Notas iniciais
Olá, prontos para ver o que Matteo tem para hoje? Boa leitura *--*

21h35min da noite...

Luna não estava com sono e tendo nem ao menos uma TV ou livro para ler ficou o dia todo longe em seus pensamentos. Chorou, dormiu, comeu quando Matteo trouxe seu almoço, lanche e janta. Nesse período de tempo, Matteo não dirigiu uma palavra sequer com ela, somente se limitando em ordená-la a comer e depois a levando para escovar os dentes e outras coisas relacionadas às necessidades pessoais, mas voltou a prendê-la na cama a deixando novamente sozinha.

Por um lado, Luna ficou feliz por Matteo não tê-la tocado, mas por outro sabia que de uma maneira ou de outra ele voltaria e faria o que queria com ela e não poderia se defender. Com esses pensamentos Luna escuta a porta se abrir e Matteo surgir por ela.

Luna se ajeita na cama, não porque quer ficar bem para Matteo e sim, porque sabe que dessa vez ele veio para fazer algo que ela não queria fazer. Dessa vez ele não está usando moletom como na noite anterior, e sim um short deixando nítido que não usava cueca por baixo e sem camiseta. Luna se pudesse se enfiar na parede para evitar que Matteo a tocasse, já teria feito, mesmo evitando olhá-lo conseguia interpretar cada movimento que fazia indo até ela.

No momento em que Matteo se posta ao lado da cama, Luna sente o desespero tomar conta dela ainda mais percebendo que ele retira o seu short ficando nu.

—Não está começando bem, cadelinha. – ele diz quebrando o silêncio e pelo seu tom de voz realmente as coisas não estão mesmo. – Quer insistir em dificultar as coisas?

Ela fecha os olhos engolindo a seco, seja como for teria que fazer isso, tinha que olhar para ele. Relutando Luna nega balançando a cabeça negativamente e se obrigando a olhá-lo.

Matteo a encara com uma expressão indecifrável e se acomoda ficando de frente para ela numa postura firme deixando seu pênis na direção do rosto feminino. Ele inclina um pouco colocando seus dedos nos lábios de Luna numa breve carícia e depois desliza indo por detrás da orelha até adentrar os cabelos puxando de maneira possessiva numa indicação para que ela aproxime seu rosto de seu pênis.

—Espero que tenha entendido as regras e não vou repetir. Faça tudo o que eu mandar... — ele disse e Luna balança sua cabeça afirmativamente. – Abre a boca.

Não querendo que Matteo cumpra a ameaça caso não faça o que ele quer, Luna abre a boca com dificuldade fazendo o máximo para não gemer com a dor por não estar conseguindo abrir direito. Matteo percebe a dificuldade de Luna em abrir a boca e não se importa, se ela ficasse de frescura ele deixaria ainda mais dolorida do que já está. Por outro lado, ele vê que ela está se esforçando para atender suas ordens e aos poucos Luna vai cedendo.

—Isso... Abre mais um pouco... Uhm. – ele geme pelo calor do interior da boca de Luna estar lhe agradando.

Luna se sentiu enojada, mas sabia que se fizesse o mesmo da noite anterior sofreria as consequências, então ela força para abrir mais sua boca. Quando sente que não conseguiria pôr mais, começou a se desesperar sabendo que Matteo forçaria para entrar tudo até alcançar o fundo de sua garganta como já havia feito.

—Muito bem... – ele sussurra em aprovação, e Luna mesmo com vontade de chorar mantém seus olhos o máximo que pôde nos de Matteo. Com a outra mão ele acaricia seu rosto. — Agora respire fundo e relaxe sua garganta. – ela não teve como dizer que sim, somente se apressou em fazer o que ele queria. Então Matteo começa a introduzir mais seu pênis ao interior da boca de Luna.

Como desejou começou a fodê-la na boca em um vai e vem lento, e a media que ela permitia que ele comandasse o ritmo mais excitado ele ficava. Dessa vez, ela não o mordeu e tão pouco fez ânsia de vomito. Isso foi o suficiente para Matteo sorrir triunfante por ela estar obedecendo...

—Uhrrr... — ele urra em prazer sentindo que está próximo de gozar.

Luna podia sentir o pré-sêmen dele se espalhar por sua boca, e continuou a seguir o ritmo que ditava, se preocupando em somente conseguir respirar e controlar o vômito, e não roçar nem se quer um centímetro de seus dentes na pele fina da glande grossa.

