Notas iniciais
Olá, capitulo novo... Tá bem intenso esse capítulo gente e espero que gostem. Boa leitura *--*

Miguel anda de um lado para o outro insistentemente ligando para o celular de Luna. Haviam se passado uma hora desde que falou pela ultima vez com ela... Luna, apesar de gostar de ficar isolada perto do lago nunca ficou mais que duas ou três horas lá, nunca o desobedecia quando chamava para voltar antes que o tempo limite findasse e voltasse para casa.

Só que agora havia algo errado, pois ainda não havia voltado para casa e não atendia suas ligações. Nervoso, por mais uma vez não ter retorno, desliga o telefone olhando para Amanda que também já estava nervosa com a demora da garota.

—Ela não atende? O que será que aconteceu?- Amanda perguntou aflita.

—Não sei Amanda... Chame o Ramiro e peça a ele para ir nesse lugar que a Luna gosta de ir e vê se a encontra pelo caminho. Enquanto isso, continuarei ligando para o celular dela.

—Sim, senhor. – a governanta se apreça para cumprir as ordens.

Ramiro está na cozinha conversando com Daniela, quando se assusta vendo Amanda entrar ali como um furacão dizendo:

—Ramiro, o senhor Valente pediu para você ir ao lago onde a senhorita Luna costuma ficar.

O Homem se levanta prontamente.

—Ela ainda não voltou?

—Não... O senhor está ligando, mas ela não está atendendo.

—Tá eu vou sim... E vou caminhado pelo quarteirão ver se a encontro se não acha-la no lago.

—Tá bom, vai logo. — Amanda falou aflita.

Ramiro caminha apressadamente e pega a chave de um dos carros da mansão, pois mesmo dizendo que caminharia e ao invés disso indo por meio do veículo, chegaria ao lago bem mais de pressa.

—Onde será que ela tá? Nunca fez esse tipo de coisa. – Daniela comenta preocupada.

Amanda nega.

—Eu não sei. Não faço ideia...

—Será que ela não foi se encontrar com o namorado?- a cozinheira sugere.

—Não. Não acho que seja isso, porque se fosse teria já atendido o celular.

—Meu Deus! Tomara não tenha acontecido algo grave.

—Tomara mesmo. O senhor Miguel não vai suportar se algo de grave acontecer com sua filha.

(***)

Ramiro para o carro perto do lago, porém assim que sai do veículo toma o caminha por entre as árvores. Conhecia o caminho que leva até uma parte do lago onde se pode ficar sentado de frente e desfrutar do sossego. Uma vez a pedido do seu patrão foi até lá ver o que tinha ali para que sua filha passasse horas naquele lugar, mas nada demais encontrou ou que lhe trouxesse ameaças para o bem estar de Luna e garantiu a Miguel para que não se preocupasse, além do mais havia outras casas próximas com sistemas de segurança que capturam imagens de quem entra ou sai por ali. Por outro lado em meio à inspeção do local também havia outro caminho que levava a outra rua, mas esta somente havia uma pista pelo qual os moradores passam com seus carros, ainda sim ali seria um lugar seguro para qualquer adolescente ficar.

Por sorte ainda é dia e Ramiro poderá entrar na pequena mata e enxergar qualquer coisa de errado que possa estar por ali. Ele segue o mesmo caminho que seguiu na ultima vez que esteve ali, mas antes de chegar até onde Luna fica escutou o som de um celular. Ele busca de onde vinha o som e encontra um aparelho ao chão e na tela a foto do seu chefe.

É o celular de Luna ali como também um pouco mais distante ao chão o livro que ela levou mais cedo.

Rapidamente, Ramiro pega o celular e atende.

—Alô, senhor Valente?

—Ramiro? Porque atendeu o celular de Luna? Onde ela está?

—Senhor. Não. Eu sinto muito, mas não faço mínima ideia. Espere... – ele disse indo em direção em que Luna fica lendo seu livro.

Não havia nada, nem sinal dela.

