Doce Vingança

11 Capítulo 10


Notas iniciais
Bora ler mais um? Espero que gostem e bora leitura *--* Bjs !

—Uhm... — Luna geme sentindo o membro de Matteo roçar em seu bumbum.

Ele beija suas costas dando leves mordidas e sente uma de suas mão tocar sua intimidade lhe estimulando enquanto o seu traseiro fica empinado para que a penetre. Matteo geme com o aperto intimo acolhendo sua glande pulsante passando e mexer o seu quadril em um vai e vem lento. Luna volta a gemer mostrando o quanto estar se deliciando com a invasão em seu intimo.

Matteo aumenta mais seus movimentos continuando a estimular o clitóris molhado com seus dedos... Luna rebola o excitando ainda mais e com isso ele ergue mais o quadril dela para que seu traseiro ficasse ainda mais alto fazendo com que fique de quatro. Luna não recusa e de certa maneira gostava dessa posição já que Matteo não a beijava e essa posição lhe dando mais prazer pela profunda penetração.

As estocadas acabam aumentando, mas ele não chega ao limite. Ao contrario de continuar penetrando por ali, Matteo decido trocar as entradas retirando seu membro do intimo para deslizar lentamente no anus apertado da morena. No começo Luna sente um desconforto, mas sabia que se protestasse Matteo poderia se irritar e invadindo de uma vez como sempre fazia quando queria fode-la ali, mas como fazia dias que Matteo não a penetrava por naquela entrada e mostrando mais moderado nos momentos de sexo, ela não queria que as coisas voltassem do jeito que era então começou a rebolar e a relaxar para que ele introduzisse seu membro lentamente até coloca-lo tudo.

—Delicia... UHMMM. – ele murmura rouco e deliciado com o aperto em seu pênis.

Matteo começa a movimentar em um vai e vem lento e isso não agrada muito a ela, pois de certa maneira havia acostumando com ele usando movimentos bem firmes e assim seu corpo esquentando e a dor que lhe incomodava se dissipando e dando lugar ao prazer dela. Sim, Luna de certa maneira não só se acostumou em ser fodida pelo anus como também passou a sentir prazer ali.

—Uhm... Mais forte... — ela pede e Matteo com um sorriso safado atende o seu pedido.

Ambos gemem intensamente pelo prazer e Matteo a puxa mantendo as costas dela em seu peito enquanto seus lábios tocam a pele lisa e suada da morena. Luna rebola em leves cavalgadas, e isso faz com que Matteo aumente mais suas estocadas com isso ele urra jorrando seu liquido quente por ali. Luna também chega ao seu limite, cansada deita novamente na cama de bruços. Matteo desaba a seu lado e fica por ali normalizando sua respiração.

Luna não repara se Matteo saiu da cama somente deixou o cansaço lhe dominar, porem segundos antes de cair na inconsciência sente os braços dele circular sua cintura e sua respiração em suas costas. Não se incomodou que ele lhe abraçasse ou se dormiria ali com ela, pois sensação é deliciosa... Matteo não queria sair dali somente abraçou o corpo de Luna e na sequencia como ela, ele cai no sono.

(***)

—Ai... — Luna sussurra sentindo uma forte dor na altura de seu ventre. O dia começa a clarear deixando a luz do amanhecer iluminar o quarto.

Matteo ainda dormia junto a ela e sendo assim ele não era o causador de sua dor por motivo de agressão ou qualquer violência sexual.

Luna automaticamente leva suas mãos presas até seu ventre apertando e ao mesmo tempo gira o seu corpo de lado encolhendo as pernas. Nesse momento Matteo desperta por ouvir os gemidos doloridos da morena e pela forma que começou a se movimentar na cama. Ele olha conferindo se Luna estava tendo um pesadelo, pois a garota a maioria das noites ficava atordoada enquanto dormia por algum tipo de pesadelo.

Ele geralmente não se incomodava porque era a reação que esperava em resultado do que ele fazia com ela, mas nada comparado ao que estava vendo... Luna estava encolhida como se tivesse sentindo muita dor. Nesse momento Matteo desperta erguendo um pouco o seu corpo para ver o que está acontecendo com a morena.

—Ei, o que é isso? – ele coloca sua mão nos ombros de Luna tentando faze com que ela vire para ele.

Numa tentativa falha em olhar para Matteo, Luna acaba se encolhendo mais ainda.

—Co-cólicas... Uhmmm. – ela respondeu entre o gemido em desconforto.

—Cólicas? – ele perguntou incrédulo no momento não entendendo o que ela queria dizer com aquilo.

