Doce Trapaça
6 Capitulo Cinco
Notas iniciais
POV Jacob
Aquilo tudo era estranho.
Estranho não, esquisito, bizarro até.
No começo eu fiquei na duvida se era Nessie ou não. O rosto estava mais delicado, os cabelos primorosamente lisos, seu sorriso angelical demais e seu olhar? Pudico como o de uma meina inocente.
A Renesmee que eu conhecia não era assim. Tinha alguma coisa errada.
Sentei-me a seu lado e no meio do jantar eu não me aguentei, coloquei minha mão em sua perna.
Ah! Pernas grossas e macias, meu pau fisgou na mesma hora.
E não foi que a danada começou a corresponder com as carícias. Definitivamente era a Nessie que eu conhecia.
Apesar de ser divertido ver o Paul bancar o bobão, eu já tinha decidido sair àquela noite.
Cheguei à boate ainda no auge. Muita mulher bonita, algumas conhecidas, outras não.
Eu estava com um grupo de amigos. Todavia não tardou e nós já estávamos separados.
Eu flertava com uma ruiva gata. Ela era magricela, mas tinha uns seios exorbitantes e uma boca tipo Jolie¹ além dos olhos verdes. Eu confesso, fiquei ludibriado, entretanto enquanto a ouvia dizer sobre um incidente na fila eu levei minha vodca à boca e olhei ao redor.
Estreitei meus olhos quando observei a mulher de relance e de perfil dançando perto dali. Estiquei meu pescoço sutilmente para tentar enxergar melhor, mas só era possível ver seus cabelos lisos ––– o que me lembravam da namorada do Paul lá em casa ––– e seu quadril metido em uma saia preta brilhosa e chamativa.
Virei o conteúdo do meu copo de uma vez na boca e informei à mulher que tagarelava ao meu lado:
––– Eu avistei um amigo e não posso deixá-lo passar. Desculpe-me, é urgente. ––– eu dissimulei um ressentimento.
Meu alvo falava enquanto brincava com os cabelos, ela se parecia tanto com aquela em minha casa.
Elas tinham o mesmo corpo rico em curvas, os lábios sedutores, a silhueta atraente, o jeito sensualmente delicado.
O que me deixou encucado foi o porquê de antes os trejeitos dela me pareciam doce, suave, meiga e terna, e agora, era tão sensual, fatal e excitante?
Se Renesmee não fosse a mulher mais enlouquecedora que eu já havia conhecido não deixaria a ruiva à minha frente, porém o pensamento de ter Renesmee aquela noite fazia meu membro inchar só de pensar o quão prazerosa podia ser a noite.
Eu esperei a ruiva me dar o numero de telefone dela ––– para qualquer eventualidade ––– enquanto prestava atenção em Nessie se aproximar da pista rebolando bastante ao ritmo caliente.
Aquelas pernas que estiveram tampadas por um terço da noite agora estavam à mostra e sustentavam um gingado me deixando com o pau duro.
Sem duvidas era minha cunhadinha. Não deixei de sorrir comigo mesmo pelo sarcasmo implícito.
Abracei-a por trás e logo senti seu cheiro avassalador.
Brinque com ela e tentei arrancar a verdade sobre o namoro com o Paul, porém não consegui, eu já esperava uma evasiva da parte dela, entretanto a ideia de usar sua dupla personalidade para me satisfazer foi repentina e bem vinda.
Eu sabia que o motivo de Renesmee estar com o Paul ia além de querer um namorado "apresentável”.
Humpf!
Eu não era idiota, ela não precisava disso.
Nessie tinha um motivo, ela não se sujeitaria a fingir tão bem se não fosse necessário e importante. No entanto desde que ela me beijara na pista eu deixei de pensar naquela merda toda.
Eu não engoli aquela estória contada, mas eu investigaria depois. Por hora eu só queria me afundar naquele corpo gostoso.
****
Definitivamente eu estava adorando aquela situação. Eu tinha Renesmee em minha cama quase todos os dias e ainda via o Paul posar de corno.
Ele poderia ser meu irmão, mas ele merecia. Ah se merecia.
Paul não era santo, porém sabia esconder as merdas muito bem. Mas não de mim, ele não me enganava.
Não mais.
Eu sequer pestanejava antes de persuadir Renesmee ––– como se precisasse de muito ––– para me deliciar em sua boceta quente.
Aquele dia não foi diferente.
Chovia. Era mais um domingo sem muitas emoções lá em casa. Mas eu o faria agitado.
Renesmee almoçou conosco. Ela parecia uma boneca de porcelana ––– Nessie xingou até minha quinta geração por eu dizer isso à ela no fim da noite ao telefone –––. Seu vestido era cor de creme e era seda, justo indo até os joelhos. Seu quadril estava proeminente naquela roupa.
Passei a tarde de papo com uns amigos na sala de jogos e quando retornei a sala de estar minha cunhada estava sozinha.
No mesmo instante um sorriso maroto brotou em minha boca.
––– O que houve? ––– indaguei espantado.
Renesmee era o bichinho de estimação de nossa casa ––– ela odiava isso, mas gostava da minha mãe –––.
Por falar em Dona Sarah eu já havia escutado a frase “Como uma filha para mim” por diversas vezes quando mamãe referia-se a Nessie.
Por tantas razões estranhei Nessie sentada sozinha no sofá maior.
––– Seu pai quer conversar com Paul algo da empresa e sua mãe está ao telefone com uma amiga.
––– Qual amiga?
Renesmee franziu a testa e encarou-me ressabiada, contudo respondeu:
––– Não tenho certeza, mas a ouvi mencionar o nome Sue. ––– seu tom era casual ela balançou levemente os ombros e passou a olhar as unhas.
