mas não nego que sim, eu acredito que um dia ele ainda vai sair do armário. — Comentou disperso, prestando atenção na estrada. Por sorte não era tão longe de onde moravam.

— Que babaca. — O adolescente se recostou no banco e batucou os dedos na coxa ao ouvir as batidas de uma música conhecida.

— E mesmo assim vocês andam juntos. — Comentou em uma espécie de reprimenda, estacionando em frente a casa.

— Ele é que me segue. — Yuri alegou, parecendo extremamente ofendido com a fala do irmão.

— Então é pior do que eu imaginei. — Dionísio suspirou, alheio a expressão contrariada do mais novo.

— Não inventa!

— Mas eu nem disse nada, maninho. — Piscou para Yuri e finalmente poderia descansar e se jogar de corpo e alma no dia incrível que tinha passado.

Nicolai o aguardava no mundo dos sonhos.

Nicolai Werner colocou o filho para dormir e ficou uns momentos zelando pelo sono de Raffaelo. Os dedos ainda acariciando os cabelos negros do pequeno e um alívio palpável no olhar castanho. Por muito pouco, uma tragédia não havia acontecido. Céus! Um garoto havia impedido que seu único filho sofresse um acidente.

Não era apegado à religião, mas... Olhos azuis, cabelos enrolados… O rapaz com o nome de um Deus grego, poderia sim ser um anjo.

— Que sorte nós tivemos.

A voz de Lillian chamou sua atenção. A babá estava escorada no batente da porta, braços cruzados e a expressão agora era calma.

— Aquele garoto é bem bacana. — Ela continuou. — O Raffa não é de falar com estranhos, mas se soltou com ele. Fizeram uma rápida amizade.

— Dá pra entender o motivo. — Comentou com ar de riso. Pareceu que estava falando com uma criança, tão animado e espontâneo o garoto era. — Só não quero que ele se apegue ao Dio. — Afinal, logo voltariam à cidade natal.

— Dio? Eu ouvi direito? — Ela implicou, ainda que em tom baixinho para não despertar o pequeno. — Vocês dois parecem animados com o garoto. Tal pai, tal filho.

— Liliana, vá dormir também. — Werner suspirou ao vê-la sorrir, chamando-a pelo nome de batismo, algo que ela não aprovava muito. Estava rodeado de crianças.

Os lábios tocaram a testa do filho e ele se retirou do quarto após ser novamente provocado pela babá. Teria um dia cheio e precisava de descanso para renovar a simpatia e se dedicar aos fãs.

Fãs ainda mais extrovertidos que o tal Dionísio.

Garoto bacana.

Notas finais
Dionísio é mais do que bacana, Nico, mas isso tu ainda vai descobrir XD Gostaram? O Dio é só a gente tentando ser normal, mas passando vergonha na frente do ídolo =D E parece que o Nico tá mais animado pra enfrentar um jantar tedioso agora que vai ter a ilustre presença do maior fã... Bom, é isso, tivemos a mamys Regina, o mano Yuri e até um moço que, segundo o Dio, tá dentro do armário XD Bjuss e até os próximos!