—Ramiro o que está acontecendo? Onde está a minha filha?- Miguel perguntou exasperado.

O motorista começou a temer pela menina, mas ainda sim não poderia mentir para Miguel.

—Senhor, eu não a encontrei. Não há nenhum sinal dela, somente achei o celular caído no chão tocando e o livro que trouxe para ler.

Do outro lado da linha Miguel escuta Ramiro, sem consegui acreditar embora soubesse que o motorista não estava mentindo.

—Me espere que eu vou até ai. – foi tudo o que ele disse antes de desligar o telefone.

(***)

Algumas horas depois...

—Tem certeza de que ninguém viu vocês? – Matteo perguntou para os dois homens pelos quais contratou para sequestrar Luna e levá-la ate ele.

—Pode ficar tranquilo, ninguém nos viu. – Tino responde.

—Fizemos do jeito que nos ordenou. – Cato garantiu com um sorriso vitorioso.

—Ótimo. – Matteo disse pegando um envelope contendo uma grande soma em dinheiro. – Aí está o pagamento.

Tino pega o envelope e abre conferindo o conteúdo. De fato não haveria como reclamar de trabalhar para Matteo Balsano, pois ali estava tudo e mais um pouco do que deveria pagar, sendo assim agradeceu.

—Obrigado.

Matteo dá de ombro, pois sempre gostava de agradar aqueles que o serviam bem.

—Fizeram por merecer, agora podem ir. Qualquer coisa eu os chamo...

Assentiram, e saíram do escritório.

Matteo os seguiu até vê-los saírem pela porta da sala e caminharem até a entrada de outro caminho que os levariam até onde deixaram a lancha que vieram trazendo Luna. Ele não os viu partir, mas escutou o barulho distante do motor quando ligaram. A enorme casa ficava numa parte da ilha em que ninguém que passasse de barco ou lancha veria. Na verdade, ali é um lugar que ninguém passa como também não há outras ilhas próximas que tornem ali um lugar suspeito.

Matteo comprou aquela ilha e construiu na intenção de fazer o seu refugio de prazer, onde poderia liberar o lado sádico com quem apetecesse ao mesmo gosto. No entanto, fazia um bom tempo que não ia ali, mas agora ficaria na ilha por um bom tempo, pois ninguém desconfiaria de sua presença naquele lugar.

Ele sobe as escadas na intenção de ir onde Luna está dormindo. Assim que chega ao quarto, percebe que a garota ainda não se moveu estando do mesmo jeito que havia colocado tendo agora uma corrente grossa unida a algemas segurando os pulsos dela de uma maneira que a garota não fique com seus braços esticados. Não que se importasse que Luna se machucasse, mas preferia que ficasse de maneira que facilitasse para o que faria com ela quando acordasse.

Matteo passa sua mão direita no queixo enquanto a outra está enfiada no bolso. Se aproxima da cama e avalia o corpo da garota. Não queria esperar para vê-la nua quando fosse somente fodê-la, então decidiu logo retirar as roupas dela, primeiro o short mantendo a calcinha, mas ao ver que era aquele tipo de peça que só menininhas usavam cheias de desenhos infantis, se sentiu um pedófilo e decidiu por fim retirar a peça também...

Apesar de gostar de ver completamente lisa a intimidade feminina, Luna até que mesmo não sendo do jeito que lhe agrada, pelo menos seus pelos são bem aparados, mas isso não duraria muito tempo porque daria um jeito para deixar como ele gostava.

Não resistindo, ele mergulha seus dedos nas dobras intimas sentindo o quanto é deliciosa e como adoraria enfiar sua língua por ali. Não sendo o momento de fazer o que deseja, Matteo volta a retirar o resta das roupas de Luna, e porque seria dificultoso tirar a camiseta normalmente, pegou um canivete em seu bolso e rasga a peça deixando ela completamente nua.

Sua boca encheu de água ao contemplar os seios pequenos, redondos e firmes da garota... Contendo o seu desejo, Matteo a cobre com lençol e resolve deixá-la sozinha. Pois não sabia ao certo até que horas ficaria inconsciente, mas voltaria antes dela acordar, pois ele queria ser o primeiro ao vê-la acordar...