Ao ouvir sua resposta eu alarguei meu sorriso. Sue e mamãe eram amigas de infância ––– algo a ver com frequentarem a mesma escola só para meninas –––. O fato era de que Sue viajava muito e quando minha mãe tinha a oportunidade de falar com ela eram horas gastas ao telefone.
Não era exagero.
––– Tem muito tempo que ela atendeu ao telefonema? ––– perguntei sério e pensativo.
Sentei-me ao lado de Nessie e a puxei distraidamente para meu colo.
––– Jake está louco? ––– reclamou arrumando-se ao meu lado. ––– Para quê tantas perguntas?
––– Ela levará longos minutos até retornar... ––– Meditei. ––– E isso está me dando um tesão horrível... ––– passei a sussurrar e a inclinar-me para Nessie. ––– Porque é tempo suficiente para eu matar essa vontade de você. ––– declarei ao ouvido dela dando-lhe um beijo molhado naquela região em seguida.
––– Não Jake aqui é perigoso. ––– contestou debilmente.
Eu sorri e deixei minhas mãos repousarem em suas coxas.
––– Não era aqui na sala e no sofá que pensei.
––– Jacob tire essa ideia maluca de sua cabeça, seja ela qual for. ––– demandou levantando-se.
Erro dela.
Abracei-a por trás e a guiei até as escadas.
––– Jake, me solta. ––– ordenou-me ela. Não obedeci.
Forcei-a subir até o segundo andar.
––– Porra Jake, o que pretende? ––– seu sussurro não ofuscou sua ira.
––– Comer você. ––– Disse em seu ouvido. ––– Está irresistível nesse vestido. ––– declarei já a levando até o meu quarto.
––– Jake, não estamos sozinhos, alguém pode nos ver... ––– ela argumentava irritadiça e em sua voz havia um traço de desespero.
––– Está com medo Cullen?
Prensei-a na parede ao lado da minha porta.
––– Você é louco. ––– ela demonstrava surpresa por meu gesto impulsivo.
––– Louco por você delícia. ––– mordi seu pescoço sem dó. ––– A culpa é sua por ser tão gostosa, Renesmee. ––– praticamente gemi em seu ouvido.
Eu tinha uma mão na perna de Nessie e passei a apertar a sua coxa, e com a outra mão acarinhei seu abdômen.
Intempestivamente abri a porta do meu quarto e a empurrei levemente para dentro trancando a porta em seguida.
––– Jake isso não dará certo, sua mãe me procurará, por Deus. ––– ela tagarelava dando voltas em meu quarto.
––– Querida nem minha mãe, nem Paul e nem Deus tirará você daqui e te salvará. ––– falei com tom devorador atraindo o olhar reprovador de Renesmee para mim.
Eu estava encostado na porta com os braços cruzados sobre o peito e meus olhos em fendas deveriam estar flamejando a veracidade de minhas palavras, pois contemplei um ardor tomar conta dos olhos chocolates de Nessie.
Aquilo me incendiou e acabou com meu resquício de controle. Enlacei sua cintura e tomei sua boca em um beijo voluptuoso, minha língua era ágil e afoita, ouvi os gemidos de Nessie à medida que notava seu corpo ceder ao meu.
Aquela batalha estava encerrada e perdida. Para ambos. Somente o desejo impetuoso ganhava ali, guiando a nós dois.
Renesmee bagunçava meus cabelos com uma mão e ao mesmo tempo arranhava minhas costas com outra. Nosso beijo era devasso, eu rodeava minha língua como queria rebolar com meu pênis dentro dela.
Mas o pulmão reclamou e fomos obrigados a nos separar para pegar ar. Resvalei meus lábios ainda sedentos e cálidos pelo pescoço de Nessie, e acariciei seus seios. Como eu os adorava.
Eram redondos e perfeitamente pesados. Não exagerados apenas excitantes e saborosos.
Massageei-os de forma que eles se enrijeceram ainda mais, Nessie apenas suspirava me excitando mais. Seu corpo quente levava o meu à uma ebulição, o qual não me deixava quieto.
Louco de tesão a joguei sem cuidado no colchão, deitando-me por cima dela, capturando seus lábios rosados mais uma vez.
Renesmee em um lapso de sanidade levantou-se e arrancou o vestido antes que o amarrotasse (mais). Vê-la nua diante de mim, apenas com uma calcinha de renda minúscula, turvou minha mente.
Eu outrora sentado em meio à cama, me coloquei de pé e enredei sua cintura a colocando outra vez sobre o colchão, mas logo Nessie virou-se por cima de mim e eu fiquei sem a camiseta branca.
––– Você quer brincar Black? Vamos brincar. ––– Proferiu com sua voz em rouquidão e carregada de luxúria assim como seus olhos intensos sobre mim.
Seus lábios volumosos acariciaram meu peitoral, suas mãos habilidosas caminharam por minhas coxas e apertaram meu pênis, com força.
––– Safada! ––– gemi.
Eu senti um beijo molhado em meu ventre enquanto percebia Renesmee desabotoar minha bermuda e em seguida arrancá-la.
Eu não estava de cueca.
Vi-me em um enleio de prazer, fora de juízo quando apreciei a língua macia e quente de Nessie em meu pau, lentamente o percorrendo desde a base até a glande.
––– Oh delícia. ––– eu disse apoiando minhas mãos nos cabelos de Renesmee e levando minha cabeça para trás, sem conseguir deixar os olhos abertos.
Meu membro recebia total atenção daquela mulher que o cobria com sua boca saborosa e aconchegante, sugando-o fortemente. Entretanto tão cedo ela me abandonou e seu centro molhado e caloroso deu lugar aos lábios.
