Doce Trapaça
10 Capítulo 9
Notas iniciais
Betado por Kiki Cullen!
Boa leitura travessas!
PDV Isabella.
Edward não desvia seus olhos de mim, enquanto a cena se desenrolava a nossa frente. Estirada em uma mesa, com as mãos e tornozelos amarrados nas extremidades, uma loira estava sendo açoitada por um Homem mais jovem enquanto outro observava atentamente.
Seu corpo era mediano, para uma primeira visão, quem não a observasse com atenção poderia jura que se tratava de uma colegial. Mas suas palavras de incentivo e de baixo calão não deixavam duvidas que tratava-se de uma mulher experiente e que sabia muito bem o que estava fazendo. Analisando-a com atenção notaria algumas rugas já existentes em sua face momentaneamente rosada.
Unicamente vestida com uma minúscula calcinha, que acabará de ser rasgada pelo homem mais velho antes do mesmo tomar sua boca e pronunciar algumas palavras obscenas enquanto atormentava seus mamilos, fazendo seus gemidos ser tornar mais alto.
A cena em si, deixava-me alarmada, não me via nessa posição, sendo acoitada na frente de todos, por um dos gêmeos enquanto o outro nos observava com tanta luxuria em seus olhar, como o velho coadjuvante na cena a nossa frente.
—Como se sente?— Sussurrou Anthony ao meu ouvido fazendo-me sobressaltar.
— Estranha. — Sussurrei de volta. — Vocês... Gostam... Quero dizer, esperar que eu...
— Que você possa participar de algo assim?— Indagou Edward. — No futuro Isabella, não terá essas preocupações, na verdade será algo natural.
— Eu não serei capaz. — Sussurrei a verdade, eu jamais teria essa coragem.
— Agora você tem esse pensamento. — Desceu a mão alisado a lateral de meu corpo, por cima da túnica, antes de puxa-me de encontro a ele. — Quando estivemos em ação estará tão concentrada em nós que nada ao redor vai existir.
—Isabella, não há muito tempo atrás você pode proporcionar algo não tão grandioso como essa cena, mas, quem estava por perto pode ver como você foi receptiva aos carinhos do Edward. — Lembrou-me Anthony. — Por algum segundo lembrou-se de onde estávamos princesa?
— Não... Mas... — O que falar? Que quando eles me tocavam eu perdia a noção do tempo...
— Não teria como, você se entregou com perfeição, foi uma visão que me deixou fodidamente duro, se você pudesse ver seu rosto no momento que gozou princesa. —Anthony fechou os olhos e trincou os dentes antes de voltar a abri-los e sussurrar. — Por Deus, você não imagina como desejei foder você naquele sofá, na frente de todos.
— Fluirá naturalmente Baby— Falou Edward voltando sua atenção para a cena a nossa frente. — Faz um ano que Jane e Alistair, estão juntos essa é a primeira cena deles.
— Quem é o Dono dela?— Sussurrei ao Anthony que estava ao nosso lado muito focado no que se desenrolava a nossa frente.
— O mais velho. — Sorriu.
— E esse outro? São como nós?
— Não, Baby esse é um terceiro escolhido por eles. — Falou Edward ao meu ouvido, antes de sentar e me arrastar ao seu colo. —Alguns Dons escolhem um terceiro para participar da cena.
—Jane e Alistair são casados?
— Não. — Edward alisou meu rosto. — Nem todos são um casal fora deste clube, à maioria se conheceram aqui, ou em um clube semelhante.
— Mas eles têm uma vida lá fora... Quero dizer eles são casados?— Minha curiosidade estava a mil.
— Alguns sim, outros não...
— E as esposas aceitam?
— Na maioria das vezes elas não sabem. —Edward fez sinal em direção a um casal que estava ao nosso lado direito. — Essa é a sub dele, mas não a esposa.
— E ela aceita? Quer dizer a esposa dele sabe?
— Isabella, nem todas sabem o que acontecem fora de suas casas, estão conformadas com suas vidas, e seus maridos por algum motivo que não sei qual, preferem assim.
— O que é um risco. — Se pronunciou Anthony estando-se ao nosso lado.
— Isso é traição.— Falei sem pensar.— São casados...