(***)

Luna começa a se remexer lentamente na cama. À medida que começou a tomar consciência pôde sentir o seu corpo doer, ao tentar mover as pernas sentiu o seu bumbum esquerdo doer como se houvesse sido picada por algum bicho deixando sensível e dolorida aquela parte. Ela ainda não havia se dado conta de que estava nua, mas ao pouco que começou a recuperar sua consciência seus olhos começaram a ganhar foco. Luna tenta se ajeitar de maneira que ficasse sentada tendo apoio de suas mãos, no entanto assim que as puxa para apoio percebe que algo prende seus pulsos.

Nesse momento Luna desperta com o susto buscando o que está prendendo seus pulsos. Engoliu a seco ao ver que está presa por algemas unidas a corrente presa a uma grossa barra de ferro acima da cabeceira da cama. Com o desespero tomando conta de seu corpo, ela percebe que está nua.

“Meu Deus, o que está acontecendo?”- ela se pergunta mentalmente em meio ao terror.

Ela tenta retirar a algema de seus pulsos inutilmente, até se dar conta de que não estava sozinha ali.

Seus olhos abrem ao encarar a figura sentada numa poltrona um pouco afastada observando-a com certa diversão em seus olhos. Luna engole a seco e sente seus olhos começarem a arder em sinal que logo estaria chorando. O tremor percorre por seu corpo se dando conta de que seus pesadelos nas últimas noites parecem estar fazendo sentido agora para, ainda sim, não queria que fosse real.

Matteo observa Luna acordar, parecendo confusa, atordoada e temerosa ao perceber que está presa e nua em cima da cama. Ele não diz nada, somente a observa até que ela se da conta de sua presença... O deleite veio quando os olhos verdes encontram sua figura sentada numa poltrona. Matteo pôde interpretar todas as reações de Luna ao vê-lo mesmo que a luz do dia que iluminava um pouco o quarto já diminuía com o final da tarde e isso o deixava ainda mais divertido.

—O-o que... es-stá aconte-cendo?- ela pergunta com a voz tremula mostrando que está a ponto de chorar e o medo toma conta de seu corpo.

Matteo respira fundo de maneira teatral e levanta de onde está sentado e caminha ficando mais próximo de Luna. Vendo sua aproximação, Luna automaticamente se encolhe apertando o lençol em seu corpo na intenção de que ele não a visse. Sabia o quanto estava sendo tola, pois se está daquele jeito é porque Matteo já está cansado de vê-la nua ainda que estivesse sob efeito inconsciente.

—O que você fez? Eu... — dessa vez Luna consegue dizer sem gaguejar.

De alguma forma ela não conseguia desprender seus olhos do rosto de Matteo, como se aquela expressão que ele possuía naquele instante mudasse para a mesma que viu em seus pesadelos. Certamente, está claro para ela que em algum momento iria revelar sua verdadeira face.

Sim, Luna sabe que por trás de toda aquela pose sedutora e educada existia um monstro a qual está prestes a se revelar, e seria difícil evitar.

—Vo-você...

—Shiuuu... – ele a silencia colocando seu polegar nos lábios entre abertos de Luna mantendo os seus dedos segurando seu queixo enquanto olha os lábios carnudos dela.

Luna sente novamente um tremor percorrer seu corpo com aquele toque, mas dessa vez não é por excitação e sim, medo. Muito medo.

Tomada por uma irritada confusão, ela afasta bruscamente o seu rosto desviando do continuo toque de Matteo. Ele não parecia irritado, e sim como se em sua mente via que amaria tirar a rebeldia da garota.

—O que é tudo isso? Porque estou presa e nua nessa cama? Você é algum tarado maníaco? Me solta...

Foi o que bastou para Matteo revelar sua verdadeira face, na realidade não estava mais suportando manter a máscara de bom homem, sedutor e educado, quando na realidade quer ser o que é.