Mesmo com aquele inferno de tecido entre nós ––– que era a calcinha de Nessie –––, eu sentia a sua carne tenra ficar mais quente a cada rebolada que ela dava em meu pau.
––– Eu preciso te fuder. ––– grunhi a jogando para baixo de mim em seguida ouvindo dela um gritinho de surpresa.
Sem pestanejar tirei sua calcinha com pressa e abri mais suas pernas com minhas mãos em seus joelhos.
Fitei seus olhos. Clamavam por mim, sua boca avermelhada e entreaberta convidava-me. Dei-lhe um beijo calmo, quente. Capturei seu lábio inferior e o suguei, minha língua o umedeceu e senti Renesmee tremer em minhas mãos por isso.
Eu sabia o que minha pequena carne quente fazia no corpo daquela mulher.
Ainda com minha língua em sua pele trilhei até seus seios. Primeiro prendendo um em meus lábios, circundando o mamilo com a ponta da minha língua. Repeti o processo com o outro.
Ergui meu olhar para Nessie, ela encarava-me em brasas, eu notava seu deleite com minhas caricias.
––– Oh Jake. ––– ela rosnou quando chupei um de seus seios sem pudor. ––– É tão gostoso. ––– ela arrastou as palavras.
Eu desci meus lábios e cheguei a seu centro encharcado.
Com minha língua provei de seu sabor, sorvendo seu líquido e prontamente passeei por suas dobras recebendo um gemido em troca.
––– Caralho! Jake, não pare! ––– ela demandou manhosa rebolando em minha boca.
Eu chupava seu ponto mais sensível e me deliciava com os tremores e palavras sujas de Renesmee conforme meus dois dedos estocavam sua boceta.
Foi então que ergui o corpo.
––– Porra Jake continua. ––– reclamou fogosa. ––– Eu disse para não parar, cassete. ––– ela apoiou-se nos cotovelos para encarar-me bravamente.
Eu me excitei com aquele bico contrariado, do jeito que sua gruta estava chorando por mim, Renesmee deveria estar danada por eu ter parado.
Todavia não demonstrei minha solidariedade com ela.
––– Fique de quatro. ––– Demandei propositalmente indelicado.
Notei seus olhos brilharem. Não sei se pela ordem ou por meu tom mandão. O fato é que meu pênis pulsou com toda luxúria que brotou em sua face.
Não demorou e ela obedeceu com um sorriso safado.
––– Boa menina. ––– disse divertido dando-lhe um tapa nas nádegas e outra vez meu falo pulsou por seu gemido sem vergonha.
Adentrei em sua fenda úmida e apertada. Eu segurava em sua cintura e me aprazia com suas reboladas.
Renesmee curvava o dorso para trás a cada estocada minha, percebi ela morder os lábios e revirar os olhos.
Eu entendia completamente, eu mesmo apertava seu corpo com força e trincava os dentes para não gritar de prazer a cada vez que sua boceta apertada me engolia e me levava aos céus.
––– Rebola mais, Nessie. Rebola pro seu macho. ––– Pedi entre os dentes, louco de excitação.
Renesmee era boa. Sem frescuras ou reservas, ela sabia a hora de desafiar ou obedecer. Enlouquecia-me quando reclamava e empinava aquele nariz, mas também me levava à alucinação quando fazia exatamente o que eu queria.
Ela rebolou em meu pau, eu o senti ir até o talo. Socava com força nela, seu corpo se jogava contra o meu fazendo nossa união mais vigente e meus olhos não paravam abertos.
––– Porra, cachorra! ––– Meus braços dormentes envoltos na cintura dela perdiam força, eu sentia um tremor atrás do outro. Meu membro crescia e estava difícil controlar os rosnados que vinham.
––– Renesmee... ––– eu rosnei pendendo a cabeça para trás.
O tempo que levamos nos deliciando um no outro, não sei, mas quando o meu delírio particular estava perto de um orgasmo, enlouquecia.
––– Oh Jake! ––– Renesmee deu um chiado rouco
Ela apertou as mãos nos travesseiros, rebolou freneticamente, levou a cabeça para trás, tanto que pude beijá-la, mas ela grunhiu em meus lábios enquanto eu sentia meu pau ser gostosamente tragado por suas paredes e seu corpo colado ao meu oscilar violentamente.
Mesmo torpe Renesmee permaneceu empinada enquanto eu me esvaziava nela, a penetrando fortemente, sentindo um ápice violento, esforçando-me para não elevar meus gemidos.
Aquela foi a primeira vez de muitas que eu sequestrei minha cunhada para meu quarto, ignorando as possibilidades de um flagra.
Eu pouco raciocinava quando Renesmee estava por perto, ela me tirava totalmente a visão me fazendo enxergar somente ela, seu corpo curvilíneo, seu rosto de menina levada e ah... Ela me provocava de todas as formas.
Os piores dias de fato eram aqueles em que eu não conseguia domá-la e fodê-la como gostaria.
******
Renesmee a parte, os negócios da família iam bem, eu acho. Pelo pouco que eu ouvia da conversa entre meu pai e Paul a companhia Black adquiria novos sócios e nossas filiais só cresciam de números.
Meus negócios, melhores ainda. Quil era um ótimo sócio, tanto como era amigo.
Faltavam quinze dias para o natal, era aniversário da minha mãe e eu já imaginava o que fazer a noite quando ninguém estivesse olhando para mim e Nessie.
Era inevitável pensar nela ao saber que a casa iria estar tão cheia nos dando possibilidades de saciarmos a vontade um do outro. Então após o café da manhã eu decidi que já era hora de dobrar minha (birrenta) cunhada.
