Doce Vingança

21 Capítulo 20


Notas iniciais
Olá, bora ler? Bjs e boa leitura *--*

Semanas haviam se passado, e Luna havia conseguido se recuperar em seus estudos. Nesse tempo quase não tinha tempo para nada, somente estudar, comer, tomar banho e dormir. Ela só se associava com alguém quando jantava com pai e na escola durante o almoço tendo Nina, Gastón o namorado da amiga e Simón em sua companhia.

Nesses momentos lembrava de que o tempo estava passando e ainda não havia tido a oportunidade de romper o namoro com Simón. E mesmo ainda não fazendo, toda vez que ele tentava se aproximar em um ato de carinho Luna se esquivava sem importar o quanto estava o ferindo. Não fazia por mal, somente estava sem tempo de ter um momento com ele para finalmente por fim nessa relação sem sentido, e como está sempre ocupada, acabava enrolando. Mesmo nos finais de semana quando Simón ia visita-la geralmente dava um jeito dele ir embora com a desculpa de que queria estudar, e mesmo com a insistência do moreno de ficar e ajuda-la de alguma maneira Luna o fazia ir embora.

Não entendia como Simón não enxergava que ela não o queria mais e por si mesmo colocasse fim no namoro, mas ainda sim continuava a persistia. Luna com tudo, não poderia esperar e já alcançando o seu objetivo o quanto antes romperia com ele.

É sexta feira, e apesar de não está mais tendo às aulas extras nesses dias a diretora preferiu manter as reuniões que Luna tinha durante a semana com a orientadora e psicóloga, porem agora sendo somente duas reuniões após o horário de aula, no começo da semana e no final.

Sendo assim, como já havia terminado o período de aula naquele dia, Luna está sentada na mesma cadeira de frente a mesa de Luíza que do outro lado sentada numa poltrona anotava algo na folha em que fazia o rascunho dos relatórios dela. Terminando de escrever, a loira deixa a caneta ao lado para olhar Luna.

—Meus parabéns Luna pelo seu desempenho. – disse elogiando a aluna por ter conseguido se recuperar na escola. – No final conseguiu tirar boas notas e um currículo excelente para levar a faculdade que ingressará no próximo ano.

Luna da um meio sorriso como se o que Luíza disse no fim já não fosse mais seu plano, mas não estaria disposta a revelar a ela. Então só se limita em agradecê-la pela felicitação de seu desempenho.

—Obrigada senhorita Ríos, graças à senhorita e aos meus professores que me deram essa chance que consegui me recuperar.

—Sim, mas você se esforçou bastante para conseguir. – Luíza rebate. – O importante é que trabalhando em conjunto tudo deu certo. Sabe Luna, ninguém queria ver uma aluna como você perder um ano por conta do que passou. Sei que não gosta de falar e não vou insistir que conte, mas seja o que foi o que aconteceu, você conseguiu se superar rapidamente.

Luna volta a dar um sorriso mínimo mordendo a língua para não corrigir a orientadora, pois estava errada em dizer que ela superou tudo o que passou, pois não havia e nunca iria superar, muito menos o amor que ainda está entranhado em seu coração por Matteo. Nem mesmo mantendo sua mente ocupada por todos os dias que passou foram o suficiente para arrancar esse amor, e toda vez que sua mente estava vazia seus pensamentos eram invadidos pelas lembranças dos dias que viveu com Balsano... Por sorte ou pelo cansaço diário, pelo menos não sonhava ou tinha pesadelos com ele o vendo amando outra mulher e não a ela, além do mais sabia que seu pai e Amanda vigiavam o seu sono para ver se via algo anormal ou que deixasse escapar algo que desse uma pista do que poderia ter acontecido com ela, pois era o tipo de coisa que acontece com pessoas traumatizadas, tendo pesadelos com o que viveu de ruim. Só que por sorte da morena isso não aconteceu com ela.

