Notas iniciais
Boa Noite Travessas!
Dedico esse primeiro capítulo a elispreta que recomendou a fic só com o prólogo. kkk Brigadinha flor pela confiança!
Espero não decepcionar ninguém...
Boa leitura!

Isabella estava preparando o almoço quando recebeu a ligação de seu pai, bem de seu pai não, de sua secretaria Jessica, avisando que o mesmo a aguardava no final da tarde para uma reunião, e que ela não se atrasasse, o que a surpreendeu, pois Charlie nunca entrava em contato com elas, desde o dia que sua mãe partira abandonando-as a mercê dele.

Isabella dedicou sua vida a cuida de sua irmã e quando apareceu à oportunidade de sair de casa ela não encontrou obstáculos quando pediu para trazer Alice junto.

Apesar do dinheiro que Charlie dispunha, ele nunca se preocupou com o bem esta de suas filhas, afinal para ele mulheres não serviam para nada alem de esquentar a cama e satisfazer as vontades dos seus maridos.

Charlie Swan levava uma vida de boemia, e a única coisa que era importante para ele era sua empresa, a “Swan Exportações” e por ela, ele era capaz de tudo.

— Bella?

— Aqui Alice. — Bella estava terminando de se arrumar quando sua irmã chegou da escola.

— Vai sair Bells?

— Vou, mais não irei demorar.

— Você me ajuda quando voltar?— Alice fez uma carinha de pidona. — Tenho trabalho pra fazer.

— Seu almoço esta no fogão, esquete e coma depois tome um banho e descanse um pouco quando eu chegar te ajudarei com as atividades.

******

Isabella não conseguia conter a raiva que estava sentindo, olhava para o Homem arrogante a sua frente sentado em sua cadeira de couro, parecia mais um rei em seu trono, pois ele fazia questão de olha de cima para todos os seus subalternos e com Isabella ele conseguia ser ainda pior encerrou-a sustentando em seu rosto um sorriso malicioso.

— O que o senhor disse? — Ela perguntou na esperança de ter ouvido errado.

— O que você escutou Isabella, quero um herdeiro homem e esse só você pode me dar!

Não, esse Homem não poderia ser seu pai, ela deveria ter nascido em outra família!

— O senhor esta passando dos limites!

— Quem esta passando dos limites aqui é você sua imbecil! — ele proferiu dando um murro na mesa fazendo com que Isabella pulasse de susto. — Você vai fazer tudo que eu mandar, ou eu tirarei Alice de você!

— O senhor esta louco! — Ela falou deixando-se cair na poltrona e fechando os olhos.

— Eu terei um neto Isabella, alguém para levar meu nome, um herdeiro e é você que irá me dá!

— Eu não posso, eu...

— Ou é você ou a sua irmã, escolha?

Isabella o encarou por um breve momento e soube que ele não estava mentindo, o olhar sombrio de Charlie não deixava duvidas, ele passaria por cima de todos para conseguir o que queria e não se preocuparia em começar por sua filha caçula... Alice!

— Somos suas filhas, lembra? — Ele serrou os dentes. — O senhor devia nos proteger!

— E por ser minhas filhas e que tem que me socorrer agora, — ele sorriu – No final você vai terminar me agradecendo.

— E suas amantes, porque não tem um filho com elas, seria seu herdeiro legitimo não?

— Isabella já esta decidido. Você terá meu neto e depois vai me entregá-lo!

Só morta!

— Por que faz tanta questão por um herdeiro se nunca se importou com suas filhas? – Ela o odiava por tanto desprezo, não por ela, por que ela não se importava com ele, mais por Alice. — Use sua amante Jessica!

— Acabou Isabella, já esta decidido! — ele gritou não escondendo o ódio e a indiferença que sentia por ela.

— Como o senhor espera que eu engravide de um estranho?

— Você vai fazer o que eu mandar, isso se quiser ver Alice novamente! Ele falou sorrindo sabendo que seu trunfo seria infalível, afinal ela faria de tudo para proteger sua irmã. Ou não faria?

— Quem é ele?

O sorriso de Charlie declarava que ele sabia que acabara de derrubar todas as barreiras. Vencerá mais uma vez! Caminhou lentamente para junto de Isabella, sentando-se na poltrona de couro a sua frente. Isabella tragou procurando ar que faltava em seus pulmões, sua respiração ofegava enquanto olhava ao cruel homem sentado a sua frente.

— Quem é ele? — Repetiu lutando por um pouco de ar.

— Não é um estranho. — Havia um brilho sinistro nos olhos dele. — Edward Masen.

