Doce Trapaça

3 Capítulo Dois


Notas iniciais
Hentai no capítulo. ;)

P.V Renesmee

Eu notei o meu corpo em chamas por apenas estar ao lado daquele homem e, além disso, sentir seu gosto afrodisíaco em minha boca. E agora eu sabia, ele chamava-se Jacob. Até o seu nome causou-me um arrepio e uma fisgada em meu centro.

Jacob era um libertino e leviano como eu, isso eu tive a certeza desde o nosso primeiro diálogo.

Seus olhos eram de um profundo negro incendiado de desejo e salpicado pela luxúria e esses me despiam, sua boca era convidativa ao extremo e por diversas vezes me peguei passando a língua por meus lábios corroendo-me pelo anseio de beijar sua boca suculenta envolta por uma singela barba que começava a crescer, o que o tornava ainda mais sexy.

Sobre nossa pequena social feita tenho que admitir: O tal Quil era um forte competidor com a beleza de Jacob. Ele era mais alto e seus ombros menos largos, seus olhos exibiam um castanho claro sedutor e tinha um sorriso jovial que encantava em seus afilados lábios. Mesmo assim a libido em pessoa — vulgo Jacob — enlouquecia-me mais que qualquer um.

Por falar no moreno sensual, ele era excitantemente misterioso.

Seu nome era Jacob, chegava de Michigan e era empresário. Chutei que deveria ter uns 25 anos assim como Quil. Contudo não quis entreter-me com detalhes, pois a boca meticulosamente desenhada de Jacob estava incitando-me a todo instante enquanto conversávamos ainda no bar. Eu tive a ligeira impressão que não aguentaria muito tempo naquele jogo de sedução.

Após uns drinks e breves apresentações entre nossos amigos que houve assim que passei na mesa onde minhas amigas estavam, logo o Deus da beleza e eu dançávamos e provocávamos um ao outro naquela pista infernal de dança.

Na pista Jacob envolveu seus braços ao redor da minha cintura mantendo-se atrás de mim, nos conduzindo a um ritmo lento e sensual que estava enlouquecendo-me muito mais.

Tudo contribuía para o ardor concentrado entre minhas coxas aumentar gradualmente. O calor de seu corpo enredado ao meu, sua ereção em minhas nádegas e ah... O seu hálito quente.

Sentia o ar cálido vindo de sua boca enquanto ele beijava minha nuca e em seguida assoprava aquela região onde eu havia permitido o total acesso para ele já que segurava meus cabelos em um único lado.

Eu estava louca por tocá-lo. Minhas mãos se ergueram e buscaram desesperadamente o pescoço do moreno e ali elas se envolveram durante o balanço sedutor dos meus quadris.

Jacob pressionava seu quadril no meu. Aquilo deveria ser proibido. Eu gemia baixo quando ele roçava seu membro ereto em mim e com minhas reboladas o podia sentir ainda mais. Sabia que Jacob incrivelmente me ouvia, pois esse deixava escapar risos presunçosos e excitantes em meu ouvido.

A fumaça sintética e as luzes do local cegavam-me. O homem entretido em minha nuca embevecia-me. Tive a sensação de estar prestes a desmaiar exposta assim a tantas sensações intensas.

A excitação. O calor infernal. O som gritante. As luzes ofuscantes. Eu precisava sair dali. Outra vez. Não demorou muito e aquele homem insano de desejo cedeu aos meus anseios de deixar aquele lugar.

Jacob dirigia rapidamente pelas ruas de Las Vegas. Estradas escuras e tortuosas eram percorridas pelo Audi r8 na cor prata.

Eu deveria me preocupar com o volume alto do rádio e o estado alcóolico do homem que guiava o veículo. Entretanto seu pescoço – mulato; cheiroso e tentador — prendia a minha total atenção.

Eu arrastava meus lábios sobre a pele sensível de Jacob enquanto ele apertava as minhas coxas vez e outra quando não trocava a marcha.

Jacob levou-me em um dos hotéis mais caros da cidade, alugando uma suíte máster.

Assim que adentramos a suíte, ele prensou-me na parede fria. Fitei seus orbes em chama e logo seus lábios maltrataram os meus os puxando e os mordendo conforme suas mãos sondavam todo meu corpo.

Era como se fosse acabar o mundo ali naquele momento e precisássemos aplacar aquele fogo crescente, no entanto quanto mais nos tocávamos maior era à temperatura entre nós e menor o juízo.
Jacob por sua vez tomou conta da situação imobilizando meus braços no alto da cabeça, e prontamente começou a chupar meu pescoço sem qualquer cuidado ou medição de força e aquilo me excitou ao ponto de sentir minha lubrificação escorrer em minha perna.

Suas chupadas eram violentas e eu tinha certeza que deixariam marca. Jacob foi descendo seus lábios quentes e macios por minha clavícula à medida que foi afrouxando as mãos de meus punhos, fazendo com que eu ficasse com os braços livres.

Uma vez liberta, em partes, fui despenteando Jacob desavergonhadamente, enquanto o mesmo estava entretido tentando livrar-se de meu vestido segurando em sua borda.

Porém Jacob não demorou muito a se livrar da peça e imediatamente se deparou com meus seios. Por uns segundos ele afastou-se um pouco, na hora não entendi muito, mas ao reparar a forma de cobiça que Jacob fitava meus mamilos percebi o que estava acontecendo, porém eu roucamente indaguei:

__ O que foi?

__ Eles são maravilhosos... -– Respondeu ébrio sem ao menos tirar os olhos dos meus seios já endurecidos de tesão.

__ E você ficará aí olhando? -– Inquiri presunçosa e provocante erguendo minhas sobrancelhas.

Jacob de imediato fitou-me com luxúria transbordando em seus orbes. Senti minha pele queimar com aquele olhar e minha intimidade chorar ainda mais; involuntariamente mordi meu lábio inferior.