Pela primeira vez Matteo se sentiu assustado com o que via, e seus olhos por um segundo passam pelo corpo da morena e seus olhos abrem ao ver o lençol embolado entre as pernas dela sujo de sangue.

—Merda! – ele pragueja. – Será que porra daquela injeção não funcionou? Devia ter usando camisinha por precaução. — disse a si mesmo se recriminando.

Luna fica confusa com que ele falou.

—Injeção? Camisinha? Do que está falando?

—Uma coisa que evite que engravidasse. – ele responde secamente se levantando da cama passando as mãos em seu cabelo antes de por o short.

Luna tenta girar o seu corpo para olhá-lo ainda confusa e vê que Matteo parecia preocupado como se algo tivesse dado errado.

—Porque está desse jeito? Uhmmm, ai. – ela pergunta, mas acaba sendo tomada por outra onda forte de cólica.

—Eu lido com tudo, mas uma mulher abortando, isso não faz parte do meu plano.

Com a resposta, Luna abriu os olhos surpresa por ele pensar daquela forma, mas ao mesmo tempo querendo rir dele por pensar que estaria abortando, e se não fosse sua cólica de primeiro dia do ciclo menstrual já estaria rindo da cara dele.

—Matteo, não estou abortando... Sinto essas cólicas fortes no primeiro dia que fico menstruada. Só isso...

Matteo franziu a testa se aproximando dela novamente. Pela expressão da morena percebe que diz a verdade, e respira em alivio.

—Se é isso, porque está assim se contorcendo?

Ela nega.

—Não... É assim mesmo... A cólica vai passando depois que tomo um comprimido para cólicas com um chá e repouso. Nos dias seguintes eu fico bem...

—É sempre assim mesmo? – ele pergunta duvidoso.

—Sim... Sempre foi assim desde que menstruei pela primeira vez, odeio ficar assim. Fui ao ginecologista achando que havia algo de errado. Fiz exames para ver se era algo anormal, mas não deu em nada... A doutora disse que seria assim até eu pelo menos ter meu primeiro filho. Como isso ainda vai demorar ou se eu estiver viva para acontecer, me livrarei desse inferno mensal. Uhmmmm... Ai que dor...

Matteo se sente um pouco aliviado por saber que não estaria perdendo seu filho no ventre de Luna. Não que em algum momento desejou ser pai, na verdade nunca quis ser e se Luna ao invés de perder o suposto bebê e continuasse gravida seria um problema para ele, porque teria que ficar com ela no cárcere por mais tempo do que previa e ter que lidar com um bebê. Por outro lado se fosse caso de aborto, teria que arrumar um jeito de levar um médico naquele lugar para examiná-la tomar certos cuidados, e isso poderia de alguma forma trazer suspeitas.

No entanto, se não era nada de seus temores, pelo menos está preparado para esse período delicado dela... Havia na casa remédios e chás para tal situação, e o que só restava era cuidar dela. Respirando fundo, ele volta a falar.

—Menos mal. Isso eu posso lidar... Vem cá... Levante que vou te levar para tomar banho.

Luna assente se levantando. Matteo pega as chaves da corrente e a leva até o banheiro. Lá ele abre a torneira da banheira deixando a água morna enche-la. Enquanto isso Luna está debruçada em direção a pia por conta da cólica que está sentindo. Vendo o quanto está desconfortável, Matteo vai até ela pegando seus pulsos e retirando as algemas. Luna fica surpresa que ele tenha feito isso embora soubesse que era tudo porque havia o obedecido ou porque somente iria liberá-la naquele momento por conta de suas cólicas, e sendo assim poderia repô-la quando voltasse para o quarto.

Não demora muito para a banheira ficar cheia, e Matteo ajuda a morena a entrar. Assim que a percebe estando acomodada, lhe passa a esponja para que passasse em seu corpo e a embalagem de sabonete liquido e se afasta.

—Vou trocar os lençóis e espero que não faça nada imprudente me obrigando a fazer as coisas como antes. – ele diz alertando e ao mesmo lembrando que o significado de algo imprudente seja ela tentando se matar, até porque uma tentativa de fuga seria inútil e ainda mais tenta-lo agredir já que não havia nada ali que pudesse fazer. Luna assente balançando a cabeça, mas ainda sim não pensava em tentar fazer algo que Matteo voltasse a ser o monstro de antes.

Em seus pensamentos, não era porque ele não mais a estuprar ou lhe agredia que fizesse ele deixar de ser um monstro, mas pelo menos era melhor do jeito que estar o mesmo de e antes, e sendo assim optava em seguir as suas regras do que ser imprudente... Além do mais, Luna quer sair viva dali e querendo ou não se o preço de sua liberdade fosse manter segredo do que aconteceu, faria, e provaria a Matteo que seu silencio é absoluto.