Isabella ficou estática, o que ela sabia de Edward Masen? Ele era um poderoso empresário, que vivia desfilando com belas mulheres, era freqüente te fotos dele estampadas nos jornais e revistas.

— Um dos gêmeos? O senhor esta louco! — Ela se exasperou.

Os irmãos Masen haviam herdado uma pequena empresa de seu pai, e em pouco tempo a fez prospera. Edward e Anthony dividiam uma mansão na parte nobre que dava para o rio Missouri, e que recentemente estampou as capas das mais bem conceituadas revista de arquitetura, sua riqueza era invejada por muitos, entre esses muitos estava seu maquiavélico pai.

Isabella os tinham vistos na mídia, Edward era um rapaz de mais ou menos um metro e noventa de altura, cabelos acobreados e olhos verdes, seu irmão Anthony era idêntico, a única diferença entre eles era o gênio, todos que circulava em seu meio temia mais ao Edward, pela forma dura e rude de lidar com os negócios, já Anthony era mais maleável, mais igualmente temido. Juntos formavam uma dupla imbatível nos mundos dos negócios e eram os solteirões mais cobiçados, as mulheres mais bonitas, sexys e experiente se jogam aos seus pés e Isabella nem chegava perto.

Porem o que a deixava mais apavorada eram os boatos que circulava sobre seus estilos de vida, os gostos sexuais deles eram extravagantes, que iam da escravidão a partilha, a fofoca que havia lido sobre esses irmãos a tinha deixando excitada.

Ele não concordaria em ser um doador de esperma, concordaria?

O simples pensamento de Edward Masen a tocando fez seu coração disparar, e seu corpo se acender e com um esforço sobre humano ela cruzou as pernas e ruborizou quando sentiu a umidade escorrer em suas dobras, um formigamento elétrico percorreu sua espinha enquanto seus seios se enrijeciam.

— Pelo que percebo, gostou da idéia de se deitar com Edward. — Os pensamentos dela foram interrompidos. — Seja competente pelo menos uma vez na vida!

A respiração de Isabella estava alterada, sua cabeça girava e o sangue corria agitado por sua face, remexendo em sua bolsa encontrou seu inalador e apesar dos tremores conseguiu inalar. Ela queria rir, mas se conteve com medo do que seu pai pudesse fazer, ele só poderia estar louco, como ela conseguiria se aproximar de Edward Masen?

— Vamos vou leva — lá...

— Não precisa.

— Não perguntei se precisava, vamos.

Assim que entrou na limusine de seu pai ela sentiu o frio percorrer todo seu corpo e aos poucos o pânico foi tomando conta dela, quando percebeu que não estava tomando o caminho de sua casa.

— Para onde estamos indo?

— Logo saberá?

— Eu preciso falar com Alice, ela ficará preocupada.

Charlie pegou o telefone do carro e discou o numero entregando-o em seguida a Isabella.

— Alice já esta em minha casa, quando terminar tudo isso você voltará a vê-la.

Isabella falou por poucos minutos com sua irmã, tranqüilizando-a que estava tudo bem, mas que precisaria se ausentar por um tempo, mas que faria o possível para que se falassem todos os dias.

— Eu te amo Alice — ela falou com lagrimas nos olhos. — Se cuide.

— Também te amo Bells.

*****

Edward estava na sala de reuniões conversando com um grupo de empresários que participariam do jantar em comemoração ao aniversario de sua atual “namorada” e que passaria aquele final de semana reunidos em sua residência, ao seu lado estava Anthony. Os dois se entreolharam quando Charlie adentrou acompanhado de uma mulher, ela era simples, mas sua beleza era incomparável.

— Perdão pelo atraso, — Disse Charlie. — Mas minha secretaria está doente e tive que pegar minha filha para substituí-la.

Mais uma vez Edward e Anthony se entreolharam, o que não passou despercebido ao Charlie.

Isabella vestia um vestido vermelho, simples mais bonito, na altura dos joelhos, com um decote “v” que acentuava e deixavam a mostra seus seios fartos, seu cabelo preso no rabo de cavalo e uma leve maquiagem que ressaltava seus olhos verdes. Ela auto se analisou, jamais chegaria perto do padrão de beleza das mulheres que Edward estava acostumado a ter.

— Fique a vontade Charlie, estamos aguardando Black — Disse Edward.

Charlie sentou-se na cadeira próxima a ele.

Isabella correu seus olhos pela sala, todos os Homens estavam acompanhados com belíssimas mulheres, alguns levavam alianças e demonstravam ser um casal.