—A vida não é um conto de fadas e nem tão pouco um romance Isabella. — Respondeu Edward. — Eles têm os motivos deles, por optarem a viver desta forma.
— E algumas subs sabem desta condição e aceitam. — Soltou Anthony.
— Mas não deixa de ser uma traição.
—Não cabe a nós julgamos ninguém princesa. —Voltou a falar Anthony. — Cada um, leva sua vida da forma que achar correto.
— Mas estão mentindo para suas esposas...
— Por isso decidimos lhe mostrar nossos estilho de vida Isabella, não suportamos mentiras e nem queremos viver desta forma. — Falou Edward serio. — Por mais medo que senti de te perder, quis arriscar.
Suas palavras esquentaram e ao mesmo tempo atormentaram meu coração. Eu mentia para eles, obrigada, mas mentia. Não que tivesse a intenção de continuar ocultando os verdadeiros motivos de nossa aproximação. Embora não soubesse de fato o que meu pai almejava. Mas sem sombra de dúvida precisa contar aos gêmeos tudo que conhecia sobre o assunto.
E se depois disso eles não me quisesse mais? Eu sofreria muito, morreria de fato, mas não poderia deixá-los cego. Eu devia isso a eles. E não poderia mais adiar.
— Podemos ir para casa?— Sussurrei para não chamar atenção dos demais.
— Mas já Baby? Queria muito que assistisse até o fim.
— Tenho algo importante a falar com vocês. — Baixei a cabeça e o tom de voz, reprimindo as lagrimas que teimavam em inundar meus olhos.
Medo sentia muito medo de perdê-los, mas não poderia continuar assim.
— O que estar acontecendo Isabella?— A voz grave de Edward fez meu corpo se retesar.
— Com certeza é algo grave para Isabella estar tremendo desta forma. —Observou Anthony.
—Vamos pegar suas roupas e iremos para casa. — Falou Edward ficando em pé e me arrastando com ele. — Baby o que aconteceu para que de repente ficasses assim?— Pediu olhando-me serio.
— Tenho algo importante a falar, mas, por favor, em casa. — Pedi olhando-os.
— Tudo bem princesa. — Disse Anthony juntando-se a nos.
Antes de sairmos Edward fez sinal ao grandão que discretamente nos seguiu até o quarto onde estavam minhas roupas. Com as mãos tremulas me vesti sem conseguir escutar o que os três conversavam.
Minha mente estava em Alice, estaria acordada ainda? Esperava sinceramente que não, queria ter tempo de falar com eles e ver suas reações, se depois do que revelasse não nos quisessem mais em sua casa, acordaria Alice e partiríamos antes que nosso pai descobrisse.
Que Deus me desse forças para seguir em frente...
O caminho de volta foi feito em silencio, que para mim estava sendo sufocante. Sentada entre os dois tentava manter-me calma, mas estava sendo terrivelmente frustrante. Sentia um medo terrível do que pudesse acontecer.
Não só perderia a confiança e o amor dos dois, como poderia perder a Alice quando o Charlie descobrisse. E as duas perdas seriam terríveis para mim. Mas de forma alguma poderia continuar omissa.
Edward e Anthony estavam aparentemente tranquilos, perdidos em seus próprios pensamentos o que me possibilitou organizar minhas idéias, ou ao menos tentar acha uma solução. Teria que ter um lugar em mente para ir com Alice, não poderia ficar ao alcance de nosso pai.
Mas para onde iríamos? Não tínhamos parentes nem condições financeiras que pudessem nos ajudar. Mas não baixaria a cabeça, não poderia Alice dependia de mim.
— Chegamos Isabella. — Edward estava fora do carro com a mão estendida.
Aproveitei o momento para desfrutar do toque suave de suas mãos, quem sabe seriam os últimos. Os sonhos foram desfeitos antes mesmo de começar a vivê-los. Pensei angustiada, enquanto caminhávamos.
Fomos recebidos por Jared, que antes de se recolher nos informou que Alice já estava dormindo.
— Não deveria ter ficado acordado até tarde. — Falou Edward. — Não tem mais idade para isso. — Sorriu ao homem que retribuía com um sorriso tímido.
— Agora posso me recolher, boa noite senhores.