Lentamente aquele ordinário pôs seus lábios em um dos meus seios, fazendo-me gemer bem baixinho ao apreciar a boca quente em meu mamilo, causando-me formigamento por cada extremidade do meu corpo. Aquele homem cálido foi colocando sua língua devagar em minha aureola já sensível e foi chupando-a lenta e dolorosamente só para torturar-me.

Ele ergueu seus olhos libidinosos para encarar-me. Gemi puxando seus cabelos com força e o safado soltou um riso em minha pele provocando-me um leve arrepio.

Não controlei meus chiados, meu bico do peito estava entumecido e dolorido de tão excitada que eu estava. Jacob aos poucos foi aumentando a velocidade das chupadas, fazendo-me aumentar proporcionalmente os gemidos.

À medida que Jacob foi sugando o meu seio com mais fervor, foi colocando-o por completo em sua fenda infernal, apertando-o cada vez mais forte com seus lábios. Assim que estava satisfeito, repetiu o mesmo procedimento no outro.

Eu já não aguentava tanta tortura, aquela língua golpeando-me estava levando-me a por os olhos fora de orbita e maltratar os meus próprios lábios para conter os gemidos mais altos.

Mas quando ele mordeu meu mamilo não aguentei e gritei puxando seus cabelos sem cautela. Então tomei uma atitude, empurrei-o e ele deixou-se cair sentado na beira da cama, fitando-me com vigor.

Conforme fui me aproximando lentamente, Jacob deitou-se e imediatamente subi em cima dele, sentando-me em seu abdômen dando-lhe um beijo feroz em seus lábios açoitando aquele desenho erótico. Minha crua vontade era devorá-lo.

Só depois de perceber o pulmão reclamar por ar que passei a descer e comecei a beijar seu pescoço e fiquei um pouco tonta com o perfume forte que jazia ali. Enquanto minhas mãos adulavam o peitoral sarado e desenhado dele por debaixo da blusa, meus dentes deixavam mordidas e meus lábios pequenos beijos em sua jugular.

A minha ânsia era tanta que rapidamente tirei aquela camisa, puxando violentamente os malditos botões e em seguida jogando a peça longe. Jacob riu ruidosamente com o ato e o fitei intensamente, cativa daquele sorriso libertino e extenso.

Escorreguei os lábios por sua estrutura, beijando o peitoral esculpido e largo.

Puta merda. Eu havia imaginado que seria um pedaço de pecado, mas não. Era um monumento com certeza delineado com a maior maestria e generosidade, pois as linhas eram perfeitamente colocadas naquele abdômen.

Não tinha uma marca, cicatriz ou musculo fora do lugar.

Gemi e mordi meus lábios quando passei minhas unhas naqueles gomos e notei não só Jacob tremer sob mim, mas também soltar um gemido rouco e sôfrego que apenas instigou-me mais.

Sorrindo sapeca, dei algumas mordidas nos mamilos dele, fazendo-o oscilar ainda mais para o meu deleite.

À proporção que o beijava, roçava todo o meu corpo no dele. Eu já era capaz de perceber o volume preso em sua calça que cutucava minha intimidade ainda coberta pela minúscula calcinha branca.

Abaixei-me até chegar à calça de Jacob. Coloquei-me de joelhos diante da cama com minhas mãos afoitas em suas grossas coxas. Nem precisei tirar muito de sua calça para avistar seu membro, mal arriei a peça e já contemplei aquele volume quente e duro quase saindo da boxer preta.

Eu como não sou e nunca serei nada santa amei o tamanho da criança e não tardei em retirar a boxer dele, tendo um contato direto com aquele sexo maravilhoso. Só de colocar a mão e retirá-lo de dentro da cueca já me alarmei de tão grosso.

Vislumbrar aquela carne suculenta quase me fez gozar. Nunca havia visto igual. Ele era grande, grosso, um pouco moreno, porém uns dois tons mais claros que a pele erótica de seu dono além de ter uma aparência apetitosa. Eu salivei absurdamente.

No segundo seguinte elevei meus olhos encontrando com o olhar impudico e fulgente de Jacob sobre mim. Ele estava apoiado nos antebraços enquanto encarava-me com um misto de calor e concupiscência em seus olhos.

__ Baby, esse pau é tão lindo quanto o dono. – Disse sem vergonha e ambiciosa voltando a fitar aquele pedaço carnudo em minhas mãos.
__ Chupe-o. – Demandou ele com uma voz rouca do inferno e ostentando um sorriso lascivo.

Sem perda de tempo, lentamente fui pondo o dote dele em minha boca, simultaneamente olhava-o de forma sexy. Assim que sua glande estava por completa em minha boca realizei-me por então ouvir gemidos de aprovação. Passei a língua no ponto mais sensível sentindo-o estremecer.

__ Oh Renesmee... – Jacob gemeu meu nome com tanta volúpia enquanto arqueava a cabeça para traz que gemi em seu membro.

No começo vagarosamente tentei engolir aquele grande pênis por completo, mas era muito grande, então só consegui até um pouco mais da metade e comecei a tirá-lo e colocá-lo muito rápido em minha boca, juntamente com minhas mãos fazendo movimentos similares ao redor dele.

Eu segurava em suas bolas massageando–as fortemente, deixando-o mais louco de prazer, pois eu ouvia prazerosamente seus gemidos. Às vezes eu intercalava os movimentos, lambendo seu membro como se fosse picolé e mordiscando sua glande.

Ocasionalmente fitava-o e gostava de vê – lo fazendo caras e bocas de puro prazer e por outras vezes ele gemia alto enquanto suas mãos agarravam fortemente o lençol já enroscado em seus dedos.

__ Ah cachorra, engole vai. – Gemeu ele rebolando e empurrando mais de seu falo em minha boca.

Então percebi seu pré-gozo em minha boca e delirei de prazer, desci uma de minhas mãos até meu sexo, afastei aquele tecido encharcado e toquei-me sufocando gemidos já que não tirei aquele membro ardente da minha boca. E tentei mais uma vez enfiá-lo inteiramente em minha boca.