Edward estava sentado em uma poltrona confortavelmente estalado bebericado e conversando com outros, mais quando seus olharem se encontraram pareciam prendê-la em uma corrente elétrica, que por mais que ela tentasse desconectar seu olhar do dele, não conseguia e quando ele lambeu seus lábios ela acompanhou cada percurso que a língua dele fez e instantaneamente mordeu os seus.

Ele sorriu, ao sentir a corrente perpassar seu corpo e seu membro enrijecer, deslizou seu olhar no minúsculo corpo de Isabella, e seu pênis latejou quando mirou seus seios. Santo Deus, quando foi que ele passou a se sentir atraídos por menininhas? Sim por que ela aparentava uma colegial, embora tivesse fodidamente sexy em seu vestido vermelho, mais seu jeito aparentemente tímido, o excitava ainda mais. Olhou ao Anthony e o mesmo estava conectado, com seu olhar, faminto, admirando a pequena fêmea a sua frente e o que viu no olhar do seu irmão foi à confirmação de sua maldita suspeita... Era ela!

Isabella estremeceu no momento que entendeu onde estava e se desesperou, ela estava preste a participar das famosas reuniões intima que os irmãos Masen proporcionavam a seus amigos, era nessas reuniões que as fofocas aconteciam, embora nunca houvesse mencionado que o local onde aconteciam as orgias fosse à própria residência dos Masen.

— Fico aliviado em saber que não sou o único. — Disse Charlie servindo-se de um drink e chamando a atenção do Edward. — Mais o que ouve?

— Ele ficou preso em uma reunião.

— E onde esta a aniversariante? — Quis saber Charlie.

— Terminando de se arrumar acredito eu, não sei quantas horas ela passou escolhendo uma roupa para na hora de se vestir decidir por outra. — Respondeu Anthony sorrindo em direção a porta quando entrava uma belíssima loira.

— Não acredito que já estejas falando de mim! — Disse ela se aproximando deles.

A Isabella não passou despercebido o olhar de cobiça que todos na sala depositaram na recém chegada, até as mulheres do local pareciam baba por ela. Uma loira alta de olhos azuis e sorriso marcante, com um corpo de causar inveja em todas as mulheres presentes e um par de seios fartos que estava quase pulando do decote de seu vestido.

— Afinal se me atrasei à culpa não foi só minha, vocês tiveram suas parcela de culpa por me cansar daquela forma.

A loira se aproximou do Anthony beijando seus lábios depois foi até o Edward sentando-se em seu colo, como se demarcasse seu território, e deixasse bem claro pela forma que os olhavam que era a dona da situação, e Isabella teve a certeza que os planos de seu pai não seriam tão fácil de serem concretizados.

Quem em sã consciência se meteria no meio desses dois, que mulher teria a chance de disputar com a belíssima loira sentada no colo de Edward.

De imediato, Isabella se lembrou de onde conhecia esse rosto, a loira era a famosa modelo Rosálie Hale, que os jornais haviam publicado ser a sortuda que havia fisgado não um, mais os dois solteirões mais cobiçado e que apesar das criticas e fofocas sobre o estilo de vida que eles levavam, ela era a mulher mais invejada na face da terra, por ter em sua cama o sonho de consumo de todas, não só o Anthony que é considerado um animal em todos os aspectos, mas principalmente pelo deus do sexo, como era conhecido Edward Masen.

— Bem pode ter se atrasado, mas esta belíssima como sempre senhorita Hale. — Disse um dos presentes.

— Obrigada James. — Ela lhe brindou com um belíssimo sorriso. — Vejo que veio sozinho, por onde anda Victoria? Adoraríamos tê-la presente não é Edward?

Edward perdido em seus pensamentos não percebeu quando Rose o indagou, ela imediatamente seguiu seu olhar e estacionou na menina a sua frente, sim uma menina! Uma fodida menina que estava chamando a atenção de seu homem.

— Edward querido, estou falando com você. — disse ela alisando seu peitoral.

— O que foi? — Ele questionou depois de um tempo.

— Falava para o James que adoraríamos desfrutar da companhia de Victoria.

— Sim, lógico... Por que ela não está aqui?

— Ela chegará amanhã, ficou presa em um de seus intermináveis compromissos.

Nesse momento o mordomo entrou na sala anunciando que o jantar seria servido e imediatamente todos o seguiram, Isabella deu um passou quando seu pai a puxou delicadamente pelos braços, mais suas voz foi fria quando falou:

— Parece que o patinho feio agradou ao Masen. — Ele intensificou o aperto em seu braço. — Não estrague as coisas.

Isabella queria gritar que não faria nada, queria sair dali correndo, mais pensou em Alice, Charlie havia dito, seria ela ou a irmã, e se para ela estava sendo difícil imagina Alice em seu lugar, esse simples pensamento fez seu estômago revirar.