Havia uma semana que eu tinha feito Renesmee chegar mais cedo lá em casa, era sábado. Paul se encontraria em breve com ela, contudo a arrastei ––– outra vez ––– para meu quarto.
Renesmee estava difícil, eu levei um longo tempo a persuadi-la, porém no fim eu sabia que apesar de suas broncas ela aproveitaria o momento tanto quanto eu.
E antes mesmo de consumarmos o ato, meu irmão abriu a porta do meu quarto. Ele ficou puto da vida. Ninguém o mandou não bater.
Por nossa pura sorte Renesmee estava por baixo, meu corpo a cobria e o amontoado de edredom bloqueava qualquer visão vinda de alguém que estivesse na porta. Além do fato de que Paul voltou no mesmo instante que chegou e apenas berrou que minha mãe estava me procurando.
Ele sequer tentou olhar a garota debaixo de mim. Mesmo nesse caso, a raiva de Nessie não diminuiu.
Ela estava com o lençol sobre a cabeça desde o susto e assim que emergiu do tecido golpeou-me com seus socos inofensivos e em seguida desceu as escadas espumando de raiva.
Aquela noite eu tentei ligar para ela, mas ela determinou que nunca mais eu fosse fodê-la.
Sua deliberação para mim foi um desafio.
A porta do apartamento de Renesmee se encontrava destrancada, foi fácil de entrar após ninguém responder a campainha.
Aquele prédio era estranho. Pequeno e sem porteiro ou seguranças. Perguntava-me porque Renesmee vindo de família tão rica se acomodava num bairro de classe média e em um apartamento tão frágil.
Mas não iria questioná-la.
Nessie arrumava o apartamento para o natal ao som alto de rappers. Ela estava sobre um banco enfeitando uma prateleira da sala com bonecos natalinos, distraída e à-vontade em casa.
Vestia uma leve camiseta branca e um shortinho vermelho bem larguinho, o que me deixou uma vista privilegiada de seu traseiro enquanto ela se esticava para arrumar os enfeites.
Seus longos cabelos cor de chocolate estavam presos em um rabo de cavalo frouxo e até aquilo era sensual para mim.
Vagarosamente caminhei e a abracei por trás. Visto que ela estava em cima do banco, ficamos da mesma altura e ela logo se virou para me encarar.
––– Ai Jacob que susto ––– disse Renesmee um pouco espantada com seus olhos levemente arregalados, no entanto sua face demonstrava sua calma simultânea.
Seu rosto estava natural, sua beleza atraente e única.
––– Como entrou aqui? ––– perguntou rude cruzando os braços e não disfarçando um bico zangado em seus lábios.
Eu sorri enviesado. Achei aquilo muito sexy, eu adorava a forma que Renesmee não me bajulava. Seu jeito arrogante era incrivelmente excitante para mim.
––– Sabia que você está linda hoje? ––– eu disse travesso tentando me livrar das explicações.
––– Jake não adianta tentar fugir, o que você veio fazer aqui? ––– indagou Nessie ríspida descruzando os braços e descendo do banco indo abaixar o volume do som na estante.
––– Ih, está de TPM cunhadinha? ––– foi minha vez de cruzar os braços, rindo debochadamente.
Por segundos observei os olhos ambiciosos de Renesmee varrer minha estrutura e penetrar na minha camisa branca de botões, entretanto logo os orbes dela se voltaram escuras para mim e ela contestou ainda mais áspera:
––– Jake eu não estou para brincadeiras.
Sua postura era insolente, ela realmente não queria me ver tão cedo. Eu sabia qual era o problema.
––– Hum, está bom, só estava com saudades de você... ––– usei um tom sedutor e a notei piscar levemente por umas três vezes. Eu sorri internamente por isso.
––– Seus galanteios não me farão mudar de opinião.
E lá estava sua careta emburrada, sexy. Seu olhar severo surpreendentemente me incendiava.
––– Quem disse que quero fazê-la mudar de opinião? ––– resolvi dissimular um desdém.
Renesmee me olhou cética e ainda com um bico em seus lábios sentou-se de forma bruta no sofá.
Eu segurei um riso presunçoso e fiquei satisfeito com as pupilas dilatas dela quando reparei o olhar que lançou sobre mim.
O desejo imperava nos seus olhos que fitavam meu jeans e minha camisa ajustados a meus músculos.
Sentei-me ao seu lado olhando-a divertido, ela cruzou os braços e fitou a parede coral a sua esquerda.
Nunca entendi porque aquele apartamento era tão colorido. Ergh.
––– Sei que sentiu minha falta, gostosa... ––– eu disse com a voz carregada de malícia assim como meu sorriso e meus olhos estreitos.
Renesmee fitou-me friamente.
––– Não conseguirá ficar muito tempo longe de mim. ––– assinalei com minha voz rouca em seu ouvido.
Notei seu corpo oscilar e eu sabia que ela estava excitada. Renesmee piscava repetidas vezes quando não queria demonstrar seu desejo por mim, ela era orgulhosa. Eu sorri travesso e rocei meus lábios em sua nuca.
––– ...Muito tempo longe dele. ––– completei correndo meus lábios para seu ombro e percebi sua respiração mudar quando rocei meu membro semi-ereto em suas coxas.
––– Não seja impertinente e não venha dar um de sabichão para cima de mim, posso surpreender Black. ––– retrucou duramente afastando-se de mim colocando-se em pé.
Todavia permaneceu com seu olhar furioso e empinando aquele nariz afilado para mim.
Ela tinha noção que aquela petulância deixava meu pau duro?
