Doce Vingança
4 Capítulo 3
Notas iniciais
Nina caminha a direção oposta em que Luna seguiu quando para subitamente de caminhar e bate sua mão direita na testa lembrando de que havia se esquecido de falar que Simón havia pedido para que ela contasse quinze minutos para ir ao seu encontro, como também lembrou que na realidade era para que encontrasse com ele no jardim perto do coreto de rosas. Um lugar perfeitamente romântico para um pedido de namoro e primeiro beijo.
Ela gira seu corpo na intenção de ir atrás da amiga para avisa-la do seu equivoco, mas acaba sendo interpelada por sua mãe que a chama para apresenta-la a uns amigos as quais ainda não conhecia. Não conseguindo desviar da mulher, a morena acabou sendo levada por ela e impedida de corrigir seu erro.
Luna está completamente radiante, pois o momento que tanto ansiou está para acontecer. Finalmente irá namorar com Simón e beijá-lo dessa vez como seu namorado. Claro que teve outras chances de está com o rapaz, mas sempre eram interrompidos e não conseguiam se livrar da companhia indesejada, e sendo assim por esta razão que a pediu para encontra-lo naquele lugar tão inabitado.
Assim que Luna chegou ao local caminha até a beirada da sacada observando o belo jardim. Estranhou porque sua tia Ana não quis fazer a festa ali, mas segundo Nina sua mãe não queria pessoas sujando o seu jardim então tudo seria realizado dentro da mansão onde nada seria destruído com pisadas.
Alegre, Luna observa o jardim e seus olhos encontram o coreto de rosas e franziu a testa. Pois se Simón queria ser romântico deveria tê-la pedido que o encontrasse ali, mas ao invés disso, pediu para que fosse naquela sacada com aquela bela vista. Não que ali fosse menos romântico, mas se pudesse optar escolheria ser pedida em namoro sob o coreto de rosas. No entanto, independente desse detalhe ela está feliz por finalmente ser pedida em namoro pelo cara por quem está apaixonada.
Um barulho é ouvido por Luna como de alguém se aproximando, e fez com que ela olhasse sorridente para trás acreditando que fosse Simón, porem seu sorriso diminui pela decepção ao ver que não era ele.
Matteo lentamente se aproximou da garota que parecia distraída olhando a paisagem diante dela, como não queria chegar sorrateiramente, ele deixou ser percebido e assim que Luna olha para ele seu sorriso diminui deixando nítido que esperava por outra pessoa.
Um calafrio sobe pela espinha de Luna ao manter seus olhos no homem que agora está em pouco espaço diante dela. Não por temer, mas de alguma forma ele exalava perigo e sedução ao mesmo tempo e foi o bastante para ela continuar o encarando.
Matteo chega o mais próximo de Luna, mas ao invés de ficar parado diante da garota, desvia caminhando até a beira da sacada.
—Uma bela vista não é? – ele pergunta continuando a olhar a paisagem diante de seus olhos.
Luna franziu a testa, mas se esforça a responder.
—Er... É, é sim. Lindo. – gagueja e se recrimina mentalmente por isso.
Com um sorrio que faz jus a sua beleza, Matteo deixa sua atenção para paisagem e volta encarar Luna que parecia ofegar diante de sua presença, e isso o deixa satisfeito de ver como sua presença afeta a garota. Mas o melhor para ele seria quando visse a reação daquela carinha inocente ao ver o que ele é capaz de fazer com ela.
Ele passa sua língua em seu lábio inferior lentamente sedutor. Luna de uma maneira incoerente começou a imaginar sendo beijada por aquela boca, mas procurou desvanecer esse desejo porque não poderia admitir está atraída por um homem mais velho e muito menos sem saber o seu nome.
—Como se chama? – Matteo pergunta mesma já sabendo.
Luna parecia não entender a pergunta por ainda está entorpecida pelo desejo estranho que está sentindo, mas se força a voltar ao normal.
—Eu, er... Luna. Me chamo Luna Valente. E você? – claro que ela queria saber o nome dele e não deixaria que seu desconcerto a impedisse de perguntar.
—Prazer Luna, meu nome é Matteo Balsano.
Para voltar a desequilibrar o autocontrole de Luna, Matteo estende sua mão para ela em um cumprimento e Luna oferece a sua, mas acaba se arrependendo quando ele a leva até seus lábios dando um beijo a qual teve certeza de que se fosse em sua boca já teria desmaiado, porem mesmo sendo em sua mão foi o suficiente para deixar o seu corpo esquentar.
Naquele momento, Luna não lembrava do seu encontro com Simón e que a presença de Matteo possa atrapalhar o seu futuro pedido de namoro, na verdade ela se perguntava que espécie de feitiço que aquele homem exalava para deixa-la daquele jeito.