Caminhou com passos lentos até a sala de jantar onde todos já estavam praticamente acomodados. Em um lado da mesa estava Anthony que a devorava com os olhos. Na outra extremidade estava Edward que não desprendia seus olhos dela, e ao seu lado direito a sorridente Rosalie e depois dela seguia uma infinita fileira de cadeiras que já estavam todas devidamente ocupadas, a Isabella só restava sentar no lado direito de seu pai que coincidia com o lado esquerdo de Edward de frente para a loira.

— Sente-se querida. – Disse Charlie com uma simpatia que nunca era direcionada as suas filhas.

Isabella sentou no lugar destinado a ela, e se questionou se aquilo teria sido propositado por seu pai, olhando-o de lado percebeu que sim, ele seria capaz de tudo.

O jantar foi servido e tudo transcorria bem até o momento que Isabella sentiu uma mão em sua coxa, e quase grita de susto, engasgando-se com sua bebida e derramando um pouco do liquido sobre seu decote, um frio percorreu sua espinha quando sentiu o liquido descer entre seus seios.

— Algum problema senhorita...? — Perguntou à loira.

— Isabella. — Respondeu Edward a pergunta implícita que a loira fez. — Isabella Swan.

Como ele sabia seu nome? Lógico sua tapada seu pai já deveria ter facilitado as coisas.

— Algum problema Isabella?— Perguntou mais uma vez a loira.

Edward continuou comendo como se nada houvesse acontecido.

— Não senhorita Hale, eu... Eu não estou acostumada com o vinho. — Disse limpando-se com o lenço. — Sou uma desastrada.

A loira ficou calada analisando-há por um tempo antes de continuar com sua refeição.

Para Isabella era torturante ficar ali, está tão próxima a Edward estava lhe deixando zonza, e como se isso não fosse suficiente, ele havia voltado a introduzir sua mão debaixo de sua saia entre suas pernas e continuava acariciando as coxas dela por baixo da mesa.

Ela tentava se manter calma, mas o fogo crescia dentro dela de tal forma que não estava sendo possível. Isabella se percebeu movimentando as coxas, abrindo, e permitindo que o toque dele fosse mais a frente... Querendo mais, muito mais...

Edward reprimiu a vontade de gruir e intensificou o aperto na coxa dela, que suspirou, ele imediatamente avançou tocando em sua calcinha totalmente úmida, e não foi possível conter o gemido.

O que não passou despercebido a loira ao seu lado, mais o momento foi salvo pelo mordomo servindo a sobremesa, pouco depois Edward se levantou e seguiu a outra sala sendo seguido por algumas pessoas e Isabella aproveitou o momento para tentar escapar do olhar inquisidor da loira.

Isabella temia levantar, pois suas pernas ainda tremiam pela sensação maravilhosa que sentiu só em Edward toca-lhe sobre sua peça intima, e ficou com o rosto corado, pois ele havia sentido o quanto ela estava molhada... Por ele!

Quando por fim se levantou respirou fundo e já caminhava para sala, onde seu pai e os demais se encontravam, quando sentiu uma mão delicada sustenta-lhe o braço, quando virou se deparou com um par de olhos azuis que a fuzilava.

— Aconteceu alguma coisa senhorita Hale?

— Isso é o que estou querendo saber! — Ela estreitou o olhar para Isabella. — O que aconteceu naquela mesa?

— Perdão?

— Não se faça de inocente menina! — Ela exasperou. — Vi a forma como estava, ofegante.

— Eu preciso ir ao Toalete. — Isabella sorriu timidamente. — O vinho nunca me cai bem.

A loira estudou a fisionomia de Isabella por um bom tempo, depois correu o corpo dela com um olhar de desdém, não, definitivamente Edward não se sentiria atraído por uma figura tão sem atrativos como essa a sua frente, ela só poderia está vendo coisas onde não existia.

Mais ela ouviu quando ele gemeu, e no momento chegou a ver desejo no olhar dele destinado a Isabella e para seu total assombro quando olhou ao Anthony do outro lado da mesa pode jurar vê-nos dele também. Não definitivamente não...

Não depois de uma tarde de luxuria compartilhada entre eles, e no mais, Edward adorava seu corpo, e comparando o seu ao de Isabella... Santo Deus! Ela era uma mulher sem qualidades nenhuma para atrair um Homem sexualmente falando, quanto mais dois! A loira sorriu vitoriosa, afinal era ela que tinha os dois mais belos e viris Homens em sua cama.

— O toalete e a terceira porta e direita. — Disse saindo deixando Isabella só.