Relaxei minha garganta e respirei pelo nariz conseguindo mais daquele manjar dos deuses em minha boca. Foi aí que passei a sugá-lo como se dependesse daquilo para alimentar-me enquanto castigava meu próprio ponto de prazer desejando serem as mãos grossas daquele moreno tocando-me e excitando-me.

Por falar naquele Deus da beleza, nessas alturas Jacob já não aguentava mais, portanto começou a gemer muito alto jogando sua cabeça para trás constantemente e simultaneamente fodendo minha boca. Não demorou e eu pude sentir seu líquido minimamente em minha língua.

Percebi que ele estava perto de um ápice, então retirei minhas mãos de meu sexo e retirei seu membro grosso da minha boca sustentando-o com minhas duas mãos ao seu redor e detive-me a dar beijos na cabecinha dele e raramente chupando-o por completo apenas atiçando o homem que quando viu o que eu fazia não se segurou mais.

Ao mesmo tempo em que o masturbava colocava minha língua vez e outra em sua fenda para em seguida sugá-lo fortemente. Logo jatos de seu gozo chegaram a minha boca sedenta enquanto aquele grande corpo oscilava sobre a cama e o dono de toda aquela maravilhava rosnava sem pudor.

Após gozar, Jacob fechou os olhos e relaxou o corpo, contendo sua respiração irregular. Eu apenas deitei ao seu lado.

Jacob ostentou um sorriso maroto e satisfeito em seus lábios, e eu como uma perereca pulei em cima de seu abdômen com uma perna de cada lado e minhas mãos espalmadas em seu peitoral, sorrindo travessa enquanto contemplava aquele monte de músculo subir e descer ao mesmo tempo em que a respiração do moreno normalizava vagarosamente.

___ Você é foguentinha, hein gostosa. — Disse passando suas mãos por minhas coxas deixando rastros de fogo nelas.

___ Não gosta? — Provoquei presunçosa com uma das sobrancelhas erguidas dissimulando uma pose altiva e cruzando meus braços chamando atenção para meus seios.

Jacob com um sorriso sacana, sem qualquer aviso prévio trocou de posição comigo, deixando-me imóvel embaixo de sua grande estrutura.

___ Eu adoro as fogosas. — Replicou-me e tão logo foi descendo seus lábios por meu corpo explorando cada pedacinho.

Não deixando de lamber meus seios no caminho ele foi abaixando-se e beijando todo o meu abdômen dando algumas mordidas de leve.

Com minhas inquietas mãos, empurrei sua cabeça mais para baixo. Eu estava louca para ter seus lábios carnudos e habilidosos em minha fenda preenchendo-me com sua língua quente e grossa como fazia avidamente em minha boca.

Jacob na mesma hora entendeu o recado e foi tirando a minha minúscula calcinha enquanto beijava eroticamente meu umbigo. Abaixando-se mais para minha frustação o condenado foi direto para meus pés. Tirou minhas sandálias e terminou de tirar aquela peça molhada.

Então minha boca encheu de água assim como minha fenda umedeceu-se ao vê-lo levar o pequeno tecido as narinas e puxar o aroma com força e sorrir em deleite.

___ Estou louco pra provar você, delícia. – Falou em tom gutural.

Assim que Jacob jogou minha calcinha para trás de seus ombros começou a beijar meus pés, subindo para a panturrilha e depois para as coxas onde passou a beijar mais forte e morder, principalmente a parte interna. Quando ele beijava minha virilha, envolvi minhas pernas em cima de seus ombros e o mesmo fitou-me descaradamente e com devassidão.

Só para provocar-me e talvez testar meu juízo debilitado, o filho da puta subiu novamente e beijou-me os lábios. Um beijo voluptuoso no qual nossas línguas enroscavam-se. Ele sustentou suas mãos em minha cintura pondo-me no centro da cama. Automaticamente flexionei minhas pernas encaixando-o perfeitamente entre elas.

Deslizando sobre minha pele ele ensandecia-me beijando-me o pescoço e consequentemente todo o meu corpo, assim Jacob chegou até minha intimidade novamente. Dessa vez ele não protelou, foi direto ao clitóris fazendo-me dar um breve grito ao sentir seus dentes fecharem em meu ponto sensível.

___ Tão apetitosa Renesmee. — Disse-me deixando seu hálito chicotear minha carne que estremeceu.

Ele então passou a brincar com a língua em meu clitóris e depois arrastou sua língua por minha carne úmida até finalmente adentrar com sua língua em minha gruta chorosa. Não controlei outro grito de prazer.

Sua língua fazia movimentos circulares dentro de mim e eu contorcia-me na cama, agora prendendo os gemidos em minha garganta. No entanto castigava os cabelos de Jacob com minhas puxadas nada delicadas.

___ Língua maravilhosa! – Bradei fechando os olhos por uns segundos.

O moreno retirou sua língua de meu centro e colocou-se a beijar apenas os grandes lábios e às vezes mordia-os, torturando-me. Eu resmunguei queria senti-lo castigar meu ponto de prazer, lançar sua língua em meu interior e fazer-me gritar.

Sagaz do jeito que era, Jacob passou a mordiscar o meu clitóris devagar, e em seguida chupava-o com força. Era mais prazeroso do que eu previa. Gritava e agarrava-me ao lençol agora, cravando minhas unhas, nunca alguém havia feito um oral assim antes, vigoroso e delirante.

Jacob realmente era autoridade no assunto e eu só imaginava como seria aquele pênis espesso e caloroso preenchendo-me com toda essa intensidade que a língua de Jacob agora possuía explorando meu interior.

Eu lubrificava muito, e Jacob sugava todo meu sulco e sequencialmente tornava a sugar-me e adentrar com sua língua deixando-me torpe e zonza por não conseguir pensar.