—Então, Luna. – Luíza volta a dizer mudando de assunto. — Já pensou em qual faculdade ou curso que deseja cursar? Temos faculdades boas aqui no México, mas se quer ir mais além e com suas notas pode até conseguir uma vaga em alguma faculdade no EUA. Não sei se pensa ir tão longe, mas eu lhe aconselho em tentar algo novo... Uma aluna com suas notas e desempenhos tem que aproveitar para explorar novos caminhos.

Luna fica surpresa pela sugestão da orientadora, mas pelo que a conheceu ela é do tipo que incentiva o aluno ir mais além, conseguir mais do que imagina em conseguir de maneira limpa e honesta. Por outro lado, Luna ainda não havia decidido qual faculdade cursar embora sempre tivesse certeza que faria o curso de medicina e trabalhar na área de cardiologia. Mas por conta de tudo o que passou e está sentindo, não tem sentido motivada em seguir cursando numa faculdade. Em sua mente, ela queria no ano seguinte ter uma folga viajando ou fazendo um curso artístico que nunca lhe serviria para se sustentar para que depois fosse à faculdade e fazer o seu tão sonhado curso de medicina... Era uma ideia que a cada dia crescia e naquele momento decidiu que seria melhor é revelar seus pensamentos.

—Bem, eu ainda não escolhi uma faculdade... Sei que faltam dois meses para me formar, mas sei lá...

Luíza franziu a testa confusa por ver Luna tão indecisa quando a mesma lutou com unhas e dentes para se recuperar e se formar no ensino médio no exato ano.

—Não entendo Luna. Você se esforçou tanto... Achei que queria logo entrar na faculdade e se formar numa idade atípica que o normal.

Luna nega.

—Desculpe. – disse com pesar. – Eu não me sinto preparada nesse momento para a faculdade. Não me entenda mal... Não é tipo de medo em crescer ou lidar com o mundo lá fora. Na verdade eu quero está lá fora vivendo tudo o que posso viver, mas sei que saindo do ensino médio e engajando em outras dedicações, não vai sobrar espaço para viver algo diferente, conhecer lugares, pessoas novas sem serem as que farão parte do meu ciclo de amizade numa faculdade. Entende?

Pela expressão de Luíza, Luna pode ver que ela entende.

—Sim eu entendo. – confirma a loira. — Você não é a primeira e ultima aluna ou aluno que já conheci que teve as mesmas duvidas. Você irá formar com dezesseis anos...

—Na verdade com dezessete. – Luna corrige. – Faço aniversario na mesma data que já está marcada a colação de grau.

Luíza sorri.

—Okay, se formará com dezessete anos. Geralmente a maioria termina o ensino médio com quase dezoito anos, mas você e a aluna Simonetti terão esse privilegio. Pelo que pude avaliar de seu histórico sempre foi uma aluna dedicada aos estudos e obviamente com isso se sinta um pouco perdida... Tem muitas coisas que abriu mão para ficar em casa estudando e se dedicando a eventos da escola para ganhar créditos extras, e agora com o final de tudo preste a ingressar em outra etapa mais rigorosa e dedicada em uma faculdade, percebe que isso só irá faze com que tudo que poderia aproveitar ainda não conseguira fazer...

—Sim... – Luna assente. — No meu caso depois de formada estarei trabalhando em cansáveis plantões atendendo pessoas que precisarão de meus cuidados, já que meu interesse é cursar medicina futuramente. Eu quero viver isso, mas antes preciso viver outra coisa para no final não olhar para trás e me arrepender.

Luíza sorri.

—Isso é pura verdade. – disse a orientado em concordância. – Já tive sua idade e grandes duvidas, e para não se arrepender ao olhar para trás devemos fazer o que o nosso coração deseja. Então, sendo assim é meu dever em dizer que tem que fazer o que deseja.

Luna sorri achando engraçado.

—Não deveria me aconselhar em me inscrever numa faculdade dos EUA para explorar algo melhor como disse no começo?

