Doces Conflitos

12 Capítulo 12 - Baseball


Notas iniciais
Ficou curto esse capítulo, eu só vi quando fui postar. Eu escrevi pelo celular, e ai parecia que era um capítulo grande 😒 Se tiver algum erro, me desculpem. Bem sem mais delonga, vamos ao que interessa ao capítulo. Boa Leitura.

Passei tanto tempo observando o teto que ele já está mudando de forma. É isso que a insônia faz. Devido ao silêncio mórbido da casa, consigo escutar um barulho no jardim. Ando até minha varanda e vejo a luz da estufa acesa, provavelmente todas as pessoas da casa estão dormindo, então resolvi pegar meu taco de baseball e ir verificar.

Quando chego à estufa, sou surpreendida pelo Iori sem camisa e com o cós da calça abaixo da sua cintura. Seu rosto estava meio sujo de terra enquanto o mesmo sorria cuidando das flores. Absurdamente sexy.

– O que você está fazendo aqui? – ele pergunta sem se virar.

– Achei que fosse um ladrão. – falo ainda com o taco em posição de ataque.

– Você achou isso e ainda veio aqui sozinha?

– Eu estou armada – ele se vira para mim e arqueia a sobrancelha ao ver o taco.

– Com um taco de baseball? Ótima arma. – fala com ironia. – e onde você conseguiu esse taco?

– Eu estou no time de Baseball da escola. – falo e apoio o taco no meu ombro.

– Ah, por que você não falou que estava no time?

– Porque não é nada de importante.

– Tudo o que você fala é importante. – fala corando logo em seguida. Fico desconcertada.

– Você sabe jogar baseball? – pergunto mudando de assusto.

– Mais ou menos. Eu não sou bom no arremesso. Quando eu e meus irmãos jogávamos eu era o pior. – fala gargalhando. Sua gargalhada é tão gostosa de se ouvir. Me pego sorrindo para ele.

– Eu sou boa no taco, se quiser ajuda... – falo com um sorriso malicioso. Ele cora violentamente.

– Er... – ele fica sem jeito. Mas que gracinha! Eu rio de sua reação.

– Agora falando sério, eu posso te ajudar no arremesso. Eu sou a arremessadora.

– Eu sou um caso perdido. – fala fingindo sofrimento.

– Ah, qual é, ninguém pode ser tão ruim. – falo e vou até ele e entrego o taco. – pega e fica na posição do arremessador. – mando. Ele obedece. Fico atrás dele e passo meus braços ao seu redor e a jeito seus braços na posição correta para arremessar. Sinto seu corpo ficar rígido.

– Pelo menos você sabe ficar na posição correta. – brinco. Sinto seu cheiro e me a próximo mais dele. – Você tem um cheiro bom. É meio amadeirado.

Ele larga o taco e se vira para mim e passa seus braços ao meu redor. Me abraçando forte, olho para ele e dou um sorriso malicioso.

– Agora você quer ajuda com o taco? – falo e começo a rir da sua expressão.

– Para com isso. – fala encabulado.

– É engraçado!

– Você é impossível. – fala com um sorriso e dá um beijo na minha testa.

– Sabe, você deveria andar mais pela casa sem camisa. Eu apoio, é até um erro esconder esse peitoral. – falo maliciosa. Ele revira os olhos um pouco corado.

– Eu já devia estar acostumado com seus comentários.

– Se você tivesse se acostumado não teria graça. Meu passatempo favorito é provocar os outros.

– Só com comentários maliciosos? – pergunta arqueando a sobrancelha.

– Não, assim também... – falo e fico nas pontas dos pés e dou um selinho nele. Ele fica surpreso e eu arqueio as sobrancelhas. Ele me puxa para mais perto e me beija, no começo é um beijo doce, experimental, mas depois fica mais intenso e urgente. Passo meus braços ao redor do seu pescoço e trago sua boca em direção a minha. Não à espaço entre nós. Ele me pega e me coloca sentada em cima da mesa, sem parar o beijo, uma de suas mãos está na minhas costas e a outra na minha nuca. Minhas mãos passeiam pelos seus cabelos. Depois de um tempo paramos o beijo pela falta de ar.

– D- desculpa, eu não... – coloco um dedo sobre seus lábios o interrompendo.

– Não precisa se desculpar, eu retribui o beijo. Se eu não quisesse eu teria parado.

– Ah... – ele fica sem saber o que falar. Sorrio.

– Você beija muito bem. Bem, eu vou ir dormir. Boa noite. – dou em selinho em seus lábios e pulo da mesa.

– Er.. Boa noite. – fala desnorteado.

Volto para o meu quarto, mas paro na frente da porta da Shaunee. Abro a porta devagar e entro. Deito ao seu lado e ela se acorda.

– O que houve, Bella? – pergunta sonolenta.

– Nada, só não quero dormir sozinha. Posso dormir aqui?

– Você já esta deitada mesmo. – fala e se vira de costas para mim. Me a jeito na cama e arrumo as cobertas sobre nós duas. Logo ouço sua respiração ficar mais leve, indicando que já dormiu. Durmo logo em seguida.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Comentem o que acharam ^^ Beijinhos de Nutella.