Com um sorriso malicioso revelando toda sua maldade, ele começa a falar pela primeira vez.

—Você late demais cadelinha... Estou vendo que terei muito trabalho para adestrá-la.

Luna abre os olhos por ele se referir a ela daquela forma.

—Me chamou de que? – sua voz saiu em um sussurro como se a mesma não quisesse mais sair.

Matteo adota uma expressão de deboche pela qual Luna teve a certeza de que tudo isso que está vivendo agora não terminaria bem.

—Oh... Te ofendi? Não creio. Mas sabe, desde aquele dia que te vi tive a certeza do que realmente é, e, como gostei disso resolvi fazer de você a minha cadela... Minha cadelinha que ficará obediente.

Luna nega.

—Não. Porque está fazendo isso? Me deixa ir embora...

Matteo faz uma careta que significava que não seria possível e nesse momento Luna começou a sentir suas lagrimas rolarem por seu rosto.

—Não. Fora de cogitação. Além do mais, se eu fizer isso terei que te matar depois que me divertir com você... Sou do tipo que não gosto de fazer as coisas apressadamente...

Nesse momento, Luna já não conseguia controlar seu choro, e passou a soluçar.

—Me matar? Você fará isso comigo?

Com um sorriso assustador em seus lábios, Matteo responde:

—Sim... Depois que te foder várias e várias vezes cada parte desse seu corpinho de ninfeta.

Novamente Luna abriu seus olhos vendo que ele não mentia. Já sabia o que iria acontecer com ela, e foi o bastante para começar a chorar desesperadamente, pois não queria que fosse assim sua primeira experiência sexual. Não com um psicopata monstruoso como Matteo que deixou claro que suas intenções não serão prazerosas para ela.

—Porque quer fazer isso comigo? O que fiz a você? – ela pergunta ainda encolhida.

Matteo adota uma expressão pensativa como se decidisse se responderia ou não, mas no fim ele decide usando seus métodos de manipulação.

—Certamente direi, tem direito a isso. – responde calmamente – Sabe cadelinha, o motivo por ter te trazido para cá... A culpa é única e exclusiva do seu querido papai.

Luna controlou seus soluços tentando limpar inutilmente seus olhos com suas mãos amarradas. Confusa, ela pergunta.

—Me-meu pai? Na-não entendo...

—Sim... No momento certo você vai entender. Mas por hora digo que ele fez algo muito, muito grave, e você irá pagar por tudo o que ele fez.

—Mas o que eu tenho com isso? Não fiz nada a você. — ela rebate em desespero.

—Verdade, mas o melhor nisso tudo é saber que seu papai está desesperado querendo saber o paradeiro de sua filhinha, se está bem, viva ou morta... E no fim ver o seu mundo desabar quando um dia abrir a porta de sua casa e ver o corpo sem vida e com sinais de que foi um brinquedinho sexual de alguém.

—Ele vai chamar a policia, e você será preso. – Luna mesmo com medo do que acabou de escutar e como será o seu fim, não poderia deixar que Matteo tivesse a certeza de que sairia impune pelo que estava fazendo.

E pelo que conhece de seu pai, Luna sabia que a essa altura já teria chamado a policia e estariam procurando por ela. Além do mais, Miguel tem conhecidos na policia que vão ajudá-lo a encontrá-la.

Matteo ao escutar o que Luna disse, não mostrou intimidação e começou a rir divertidamente.

—Que gracinha... Esse seu otimismo heroico de que será resgatada e o vilão será punido é bem encantador, cadelinha... Mas tenho que decepcioná-la – dessa vez ele novamente muda sua expressão voltando à expressão desagradável. – Acha que estaria fazendo isso sabendo que no fim serei preso? Subestima minha inteligência? Ah, sim... Claro. Que tola.

Luna nada diz, somente o encara se levantar da cama e nesse momento percebe que ele usa apenas uma calça de moletom, deixando bem visível seus músculos firmes em seu corpo magro, sua barriga modelada e perfeita para beijá-la.