Ele puxa com mais força os cabelos de Luna e isso faz com que ela gemesse de dor, e foi o que bastou para ele gozar. Matteo urrou em meio ao gozo sentindo o quanto a boca de Luna era da medida perfeita para encaixar no seu pênis.

Quando sentiu que não havia se quer uma gota para jorrar, retira lentamente esperando que ela vomitasse. Luna manteve seus olhos fechados deixando que ele retirasse enquanto se controlava para não vomitar. Ela engole de uma vez só o gozo de Matteo e dá graças a Deus por ele não voltar acompanhado de sua janta.

Lágrimas começaram a jorrar de seus olhos, e Luna naquele instante se sentia humilhada, suja, um lixo... Jamais imaginou viver esse pesadelo e ainda seria o começo.

Satisfeito, Matteo sorri com seu olhar animal e faminto.

—Perfeito. – ele disse.- Aprendeu bem rápido.

Ele se levanta saindo da cama e pegando seu short. Luna respira fundo dando graças à Deus que ele encerraria por ali.

—Para você ver que como certos estímulos podem fazer uma pessoa aprender rapidamente. – ele disse colocando o short e quando termina adota uma expressão pensativa. – Acho que vou te recompensar com algo.

—Vai me deixar sair desse quarto? – ela pergunta esperançosa.

—Não... Isso está fora de cogitação. – Matteo nega franzindo o nariz. — Outra coisa bem melhor. Sabia que seu papai colocou a policia no meio e até já está passando na TV uma grande comoção a sua procura?

Luna abre os olhos, sentindo um fio de esperança brotar com a possibilidade de ter chances de sair viva e Matteo preso, mas como se pudesse ler os pensamentos de Luna, Matteo começa a falar.

—Não crie esperanças... Ninguém irá achar você. Acredite em mim. – Luna vê que ele diz a verdade e abaixa seu rosto tentando controlar o choro, mas não consegue.

Matteo se aproxima se sentando ao lado dela e tocando seu rosto. Tomada por uma fúria, Luna acaba reagindo e empurra a mão de Matteo com suas mãos ainda presas.

—VOCÊ É UM MONSTRO. EU TE ODEIO... NÃO ME TOQUE... — ela cospe no rosto de Matteo e isso foi o que bastou para ele perder a cabeça.

Ele novamente difere outro soco em Luna que cai desajeitadamente na cama com a boca sangrando, a dor da pancada lhe sufoca, mas isso não interfere em seu choro.

— Sua cadela desgraçada... – ele sobe na cama novamente puxando-a pelos cabelos forçando ela a olhá-lo. – É só elogiar e tentar ser legal que se recebe isso. Parece que me enganei e você é bem mais desobediente do que pensei.

Dessa vez, Matteo dá uma tapa no rosto da garota e a joga novamente na cama decidido em fazê-la pagar amargamente por ter cuspido em sua cara.

Matteo retira novamente seu short para logo arrancar com toda violência o vestido de Luna.

—NÃO. NÃO... –ela berra com toda força tentando se livrar dos braços dele, mas tudo o que consegue é levar outro soco. – Por favor, não... –ela implora em meio a lagrimas.

Matteo não lhe escuta e simplesmente rasga com toda fúria sua calcinha. Luna força as pernas para dificultar que ele abrisse, mas para seu total inferno Matteo não a forçou, ele a virou de bruços levantando o seu quadril e quando pensou que ele forçaria naquela posição berrou em meio à dor exorbitante.

Ele introduziu a glande grossa no ânus de Luna de uma só vez e sem permitir com que ela se acostume com a invasão, começa a estocar com toda violência.

—POR FAVOR PARE... ESTÁ DOENDO... – ela berrou implorando, mas Matteo parecia mais excitado em continuar fazendo e aumentando mais as investidas violentas.

Luna não conseguia se mover e a cada estocada acabava contraindo seu ânus, e mal sabia o quanto isso deixava Matteo mais excitado. Não era só a fúria por ela ter reagido contra ele que o dominava, e sim por adorar tomar toda mulher por trás.

—Não adianta berrar. Foi você quem pediu. – ele fala maldosamente sombrio. – Foderei esse cuzinho gostoso até o meu pau não conseguir levantar. – ele sorri. – E vai por mim que demoro a gozar quando como um rabo bem apertado como o seu.

Luna chora não conseguindo conter seus berros e Matteo continua assim por um tempo que pareciam para ela horas de tortura.