___ Goza pra mim. — Ordenou ele rosnando e mordendo meu clitóris.

De fato eu já sentia uma bola de fogo formando-se em meu baixo ventre e meus membros adormecerem.

___ Eu quero sentir seu gosto, safada, goza pra mim. — Demandou com sofreguidão em sua voz e desferiu uma tapa forte em um lado de meu traseiro enquanto voltava a sugar-me como bezerro esfomeado.

Eu não conseguia formular uma frase, nem mesmo meu nome eu sabia mais.

O formigamento em meu corpo aumentava e meus olhos já não se mantinham mais abertos. Gozei deliciosamente com um sorriso satisfeito em minha face enquanto sentia-o tomar cada gota de meu prazer.

Controlei minha respiração sob seus olhos gulosos. Minha buceta chorava só com a imagem daquele homem faminto cobrindo-me com a devassidão de seus orbes audaciosos.

Lindo. Petulante. Excitante.

Mesmo eu lânguida sobre a cama ele não sossegou e passou a estimular meu clitóris o massageando com o dedo anelar, fazendo-me gemer já que eu não estava totalmente recuperada do meu orgasmo.

Imediatamente penetrou-me dois dedos em meu centro tirando-me um grito curto outra vez. Por fim arqueei o corpo oferecendo-me mais para ele.

Aquele homem era endiabradamente excitante e eu tive certeza que me mataria de prazer.

Fazendo movimentos de vai e vem com seus dedos dentro de mim, ele impulsionava-me a rebolar e fitei sua expressão. Deleite, coberta por malícia e uma fina camada de suor cobria seu corpo, todavia eu sequer podia deslizar minhas ansiosas mãos por sua estrutura luxuriosa, eu somente cravava as unhas no colchão.

Revirava-me na cama.

__ Mais rápido Jake, mais rápido. – Eu pedia e ele o fazia.

Eu estava me derretendo em suas mãos.

Jake então colocou mais um dedo dentro de mim, levando-me a pirar além do que já estava.

Alucinada. Esse era o estado em que me encontrava, e aquele filho se uma puta simplesmente amando tudo aquilo. Não demorei e gozei nos dedos de Jake.

Eu respirava aos arquejos. Baixei minhas pálpebras e com minha visão turva observei por entre os cílios Jacob retirar seus dedos de dentro de mim e os lamber fitando-me com a safadeza nublando seu olhar.

__ Você é muito gostosa – Jake disse com seu tom lúbrico e rouco colado ao meu ouvido.

Gemi de sua risada sensual enquanto beijava o lóbulo de minha orelha.

__ Eu sei. — Vangloriei-me mordendo seu lábio e emendei. — Prova o resto e depois você me diz o que acha.

Meu tom era propositalmente excitante e em seguida mordi meu próprio lábio inferior deliciando-me com a face safada e extasiada de Jacob.

Jacob beijou-me ferozmente. Parecia engolir-me, seus lábios esmagavam os meus sem nenhum pudor. Sua língua explorava cada pedaço da minha boca quente. Nossas bocas chocavam-se uma a outra como ímãs.

Fomos rolando na cama sem desgrudar nossas bocas. Até que fiquei por cima do paraíso de músculos e dediquei-me a beijar todo aquele peitoral que exalava luxúria e incitava ao pecado.

Sentei-me nas coxas de Jake e rocei em seu falo rígido causando assim um gemido em nós dois. Jacob durante o beijo tentou ficar por cima, mas foi em vão. Forcei meu peso em cima dele, não sairia de cima dele em hipótese alguma e ele pareceu perceber e desistiu.

__ Tem camisinha? — indaguei sobre seus lábios.

Jake divertidamente desesperado caçou sua calça e pegou em sua carteira uma cartela com várias camisinhas.

Sorri deitada na cama observando a cena. Sem delongas Jacob aproximava-se e o induzi com um olhar autoritário a deitar-se. Ele sorriu maroto e roubou-me um beijo simples, breve e molhado logo fazendo o que eu queria e em seguida subi novamente em suas coxas.

Não protelei e acariciei a cabeça bulbosa de seu pênis com meus lábios antes de colocar-lhe a camisinha.

Os olhos de Jacob brilhavam em ansiedade pelo que viria. Lentamente me posicionei na direção de seu membro sem quebrar a conexão de nossos olhos, esses faiscavam um sobre o outro.

Seu olhar estava uma imensidão negra mesclada com desejo árduo e um ardor que causavam arrepios contínuos em meu corpo.

As mãos trêmulas e graúdas de Jacob seguraram meu quadril com força. Por um momento pensei que forçaria minha chegada a seu sexo, mas não. Ele apenas apertava com força e gemia à medida que eu chegava mais perto até finalmente eu sentir sua glande em minha fenda e logo seu rugido foi gutural e meu gemido prolongado.

Eu não tinha parado para pensar na dimensão do tamanho de seu pênis, mas à proporção que ele adentrava em mim conforme eu ia rebolando meus olhos reviravam pela dor e prazer de tê-lo tão grosso e tão ardente em minha gruta encharcada.

Assim que estava com aquele pedaço de carne saboroso totalmente dentro de mim passei a cavalgar lentamente. Ele era grande, graúdo e quente.

Mordi meus próprios lábios enquanto me acostumava com todo seu tamanho. Eu arfava, entretanto quando Jacob passou a erguer seu quadril lentamente fazendo com que seu membro fosse até o fundo eu gritei esganiçado e sôfrego.

__ Oh Jacob.... — Gemi sem deixar de rebolar.

As mãos de Jacob repousavam em meu quadril. Apoiei minhas mãos nos ombros dele, para melhor rebolar em seu membro e acabei por arranhá-lo conforme a velocidade e força de minhas reboladas aumentavam.