—Sim, mas não posso fazer quando você não quer isso agora. — rebate divertida. – Além do mais, sou a orientadora e psicóloga dessa escola e tenho que avaliar o que seja melhor para o aluno. Se visse em você o contrario, até lhe diria para ir à faculdade como deve ser. No entanto, devo fazer o contrario.

Vendo o quanto Luíza está sendo compreensiva e lhe escutando sem ao menos ter que brigar ou gritar para que lhe entendesse ou escutasse, se sentiu aliviada em poder ter sua ajuda mais uma vez.

—Então o que me sugere?- Luna perguntou otimista.

Luíza ergue a sobrancelha adquirindo um semblante pensativo e seus olhos vão em direção a uma pasta que contem panfletos e outros anúncios.

— Você disse algo sobre viajar ou fazer um curso que não vai te dar futuro sustento ou que seja usado como profissão, certo? – Luíza preguntou não olhando para Luna e ver sua afirmação, somente continuou a sua busca na pasta até que encontrou o que procurava pegando e colocando dois panfletos na mesa. – Aqui está.

Luna pega os dois panfletos se encantando com o que havia escrito nos dois.

— Você deve saber que nossa escola está vinculada a um programa de intercambio que promove aos alunos que possui boas notas para que vá fazer algum curso de arte, fotografias e entre outros na França ou na Itália. Geralmente a maioria que se inscrevem vão nas férias para não perder o ano letivo.

Luna recorda que já viu nos murais panfletos sobre esses intercâmbios, como também já ouviu de alguns colegas conversarem sobre. Sua amiga Nina havia ido com Gastón e outros alunos na época que ainda não eram namorados fazer curso de fotografia. Infelizmente nunca teve a chance de ir porque seu pai nunca permitia e inventava outras coisas para ela fazer durante as férias. No entanto, essa poderia ser a chance que teria usando a oportunidade dele agora escutá-la e não querer perdê-la com sua mania de autoproteção. Ainda sim tem um detalhe nesse programa de intercambio que não agrada os seus planos.

—Esse programa só dura poucos meses e eu não quero ficar poucos meses... – Luna confessou.

Luíza nega.

—Calma! Esse programa também proporciona cursos anuais ou conforme apeteça ao aluno. Como a maioria optam por ir aos períodos curtos, já que os pais não permitem e quando finalmente terminam o ensino médio preferem seguir o plano de ir a faculdade. Mais ainda como nossa escola é bem conceituada não tiraram esse benéfico para cursos anuais, e fora que uma vez ou outra aparece um aluno desejando usufruir o intercambio como uma forma mais econômica de conhecer outros pais.

—Mas tem certeza de que posso fazer esse intercambio mesmo já terminado os estudos aqui no Blake?

—Sim, Luna... Claro que sim. Acha que estaria te apresentando essa possibilidade se não fosse possível?

Luna sorri vendo o quanto estava sendo idiota por ter duvidado, mesmo Luíza tendo dito.

—Tudo bem... Acho que essa possibilidade de fazer algo novo me deixou insegura se posso realmente ir. – Luna confessou mantendo um sorriso fraco.

Luíza dar de ombro, e volta a falar.

—Está bem. Então é o seguinte, recebi esses folhetos essa semana e outro memorando sobre os procedimentos que devo passar aos alunos que desejarem fazer parte do grupo que irá para o intercambio. E se tem certeza do que quer seja isso, é só escolher o lugar que deseja passar um ano desfrutando da beleza e de tudo o que esse curso irá te proporcionar. – Luna olha para os folhetos em suas mãos, mas continua a escutar Luíza falar. – E você escolhendo, irei preencher uns formulários de praxe, e terei que falar com o seu pai como também ele autorizando sua ida terá que assinar os termos e autorização... A organização é demorada, então sugiro que fale logo com seu pai para poder o quanto antes colocar o seu nome na lista de inscritos e entre outros procedimentos para legalizar sua viagem de intercambio. E não me esquecendo, com relação à faculdade, pode no ano seguinte usar no seu currículo sua experiência no intercambio na sua inscrição...