(***)

Mansão Simonetti

Nina termina de rezar por sua amiga Luna, não podia imaginar onde é que ela poderia estar. Pediu à Deus para que Luna reaparecesse bem e viva. Havia naquele dia dado o seu depoimento aos detetives responsáveis por achar sua amiga, como também seu primo Simón por ser namorado dela.

Nem ela e nem ele poderiam imaginar onde Luna poderia estar.

—Um dia antes dela desaparecer, estivemos juntas na escola e até fomos tomar sorvete após a aula, mas não vi nenhuma atitude anormal dela. Luna estava feliz por estar namorando o meu primo e desde que começaram a namorar sempre estiveram juntos. Nunca me falou se tinha alguém lhe seguindo ou sendo observada. – foi o que ela disse em seu depoimento.

Não tendo mais nada a dizer que pudesse ajudar nas investigações, Nina foi liberada. Mas esperou seu primo dar o seu depoimento... Simón também não tinha muita coisa a dizer.

—A ultima vez que falei com ela foi na manhã antes dela sumir. Havia ligado para Luna convidando-a para a gente sair, mas ela disse que não e que preferia deixar para mais tarde. Até insisti em ir à casa dela para levar alguns filmes para assistimos, só que ela também recusou... Eu a achei meio estranha...

—Só estava estranha na hora que falou com ela, ou já havia percebido alguma mudança de humor ou algo suspeito antes? – perguntou o detetive.

—Não... Sempre a vi feliz, nada de diferente. Mas naquele dia Luna não parecia muito bem. E depois que desliguei o celular não falei outra vez com ela...

Simón foi liberado também, e ao invés de ir para sua casa acompanhou sua prima junto a sua tia para casa delas. Quando já estavam em casa, Nina e Simón foram para o quarto da prima e lá conversaram sobre o que aconteceu com Luna.

—Você acha que tem mais algo no meio dessa historia? – Nina perguntou vendo que o moreno parecia saber de algo que não quis revelar para os detetives, pois achou que se revelasse poderia ser interpretado como ciumento.

No entanto, ali com sua prima, Simón sabia que poderia confiar nela, então contou suas suspeitas.

—Não tenho certeza, mas aconteceu uma coisa no dia da festa de casamento de seus pais que não gostei.

Nina sorri lembrando que foi esse dia que ele pediu Luna em namoro.

—Sim, você a pediu em namoro. — ela disse sendo algo obvio.

Simón rolou os olhos.

—Não estou dizendo sobre isso. — Nina franziu a testa se dando conta de que realmente não era o pedido de namoro, tudo por seu romantismo.

—Então o que aconteceu?

—Eu meio que me atrasei na hora de ir me encontrar com ela como havíamos combinado. Mas ai quando cheguei lá no coreto de rosas e não a encontrei comecei a procurar.

—Sim, eu acabei me esquecendo de falar o lugar certo. Me desculpe. — Nina falou ainda se sentindo péssima por isso mesmo que tudo deu certo no fim.

—Não tudo bem. Tudo deu certo no final. – ele sorri brevemente.

—Então, se deu certo o que aconteceu além da minha confusão em dar o recado?

—Eu a vi na sacada que dá vista para o jardim com um cara que nunca vi. Pelo menos nas festas daqui. Ele estava meio intimo da Luna.

—Intimo, como assim? Que cara é esse que você está falando?

Simón encolhe os ombros.

—Escute. No começo eu lembro que ele chegou num maior carrão aqui... E vi depois conversando com o tio e por ultimo, falando com a Luna bem próximo a ela e acariciando o seu rosto e Luna parecia sei lá, encantada ou paralisada, não sei como definir. Na hora eu corri para chegar lá e saber o que estava rolando, mas quando cheguei Luna já estava sozinha... Eu perguntei a ela porque ele estava tocando no rosto dela, mas me disse que não aconteceu nada e que havia entendido errado. Disse que sentiu algo entrar no olho dela e que ele somente estava ajudando tirar. Na hora até deixei passar, mas não engoli e tentei ver se descobria algo dele.

—É mesmo? O que descobriu?

—Nada muito importante. Se chama Matteo Balsano e é dono de várias construtoras, ficou órfão quando tinha nove anos, e foi criado pela tia. Depois que morreu, vive sozinho e nunca se casou mesmo que sempre apareça acompanhado de várias mulheres. Fora isso que tem amizade com o tio Ricardo.

—Tá então, se não achou nada de suspeito, porque está desconfiado dele?

Simón também não sabia como explicar, somente sentia que Matteo Balsano era um cara muito perfeito. E esse tipo de cara sempre escondia algo obscuro.