Ciente de como sua presença e postura está afetando a garota, Matteo volta a falar mudando de assunto, pois apesar de saber que seria capaz de convencê-la a fazer amor com ele sem resistência ali mesmo, não queria ter esse tipo de intimidade naquele momento, ainda mais que o seu desejo por ela não incumbia nada relacionado a carinho e sim algo bem mais perverso.
—Não deveria está aqui sozinha. Tem uma festa acontecendo lá dentro... – ele fala soltando a mão de Luna delicadamente voltando a olhar para o jardim.
—Não estou sozinha. Estou com você. – ao responder daquela maneira Luna morde seu lábio inferior.
Matteo sorri da forma direta que ela respondeu.
—Isso é verdade. – ele concorda.
Nesse momento Luna se da conta de que havia se esquecido de Simón e apesar de está estranhamente gostando de está perto de Matteo, precisa dá um jeito de fazê-lo ir e não atrapalhar o momento a sós com seu futuro namorado.
—E-eu... Estou esperando uma pessoa. – ela disse um pouco nervosa e atrai novamente o olhar de Matteo que sorri divertido.
—Seu namorado?
Ela abriu os olhos devido à pergunta, e ficou na duvida se dizia sim ou não...
—Sim. Não. Quer dizer... – ela gagueja fazendo com que Matteo desse uma gostosa risada.
—Sim. Não. Talvez. Não precisa ficar nervosa. Não conto a ninguém que está namorando escondido.
Com seus olhos um pouco aberto por ver que seu nervosismo está fazendo com que Matteo entendesse errado, bem, é o que ela acreditar ser, mas na verdade Matteo só estava se divertindo com a patética reação de menina tímida.
—Não. Não é isso... Não é o meu namorado. Ainda, eu acho...
Ainda sorrindo, Matteo se aproxima da garota deixando seu corpo a pouco centímetro, vendo o seu rosto corar com sua aproximação e estremecer quando ele toca em seu rosto acariciando delicadamente até chegar ao queixo fazendo com que erguesse um pouco seu rosto para que olhe em seus olhos verdes.
—Não tem porque ficar nervosa... Não há nada melhor do que viver o amor na juventude...
—Fala como se fosse um velho. – Matteo ergue sua sobrancelha esquerda pela maneira que Luna se referiu ao que disse antes. Vendo que ele poderia ter interpretado suas palavras de maneira errada, Luna se corrige. – Quer dizer, eu disse que você falou como se fosse uma pessoa velha, mas não parece no sentindo técnico da coisa...
Com um sorriso diminuto Matteo faz novamente um carinho no queixo de Luna antes de retirar sua mão do local e voltar a falar.
—Entendo... Realmente não sou velho. Mas devido minha experiência de vida acabei pegando certos hábitos e maneira de pensar idênticas as pessoas bem mais velhas que lido no meu dia a dia.
—Desculpa. – Luna se desculpem em um sussurro.
—Não tem porque se desculpar. – ele garante dando uma piscada de olhos.
Luna respira fundo não entendendo porque ainda se sentia afetada com a presença de Matteo e porque fica toda vermelha.
No coreto de rosas, Simón finalmente consegue chegar ao local que havia marcado com Luna. Ele acreditou que ela já deveria está ali por ter demorado mais que esperava, pois sua mãe insistia em mantê-lo por perto mesmo depois de tê-lo apresentado a um bando de gente que nunca teria amizade e por conta disse chegou minutos depois do tempo em que marcou em se encontrar com a sua futura namorada.
Ainda dentro da mansão ele viu que Nina já não estava mais acompanhada de Luna e isso dando a entender que ela havia ido ao local marcado para seu encontro com ele. No entanto, ela não estava lá. Ele olha em volta observando cada canto do jardim acreditando que ela poderia está passeando por ai para passar o tempo de espera, todavia os olhos do rapaz não conseguia encontrar a imagem de sua futura namorada por ali.
Está apaixonado por Luna desde que a viu pela primeira vez, e apesar de varias vezes terem conversado e já tenha lhe beijado só agora tomou a decisão de que a queria como namorada. Só não havia feito antes porque temia que o pai de Luna não permitisse o namoro, pois havia escutado bastante coisas sobre seu futuro sogro pela qual era bem superprotetor com a filha, mas no fim suas inseguranças foram se desvanecendo quando em algumas conversas que teve com Luna ela revelava que o pai já não mais a sufocava moderando em sua excessiva superproteção.
Sendo assim, Simón deixou suas inseguranças de lado decidindo finalmente fazer o pedido a Luna para que seja sua namorada, e naquele momento ficava ainda mais ansioso por não encontra-la. Ele observa mais um pouco já decido em chama-la, mas acaba se detendo quando seus olhos alcançam a sacada que há no segundo andar da mansão de seus tios que da vista para o jardim. Luna estava exatamente naquela sacada totalmente alheia a ele ali a observando, no entanto sua futura namorava não estava sozinha e sim acompanhada por um homem.