Mais tarde, Luna já estava de volta à cama e agora dormindo. Matteo havia lhe dado o remédio e o chá para aliviar a dor da cólica e acabou por dormindo. Somente despertou na parte da tarde quando já havia passado o horário do almoço.

No entanto, ele havia deixado novamente presa nas algemas quando a colocou na cama, mas Luna não protestou, e seja o que se passava na mente do moreno com essa atitude, não iria questioná-lo e tão pouco cobrá-lo de que havia prometido tirar as algemas se ela comportasse bem, e sabendo que fez poderia manter sua promessa.

Por outro lado, Luna cogitou que Matteo possa ter mentido, ou porque ainda não se sentia seguro com ela ainda que tenha deixado sozinha durante o banho sem as algemas.

—Venha. Precisa comer... – ele fala assim que a ver desperta. Como Luna não havia almoçado, ele trouxe um lanche reforçado, pois como está nos dias de seu ciclo menstrual precisaria de bastantes vitaminas para se manter saudável.

Matteo não queria vê-la doente, porque isso complicaria sua vida... Sendo assim preferia cuidar dela do que deixar a mingua. Além do mais, Luna mostrava a ele que estar disposta a fazer as coisas como ele quer e sendo assim não fica difícil de poder recompensá-la.

Luna ergue suas mãos para ele soltar a corrente das algemas, porem Matteo retira as algemas. Quando percebe outro olhar surpreso de Luna, responde como se já soubesse o que pensa.

—Eu cumpro o que prometo. Você está se comportando bem, então já pode fazer certas coisas sem as algemas.

Luna não estava muito satisfeita, porque preferia ficar ali sem elas a todo o momento, mas Matteo deixou claro que não era de baixar aguarda para algo melhor.

Liberta pelas algemas Luna caminha até a mesa sentindo um pouco melhor das cólicas e senta na cadeira contemplando seu lanche, faminta não hesita em começar a devorar o conteúdo da bandeja sem se importar com os olhares de Matteo em sua direção. Ele sempre fez isso toda vez que leva comida para ela, mas geralmente não diz nada só quando há necessidade.

—Vejo que está melhor. – Matteo diz quebrando o silencio.

Luna olha para ele, mas continua a comer sua tigela de frutas frescas.

—Sim. E me desculpe por tê-lo assustado. –ela disse tranquilamente.

Matteo ergue a sobrancelha pela forma que menciona ter lhe dado susto. Na verdade, a palavras correta para definir como ficou era “aterrorizado” achando que ela poderia estar abortando. Ainda sim não iria admitir.

—Não se pede desculpa por reações naturais do corpo feminino. Só fiquei surpreso por não se lembrar desse detalhe que ocorre mensalmente na vida de uma mulher.

Luna adquire um meio sorriso nos lábios, pois gostou da maneira como se referiu a ela como mulher... E de certa forma, agora é uma mulher. Matteo analisa o sorriso da morena, não era deboche e sim como se havia gostado de algo que disse. Mas deixou passar, para voltar a falar novamente.

—Bem... Então você terá um bônus tendo uma folga em suas noites sem sexo. Três ou quatro dias que fica assim? – ele perguntou querendo saber quanto tempo Luna ficará menstruada.

Ela deixa de colocar outra colherada de fruta na boca absolvendo as palavras de Matteo. Não poderia considera um bônus ter uma folga para ele não ter relação com ela, até porque só faria isso por ela está menstruada, fora isso, Matteo sempre pareceu um homem insaciável por sexo, lhe procurando não só todas as noites como também outras horas do dia. E intensificando ainda mais nesses dias que procedem a uma trégua. Porem, ela não iria rebatê-lo somente lhe responderia.

—Fico assim somente três dias exato. Só algumas vezes durou quatro, mas a maior parte é três dias.

Ele assente.

—Então, acho que vou lhe trazer alguns livros para que se distraia além da TV. E vou aproveitar para resolver certas pendencias...

Luna franziu a testa se perguntando se ele iria sair lhe deixando sozinha.

—Vai me deixar sozinha nesse lugar? – ela perguntou mordendo o seu lábio inferior se arrependendo de ter feito a pergunta.

Não mostrando não contrariado pela pergunta, Matteo responde tranquilamente.

—Não. O que tenho a resolver será por aqui mesmo. Só disse que ficaria sozinha porque só virei quando for trazer a sua refeição.

