Notas iniciais
hiiiiiii, como vão? espero que bem e tals... suahsuahsua
ai, mais um capitulo pra vocês.. bem, eu tenho lido muitas fanfics da paramore, nirvana e mais um monte de fics de bandas, e aí resolvi enfiar uma banda aí na história... se não gostarem, é só falar que eu arrumo um jeito de acabar com a banda hahaha
tenho andado meio preguiçosa, mas já tinha esse capitulo escrito a uns dias ai... mas eu pensei que tava ruim, e não ia postar desse jeito, mas ai eu percebi que já tinha passado um bom tempo sem postar, aí coloquei esse daí mesmo. é, ele não tá bom :/
mas vou trabalhar bastante nesse próximo, ok? boa leitura, fofuras! bjuuuuus

- Ui, bom dia pra você também gostosona.- eu disse para Sam no outro dia de manhã, assim que ela entrou no carro para irmos a escola. A única coisa que recebi de volta, foi uma revirada de olhos. — conte-me o porque do mal humor.

- Você é muito bobona Sophie. — ela disse, olhando pra mim. Estava com muita raiva.

- Hum, ok. Posso saber porque? — eu perguntei sem entender.

- Aquele militarzinho. — ela disse e eu a interrompi.

- Ah, lá vamos nós. Eu já te disse ontem no telefone, só o chamei porque ele foi gentil comigo, Sam. — ela se remexeu no banco e me olhou com tédio.

- Ah, que fofo. O bonitão pega a bolsa que a idiota deixou cair e ela já está louca pra beijar ele, não é? Por favor, Sophie. Eu vi que você já estava de olho nele ontem, antes dele ser o herói da sua inocente bolsa, pelo amor de Deus. Desencana, o cara não tem nada a ver com você. — ela virou o rosto e cruzou as pernas. Quando eu ia retrucar, Severino parou o carro e disse que já tinhamos chegado.

- Não te entendo. Primeiro você vive querendo que eu fique com um menino e tal, aí depois que eu só chamo um garoto pra dar uma volta você já começa a ficar de gracinhas, Samantha. Que está acontecendo? – eu perguntei olhando nos olhos dela, e depois olhei para trás de Sam e vi Esther abraçada com Lúcio dando tchau para nós duas.

- Olha só Sophie, aquele garoto não serve pra você. O Tim está super afim de você, e tu fica dando bolinha pra esse militar todo errado. Ele é bonito? Sim, ele é! – ela disse já com a voz uma oitava a cima. — Mas fala sério, ele vai embora daqui a um ano e você vai ficar como, Sophie? Se você já ficou toda bobona olhando pra ele, imagine se sei lá, vocês ficarem. Pensa no futuro. Você não sabe que pode se apaixonar e depois ele vai embora e você fica aí toda triste?

- Mas do que você está falando? Você já acha que eu estou me apaixonando por um garoto que eu mal conheço? Você me conhece Samantha, pelo amor de Deus. – eu disse, mesmo sabendo que talvez eu realmente já estivesse sentindo coisas diferente por aquele garoto.

- Exatamente por isso, Soph. Você nunca se interessou por uma garoto desde a sexta série, né? Aquele garoto de aparelho estranho que você ficava toda vermelha quando ele te pedia alguma borracha, ou algo do tipo. – eu ri quando ela disse isso. Me lembrava perfeitamente de como eu ficava boba quando aquele garoto estranho chegava perto de mim. Ela abriu um sorriso também. – Cara, você é minha melhor amiga, eu sofreria junto com você se por acaso um desses garotos idiotas te fizesse sofrer. Me ajuda a te ajudar, e começa a ir pela razão, ok? E tenta dar uma chance pro Tim, ele é um cara super maneiro. – ela passou um dedo pela ponta do meu nariz e apertou minha bochecha, do mesmo jeito que a mãe dela sempre faz com ela. Eu sorri.

- Ok, acho que entendo sua preocupação. Fiquei do mesmo jeito quando você começou a sair com aquele cara, guitarrista de uma banda de rock. – ela gargalhou. Mas na época que ele a deixou por uma mulher mais velha, ela não fazia nada além de chorar e comer chocolates, assistindo filme na minha casa.

- Viu? Experiência própria. Agora vamos logo, se não vamos nos atrasar. Tchau Severino, valeu pela carona. – ela disse rindo. Sempre agradecia ao Severino pela carona, nunca agradecia a mim.

- Valeu tio, até mais tarde. – eu disse e dei um beijo na bochecha dela. Era como um segundo pai pra mim. Quando saimos do carro, Esther largou Lúcio e veio andando até nós.

- Ei, tava rolando DR de vocês lá dentro do carro é? Q ue demora. – ela nos abraçou e eu e Sam rimos.

- Ah, normal eu e Soph discutimos relacionamento né? Enfim, só estava dando uns toques a ela.

Falamos com Lúcio e logo apareceu Tim sorrindo, como sempre.

- E aí galera, que lindo dia não? – disse dando um beijo na bochecha de nós meninas, e um abraço em Lúcio. – Está um lindo dia pra fazermos um som, né Lúcio? Seria ótimo voltarmos a tocar naquela sua garagem que já deve estar toda empoeirada. – ele disse franzindo o nariz.