Passei logo a alternar as reboladas descendo e subindo rapidamente aumentando os gemidos do homem sob meu corpo.

Quando eu descia e Jacob rebolava adentrando mais com sua ereção em mim eu gritava e o arranhava. Fitei sua fase e estava estampada com seu tesão. Sua cabeça pendia para traz e de sua boca saia o ar com brusquidão e constantemente um gemido rouco e alto.

Seu quadril movia-se em velocidade descomunal tornando minha respiração custosa para não dizer impossível.

__ Rebola no meu pai, vadia. — Demandou forçando-me com suas mãos em meu quadril a sentar ainda mais fundo em seu membro.

Gritei prazerosamente rebolando indo mais fundo.

___ Isso.... Assim gostosa. -- Jacob gemia alto subindo suas mãos para o meu seio apertando-os com força.

Foi minha vez de jogar a cabeça pra trás e gemer loucamente.
Por um tempo eu aguentei provocá-lo. Subia e descia lentamente, rebolava lentamente e fortemente arrancando rosnados fascinantes daquele moreno dos infernos.

Mas logo eu já quicava em cima dele e gritava a cada vez que sentia suas bolas em minha carne e seu pau no mais fundo de meu centro.

Eu nunca havia feito sexo com alguém assim: lindo, forte, gostoso, selvagem e nunca havia tido tanto prazer. Eu já não aguentava, sentia uma bola de fogo concentrar em meu baixo ventre e meus membros adormecerem. Meu corpo formigava, eu sentia que estava perto.

Meus olhos já não ficavam abertos. Eu maltratava o peitoral de Jacob que tremia embaixo de mim. E em um rompante me encontrei embaixo daquele monte de músculos.

Fitei-o com meus olhos arregalados. Em sua face um sorriso jocoso brilhava.

Jacob estava de joelhos na cama, uma de suas mãos segurava em minha perna em sua cintura e a outra em seu falo conduzindo-o vagarosamente para dentro de meu centro inchado e logo o retirando no mesmo ritmo torturante restando apenas sua cabecinha em minha gruta.

Eu revirava meus olhos e acariciava meus próprios seios enquanto Jacob fazia isso. Ele estava retardando gostosamente meu orgasmo, no entanto meus dedos comichavam e meu corpo tremia louco para liberar todo o prazer.

Após alguns minutos de tortura e resmungos incoerentes meus; Jacob jogava sua pélvis contra mim violentamente, palavras já não saiam inteiras de sua boca. Seus olhos também não se mantinham abertos, reparei seu falo crescer dentro de mim.

Minhas paredes mastigavam seu pau e eu sentia todo meu corpo oscilar e entorpecer. Minhas pernas – ambas a seu redor — estavam bambas, mas eu não as descia e em seguida minha mente nublou enquanto orgasmo me atingia e um grito estridente e longo irrompia desde a minha garganta e ecoava no quarto.

Acredito que Jacob havia chegado ao ápice junto comigo pois meu nome era um rosnado feroz enquanto ele arremetia freneticamente seu membro em mim.

Ele deixou seu peso cair sobre o meu corpo e prontamente virou-se de costas no colchão levando-me junto e em seguida aninhou-me debilmente com seus braços trêmulos.

Eu forçava a respiração e sentia sua dificuldade em respirar também.

Assim que me acalmei sai de cima dele e deitei-me a seu lado esperando minha respiração normalizar de vez.

P.V Jacob

Fechei os olhos aguardando minha respiração retornar ao normal.

O que foi isso?

Eu ainda podia sentir meus músculos tremerem, mesmo após minutos do orgasmo. Renesmee, — ou Nessie como ela pediu que eu a chamasse mais cedo -, realmente havia mandando bem. Muito bem.

Eu nem conseguia raciocinar direito. Não me lembrava a ultima vez que me senti ébrio assim após uma rodada de sexo. A única coisa que passava pela minha cabeça naquele momento era o prazer incrível que havia tido com Nessie e perguntei-me mentalmente:

De onde veio tal maravilha?

Ela era perfeita. Satisfazia-me como ninguém havia feito.

Abri os olhos e virei a cabeça para o lado seguindo o som de sua respiração irregular.

Renesmee controlava a respiração, logo se deitou de lado com aquele sorriso travesso que me tirava a coerência dos pensamentos. Eu continuei de barriga pra cima, apenas admirando a beleza de Nessie com mais calma.

Seus lábios carnudos estavam vermelhos e inchados. Aquilo me excitava.

Suas bochechas estavam rosadas, aquilo fazia uma alusão a uma menina sapeca o que me encantava. Seus olhos chocolates estavam escuros e eu via o desejo nítido neles.

Sua pele alva estava com uma fina camada de suor e seus cabelos castanhos e acobreados agarravam em sua pele, mas isso não me impediu de contemplar o primor de seu corpo feminino e atraente.

Observei as curvas de sua silhueta e estremeci de vontade de contorná-las com minhas mãos. A cintura, o quadril, a perna. Eu me perderia naquele caminho tortuoso muitas vezes mais.

__ Isso foi incrível. – Nessie disse-me sorrindo.

Só então voltei a fitar sua face de menina levada.

__Você também é maravilhosa. – Disse forçando Renesmee a colocar as costas no colchão, deitando-me por cima dela.

Fitei em seus olhos pecaminosos e ardentes, arrastei meu olhar e sua boca convidava-me. Estava entreaberta e soltando o ar ajudando a respiração a regular.

Beijei-a calmamente. Um beijo molhado. Em seguida passei a ponta da minha língua entre a linha divisória de seus lábios e sem demora Renesmee abriu mais a boca permitindo que minha língua inquieta entrasse em sua gruta e enroscasse com sua língua calorosa.

Sua boca era quente, seus lábios macios. Ela seguia meu ritmo gostosamente lento. Não acelerei o beijo e tampouco ela. Assim que meu pulmão reclamou o que eu julguei ser muito cedo, descolei nossas bocas e dei-lhe um selinho demorado.