Meneando a cabeça em um sim leve mostrando que agora entendia o significado de está sozinha, Luna volta a colocar mais frutas na boca. Matteo não volta a falar... Para Luna naquele dia pareceu diferente com ela e até mesmo ficou ao seu lado assistindo um filme que passava na TV... Também não fez comentário quando apareceu uma entrevista com seu pai na TV falando sobre seu desaparecimento.

Se limitando a não dizer nada, Luna somente percebe o quanto seu pai está sofrendo, pois seja o que foi que fez a Matteo, é nítido o quanto ele está alcançando seu êxito vingativo. Parte o coração da morena ver Miguel daquele jeito, e dentro dela repetia para si que seu pai é um homem bom e que não poderia ser capaz de fazer mal a ninguém... Queria dizer isso a Matteo com todas as letras, mas vendo que ele sente um ódio imenso por seu pai, ela não iria estimular à ira dele para no fim acabar descontando a raiva nela novamente. Só pelo ódio e sede de vingança já fez o que fez, imagina se começasse ali chorar e disser que ele não merece sofrer. Sendo assim, Luna acaba por trocar de canal deixando em uma emissora que passa serie, e ali permaneceu assistindo uma maratona da serie que preferida.

(***)

Fim de tarde em outro lugar...

Nina encara a tela do seu celular olhando a ultima foto que havia tirado junto a sua melhor amiga. As lagrimas começaram a brotar em seus olhos em sinal de emoção pela falta que ela lhe faz. Os dias que se passaram transformaram em mês, e não havia nenhuma noticia ou sinal do paradeiro de Luna.

No meio disso tudo tinha somente o consolo de seu primo que também sofria pela ausência de sua namorada. Nina até chegou a ter os mesmo pensamentos que ele teve em relação ao tal Matteo o qual seu primo a viu conversar com Luna no dia da festa em sua casa, mas depois até o próprio Simón se deu conta de que estava sendo levado por um ciúme ridículo sem pé e nem cabeça. Pois Matteo Balsano era o homem bem importante e sua imagem muitas vezes aparecendo nas redes sociais de jornalismo quando estava no país, mas como ele vivia na Argentina não seria o certo desconfiar de uma pessoa que só falou uma única vez com Luna, fora que não havia nada que ligasse ele a garota.

Sendo assim Nina acabou por se sentir ridícula por ter se deixado levar por teorias ilógicas e ciumentas do primo, mas por ouro lado ela só queria a se agarrar numa esperança de que poderia desvendar o mistério do desaparecimento de sua melhor amiga.

Triste em seus pensamentos Nina não percebe alguém se aproximar e sentar ao seu lado até que o mesmo começa a falar.

—Oi.

Nina piscou seus olhos despertando da distração e limpa a lagrima que escorria por seu rosto para encarar o seu visitante.

Assim que seus olhos encaram os do moreno diante dela, sente o seu coração acelerar e suas bochechas corarem. Não por vergonha, mas pela surpresa de ver um dos garotos mais populares da sua escola ali diante dela.

Gastón está no mesmo ano que Nina, não são amigos ainda que a garota mesmo sendo tímida possuía certa popularidade em seu blog com codinome Felicity For Now . Ele sempre gostou das coisas que ela escrevia e postava, até queria se aproximar mais da garota, mas por seus amigos ficarem sempre colocando pilhas negativas contra a amizade dele com ela pela garota ser nerd ainda que popular, acabou sendo levado pela influencia dos amigos. Porem desde que houve o sumiço da melhor amiga dela, sempre tentava se aproximar, mas algo sempre atrapalhava, até mesmo sua ex-namorada a qual acabara de voltar de sua casa e terminar o namoro que já não estava dando mais certo. No entanto caminhando e se sentindo mais leve por ter conseguido fazer com que Delfina aceitasse o fim da relação dos dois e vendo Nina ali sozinha sentada num banco abaixo da arvore na praça, resolveu abraçar a sorte e ir até ela, antes que sua coragem o atrapalhasse.

—Oi. – foi tudo o que ela respondeu para ele, tendo seus olhos marejados e vermelhos pelo choro.

Preocupado, Gastón se aproxima mais tocando o rosto de Nina que fica ainda mais vermelha, porem não se esquivou do toque.

Ela sempre gostou do rapaz mesmo nunca ter sido correspondida por ele. E tendo Gastón ali com uma expressão preocupada por ela e tão próximo, se sentiu como se toda a sua tristeza fosse passar.

—Está assim por conta de Luna não é? – ele perguntou já que conhece também a garota. E diferente da Nina ele sempre falava com Luna às vezes que esbarrava na escola ou na rua com ela, mas não eram amigos.