—Não sei... Só sei que quando o vi com a Luna, a forma dele olhar para ela não era um olhar de alguém que tenta tirar o cisco do olho de outra pessoa.

Nina sorriu.

—Você ficou com ciúmes de um homem bonito, mais velho, tendo uma vida e riqueza instável e que estava próximo a sua namorada. Isso é normal, se intimidar com outro cara...

Simón bufou.

—Por isso não falei nada para os detetives. Sabia que pensariam assim como você. Mas sei lá...

Nina franziu a testa, pois conhecia bem o primo para saber que ele não é o tipo de pessoa que cisma atoa.

—Primo, do que desconfia? – ela pergunta mostrando a ele que irá acreditar em suas desconfianças.

—Não sei ao certo. Mas eu acho que esse tal Matteo pode ter se encontrado com a Luna... No dia que o vi com ela na sacada não o vi com bons olhos...

—Tá, mas você viu Luna diferente por esses dias? Mentiu também sobre isso?

—Não, não. Sempre que esteve comigo não vi nada diferente. Só no dia que ela desapareceu que senti que estava estranha no telefone. Mas e se ele só entrou em contato com Luna naquele momento lhe chantageando, e por isso ela não aceitou ir comigo passear? Vai que se encontrou com ele dai para não trazer nenhuma desconfiança logo a sequestrou?

—Simón sua teoria é confusa. Porque esse homem iria querer sequestrar a Luna? Não tem lógica... Eu escutei meu pai dizer que pegaram todos os vídeos de seguranças das casas próximas ao lago, e nenhuma delas mostrou Luna sair de lá, somente entrar. E as buscas no lago não encontraram nenhum sinal dela.

—Esse cara é podre de rico, mais rico do que tio Ricardo e o pai dela. E se ele não pagou alguém para fazer o serviço sujo?

—Simón... A única coisa que posso dizer é que se desconfia, vai novamente a policia e conte tudo o que está me contando, mas pense bem se há fundamento, porque acusar um homem porque você ficou cego de ciúmes é errado. Pode trazer grandes problemas a uma pessoa inocente.

O moreno nega.

—Eu sei, por isso não disse nada porque são só teorias. E não sou louco de sair acusando alguém porque eu não consigo admitir ter ficado com ciúmes no dia que eu o vi tão perto da minha namorada.

Nina morde o lábio, vendo a aflição do primo. Queria apoiá-lo em sua teoria, mas ela não via nada de errado com uma pessoa importante. Além do mais se Matteo é tão rico e importante porque raios iria sujar seu nome sequestrando e fazendo mal a uma garota que nunca conheceu?

—Simón. Não vou te deixar sozinho... Vou te ajudar a ver se há algo...

—Como?

Nina pensa.

—Bem, seguindo a linha de raciocínio. O celular de Luna está nas mãos da policia. Nenhuma mensagem ou ligação diferente apareceu no histórico de chamada. Se ela realmente tenha recebido uma ligação ou mensagem para encontro não desconfiando que fosse estar em perigo, nunca iria apagar. E nada disso foi encontrado. No diário dela, não havia nada de errado também... Ela não menciona em nenhum momento o nome de Matteo. Então o que resta é o seu e-mail...

Nina pega o seu celular, e abre o ícone de e-mail. Ela sabia a senha de Luna já que a mesma pedia para ela fazer algo diretamente quando precisava.

—O que está fazendo? – Simón se aproxima sentando ao lado de Nina.

—Estou verificando o e-mail de Luna... Ela usa esse para uso particular, então se nada foi encontrado pode ser que tudo tenha rolado ali.

Ao ver os arquivos vistos e não vistos, Nina olhou para Simón desanimada pela má noticia.

—Sinto muito, não tem nada aqui que ligue Matteo Balsano a Luna...

Uma lagrima rola dos olhos de Simón, mostrando o quanto estava sendo idiota acusando alguém que nem tem culpa por conta do seu desespero pelo sumiço da namorada. Nina se compadece a ele o abraçando e juntos choram sentindo saudade por Luna...

Lembrando-se da conversa com o primo Nina acaba dormindo chorando por está com medo que seja onde sua amiga esteja não esteja sofrendo.

Notas finais
É... Luna acabou se dando mal novamente. Juro que senti a mesma dor que ela... Ai ai...Deixa quieto. kkk Gentem digam o que acharam do capítulo... Espero que tenham gostado, Bjs *--* #Lutteo