O ciúme tomou conta do rapaz ao perceber que o tal homem acariciava o rosto de Luna e ela nem ao menos se esquivou ou reagiu afastando do toque dele. Não poderia negar que mesmo sendo mais velho que Luna e ele, o homem parecia aqueles galã metidos a conquistador de mulheres e estava ali tentando seduzir a sua garota.
Não esperando que fizesse mais algo, Simón caminhou apressadamente de volta até a mansão na intenção de chegar até aquela sacada e acabar com todo o jogo de sedução que aquele homem estranho está fazendo com Luna.
—Então... Cadê o seu namorado? – Matteo pergunta observando a expressão de Luna.
Como se naquele momento houvesse se lembrado de algo, ela olha em volta, mas acaba se detendo em olhar novamente para Matteo.
—Eu não sei. Na verdade ele ainda não é o meu namorado...
—Então, ele e um idiota. – afirmou Matteo fazendo com que a garota o encarasse um pouco irritada por ter ofendido Simón sem ao menos conhecê-lo.
—Porque está chamando ele assim? Nem o conhece...
—Não estou dizendo que ele é um idiota, estou dizendo que ele é um idiota por ainda não está namorando uma garota tão bonita como você. – com essa resposta, Luna acabou ficando vermelha ainda mais por Matteo ainda está olhando daquela forma que se faz uma garota como ela sentir suas pernas bambas.
Por outro lado, Luna sente necessidade de defender Simón e o faz.
—Ele não é um idiota. Nos conhecemos a pouco tempo e acho que não é de uma hora para outra que se pede uma garota em namoro. Tem que conhecer e ver se seus sentimentos fazem desejar algo a mais que uma amizade.
Matteo não se abala com as palavras de Luna, porem sabia que já estava na hora de deixa-la ali sozinha a espera do babaca que ela defende.
—Tem razão. – Matteo concorda com as palavras de defesa de Luna. – Sendo assim, devo ir agora antes que seu futuro namoradinho chegue. – ele sorri e se aproxima novamente colocando suas mãos delicadamente na cintura da garota que estremece com o contato.
Luna ofega ao perceber que ele aproxima seu rosto do seu. Só não sabia se era para beijá-la na boca ou somente para afrontá-la. Ela até quis se afastar e evitar que Matteo fizesse o que pretendia, mas suas pernas não obedeciam e quando se deu conta seus olhos estavam fechados e os lábios de Matteo tocando o canto de sua boca, e isso foi o suficiente para fazer novamente seu corpo se aquecer e desejar que desviasse mais a direção dos seus lábios para encaixar nos seus. Mas antes que rolasse Matteo desliza seus lábios até a parte mais sensível da orelha dela dando uma mordida leve e sensual.
—Boa sorte com o namoro, Luna... — ele sussurra em seu ouvido e em seguida se afasta.
Luna não consegue abri seus olhos nem ao menos agradecer o desejo de boa sorte que Matteo lhe desejou antes de deixa-la ali sozinha completamente entorpecida pelo seu contato intimo embora não muito comprometedor.
Ela não conseguia entender como um homem seja capaz de deixar alguém como a deixou. Luna até antes de conhecê-lo tudo o que sentia era felicidade e paixão por Simón e ansiedade para encontrar com ele, mas ao está àqueles momentos a sós com Matteo, todo mudou. Não que tenha agora deixado de querer ser namorada de Simón ou deixado de gostar dele, mas que agora de alguma maneira seus sentimentos não era só do rapaz, pois agora sentia uma forte atração por um homem mais velho...
Luna sabia que ainda que houvesse chance de vê-lo novamente e se chegasse a se apaixonar por Matteo, seria uma relação proibida, pois ele é mais velho que ela que só tem apenas 16 anos. Luna toca no canto de sua boca com a mão lembrando-se dos lábios de Matteo ali, não entende como desejou que ele a beijasse como também sabia ser errado está tendo aqueles sentimentos confusos.
Tudo piorava ainda quando sua mente começou a formular perguntas às quais queria entender por que ele fez aquilo, pois para Matteo ela não passa de uma criança quando se pode fazer o que fez para ter uma mulher...
—Luna?- ela é despertada pela voz ansiosa a qual já conhecia.
Simón aproxima dela com um olhar avaliativo e algo que naquele momento não sabia como identificar o que seria.
—Está tudo bem com você? O que aquele cara fez com você? – ele perguntou colocando as mãos em seu roto lhe forçando a encara-lo.
Luna franziu a testa sem entender a principio onde Simón queria chegar, mas logo pode entender que ele tenha visto ela com Matteo, mas a pergunta era até onde ele viu ?
—Eu estou bem... Ninguém fez nada a mim. – não era mentira, mas Simón parecia não acreditar.