Anthony serviu-nos de um drink assim que nos acomodamos na biblioteca. Sentei tremula vendo Edward ficar a minha frente. Seu olhar estava evasivo.
— Sua bebida princesa. — Anthony entregou-me um copo que sem demora virei engasgando-me no processo. —Hey vá com calma!— Pediu serio.
Ficamos em silencio por alguns segundo.
— O que é tão assustador que estar te deixando assim Isabella?— Sua voz estava calma, mas não me deixou tranquila, Edward me fitava com atenção.
— Eu preciso...
Não teria outra forma de falar a verdade, tinha que ser direta, fitando seus olhos, deixei que as palavras fluíssem. Anthony sentou também a minha frente encarando-me atônito à medida que ia revelando, desde a manha que recebi o telefonema de meu pai a ida a sua empresa.
— E só agora pensou em nos contar?— O choque visível na voz de Edward fez meu coração já atormentado se comprimira em meu peito.
— Eu não...
— Você teve todo esse tempo Isabella...
—Calma Edward. — Pediu Anthony ficando em pé. — Deixe Isabella terminar.
— Eu não podia. — Uma lagrima escorreu e depressa limpei. — Ele estava com Alice e disse que se fracassasse nunca mais veria minha irmã. — Baixei a cabeça para que não visse as lagrimas. — Eu juro que tentei...
— Cachorro doente filho da puta!— Edward esmurrou a mesa fazendo-me sobressaltar assustada. — Foi ele que te bateu?— Fiquei muda com a explosão dele. — Responda Isabella!—Gritou. — Foi aquele filho de uma puta que te bateu Isabella. — Seu olhar frio me deu medo.
— Eu queria ir embora...
— E o covarde te bateu!— Explodiu Anthony. — Porque não nos procurou?
— Alice.
— Foi por isso que estavam discutindo...
—Foi, até você chegar e convencê-lo a deixá-la.
— Edward não convenceu Isabela, ele pagou para que Charlie deixasse sua Irma aqui. — Revelou Anthony.
Edward caminhava de um lado ao outro da sala, perdidos em pensamentos. Ignorando completamente nossa existência, por hora comentava algo com o irmão, sem que conseguisse entender.
— Algo não bate. — Falou por fim. — O que ele queria exatamente?— Pediu encarando-me. — Que você se aproximasse de nós de depois?
— Ele queria um herdeiro. — Sussurrei.
— Um herdeiro?— Indagou Anthony confuso.
— Teria que engravidar e depois disso sumir. —Com lagrimas rolando termine de contar todo enredo, vendo-os atônitos a minha frente.
— Isso é insano!— preferiu Anthony quebrando a silencio cortante.
Edward permaneceu mudo, encarando-me por alguns instantes antes de caminhar em direção à porta.
Então seria assim nosso fim?
Não olharia para trás...
Nem uma adeus ele daria?
Também o que esperava, conhecia os riscos, sabia que a reação deles seria disso a pior, na verdade eles tinham até sido compreensivos, sem gritar e sem expulsar-me imediatamente a ponta pés de sua casa.
Com o coração esmagado em meu peito vi Anthony seguir seu irmão. Parando a soleira da porta e olhando-me por breves segundos, antes de sumir completamente de minha visão. Não sei quanto tempo fiquei sentada, encolhida naquela poltrona fria, sentindo as lagrima banharem meu rosto.
Fora feito.
Estava acabado.
Era o fim... Só restava aceita-lo.
Até distante Charlie tinha esse poder podre de destruir meus sonhos, como sempre fez. Mas não ira deixá-lo destruir os sonhos de Alice.
Alice!
Com essa lembrança reuni as fagulhas de minhas forças e segui para meu quarto. Iria arrumar minha mala, depois cuidaria da de Alice para sairmos o mais rápido possível da residência dos gêmeos. Partiria mas deixaria com eles meu coração.
Caminhei lentamente para o quarto que estava minhas roupas, pegando a pequena mala e jogando tudo dentro. Pouco minutos depois estava fazendo o mesmo que as de minha Irma, que dormia tranquilamente.
Respirei fundo antes de chamá-la, uma, duas vezes, sacudindo-a, para que acordasse.