Se não sabia, tomaria conhecimento em breve.
Sorri presunçoso e fui até ela que se afastou, então prossegui deixando-a com as panturrilhas imprensadas no sofá a impedindo de chegar mais para trás.
––– Sabichão? ––– arqueei a sobrancelha ––– Te conheço baby e não me surpreenderá, posso desmanchar seu namoro ridículo, lembra? ––– comentei forjando uma seriedade.
Ela colocou os olhos amendoados em fendas, demonstrando sua irritação extrema.
––– Não ouse me ameaçar Black. ––– disse entre dentes.
––– Eu já disse que só seria uma ameaça se você quisesse. ––– particularizei amaciando minha voz e chegando com os lábios a seu pescoço.
Percebi que ela diria algo, mas fui mais rápido e mordi lhe a pele da mandíbula.
––– E eu acho que você ganha muito com isso, não é? ––– proferi logo mordendo sua orelha e roçando meu membro já duro em sua perna ––– Portanto isso não pode ser chamado de ameaça. É tão gostoso. ––– murmurei rouco.
Ela arfou e ficou rígida e então soltei um risinho maroto.
––– Você não presta Black. ––– grunhiu novamente e eu gargalhei.
Peguei em sua cintura, virando-a para mim e voltei a dizer em seu ouvido.
––– Não diga isso, delícia. Eu presto muito bem pra te foder gostoso, não concorda?
A respiração de Nessie se alterou outra vez e eu não esperei uma resposta ––– e essa eu sabia que seria furiosa ––– tomei seus lábios com fúria e forcei minha língua a entrar em sua boca quente e apetitosa. Minhas mãos em sua cintura adentraram a camisa e eu tive sua pele macia em minhas mãos.
À medida que minha língua vasculhava sua boca com pressa ––– lutando deliciosamente com a sua ––– minhas mãos procuravam seus seios os encontrando livres do sutiã e em um segundo eu estava longe daquele corpo cheio de curvas e incendiador.
––– O que foi agora?
––– Você é um filho da puta. ––– vociferou Renesmee ofegando e eu sorri.
––– Achei que gostasse da minha mãe. ––– comentei falsamente desapontado.
Em resposta sua mão golpeou meu braço e eu tenho certeza que sua palma ardeu, meus bíceps, no entanto não se mexeram.
––– Deixa de ser irritante e vaza daqui. ––– ordenou apontando para a porta.
Sua face permanecia com expressão contrariada, seu peito subia e descia, seus olhos piscavam repetidamente.
Bingo! Ela estava se segurando e eu ganhando aquela discussão descabida.
Meu ego inflou ao flagrá-la observando a pequena porção de pelos que a camisa branca permitia com seus três primeiros botões abertos.
Portanto, eu comecei a abrir os botões restantes e só reparei seu braço estendido à porta tremer, sua boca abrir uma fenda, suas pestanas pararam de bater e permaneceram sobre meu abdômen, uma vez com a camisa aberta repousei minhas mãos em meus músculos e a contemplei descer o braço, relaxar a postura e engolir a seco ainda sem tirar os olhos do meu corpo.
––– Está louca para fazer isso, não está? ––– inquiri presunçoso um pouco mais próximo dela descendo minhas mãos do flanco para o cós da calça e descendo até meu membro o apertando.
––– Não seja ridículo Jake. ––– replicou, entretanto não havia firmeza em sua voz e seus olhos gulosos desviaram-se para minha boca enquanto eu involuntariamente passava a língua por meus lábios.
––– Não quer mesmo fazer isso? ––– coloquei uma de suas mãos sobre minha calça fazendo-a notar meu pau pulsando por ela. ––– Hã?
Renesmee fechou os olhos lentamente e eu sorri dando lhe um selinho e sentindo uma de suas mãos agarrar minha nuca ao passo que a outra estando já sobre meu falo fechou-se ali com força tirando de mim um rosnado.
Logo ela correspondeu ao meu encostar de lábios, então fiz questão de transformar aquilo em um beijo calmo, porém obsceno, pondo minha língua delicadamente em sua boca e fui explorando cada parte dela sedutoramente, incitando até a mim pelo beijo eroticamente lento.
Enquanto com muita calma minhas mãos percorriam o corpo de Nessie ––– indo de sua nuca até seus quadris ––– acariciando-a estrategicamente, ela somente envolveu seus braços em volta do meu pescoço colando-se mais em mim.
Renesmee correspondeu ao beijo com a mesma provocação tocando com sua língua nos lugares certos em minha boca para elevar meu tesão em alto grau.
Fui cessando o beijo gradativamente e o terminei com um selinho demorado e molhado.
––– Vá lá em casa hoje. ––– pedi com um sorriso sapeca acariciando levemente suas nádegas. ––– A festa estará cheia e eu vou adorar te sequestrar. ––– sussurrei antes de chupar o lóbulo de sua orelha.
––– Jake, sua família estará lá, enlouqueceu? ––– respondeu Nessie se libertando de meus braços e voltando a seu jeito arredio. ––– E, além disso, não irei mais ceder a nenhum capricho seu, não sou sua puta para fazer sempre as suas vontades e me arriscar com isso.
Joguei os ombros.
––– Gatinha..., eu não farei nada que te comprometa ––– argumentei aproximando-me e a fazendo sentir minha respiração em seu rosto. ––– Alias, por que seu namoro com Paul é tão importante pra você? –––sondei sem mudar o tom.
––– Não fará mesmo, porque não irei. Não à festa de sua mãe. ––– determinou de forma sugestiva e sedutora, sua voz estava tão lascívia... Eu sabia que ela queria fugir da segunda pergunta.