Luna ainda observa os folhetos. Não tinha duvida de qual lugar escolher, até porque sempre sonhou passar um tempo naquele lugar e apesar do seu pai ter dinheiro para leva-la numa viagem aquele país, nunca teve a chance de ir, mas agora teria... E quem sabe lá conhecendo outras pessoas, novas amizades e poderá esquecer o amor que sente por Matteo. Depois que voltasse iria à faculdade, mas não a do México e sim alguma dos EUA.

Ela volta a olhar para Luíza é aponta o folheto com o lugar escolhido.

—Este é o lugar que quero ir.

Luíza sorri dizendo...

—Curso belas artes e digital na Itália. Boa escolha...

(***)

É fim de tarde quando Luna terminava a lição de casa. Assim que chegou em casa seu pai ainda não havia voltado do trabalho então subiu para o quarto para tomar um banho e depois lanchar. Após o lanche pediu para Amanda avisar ao seu pai quando chegasse que a procurasse porque queria falar com ele e que estaria no seu quarto fazendo a lição.

A governanta sentiu feliz por ver a garota um pouco diferente dos dias anteriores, como se algo tivesse acontecido para alegrar um pouco a sombra disfarçada que escondia por trás da mascara fingida de alegria.

Luna ficou por um tempo sozinha terminando a lição, respondeu algumas mensagens de Nina contando a novidade dela ir para Itália e ficar um ano lá antes de ir à faculdade, como também pediu segredo e não contasse a Simón porque queria ela mesma contar. Como não era do tipo que passava em frente às decisões da amiga Nina não questionou e garantiu guardar segredo.

Contudo, Luna torcia para que seu pai aceitasse sua ida... Não poderia se iludir que ele aceitaria de cara, porque se trata de uma mudança e decisão radical em que ficaria um ano longe de seu pai e das pessoas que sempre amou, mas ainda sim, ela sentia que precisa de uma mudança, e que tentar seguir em frente continuando a morar naquela casa e cursar uma faculdade próxima não vai levar a nenhuma mudança ou algo diferente, somente fará com que continue a sofrer.

Nesses pensamentos, ela abriu o seu notebook para dar uma olhada no site da escola de artes que pretende cursar... Rapidamente encontra o site e começa a ver tudo sobre o lugar se encantando com tudo... Os dormitórios e banheiros higienizados, albergues ou republicas vinculadas para melhor conforto do aluno, um lugar muito bem preparado para receber alunos que vão para lá cursarem os cursos que aquela escola oferece.

—Oi? – Luna escuta a voz de seu pai entrando ao dar duas batidas antes de abrir a porta. — Amanda disse que quer falar comigo.

Luna sorri deixando o notebook ao seu lado para dar atenção ao seu pai.

—Sim. Vem, sente aqui. – ela aponta para que ele sente em frente a ela.

Miguel fica feliz ao ver a filha mais associável porem alguma coisa dizia a ele que ela queria algo, ainda sim não iria deixar de ouvi-la ou ficar feliz por está mostrando está bem com ele. Além do mais desde que deixou viver o seu dia a dia como queria, percebeu o quanto Luna aos poucos voltava a ser a mesma com ele, ainda que notasse certa tristeza escondida no que havia de bom mostrando.

—Então... O que quer falar comigo? – Miguel pergunta ao sentar no lugar que Luna indicou.

Com um sorriso mínimo ela pega o folheto e um caderno impresso com tudo que se precisa saber sobre o intercambio e o lugar onde seria e em seguida entregando a ele. Miguel franziu a testa olhando para as coisas que Luna lhe entregou para olhar ela novamente a procura de resposta.

—O que é isso? – ele perguntou confuso.

Luna não hesita e responde.

—É um material que peguei na escola com a orientadora. Hoje cedo conversamos sobre o que pretendia fazer após me formar.

—Você vai para a faculdade mais próxima de casa, não é?