Isabella realmente precisava de um tempo só, para tentar se recompor, por isso seguiu as instruções da loira e foi ao toalete. Não se espantou com o luxo do lugar que igualmente como o restante da mansão que ela pode ver era decorado de um luxuoso e fino bom gosto.

Ligou a torneira e jogou um pouco de água na face, fechou os olhos sentindo a água fria escorrer, era uma sensação refrescante já que estava sentindo seu rosto formiga, igualmente como o resto de seu corpo, repetiu o gesto mais algumas vezes e ainda de olhos fechado pegou a toalha felpuda que estava junto ao balcão e se enxugou, quando terminou demorou mais alguns minutos de olhos fechado tentando acalmar sua respiração e dessa forma os batimentos cardíacos.

Por que meu corpo ainda está tremulo? Deus que sensação é essas?

Sem entender a corrente elétrica que percorria seu corpo enviando vibrações entre suas pernas, recordando-a do toque dele, ela gemeu e respirou fundo antes de abrir os olhos, e no momento que o fez, ficou estática diante da imagem dele refletida no espelho.

Ele havia entrado sem ser notado e ficou próximo a ela sentido seu perfume, e esperando pacientemente que ela abrisse os olhos para lhe brindar com um sorriso que a fez ofegar e arregalar os olhos assustada.

— Sou tão assustador assim. Isabella?

A forma como ele pronunciou seu nome a fez tremer, ele fez com desejo e sem a menor vontade de escondê-lo.

Ele se aproximou sem desprender seus olhos, e a cada passo seu, ela sentia sua vagina latejar. Santo Deus! Ela nunca havia estado com um Homem em toda sua vida, não sabia se o que sentia era bom ou mau sinal... Deveria ser bom já que sentiu seu fluxo escorrer entre suas dobras.

— Você não me respondeu. — Disse ele já colando seu corpo ao dela. — Sou tão repulsivo assim... Isabella?

Ele sussurrou seu nome em seu ouvido, e em seguida mordeu o nódulo de sua orelha, fazendo um arrepio percorrer por todo seu corpo, Isabella tragou por ar, quando ele pressionou seu membro sobre seu traseiro.

— Posso sentir o cheiro de seu mel que deve estar, nesse momento encharcando ainda mais sua calcinha, estou enganado?

Ela fechou os olhos e tombou a cabeça para apoiar nos peito dele, entregando-se totalmente as suas caricias.

Ele falava enquanto sua mão explorava o corpo dela por cima da roupa. Os seios dela era perfeitos para caber nas mãos dele, esse foi seu primeiro pensamento quando ele os prendeu em suas mãos, e a imagem dele sugando-os foi demais para manter ela calada e sem perceber gemeu.

— Abra os olhos Isabella. — Ele ordenou e ela de imediato atendeu.

E não reconheceu a imagem dela própria refletida no espelho, seus olhos estavam de um verde intenso pela luxuria do momento e suas maças rosadas, seu corpo tremia, apoiado no corpo dele.

No momento que ele foi abrindo o zíper na frente de seu vestido e deslizando-o, expondo seus seios rígidos e sensíveis, cobertos agora por um minúsculo sutien rendado, ele gemeu contemplando a imagem dela refletida no espelho.

— Tão linda!— Ele falou quando o vestido foi jogado ao chão.

A voz dele saiu rouca pela intensidade do desejo que ele estava sentindo por ela. Em um movimento rápido ele a virou, colocando-a sentada de frente pra ele sobre a bancada de mármore fria do balcão do banheiro, colocando-se entre as pernas dela.

— Alguém pode entra... — Ele a calou com um beijo.

O beijo foi faminto e urgente ao tempo que sua mão de forma rápida se desfazia da peça superior deixando os seios de Isabella totalmente livres para o seu bel prazer. Ele deslizou seus lábios até alcançar um dos seios e sugar-los. Estava fodidamente duro, e sentir a maciez da pele dela em sua boca, só aumentou o desejo. Ele estava queimando, por ela e queria esta dentro dela logo!

— Eu quero você! — Ele sussurrou.

— Não podemos!

Foi tudo que ela conseguiu dizer quando sentiu as mãos dele rasgando sua calcinha.

— Não só podemos como vamos... — Disse ele deitando-a sobre o balcão.

Notas finais
Sei que demorei um pouco para postar esse primeiro capítulo, mas sei também que vocês compreendem fim de ano na escola e fogo, mas na medida do possível vou escrevendo e postando.
Quero saber a opinião de todas vocês!
Mereço Reviews e recomendações?
Conheçam as outras Fanfics de minha autoria.
A Outra
Amantes!
Um maravilhoso final de semana a todas!