Ergui minhas sobrancelhas e a desafiei com o olhar.
––– Não interessa isso, Jake. ––– disse impaciente. ––– Eu não quero terminar com o Paul e pronto. ––– a sua voz ao responder já estava manhosa e sedutora outra vez.
O tom impudico de Renesmee fez uma corrente violenta de calor viajar em meu corpo e aninhar-se em meu membro. E outra vez eu deixava aquela conversa pendente.
Danada do jeito que era e tendo a plena consciência de como me deixar maluco, Nessie mordeu meu pescoço e o lambeu em seguida prosseguindo com beijos quentes por meu rosto até chegar aos meus lábios onde ela somente mordeu vagarosamente.
Á proporção que ela me provocava com suas mordidas infernais eu sem brutalidade fui encostando suas costas na parede bem devagar e em seguida ataquei seu pescoço de uma forma suave.
Nessie deu uns baixos gemidos e eu os calei completamente por um beijo repentino e faminto.
Introduzi minha língua em sua boca e a circulei lá dentro devagar, sendo ––– para culminar em minha insanidade ––– imitado por Renesmee.
Minhas mãos quentes e impacientes percorreram o corpo de Renesmee, desci-lhe a mão pela lateral, e vagarosamente fui passando as mãos pelos seios dela e em seguida os segurei com força. Recebi um aperto de leva em minha bunda vindo de Renesmee onde ela já estava com suas mãos.
Nessie foi subindo suas mãos pelas minhas costas por dentro da camisa, arranhando superficialmente minha pele me fazendo soltar seus lábios, e suspirar de prazer.
A danada foi dando beijos molhados em minha orelha fazendo-me arrepiar por completo, e logo uma leve mordida ela deu no lóbulo da minha orelha esquerda, levando-me a perder o controle.
Eu sustentei seus seios com minhas palmas por baixo da camisa com força e mordi seu lábio inferior com a mesma intensidade. Nossos corpos estavam colados, eu sentia seu calor e tragava seu perfume cítrico embebedando-me dele.
Sorver de seu cheiro e da quentura de seu corpo causava uma concentração absurda de sangue em meu pênis. Minhas bolas doíam. Eu precisava me aliviar, urgentemente.
Passei a roçar minha ereção nas coxas nuas dela enquanto beijava o seu pescoço com intensidade. Minhas mãos estavam firmes em seus seios massageando seus mamilos com o polegar, de Renesmee eu ouvia murmúrios indecifráveis e suspiros, ambos de prazer.
Suas mãos sondaram meu peitoral e logo se livraram da camisa já aberta. Voltei a entrar com minha carne quente e úmida em sua boca com vigor e fome.
Caralho! Ela me correspondia em altura, sua língua açoitava a minha e seus lábios castigavam os meus.
Sem deixar de beijá-la coloquei o bico de seu mamilo entre meu polegar e indicador lhe tirando um quase grito causando em mim uma onda de excitação latente que percorreu meu corpo e concentrou-se entre minhas pernas e comandou meus movimentos.
Puxei seu traseiro gostoso para cima e a fiz entrelaçar as próprias pernas ao redor do meu quadril. Eu esfreguei minha excitação palpável nela, recebendo um gemido rouco em troca.
––– Está sentindo? ––– perguntei em rouquidão pelo desejo esfregando-me mais. ––– Você que deixa ele assim, delícia.
Ela brevemente olhou para baixo e soltou uma risada maldosa.
––– Ué lindinho, você fica assim com todas as mulheres, imagino. ––– disse ela em zombaria.
––– Com as outras “ele” não fica assim, nem tão rápido, e nem latejando desse jeito como fica com você... ––– repliquei roçando meus lábios nos de Nessie novamente e emendei ––– Estou ardendo para entrar nessa boceta gostosa.
Interrompi um gemido safado de Renesmee a beijando outra vez. Carreguei-a até o sofá e de imediato eu afundei o furacão de mulher no estofado pondo-me por cima.
––– Cadê o povo dessa casa? ––– especulei sobre os lábios entreabertos dela.
Percebi sua testa enrugar enquanto ela refletia em minha pergunta. Mesmo assim não me expliquei e voltei a provar de sua pele esperando resposta.
––– Candice e Claire nas compras e Emy no trabalho. ––– respondeu rápido em um suspiro e logo encontrou minha boca encaixando-a perfeitamente com a sua.
Nossas línguas brigavam por espaço de forma nervosa.
Em fração de segundos me livrei do seu short, a sua blusa eu não pedi permissão para retirar. Apesar de que eu duvidava haver protestos de Renesmee estando ela no estado de excitação em que se encontrava.
Meus dedos brincavam em seus grandes lábios. Eu encarava a mulher nua tremendo de prazer e aquilo me excitava terrivelmente.
Eu já estava suando, meu membro estava gritando para se afundar naquela cavidade irrigada e cálida. Cerrei meus olhos e deixei o instinto me guiar, levei dois dedos para penetrarem Renesmee e ela contorceu-se e apreciei suas unhas arranharem minha carne em minhas costas.
––– Como está molhada para mim, Ness. –––- eu girei meus dedos em seu interior.
––– Aaah! ––– Renesmee tombou a cabeça para trás deixando-me torpe com a imagem de seus seios redondos erguidos em minha direção.
Suas pernas circularam meu corpo, buscando mais contato. Eu habilidosamente com uma mão desabotoei minha calça.
Nessie oscilava enquanto eu colocava e tirava meus dedos de seu centro encharcado com firmeza e ferocidade.
Eu podia sentir seu cheiro doce me inebriar e os gemidos inutilmente contidos por Renesmee me incendiavam.