___ O que você acha se a gente tomasse um banho? – Perguntei com um sorriso maldoso nos lábios.

___ Claro, sem dúvida. – Renesmee respondeu com certa malícia em seu tom e depois se levantou.

Apenas a observei se dirigir ao banheiro da suíte. Ao chegar à porta do banheiro Nessie virou-se para mim e chamou-me com o dedo indicador.

Sorri abertamente para ela e prontamente fui ao seu encontro. Sem aviso ou pestanejar segurei forte em sua nuca beijando-a enquanto a conduzia para dentro do banheiro.

Eu me encontrava de costas para o Box. Entrei e liguei o chuveiro, sem ao menos retirar meus braços do corpo curvilíneo de Renesmee, coloquei-a embaixo da água morna, juntando-me a ela em mais um beijo cálido.

Durante o beijo eu explorava todo o corpo dela com as mãos. Era macia a sua pele e tremia em minhas mãos, aquilo por si só já era um deleite para mim.

Nessie apenas apertava minhas costas enquanto arfava de prazer vez e outra, principalmente quando passei a adular seus seios com minhas mãos.

Escorreguei meus lábios por sua pele molhada pela água morna que molhava nossos corpos. Mordi seu maxilar e depois cheguei a seu pescoço onde chupei sem pudor e continuei mordendo e chupando em uma perfeita sequência.

Renesmee por sua vez gemia baixo em meu ouvido e sorri safado quando apreciando o roçar de suas coxas em meu membro.

Eu estava excitado demais. Senti meu pau pulsar de tão duro, meu corpo parecia em chamas o que era contraditório uma vez que estávamos sob o chuveiro.

Fui prensando Nessie na parede fria do Box conforme a beijava avidamente. Ela não retrucou apenas resmungou quando suas costas chocaram-se com o frio do azulejo.

Tornei a afagar seus seios dessa vez com mais força e mordiscar a pele já vermelha de seu pescoço enquanto ela gemia por mais
.
___ Oh mais Jake.... — Renesmee embrenhou seus dedos em meus cabelos os puxando com brutalidade.

Abaixei-me deslizando meus lábios por sua pele apetitosa e abocanhei seu seio esquerdo e continuei a apertar o direito. Isso a fez gemer mais alto.

Ergui meu olhar e contemplei aquela pequena mulher ensandecida com a luxúria explicita em seus olhos agora cintilantes. Sua boca era maltratada por seus próprios dentes. Vendo-a tão entregue assim subi outra vez e tomei seus lábios em um beijo um pouco mais lento, mas mesmo assim era intenso e fazia meu pênis latejar.

Nossas línguas enroscavam-se e lutavam por espaço ao mesmo tempo uma na boca do outro e eu estava entorpecido por seu gosto afrodisíaco.

Renesmee envolveu suas pernas em meu quadril fazendo com que sua buceta quente encostasse-se a meu falo que estava pulsando por poder preenchê-la.

Eu já não aguentava as mãos habilidosas de Renesmee passeando em meu peitoral ou suas reboladas propositais que faziam meu membro roçar em sua fenda encharcada.

Segurei melhor em seu traseiro e não me detive, desferi uma forte tapa arrancando-lhe um grito safado que fez meu pau doer.

Penetrei em seu centro lentamente a fazendo soltar uns gemidos de aprovação. Continuei meu ritmo devagar até sentir que não restava nem mais um centímetro que não estivesse envolto por aquela cavidade úmida e deliciosa.

Então sem protelar comecei a socar meu pau dentro dela fazendo-a gemer sofregamente. Logo iniciei um vai e vem a prensando mais entre mim e a parede.

O banheiro estava nublado com a fumaça da água morna que descia e batia ao chão. As batidas no piso abafavam um pouco nossos gemidos altos, mas nãos os venciam.

Eu segura firme em seu traseiro entrando e saindo de sua fenda com muita rapidez e força. E Renesmee sempre pedindo por mais.

Eu sentia que iria explodir a qualquer momento, senti as unhas de Renesmee arranhar dos meus ombros até meus bíceps onde a senti cravar suas unhas ao mesmo tempo em que as paredes de sua buceta apertavam meu pênis com vigor fazendo-me rosnar e chegar mais perto de um orgasmo.

Em um movimento rápido deixei meu traseiro pousar ao chão, prendendo Renesmee em meu colo. Apertei seus quadris conduzindo-a a rebolar em meu pênis.

E como ela fazia isso bem. Levando-me a beira da loucura.

Segurei a vontade de gozar e isso me doeu, porém não deixei de estocá-la até sentir seu prazer derramar em meu pau e seu corpo oscilante amolecer em meus braços à medida que um gemido rouco saía de sua boca.

Sem deixar de segurá-la tirei meu membro de dentro dela, deixando-a sentada e lânguida em minhas coxas. Não demorei com minhas mãos envoltas na minha carne dura – que pulsava — e jatos de meu sêmen foram derramados ao chão enquanto minhas pálpebras débeis fechavam-se e meus lábios se abriam para liberar um gemido arranhado.

Tomamos um banho de verdade, com algumas carícias, porém essas eram leves e somente acalentadoras. Além disso, Renesmee estava com suas pernas fracas. Ajudei-a no banho enquanto ela me lançava olhares cativantes e sorrisos travessos.

Oh mulher perfeita, pensei.

Eu não encontraria mulher como ela para me satisfazer. Em poucos minutos não parecia que ela tinha acabo de fazer o sexo gostoso que fizemos. Estava sorridente e faceira ao final do banho.

Fascinante!

Secou-se com graciosidade, deixou a toalha sobre a pia e dançou rebolando aquele traseiro lindo em minha frente até deitar-se na cama.