—Bells!— Abriu os olhos entorpecidos pelo sono.
— Sou eu Lice, levante-se temos que ir. — Falei prendendo o choro.
— Bells!— Sentou-se as presas na cama, esfregando os olhos. — O que aconteceu. — Procurou o relógio sobe a mesinha de canto. — É duas horas Bells, porque temos que sair a essa hora?
— No caminho lhe explico querida. — Pedi com gesto que se levantasse. — Mas por hora se apresse, por favor.
— Estou com sono Bells, por favor, não podemos sair amanha?— Choramingou.
— Não Alice, temos que sair agora. — Falei um pouco enérgica para ver se surtia o efeito de acordá-la totalmente.
Alice preguiçosamente se espreguiçou antes de se levantar. Já estava em pé quando a porta se abriu e Anthony entra olhando-nos.
—Volte para cama Alice. — Falou suavemente com minha Irma, que não pensou duas vezes antes de deitar e se cobrir. — Vocês não vão a lugar nenhum Isabella. — Falou calmo se aproximando de mim. — Venha vamos conversar.
— Bells, apaga a luz, por favor. — Pediu Alice virando-se na cama.
—Ia tirar sua Irma de madrugada de nossa casa?— Me fitou. — Não tem motivos para fugir.
— Mais...
— Sem mais. — Disse firme. — Venha precisamos conversar.
Ouvi o suspiro de alívio de minha Irma, antes de apagar a luz e deixar seu quarto. Anthony nos guiou para o quarto que ultimamente estava ocupando, o de seu irmão.
Meu coração por alguns minutos se aqueceu com a esperança de que Edward estive a nossa espera. Mas o quarto estava vazio. As lagrimas que a todo custo tentava frear, venceu a batalha, e sem controle descia por minha face.
Anthony aconchegou-me carinhosamente em seus braços antes de nos conduziu para a cama, onde deitou-me ficando junto a mim. Seus braços fortes evolveram-me de forma protetora. E em silencio ficou todo instante ao meu lado.
Não sei por quanto tempo chorei, ou quando o cansaço venceu-me arrebatando-me para a inconsciência, cheio de sonhos nebulosos. Acordei ainda na mesma posição, a conchegada aos braços de Anthony, que falava baixinho ao celular.
— Isabella está aqui... Não, não a deixarei ir... Por quanto tempo? Acha que agora e o momento oportuno Edward? —Ficou escutando o que o irmão falava em silencio, sem perceber que já estava desperta. — Entrarei em contato assim que tiver alguma informação. — Tentei me movimentar, mas o aperto seguro que ele me deu, me deixou imóvel. — Isabella acordou... Vou passar para ela. — Fitando-me por alguns segundo. — Edward quer falar com você.
Com as mãos tremulas segurei o aparelho apertando-o.
— Isabella. — A voz dele estava tensa, triste e fez meu coração sangrar mais uma vez.
— Edward eu sinto muito. — Sussurrei e ele ficou em silencio.
— Preciso me ausentar por alguns dias. — Falou por fim.
— Se você está se afastando por minha causa...
— Não quero que saia de nossa casa. — Cortou-me. — Estou realmente precisando me ausentar, tenho assuntos urgentes a resolver, mas quero que fique ai, aja como se nada tivesse mudado.
— Eu...
Estava confusa, seria possível que existisse uma volta para nós? Meu coração voltou a bater com essa fagulha de esperança.
— Pode fazer isso Isabella?— Sua voz firme e distante aqueceu-me. — Pode continuar como se nada tivesse acontecido até eu voltar?
— Posso. —Uma lagrima escorreu e Anthony alisou minha face limpando-a.
— Não chore, por favor. — Pediu com a voz cortada. — Não posso voltar agora, mas Anthony está ai, não saia de casa sem ele, não receba a visita de seu pai sem Anthony está por perto fui claro baby?
— Quando você volta?— Estava com medo, queria vê-lo, saber que tudo estaria bem.
— Ainda não sei...
— Você me perdoou?— Meu coração parou de bater por instantes intermináveis.
— Quando voltar conversaremos Isabella.
— Tudo bem. — Reprimir o choro. — Edward...
— Fale...