Aquela mulher tinha o dom de me tirar do eixo.
Os gemidos aumentaram de volume, o corpo de Nessie tinham tremores mais violentos, ela estava chegando ao ápice, contudo eu não a deixaria chegar lá sem que eu estivesse dentro dela.
Apressei-me em levantar e arriei a calça junto à cueca. Meu membro estava em riste. Renesmee ergueu-se apoiando o corpo em seus antebraços. Eu vi a fúria em seus olhos e o desejo em sua face.
Ela ficava fodidamente linda assim. O cabelo desarrumando, o corpo em chamas receptivo para mim. Os lábios inchados por seus próprios dentes que os castigaram, e seu rosto enuviado de prazer.
––– Eu te odeio Black. ––– ela rosnou levando a mão até o meio de suas pernas.
Eu deixei um risinho jocoso no ar.
Por mais que aquela imagem me fascinasse, eu estava louco para enchê-la com meu pau dolorido.
Em um rompante retirei sua mão de onde estava e antes mesmo que Renesmee reclamasse, eu a penetrei. Forte. Fundo. Delirante.
Renesmee gritou e eu rosnei.
––– Apertada demais. ––– eu murmurei torpe de prazer em estar envolvido por seu centro caloroso.
Eu soquei mais e mais e me deliciei com os murmúrios sôfregos e tomados de deleite de Nessie. Eu jogava meu quadril contra ela e ela fazia o mesmo, enlouquecendo-me quando rebolava. Minhas bolas roçavam em sua pele e eu não tinha certeza se o sofá aguentaria até o final.
Minhas mãos seguravam seus seios achatando seus mamilos sem cuidado. As unhas de Renesmee arranhavam minha nuca.
Escorreguei uma palma para sua nádega e estapeei. O grito de dor e prazer de Nessie valia muito naquele momento.
Eu bati outra vez.
––– Jake. ––– Ela berrou projetando sua pelve contra mim.
––– Você é deliciosa demais. ––– Eu disse em seu ouvido rebolando em um ritmo acelerado. ––– Apertada demais.
Eu percebi a dificuldade de Renesmee em respirar. Sorri por visualizar seu estado alucinado, contudo eu não estava diferente.
Aquela pequena me amarrava e me arrebatava de forma deliciosamente assustadora.
Coloquei uma de suas pernas na altura de meu ombro a deixando lá, me permitindo ir mais ao fundo daquele canal que queimava gostosamente meu falo.
Notei Renesmee se derreter, seu sexo me apertava. Engolia-me. Eu estava à beira de um colapso. Eu adentrava minha carne em seu interior com força e velocidade, pois eu sabia que ela gostava assim.
Sem reservas. Sem cuidados. Apenas carnal.
––– Ah eu preciso de mais, Jake. ––– ela bradava de forma repetida conforme eu me enterrava impetuosamente nela e fazia o sofá sair minimamente do lugar.
No auge eu açoitei seus lábios com o meu e Nessie cravou seus dedos em meus ombros à medida que as paredes de seu interior me prendiam cada vez com mais força e eu podia sentir seu néctar escorrer em meu pau.
––– Aah Nessie. ––– Eu grunhi derramando meu sêmen dentro dela chegando ao profundo de sua fenda alisando seus mamilos com minhas palmas quentes.
Ainda sobre ela, mas controlando meu peso esperei minha respiração se acalmar.
––– Eu disse que você sentia minha falta. ––– provoquei ainda com a voz falha, mas a presunção era nítida.
Renesmee mordeu meu ombro e estapeou meu braço me levando a gargalhar.
Depois de alguns minutos eu me levantei lentamente e Nessie ––– com muito custo ––– copiou-me. Eu a puxei furtivamente pela cintura e a beijei com volúpia, envolvendo minhas mãos no seu sensual quadril, a fazendo ficar com o corpo adstrito ao meu.
Eu ainda queria mais dela, eu nunca tinha o suficiente. Minha fome por ela parecia não cessar e sabia que era recíproco. Renesmee ainda estava quente e seu beijo entregava a necessidade que ela ainda tinha.
Sem largar seus lábios e sentindo suas carícias em minhas costas a guiei até prensá-la na parede. A diaba agilmente envolveu uma de suas pernas em minha pélvis e eu a segurei com força, nossos sexos se roçaram e gememos.
Era incrível o calor que crescia em mim só com um simples roçar de pele com Renesmee, essa mulher me fazia arder como nenhuma outra havia feito.
Definitivamente eu precisava me saciar. Resvalei meus lábios por sua pele até seu colo.
Nessie alisava todo meu peitoral com muita vontade e às vezes dava algumas arranhadas, meu membro safado já estava dando sinal de vida.
––– Esteja na festa de aniversário de Dona Sarah hoje. ––– tentei convencê-la prendendo o bico de seu mamilo em meus lábios em seguida.
––– Aaah ––– Renesmee arfou de olhos fechados.
––– Paul me disse que haveria a festa, mas não poderei ir... ––– comentou Nessie descendo sua perna e me encarando sério, mesmo com sua respiração custosa.
––– Mamãe está preparando essa festa há meses ––– rebati acariciando a perna de Nessie ––– Ela se zangará se não for. ––– argumentei.
––– Realmente não posso ir.
––– Mas por quê? ––– indaguei verdadeiramente curioso.
––– Terei que ajudar as meninas aqui na decoração e na arrumação, é um acordo. ––– esclareceu.
––– Ah, que desculpa mais boba Nessie. Você consegue um tempinho. ––– retruquei manhoso.
––– Eu não pretendo. ––– Respondeu frouxamente dando um beijo em minha bochecha.