—Sim... Estou com medo do que possa ter acontecido com a minha amiga. — Nina volta a chorar e dessa vez soluçando.

Gastón a puxa em um abraço e começa acariciar os cabelos da garota, que não resiste e se entrega ao carinho... Ficam ali por mais alguns segundos ate que Nina controla o choro e se afasta um pouco limpando suas lagrimas. Ele ajuda a limpar o rosto com sua mão e com a outra a mantendo perto de seu rosto, quando seus dedos tocam nos lábios de Nina, ele ficar por alguns segundos observando o contorno e volume dos lábios rosados.

Não consegue resistir, e colo seus lábios nos dela em um beijo casto... Nina não sabia como agir, pois estar sendo beijada pela primeira vez pelo cara que sempre gostou, mas nuca mostrou que teria chance. Em um segundo que ela se afasta para respirar abrindo um pouco aboca, Gastón invade com sua língua morna na intenção de aprofundar mais o beijo e assim Nina acaba cedendo...

Ambos ficam ali um nos braços do outro entregue aos beijos. No entanto, Nina lembrou-se de um detalhe. Gastón tem uma namorada e bruscamente se afasta o deixando confuso.

—Você não deveria ter feito- ela diz atordoada.

Gastón levanta se aproximando dela, mas Nina se afasta.

—Desculpa, eu não queria me aproveitar de você, é que eu...

—Você tem namorada. – ela o interrompe bruscamente.

Esse fato era bem mais dolorido falar em confirmação do que pensar para Nina.

Gastón sorri se sentindo otimista que ela tenha tido aquela reação não por ter detestado o beijo e sim por ele ter namorada. Porem não iria deixar aflita por isso.

—Nina, acabei de terminar o namoro com a Delfina... Já não estávamos dando certo, e eu estou vindo de lá da casa dela...

Nina via que Gastón dizia a verdade, mas ainda sim está confusa por que ele a beijou. Cogitou a possibilidade dele querer só zombar com ela.

—Vo-você... Me beijou porque? – pergunto sentindo que poderia também ter sido por pena e não por uma ilusão dele sentir algo por ela.

Gastón volta a se aproximar com um sorriso lindo em seus lábios colocando suas mãos em volta de seu rosto para garantir que Nina olhasse em seus olhos. Ela arfou com aquela atitude dele e seu coração acelerou ainda mais, e as borboletas em seu estomago começou a borbulhar ainda mais.

—Me desculpe ter sido precipitado e agir por impulso ainda quando mal acabo de terminar um namoro. Mas não me entenda mal, eu gosto de você...

Nina piscou os seus olhos duas vezes surpresos.

—Go-gosta de, de mim? – ela sussurra gaguejando.

Ele amplia ainda mais o seu sorriso.

—Sim, e muito... Sempre quis me aproximar e sei lá... Ser seu amigo. Como sou um idiota acabava não fazendo com medo dos meus amigos ficarem me enchendo com piadas. Mas eu tentei me aproximar, só que nunca conseguia e agora que te vi aqui, não consegui resistir e me aproximei. Sei que possa está com raiva ou até não sente o mesmo que eu, mas eu preciso tentar.

Nina não conseguia acreditar que Gastón o cara por quem desde seus treze anos vêm nutrindo uma paixão platônica por ele, e agora o moreno está ali se declarando.

—Eu gosto de você também. – ela falou no impulso, como se continuasse calada ele poderia desistir. Vendo-o sorrir de alegria lhe abraça.

Sem demora Gastón volta a beijá-la, mas dessa vez Nina não se afasta, somente quando falta folego para ambos.

Com as testas coladas recuperando o folego, Gastón começa a falar ofegante.

—Sei que está triste por sua amiga, mas eu quero lhe consolar e diminuir a sua tristeza... Aceite sair comigo?

De olhos fechado esse deleitando com o hálito delicioso do moreno, Nina responde.

—Sim, eu quero. –e voltam a se beijar.

Nina estar feliz por finalmente estar com o cara que sempre gostou e por incrível que pareça gosta dela também. Só não estar mais contente porque não tem Luna por perto para lhe contar e partilhar de sua alegria com a melhor amiga.

Notas finais
Caramba, Matteo ficou com o brioco apertado... kkkk Achou que Luna poderia ter ficado gravida e estava abortando. Mas vá! Tem homem que não sabe lidar com mulher nesse estado, mas pelo menos depois ele soube cuidar não é? O que vocês acham? Será que Matteo já está amolecendo ou ainda tem gelo em seus coração? Aguardem os próximos capítulos... Domingo que vem tem mais *--* Bjs #Lutteo