Doces Lembranças
1 Capítulo 1
Notas iniciais
tipo, amo escrever mas to super desanimada. então, preciiiiso de reviews, por favor! os 3 primeiros capitulos serão bem pequenos ok? mas dps vou tentando melhorar. vou fazer de tudo pra postar bem rapido, mas acho que depende de vocês pra comentar e me animar *-*
bjim, boa leitura.
Meu nome é Sophie Rene, moro na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Hoje eu tenho 22 anos, mas a história que irei contar aconteceu comigo quando eu tinha 16 anos, e cursava o 2º ano do ensino médio.
Eu nunca fui do tipo que liga para esses negócios de ser popular, eu ia mesmo a escola para estudar, o que é muito raro entre os adolescentes, mas eu tinha muitos amigos. Talvez por ser simpática e doce com as pessoas, muitas pessoas gostavam de mim.
Eu sou filha única, e meus pais sempre me deram tudo o que eu precisava, mas não pense que eles me mimavam. Meu pai era, e ainda é dono de prédios na Barra, e minha mãe psicóloga. Sempre fomos o tipo de família que vai a igreja todos os domingos, pela manhã e á noite. Somos muito unidos, e realmente nos amamos.
Na época eu ainda era BV, mas era por opção, porque todo o dia mais de um garoto vinha dar em cima de mim, e pedir pra ficar, mas eu odeio esse negócio de “ficar”.
Resumindo, nunca me liguei muito nessa coisa de menino, mas isso mudou quando entrei no 2º ano.
No primeiro dia de aula do ano, busquei minha melhor amiga, Samantha, de carro com o Severino, motorista e guarda-costas lá de casa. Ele sempre trabalhou lá em casa, desde que meu pai resolveu que precisava de um motorista, pois não era bom de roda, e detestava dirigir, e ele o contratou dois anos antes do meu nascimento. Enfim, o pai da minha amiga detestava levá-la na escola. Assim que chegamos, notamos que havia algumas pessoas meio diferentes, usavam fardas, ou algo do tipo, e a maioria meninos. Logo percebi que eram da Marinha. Comentei sobre aquilo com Samantha, e entramos logo para ver o que realmente estava acontecendo.
A coordenadora estava na porta da entrada do refeitório pedindo para todos entrarem, pois o diretor tinha um comunicado importante a fazer. Entramos, e logo notei que o refeitório estava bem maior, com muitas mesas e cadeiras, nos sentamos numa mesa aos fundos, onde já estavam 3 meninas nervosas, dando risadinhas muito irritantes. Logo percebi que algumas pessoas que estavam de uniforme, que era quase uma farda, estavam entrando, e se juntando a outros uniformizados nas primeiras mesas.
Julio Cabral, o diretor da escola de cabelos lisos e pretos, que sempre estava de terno e gravata, já exercia a função de diretor no colégio Rio Branco á 7 anos. Ele foi a frente, e chamou a atenção de todos pelo microfone.