––– Hum... Já que não vamos nos ver a noite, poderíamos aproveitar agora? ––– sugeri já passando meu nariz no dela, com um sorriso em diagonal.
––– Eu posso te surpreender mais tarde, quem sabe... ––– falou sensual bem próxima a minha boca.
Renesmee passou a língua nos meus lábios causando uma forte pulsação em meu pau.
––– Talvez eu te ligue... Não sei.
Deu-me uma mordida de leve em meu lábio inferior, assim dando brecha para eu abrir sua boca e iniciar um beijo molhado e excitante, adentrando com minha língua áspera e habilidosa em sua cavidade tragando do seu gosto doce e viciante.
––– Mas e se você não ligar... Ficarei na vontade de te ter? ––– reclamei dengoso ao final do beijo.
––– Pois é cunhadinho, faz parte. ––– respondeu-me se afastando de repente.
No entanto ela não estava atenta e aproveitei sua distração para puxar seu braço e comecei um beijo fogoso.
Seguindo o ritmo violento de nossas línguas e lábios as mãos já começavam a se movimentar.
As de Nessie estavam em meu obliquo, eu sentia que sua vontade era pegar em meu pênis, entretanto minha ardilosa cunhada subiu novamente trilhando meu abdomen com suas unhas e colocou os braços em volta do meu pescoço, fazendo-me reclamar:
––– Nessie, termina logo isso, não me tortura, por favor ––– supliquei em meio aos beijos que eu dava entre a clavícula e os seios dela.
––– Jake, daqui a pouco as meninas chegam. ––– declarou ela suspirando e dedilhando o meu peitoral, propositalmente para provocar.
Ignorei seu argumento e a segurei mais forte a levando até a mesinha de madeira no centro da sala derrubando algumas caixas.
Deitei seu corpo e separei suas pernas com meu joelho e percorrendo veredas em seu corpo com minhas mãos eu cheguei aonde queria.
No meu paraíso.
Comecei a estimular Nessie pelo clitóris fazendo movimentos circulares, ao mesmo tempo em que eu dizia besteiras ao pé do ouvido dela.
Nessie delirava a cada toque meu.
Eu apreciava Renesmee debilmente tentar tirar minha mão de sua intimidade. Minha outra mão aprisionou sua perna em meu ombro e então eu acabei com as chances de Renesmee me vencer.
Penetrei três dedos dentro dela, Nessie sem nenhum pudor gritou, imaginei que ela ainda deveria estar sensível pelo orgasmo anterior.
Rapidamente a calei com um beijo lascivo e comecei a fazer movimentos com os dedos mútuos e simultâneos com os que eu fazia com a língua na boca dela.
––– Ah Jake, caralho! ––– ela gemia em minha boca e rebolava em meus dedos.
O corpo de Nessie estava mole, ela açoitava minhas costas e mordia meu ombro ––– sempre pedindo por mais com sua voz escassa –––. Ela já estava perto de um orgasmo, eu percebia meus dedos serem engolidos.
Foi quando a porra do telefone tocou.
––– J — Jay ... ke...deixa eu a...ten...der. ––– pediu Nessie com dificuldade em meios suspiros de sua respiração fraca.
Eu a sustentava fortemente e metia os dedos com mais intensidade dentro dela, a fazendo gemer com mais ardor, ignorando totalmente a chamada.
O telefone não parava de tocar, e Nessie não conseguia se soltar dos meus braços.
––– Deixa tocar... ––– demandei em tom gutural colocando mais um dedo nela e beijando seu pescoço ––– aproveita isso apenas....
Renesmee somente se apertou mais em mim.
––– Jake! ––– gritou ––– Eu vou.... ––– minha cunhada não tinha mais voz.
O telefone parou de tocar ––– para meu alivio ––– e eu pude terminar.
Nessie relaxou o corpo e prontamente retirei meus dedos de dentro dela, cobertos de seu líquido. Fitei-a, estava tão frágil, com olhos cerrados e sua respiração ao arquejo.
Eu lambi meus dedos com uma expressão gulosa, saboreando aquele néctar dos Deuses.
Renesmee encarou-me divertida.
––– Hum... Isso é bom... Principalmente vindo de você! ––– esclareci delicadamente retirando as pernas de Nessie ao meu redor, ajudando-a a levantar e a conduzindo até o sofá.
––– Perdi uma ligação por sua causa. ––– reclamou Nessie emburrada sentada no sofá, controlando a respiração.
––– Culpa minha? ––– inquiri arregalando os olhos e fingindo-me de magoado.
––– Claro.
––– Sim foi minha culpa ––– dissimulei compreensão sentando-me ao seu lado. ––– A culpa foi sua. ––– acusei levemente ––– Você estava a todo tempo “vai Jake” “Isso mete mais” ”Mais forte”... ––– a imitei gemer.
Nessie encarou-me chocada e eu me diverti roubando lhe mais um beijo, no entanto aquele aparelho dos infernos tornou a tocar.
Eu bufei de irritação e Nessie apenas riu, suspirou alto em seguida coçando a garganta e depois tirou o telefone ––– sem fio ––– de cima de uma mesinha ao lado do sofá e atendeu a ligação.
Em um minuto a conversa havia acabado e Renesmee jogou o telefone no sofá e virou-se para mim.
––– Você tem que ir embora Jake. ––– avisou ríspida se levantando.
Fiquei chocado. Meu membro ainda estava meio rígido e nós dois estávamos nus naquela sala, o cheiro de sexo ainda pairava no ar. Como assim? Ir embora? Não mesmo.
––– Não mesmo.
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¹: Refere-se aos lábios grossos como os da atriz Angelina Jolie.
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