Ela estava nua e com aquelas nádegas convidativas e libidinosas para alto e não me contive. Engatinhei sobre o colchão e suavemente passei meu nariz por seus cabelos úmidos, por suas costas delicadas que cheiravam ao sabonete misturado ao seu aroma inebriante natural.

Escorreguei até a sua lombar e tracei um caminho com meus beijos até sua bunda onde mordi cada lado sentindo-a tremer e quando lancei minha palma a sua carne ela grunhiu. Manhosa e desavergonhadamente.

Assim que coloquei minha mãe em sua buceta quente me deliciei com toda umidade que havia por lá. Introduzi dois dedos e Renesmee gemeu novamente.

A safada estava de bruços somente aproveitando minhas carícias. Estoquei-a com meus dedos e logo passei a pincelar meu pênis em sua entrada.

___ Fica de quarto! – Mandei em tom gutural.

Com seu gemido manhoso e sensual ela empinou-se e ficou exatamente como eu queria. Suas mãos estavam aferradas nos travesseiros, seu traseiro arrebitado estava me tirando a sanidade – ou o que restava dela -. Seu sorriso era devasso e satisfeito.

Rapidamente coloquei uma camisinha e inicialmente pincelei a cabeça do meu membro em sua entrada e depois o deslizei da divisão de suas nádegas até estar com ele na sua entrada escorregadia e extasiante.

___ Jacob. -– Ela rugiu jogando-se para trás.

Ela fez isso umas cinco vezes, e eu não alterava meus movimentos enquanto me divertia com seu delírio.

___ Porra Jacob! Enfia logo isso. – Gemeu chorosa e eu ri mais uma vez sem me enterrar em sua gruta molhada.

Confesso que estava louco para foder naquela buceta quente assim como meter naquele traseiro gostoso, mas por hora eu estava a fim de provocá-la.

___ Por quê? Você quer? – Cutuquei-a e satisfatoriamente a percebi rosnar.

___ Porque eu quero caralho, eu preciso... – Ela retrucou aos berros e eu apenas penetrei uns poucos centímetros gemendo junto com ela, mas não me aprofundei mais.

Ela rebolou gostoso o que me fez revirar os olhos e ir mais fundo, porém não daria esse gostinho a ela, saí e voltei a minha tortura particular.

___ Seu filho da puta! – Renesmee reclamou rebolando em meu pau mais uma vez.

Eu soltei uma risada presunçosa e me enterrei de vez nela ouvindo um grito esganiçado vindo de sua garganta. Eu mesmo rosnei ao preencher aquela cavidade cálida e prazerosa.

Estocava em seu interior com força, pois era assim que ela pedia e gostava. Mas a danada não me deixava em paz, rebolava com engenhosidade e eu me sentia ir até o máximo arrancando gritos de prazer de nós dois.

Eu entrava e saía com força, minhas mãos fincaram em sua cintura a ajudando a se jogar mais contra meu corpo enquanto eu levava meu pênis para mais fundo de sua gruta.

Sentindo já meu líquido pré-seminal sair e o ápice chegando saí de dentro dela virando-a de costa no colchão. Quase gozei por vê-la tão débil e tão torpe sob meu corpo. Enterrei-me outra vez em Renesmee, voltando a preencher sua fenda com vigor e velocidade.

Não demorei a notar meu pau sendo engolido por seu interior. Ela tremia em minhas mãos e gemi juntamente a Nessie quando a mesma alcançou seu prazer máximo oscilando minhas estruturas com seu estado de prazer e volúpia.

Eu percebi que não aguentaria, cravei minhas mãos no colchão ladeando a cabeça de Nessie com meus braços tensos, e me aterrei repetidas vezes sem pudor em sua gruta até esvaziar-me por completo.

Tomamos outro banho. Nu assim como ela também se encontrava deitei-me e ela seguiu-me. Prontamente a abrace para descansarmos. Poderia só ter sido uma transa -- melhor dizendo três. --, mas seu cheiro genuíno e entorpecente deixava-me confortável.

Além disso, ela não reclamou e apenas aconchegou-se mais em meu peito. Sendo assim adormecemos pelo restante da madrugada.

****

O barulho que interceptava o meu sono era terrivelmente irritante. Por segundos controlei a vontade de arremessar meu celular pela janela.

Espera.

Não era a droga do meu celular, recordava-me muito bem do meu toque e esse não era uma canção do Jay-Z.

Despertado do meu sono, percebi claramente que estava deitado de bruços em um colchão macio. Sem mover um músculo do meu corpo abri os olhos e logo os esbugalhei.

Não era meu quarto.

Ergui parcialmente o meu corpo apoiando meus antebraços no colchão. A claridade que entrava — devido uma cortina aberta — magoou meus olhos e os apertei fortemente.

E aquela porra não parava de tocar.

Virei lentamente meu corpo colocando minhas costas no colchão. Respirei fundo tentando despertar completamente e à medida que eu sentava na cama reparei a silhueta que saía da porta do banheiro.

Sorri embevecido recordando da noite anterior. No mesmo instante as lesões das minhas costas — feitas pelas unhas de Renesmee — começaram a arder. Mas era uma ardência prazerosa que me fazia reviver o deleite daquela noite.

Renesmee estava com o roupão vermelho do hotel e seus cabelos molhados. Ela buscava o maldito aparelho gritante em sua pequena bolsa.

Puta que pariu! Meu sangue já fervia e passava a se concentrar em meu membro novamente.

O que aquela mulher tinha?

Só o fato de estar rebolando sem pretensão aquele traseiro redondo e esculpido deixava-me quente de tesão.

__ Oi amor. -- Disse ela assim que pegou o celular.

Inclinei minha cabeça para o lado com a confusão estampada em minha face.

Amor? Que porra era aquela?

Renesmee ainda estava de costas para mim.

__ Sim, eu também estou e não eu ainda não almocei. — Ela respondia estranhamente com uma voz doce.

Ligeiramente o seu olhar pousou em mim e desfilando ela chegou à beira da cama onde repousou o seu traseiro. Ignorando-me totalmente.