– Bom dia alunos, hoje é o nosso primeiro dia de aula no ano, e estamos com algumas novidades.- ele olhou para todos que continuaram em silêncio. A primeira, que eu tenho certeza que os alunos antigos já notaram, é que demos uma pequena reformada na escola. Ela está com mais salas, o refeitório maior e o jardim muito mais bonito e florido, graças a nosso novo jardineiro, Ramon Arantes, venha aqui Ramon. – Um homem baixinho e loiro foi para o lado do diretor, e deu um sorriso aberto a todos. – Bom, essa é nosso novo jardineiro, espero que ele seja bem recebido por todos. E por falar em ser bem recebido, temos também uma nova professora de Educação física. Minha querida sobrinha Luana Cabral, venha aqui querida. – Foi ao lado do diretor uma jovem muito bonita, de cabelos loiros, olhos claros, com um corpo muito bonito, e uma roupa de ginástica. Ela aparentemente era simpática, e abriu um sorriso também. Muitos meninos ficaram bem animadinhos. – ela dará aula aos alunos do 2º grau. E isso nos leva a melhor e mais inusitada novidade. Já devem ter percebido alguns jovens aqui que estão com uniformes diferentes, como fardas. Bom, eles são estudantes de um colégio preparatório da Marinha brasileira da região dos Lagos. Eles ficarão conosco durante esse ano, para um campeonato de jogos que teremos, como futebol, futsal, basquete, etc. A professora Luana conversará sobre isso com vocês durante suas aulas. – começou uma falação sem fim no refeitório, e eu olhei para Samantha de olhos arregalados, e ela me devolveu o mesmo olhar. Eu com certeza não participaria, pois não praticava nenhum esporte, mas mesmo assim fiquei assustada. Nosso colégio perderia bonito para jovens que vieram preparados para a Marinha. O diretor continuou. – Bom, é isso aí. Espero que tenham um bom ano, e que recebam bem os jovens da Marinha, que ficarão hospedados que estrearão nossa casa de hospedes que temos logo atrás do colégio. Boas aulas. – Ele saiu do refeitório e eu comecei a lembrar da casa que tinha atrás da escola, que nunca foi usada, e eu sempre reclamava que era uma perda de espaço ter aquela casa que ninguém nunca usava.
– Você acha que isso é algum tipo de piadinha do diretor, como eu estou achando? – disse Samantha quando estávamos nos levantando para ir a primeira aula do dia.
– Bom, acho que não é brincadeira, mas vamos perder bonito para esse pessoal nos jogos, mesmo eles sendo em menor número. — eu disse olhando para alguns que passavam por nós. Grandes e fortes.
– Pois é, acho que nosso querido diretor enlouqueceu mesmo. — ela disse revirando os olhos.
Fomos para nossa sala, e paralisamos na porta quando vimos que estavam 3 meninos e 1 menina da escola da Marinha. Eles nos olharam, e eu olhei para Sam, ela me olhou, e nos sentamos em cadeiras ao canto da janela.
– Eles vão ter aulas em nossas salas comuns? O diretor poderia ter nos esclarecido isso. – Sam me disse, parecendo meio nervosa. – Eles são muito mais inteligente que nós. E essa garota ali se acha. Eu me virei, e vi que a única menina da Marinha que estava na sala conversando, rindo e se jogando em cima de um menino que me parecia o mais bonito dos três. Ele não parecia nem um pouco entusiasmado na conversa, mas ela mesmo assim continuava. – mas pelo menos Sophie, tem uns meninos bonitos. Né?
– Só liga pra isso não é Sam? Mas que coisa. – Ela riu, e a antiga professora de português entrou na sala, cumprimentado a todos.
– Bom dia meu querido alunos, e aos novos também. Podem falar seus nomes? – A professora disse, e os quatro se levantaram.
– Eu sou Lílian Rice. – A única menina da Marinha se levantou mascando um chiclete, se achando demais para o meu gosto. Era loira de olhos claros, pareciam mais cor de mel. Era bem magra, e não a achei tão forte para uma menina que estaria se preparando para a marinha.
– Eu sou Ruan Leon. – Levantou um menino alto e um pouco forte, que estava sentado ao lado da menina. Parecia bem metido a fortão. Tinha olhos escuros e cabelo loiro, porém escuro.
– Eduardo. – um menino meio tímido e que parecia bem quieto, do tipo nerd levantou sem dar nenhum sorriso. Não era tão alto, tinha o cabelo preto e usava óculos. Depois de um bom tempo percebi que seus olhos eram verdes, mas bem escuros.
– John Tyree. – o menino que a tal de Lílian estava dando encima se levantou, deu um sorriso frio, e deu uma olhada a sala. Seus olhos pararam em mim, e na mesma hora meu coração acelerou, de uma maneira que nunca tinha acontecido na minha vida. Sei que ele me olhou por apenas alguns segundos, mas aquilo me pareceu horas. Ele sentou e a professora sorriu. Bom, ele... bem, tinha o cabelo castanho, e olhos azuis tão intensos que eu me perdi naqueles olhos por longos segundos.
Notas finais
obgd por lerem fofos e fofis :D
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