— Vou sentir sua falta. — A linha ficou muda por um tempo, mas eu sabia que ele estava lá, escutava sua respiração pesada. — Perdoe-me, não tinha uma saída...
— Nunca mais esconda nada de nós. —Suspirou. — Preciso desse tempo Isabella, mas logo estarei voltando de cabeça fria e com as idéias em ordem.
—Entendo. — Sussurrei.
— Se cuide. — Pediu. — Agora passe para Anthony.
Em silencio entreguei o móvel ao Anthony que acompanhava nossa conversa com o olhar. Ficaram mas algum tempo na linha. Tentei mais uma vez me levantar, mas voltei a ser impedida.
— Aonde vai?- Sussurrou de encontro ao meu ouvido.
— Preciso usar o banheiro. — Era verdade.
— Edward precisa desse tempo. — Falou antes de me soltar. — Mas nada mudou Isabella entre nós.
Seria possível?
— Vamos nos casar apesar de tudo?— Indaguei confusa.
— Sim, na data prevista. — Anthony me fitou com seus olhos lindos fazendo-me perder o fôlego. — Acredite tudo será resolvido.
— Edward...
— Como falei, ele precisa desse tempo, no futuro você vai saber lidar com o temperamento dele, mas no momento Edward precisa de espaço.
— Eu teria saído...
— Em hipótese alguma você sai dessa casa Isabella.
— Não é justo... — Tentei falar, mas fui cortada.
— Edward pediu que fosse atrás de você, ele sabia que essa seria sua atitude Isabela, de fugir, ele ficou preocupado, com medo que você partisse.
— E porque não voltou?
— Edward poderia dizer coisas que depois se arrependesse, ou fazer algo que não tivesse concerto, entende?
— Não... Quer dizer acho que sim.
— Edward jamais se perdoaria se te ferisse de alguma forma princesa.
— Eu que Ferri...
—Você foi obrigada a isso Isabella._ Seus olhos jamais abandonando os meus._ Foi chantageada pelo crápula do Charlie.
— Se tivesse contado antes Edward não teria saído de casa, não estava preocupado com nada...
— Nossa preocupação é com você e Alice, queremos você duas a salvo da influencia negativa daquele verme.
— Quando ele descobrir que contei, ele vai tirar Alice de perto de mim.
—Não se preocupe com nada, porque vamos resolver tudo.
—Mas ele pode... — Ia falar, mas ele me cortou.
— Charlie não pode nada. — Falou serio. — Agora não quero que fique pensando nisso, já falei nós vamos resolver você só precisa continuar cuidando dos preparativos do casamento para que tudo fique pronto, essa é a única preocupação que quero que tenha._ Sorriu._ Fui claro princesa?
_ Vou tentar.
_ Agora volte logo do banheiro porque já esta muito tarde e precisamos dormir. — Seu sorriso de menino travesso era um alento ao meu coração.
***
Já aconchegada nos braços de Anthony, depois de uma ducha morna, permiti que a sonolência fosse vencendo-me, sentindo as caricias suaves que ele me proporcionava. Anthony era a copia física fiel de Edward, mas com temperamento e personalidade completamente diferente.
Um era o sol escaldante de um dia de verão que todos buscam para se aquecer, e o outro a sombra desejosa que se necessita para uma proteção.
Ambos perfeitos... Em completa sintonia... E que me completava, esperava realmente poder reconstruir o que hoje havia sido quebrado.
Talvez existisse ainda uma esperança.
Notas finais
Vejamos...
Foi feita uma promoção no intuito de divulgar as fanfics e ao mesmo tempo me possibilitar de presentear algumas de vocês!( Já que a todas seria impossível.)
Porém infelizmente não tivemos participante o que é uma pena!
Quer dizer a única que fez a recomendação e fez como se manda no regulamento ( em partes)foi a Erikota.
Pelo visto quem vão ganhar as lembrancinhas serão as meninas de São Paulo que for em me encontrar!
Qualquer duvida estou pelo grupo!
http://www.facebook.com/groups/173673219424849/
***
Agora sobre o Capitulo, o que me dizem?
Gostaram?
Odiaram?
Posso sair de trás da parede de proteção ou ainda corro perigo? Kkkk
Grande beijo travessas, e até o próximo post.
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