Nessie continuou aquele diálogo bizarro ao telefone e eu permaneci sentado ouvindo tudo e embaraçado.

Papo estranho.

Juntei as sobrancelhas. Aquela voz melosa e meiga não era da mulher que dormiu comigo na noite anterior.

___ Claro amor, eu ligo quando chegar. — Renesmee dizia enquanto penteava os cabelos com os dedos.

Logo chacoalhei a cabeça e levantei-me.

Eu juro que não foi proposital, mas eu estava totalmente nu e dei a volta no quarto passando pela frente da Nessie.

À proporção que andava para o banheiro eu percebia seus olhares pecaminosos em minhas costas. Sorri jocoso por isso.

Já no banheiro me autoanalisei diante do espelho. Eu estava com a cara de acabado. Mas eu sorri com isso. Em meus braços marcas de unhas, em meu pescoço uma mancha roxa que eu imediatamente senti orgulho de tê-la ali.

Em seguida lavei-me rapidamente, eu não sabia a hora que era, mas desconfiava que fosse mais de meio dia.

Assim que saí vislumbrei Renesmee em frente ao grande espelho do quarto ajeitando o vestido. Ela fitou meu reflexo, uma vez que eu estava escorado na soleira da porta com meus braços cruzados e uma toalha enrolada a cintura.

Meu sorriso era intencionalmente presunçoso.

__ Bom dia! -- Bradei. -- Ou devo dizer boa tarde? — Brinquei desencostando-me da soleira e buscando minha calça no canto do quarto ainda sob o olhar de Renesmee através do espelho.

___ Bom dia bonitão. -- Disse ela com seus olhos na própria imagem enquanto ajeitava os cabelos. -- São 11h40min. -- acrescentou.

Nada disse. Vesti minha calça, busquei as meias e as vesti e então coloquei minhas mãos na cintura tentando avistar minha camisa.

___ Aqui. -- Renesmee estendeu a peça para mim. Em agradecimento estalei um beijo em seus lábios.

Ela sorriu sedutoramente.

__ Eu tenho que ir. -- Sussurrou em meus lábios e percebi labaredas de fogo descendo em minha espinha.

__ Namorado? -- Questionei em mesmo tom.

__ Mais ou menos isso. -- Respondeu em seu tom instigante natural conforme se afastava de mim.

Vesti a camisa e disse-lhe:

___ Levo você pra casa, se não der problemas para você.

Eu estava um pouco surpreso em saber que ela tinha um namorado, não que isso me afetasse, eu até estava acostumado em ser o amante.

Porém eu não queria causar encrenca, mesmo estando louco para me aterrar naquela mulher novamente, não estava afim de uma briga.

___ Não é necessário, eu pego um táxi. -- Ela rejeitou minha oferta e senti meu orgulho masculino sendo açoitado por isso.

Estalei a língua repetidamente em negação.

___ Não permitirei que pegue um táxi. — Declarei checando meus pertences em meus bolsos. – Tomaremos café, eu fecharei a conta e a deixarei em casa.

___ Jacob melhor não. – Retrucou.

Sua postura altiva, seu tom firme e seu olhar impertinente fixo ao meu causaram um latejo em meu pênis.

Oh mulher danada!

__ Por quê?

__ Bem eu não quero cair na tentação se você me procurar outra vez. -- Respondeu cantarolando fitando-me divertidamente.

Estreitei meu olhar para ela.

__ Quem informou a senhorita que lhe procuraria outra vez? — Provoquei.

___ Eu sei. -- Replicou com uma voz tão sexy que recebi uma fisgada em meu membro e em seguida senti sua ardilosa mão apertando-o com força fazendo-me soltar um gemido fraco.

___ E você não gostaria? -- Indaguei trazendo-a para mim apertando fortemente as suas nádegas.

Renesmee arfou desavergonhadamente e até isso acarretou uma onda de excitação em mim.

___ É sempre bom ficar com um gosto de quero mais. — Replicou e em seguida mordeu libidinosamente meu lábio inferior.

Diaba! Ela ainda apertava meu pau sem medir a força.

Arrastei minhas mãos por suas costas enrolando seus cabelos em meus dedos e tomei-lhe em um beijo ávido e molhado. Ruidoso. Obsceno. Delirante.

Renesmee agarrou suas duas mãos em minha nuca enquanto deslizava sua língua por todo interior da minha boca.

Soltá-la custou-me um enorme esforço. Renesmee tinha uma essência que me fazia querer mais e mais dela. Estava louco para agarrar-me mais a seu corpo e para me abrigar em sua gruta saborosa que só por lembrar deixava-me em chamas.

___ Vou me atrasar preciso realmente ir. — Balbuciou e eu assenti.

Sorri complacente e afastei-me da Nessie soltando o ar lentamente.

Descemos e saímos do hotel.

Com as mãos no bolso observei-a pegar o taxi que não demorou. Renesmee acenou com uma mão para mim quando a outra já pousava sobre a porta do veículo. Com um sorriso simpático em seu rosto e uma leve brisa balançando poucos fios de seus cabelos, Renesmee se foi.

Imaginei que não mais a veria mais, nem ao menos o telefone dela eu tinha. Nem mesmo pedi. Ela deixou claro que não queria ficar comigo outra vez e estranhamente concordei em uma omissão de argumentos para sua decisão.

Peguei meu carro e parti para casa. Durante o caminho pensei que talvez Renesmee e eu fôssemos um daqueles casos em que você tem a transa perfeita e então não se encontram por anos até um belo dia se verem. Ambos casados, com filhos e partilhando uma extraordinária lembrança de um passado prazeroso.

Quão inocente eu era por pensar assim. Faltava pouco para eu ser surpreendido.

Notas finais
E aí gostaram? - O que estão achando??? - Até o proximo. - beijos