—Luna, eu estava ali no coreto de rosas te procurando por que acreditei que estaria lá me esperando, mas quando eu olho para cá te vi com um homem tocando em seu rosto. Vim correndo achando que ele tentava fazer algum mal a você.
Luna nega.
—Não... Você entendeu tudo errado. Ele só tocou em meu rosto porque senti alguma coisa entrar em meus olhos e só estava me ajudando vendo se tinha algum cisco, só isso... Depois foi embora... – ela mentiu, embora que se contasse a verdade poderia estimular o mal entendimento do rapaz.
Simon não parecia convencido e voltou a perguntar.
—O que ele fazia aqui com você?
Ela não sabia por que Matteo foi ali, mas seja o porquê, foi o suficiente para afetá-la.
—Não sei, acho que se perdeu. Mas não demorou aqui... –foi tudo o que disse, não querendo mais continuar aquela conversa sobre Matteo, Luna muda de assunto. – Então... Você demorou. Onde esteve?
—Desculpa, minha mãe ficou me prendendo. Mas porque não estava onde pedi que me esperasse?
—Bem, Nina disse que seria aqui... Embora ela tinha duvida na hora de me dar o recado. Mas não importa. Estamos aqui agora. – ela sorri recebendo o mesmo sorriso do rapaz que segura em suas mãos.
—Sim, verdade. – ele concorda e nesse momento Luna sabia o que viria, porem a emoção que imaginou que teria não veio. – Sabe, eu... Pedi para que a gente se encontrasse porque preciso te fazer uma pergunta.
Ela sorri.
—Que pergunta?
Ele se aproxima deixando poucos centímetros de seu corpo ao dela segurando sua cintura e outra mão acariciando seu rosto. Nesse momento Luna fecha os olhos lembrando que Matteo havia feito o mesmo agora a pouco com ela. Não era o mesmo toque e intensidade, mas Luna se obrigou em deixar de comparar porque não havia logica para isso.
—Luna... Eu te amo... Não consigo ficar perto de você sem que faça como minha namorada. – ele sussurra e Luna olha em seus olhos tendo um sorriso emocionado. – Aceita namorar comigo?
—N... — ela sem saber por que, quase ia dizer um não, mas antes que dissesse mordeu sua língua para em seguida dar a resposta que queria dar, ou acha que queria. – Sim.
Simón não percebe a falha de Luna e sorri por ela ter dito sim. Sem demoras ele a beija carinhosamente sendo prontamente retribuído. Luna leva suas mãos aos ombros do moreno enquanto ele aperta sua cintura... Sem entender o porquê Luna geme, na verdade ela se assusta com isso, mas rapidamente entende que a razão por isso não era por excitação do beijo do namorado era porque de uma forma ilógica Matteo invadiu seus pensamentos... Ela sentia como se fosse ele a beijando embora soubesse que se fosse seria bem diferente...
Simón acaba se empolgando achando que seu beijo está excitando à namorada, mas antes que seus beijos ficassem mais intensos, Luna se afasta ofegante e com olhar serio e perdido. Simón entendeu que ela poderia está incomodada por ele ter aprofundado mais o beijo.
—Me perdoe, eu não queria avançar as coisas. – ele se desculpa dando um beijo na testa da morena.
Luna nega tentando clarear a mente.
—Não tudo bem... Acho melhor voltarmos para a festa antes que meu pai e os seus venham atrás de nós.
Ele ri.
—Bom, se vir aproveitamos para anunciar que somos namorados agora.
Luna assente, e o deixa beijar novamente, mas dessa vez ele mantem seus pensamentos concentrados no namorado e não no homem a qual veio confundi-la.
(***)
Matteo dirige de volta para sua casa, pois já não havia mais nada o que fazer na festa. Havia conseguido o que queria se aproximando da filha de Miguel. De fato a garota era bem gostosa a seu ver, e adoraria fazê-la como o seu brinquedo e objeto de suas perversões, e enquanto isso Miguel estaria completamente desesperado por não saber do paradeiro da filha, se ainda esteja viva, se está sendo violentada, ou morta.
Ele sorri imaginando como será ver o seu inimigo ficar louco pelo sumiço se seu bem mais precioso, e perder o juízo quando for devolvido somente um farrapo humano em forma de cadáver.
Sim... Matteo já sabia muito bem o que faria... Sequestraria Luna sem deixar qualquer prova ou rastro como se a garota tivesse desaparecido por abdução, depois a violaria de todas as formas quantas vezes quisesse e não importando o quanto ela implorasse que parasse, no fim de tudo a mataria e limparia todos os vestígios de seu corpo para que nenhum legista descubra quem fez aquilo com ela...
Matteo soube muito bem manipular as coisas a seu favor, soube esperar, ter paciência com tudo e agora irá se deleitar em sua vingança...
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