Luna respira findo vendo que seu pai tinha uma ideia errada de seus planos e que poderia ser mais difícil do que imaginou aquela conversa, mas não desiste e continua a falar.

—Não pai... Não é isso que eu quero.

Miguel franziu a testa não gostando muito do que escutou.

—Como assim? Não quer ir para faculdade? Você se esforçou tanto para conseguir se recuperar e daqui a poucos meses irá se formar, e agora está dizendo que não quer ir à faculdade? Não entendo, muito menos aonde quer chegar com isso. – ele ergue o material sacudindo levemente e colocando na cama entre ele e a filha.

Luna olha para o material e o pega novamente, voltando a dizer.

—Pai, não sei o que pensa, mas irei dizer o que penso e quero. Eu quero atrasar pelo menos um ano a minha ida para a faculdade e passar o próximo ano fora do país fazendo algo diferente, conhecendo pessoas novas, respirar novos ares, crescer e amadurecer sozinha.

—Mas você pode fazer isso aqui e não precisa ir para longe. — Miguel a interrompeu mostrando que não quer que ela vá para longe dele.

Luna fica séria, adquirindo o mesmo olhar que indica que seu pai está começando a irritá-la e agir do jeito que levará a terem uma briga por ele começar a voltar a agir feito um pai superprotetor.

—Papai, pare, por favor. – ela pediu duramente. – Não sei o que pretende dizendo essas coisas, mas eu digo de uma vez por todas que pare de querer me manter por perto. Posso ainda ser menor de idade, mas sabe muito bem que sou madura para lidar com coisas novas. Precisa soltar as minhas mãos e me deixar caminhar sozinha, e quando digo isso, digo que tem que aceitar que seja ano que vem ou daqui quase dois anos quando tiver dezoito anos, não estarei mais aqui, estarei lá fora vivendo a minha vida, fazendo minhas escolhas e só vindo aqui quando for o seu aniversario, feriados, natal e ano novo, possivelmente até em alguns fins de semana que tiver folga. Querendo ou não isso vai acontecer, e seguindo essa linha obsessiva me mantendo presa ao senhor só vai piorar as coisas. O senhor sabe o que dá agindo assim... Sei que não quer me perder e tem medo, mas não pode me proteger porque seja o que for o meu destino será sem o senhor poder impedir. Então por favor, entende, me escute e acima de tudo aceite.

Miguel encara a filha percebendo o quanto ela está mudada e que está certa no que quer e não adianta ele relutar porque só irá trazer discursão a aquela conversa. Como não está disposto abrigar com Luna...

—Está bem... Conte-me sobre seus planos. – ele pediu por fim recebendo outro sorriso genuíno da filha.

Luna explicou tudo a ele, inclusive que após sua volta do intercambio quer cursar numa universidade fora do país. Miguel escuta tudo sem rebater e ver o quanto Luna está certa do que quer, como também não pode impedir que ela seguisse seus planos e sim dá-la apoio para que tenha sucesso, então por fim ele fala.

—Parece que tem tudo em mente.

—Sim... Será uma nova etapa, mas eu quero viver isso. Preciso e espero que o senhor me permita a realizar esse desejo.

Ele respira fundo vendo que não tinha mais o que rebater contra.

—Está bem. Vamos ver tudo para que você vá para esse intercambio... Mas quero falar pessoalmente com sua orientadora e diretora, pesquisar sobre o lugar que ficará, com quem vai... Não posso permitir que vá sem ter certeza de que está segura.

Luna sorri e abraça o pai dando vários beijos em seu rosto.

—Obrigada pai, o senhor não sabe o quanto me faz feliz. – ela disse tendo lágrimas de alegria em seus olhos.

Miguel sorri e se emociona ao ver Luna tão alegre como sempre foi... E se é para vê-la sempre desse jeito deixaria de lado seus medos para que sua filha seja feliz.

Notas finais
Pois é! Luna tomou outra decisão importante na intenção de usar como meio para tentar esquecer Matteo. Será que com isso ela consegue? kkkk veremos . Bjs e comentem...