- Ei, espera. Vocês tocam? O que tocam? Pode falando. – disse Samantha animada. Ela tem um tipo de íman com garotos que tem bandas, principalmente guitarristas.

- Eu toco baixo, Tim toca bateria. – disse Lúcio rindo da empolgação da louca da Sam.

- Hum, e nessa banda deve ter um guitarrista, ou não? – ela disse com os olhos brilhando.

- Bom, tinha. Mas foi embora pra São Paulo, por isso paramos de ensaiar. – disse Tim e Sam fez uma cara de decepção, fazendo todos rirem. – Na verdade, precisamos de um vocalista.

- A Sophie canta! Canta, e canta muito bem. Ela cantava numa banda da igreja. ELA CANTA! – quase quebrei a cara da Sam. Na verdade eu cantava sim, mas tem um bom tempo já. Nem sei mais se ainda tenho voz pra isso.

- Sério Sophie? Você podia ir lá hoje com as meninas, e veremos se você canta mesmo. Pode ser? – Tim disse e eu engoli em seco. Na verdade, eu sempre fui muito timida pra cantar.

- Não acho que seja uma boa idéia. Tem muito tempo que não canto, e...

- Cala a boca Soph. Você canta muito. – Sam disse me interrompendo, olhei pra ela com raiva. — Ainda mais rock. Lembra Esther quando ela cantava na igreja? Era lindo, o pastor ficava desesperado com aquela barulheira que os meninos da banda faziam. – Esther assentiu e as duas começaram a rir. O sinal tocou. – Ok meninos, eu e Soph vamos pra lá a tarde. Pode ser as 15:00?

- Pode sim, no intervalo conversamos mais. Boa aula pessoal. – Tim saiu junto com Esther e Lucio que eram da sala dele.

Olhei para Samantha, e ela só levantou os braços, como se dissesse que não tinha culpa de nada. Que cara de pau!

Fomos para a aula de História, e assim que entrei já vi John com Lilían, que estava sentada na mesa em frente a cadeira dele, balançando as pernas. John me olhou, e eu sorri pra ele. Ele sorriu de volta e Sam me olhou fazendo cara feia. Eu fui sentar perto dela e cessei meu sorriso.

A aula foi normal, nada demais aconteceu. Depois tivemos mais uma aula de física, e continuou na mesma. Logo o sinal tocou, e fomos para o intervalo. Eu e Sam fomos pra mesa, junto com Tim, Esther e Lúcio.

- Qual foi bonitões, me contem a boa. – todos riram de Sam e nós duas nos sentamos.

- Estamos aqui conversando, querendo ver se achamos um guitarrista pra nossa banda. Já que temos uma vocalista né? – Tim disse piscando pra mim. Eu corei na hora.

- Aquele menino, o John que saiu conosco ontem. Ele não disse ontem que era guitarrista? – disse Esther, e eu sorri pra ela.

- Verdade, ele disse. Podemos falar com ele, não é? – eu disse e todos me olharam, vendo que eu estava animada demais.

- Ãn, sim. Soph conversou mais com ele ontem não é? Chama ele lá por favor? – disse Lúcio. Eu assenti e fui atrás de John.

O achei no jardim, do lado de fora, no mesmo lugar que ele estava ontem, com as mesmas pessoas de sempre. Ele estava de costas pra mim, e eu cutuquei seu ombro. Ele me olhou e sorriu.

- Olá John. Hum, os meus amigos estão querendo falar com você. Acho que é algo bom. Pode ir lá na nossa mesa rapidinho? – ele assentiu e fomos andando em silêncio.

- E aí John! – disse Tim, como sempre sendo simpático.

- E aí pessoal. – ele cumprimentou a todos e como eu já esperava, Sam fingiu que estava usando o celular.

- Então cara, você disse que é guitarrista, não é? – perguntou Lúcio.

- É, eu tocava numa banda sim. Por que? – ele perguntou curioso.

- É que os meninos tinham uma banda, mas o guitarrista e vocalista foi embora pra São Paulo, a Soph já vai ser a vocalista, e eles queriam que você fosse o guitarrista. – disse Esther sorrindo.

- Sophie canta? Que legal! – ele disse e sorriu pra mim. – E se trata de uma banda de...?

- Rock! – disse Tim com um sorriso sapeca.

- Hum, aí sim! Vocês já tem local pra ensaio? – ele disse animado.

- Minha garagem. Lá tem uma boa acústica, meu pai usava antes de montar o estúdio dele. Ele é produtor musical. – disse Lúcio. – Você pode ir lá as 15:00 hoje? Sophie também vai, pra vermos como é a voz dela e tal.

- Posso sim. Então quais os instrumentos que tem? – perguntou John.

- Eu toco bateria. – disse Tim. – e Lúcio toca baixo.

- Sophie toca teclado. – disse Sam, sempre querendo me ferrar.

- Sério? Bom, então agora temos uma tecladista também. – Tim disse sorrindo pra mim. Eu quase matei Sam com meu olhar.

- Nossa, então tá muito bom! – John sorriu. – O meu amigo Ruan toca guitarra, poderia ficar na base. Posso levar ele ao nosso teste de hoje?

- Claro. Nos vemos lá então. – disse Lúcio.

John se despediu de todos. Deu um grande sorriso pra mim, e eu sorri envergonhada.

Notas finais
reviews? pf? *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.