— Tudo irá acontecer exatamente como planejei. Não importa o quanto gritar e chorar, ninguém irá escutá-la... Esse lugar foi construído com segurança acústica para nem se quer nenhum som de uma agulha caindo no chão possa ser ouvida. Sem telefones, vizinhos, nada que possa trazer alarde de que estamos aqui nos divertindo. Seu pai, jamais saberá onde esteve, nem você estará viva para contar.

Nesse momento, Luna sente o seu coração vacilar uma batida. Podia ver que ele dizia a verdade, seja o que fosse fazer com ela o tempo que quisesse no fim não sairia viva dali. Seja o que tenha sido, não poderia negar que o que seu pai fez a Matteo tenha sido bem grave para ele estar daquele jeito... Mas ainda sim, nada justificava o que ele pretendia fazer com ela.

Matteo caminha até um móvel que há naquele quarto pegando uma espécie de mini controle o apertando. Aos poucos as cortinas se fecham e a escuridão começa a lamber aquele cômodo, porém antes que acontecesse, algumas luzes acenderam deixando a aparência que o quarto só está iluminado por abajures. Luna mesmo ainda chorando em silencio, seus olhos acompanham cada movimento de Matteo.

Seus olhos se abrem em temor quando o vê retirar sua calça ficando completamente nu. É inevitável ela não olhar para seu pênis grosso e completamente duro. Lentamente, ele se aproxima da cama com o mesmo olhar com que viu em seus pesadelos... Seu choro intensifica e Matteo não parecia se comover, e sim ficar ainda mais excitado.

Luna não queria pensar no que Matteo faria com ela naquele momento, embora já pudesse imaginar.

—Po-por fa-vor... Não, não me machuque... Eu não quero. – ela implora, mas acaba sendo interrompida por seus próprios soluços.

Não queria perder sua virgindade daquele jeito. Não, sendo violentada...

Luna não sabia como poderia se defender e tão pouco correr. Sendo assim o que lhe restava era deixá-lo fazer o que queria com ela, mesmo sabendo que ainda tentaria resistir.

Matteo fica de joelho na cama bem próximo a Luna, ele se inclina um pouco para voltar a tocar o rosto molhado pelo choro da garota. Observa atentamente cada detalhe inocente naquela face vendo o quanto iria se satisfizer com ela... Apesar de suas experiências consensuais e sádicas fosse com mulheres experientes, nenhuma delas possuíam a fragilidade e inocência que Luna tinha, e isso o excitou ainda mais porque sempre amou estar no domínio do seu próprio prazer e Luna daria tudo e muito mais a ele.

Seus dedos voltam a acariciar os lábios trêmulos da morena, e em sua mente começa vir ideias do que fazer.

—Essa boca é perfeita para engolir meu pau... — com essas palavras ditas por ele, Luna ainda chorando e agora assustada nega com a cabeça e isso faz com que Matteo se irrite um pouco e friamente diz: – Quero que abra bem essa boca deliciosa. Quero fodê-la até gozar e escutar você gemendo ao engolir.

—Não, eu não sei... -em desespero ela tenta dizer que não sabia fazer esse tipo de coisa, e nem mesmo os raros momentos de amasso com Simón chegou a esse nível. No entanto, Matteo a interrompe com um olhar animal e cheio de luxuria.

—Você vai fazer, e vai fazer tudo o que eu mandar... – ele se aproxima dela obrigando a manter seu rosto na altura de seu quadril.

Deslizando seus dedos por entre os cabelos da garota ele puxa para que a mesma abra a boca. Luna sentia como se seus cabelos estivessem sendo arrancados e com isso é inevitável não abrir a boca para gritar com a dor. Quando se da conta, sente a ponta do membro de Matteo forçar seus lábios...

Notas finais
É gente, o resultado desse final ai não será nada legal... Preparem o coração... Obrigado a todos vocês que estão acompanhando a fic, não deixem de comentar porque é super importante saber se estão gostando ou não. Bjs e até sexta... *--* #Lutteo.