Doce Londres
2 Sherlock Holmes
Notas iniciais
– Muito bem, Inspetora Parker, temos um assunto importantíssimo para conversar, e que não pode ser adiado, pois está se tratando da segurança, política e economia da Inglaterra inteira...
– Então diga. — disse.
– Com certeza você deve ter ouvido falar de James Denovam, estou certo?
– Sim, sim...
– Ele havia tomado uma decisão importante para a Inglaterra, mas não sabemos qual era. Ele fora assassinado antes de cumprir sua decisão.
– E onde você quer chegar com isso?
– Os Denovan querem que você e o Sr. Holmes investigue o caso e descubram o assassino.
Catherine bufou e se afundou ainda mais no banco.
– Não poderia ser somente Holmes? — perguntou.
– Algum problema com ele?
– Sim! Eu não quero investigar esse assunto com o esnobe detetivezinho Sherlock Holmes! — respondeu, expressando seu ódio.
– Srta. Parker, não dá tempo para discutirmos quem irá investigar esse caso. A Inglaterra inteira está correndo perigo e precisamos da ajuda de vocês, detetives competentes, para resolver esse caso. Não dá tempo para infatilidades e coisas fúteis!
Cathereine calou-se, por vencida. Ela não queria ter que resolver esse caso com Sherlock Holmes, custando o que custar. Mas ela não tem outra escolha.
– Deixe-me adivinhar, estamos indo para a casa dos Denovan! — disse Catherine sarcásticamente.
– Exatamente. O Sr. Holmes espera a sua presença lá.
Catherine queria poder pular da coche e sair dali o mais rápido possível, mas era improvavel que ela conseguisse fugir, pois havia mais dois homens além de Clark.
Contudo, eles continuaram a sua viagem até a casa dos Denovan em silêncio. Catherine, enfurecida, tentava planejar uma fuga, mas nenhuma das fugas eram prováveis.
Quando finalmente chegaram na casa dos Denovan, Sherlock Holmes e a Sra. Denovan estavam tomando chá, em uma mesa do jardim enorme e colorido na frente da casa dos Denovan, Catherine pode ver isso pela micro janelinha do coche. Quando ela finalmente saiu do coche, ela pode ver Sherlock Holmes e a dona da casa vindo em direção á eles.
– Inspetora Parker? — chamou Clark pela janelinha do coche, ainda no coche, que estava de portas fechadas. — A senhorita terá que ficar com Holmes, somente vocês dois terão que resolver o caso.
– Mas...
– Perdão, Inspetora. Eu devo seguir as regras. — interrompeu Clark, antes do coche fazer o caminho de volta.
Catherine estava mais enfurecida do que nunca. Ela se sentia, praticamente, sozinha.
– Prazer, Inspetora Parker. — disse Holmes esticando a mão para mim para um aperto de mão. — Fico muito honrado em tê-la para me auxiliar.
Catherine esticou a mão para apertar a dele se sentindo forçada a fazer isso.
– O prazer é todo meu, Sr. Holmes. — disse quase trincando os dentes.
Após os cumprimentos, Holmes saiu de perto e veio a Sra. Denovam:
– Inspetora Parker! Que imenso prazer em recebê-la em minha casa! — exclamou. — Sou Elisa Denovam, prazer.
– O prazer é todo meu, Sra. Denovam.
Elisa Denovan ficou sorrindo por um determinado tempo para Catherine e depois a convidou para entrar na casa. Eles foram para a sala de estar, e de repente, o famoso doutor John Watson aparece e a cumprimenta. Catherine refletiu: "Devo admitir que o Dr. Watson parecia ser uma pessoa bem melhor do que Sherlock Holmes em todos os aspectos.".
– Já que estamos todos reunidos, começemos a investigar. — propôs Holmes. — Inspetora Parker, gostaria de começar a interrogar Elisa Denovam?
– Hum... Tudo bem. — respondeu Catherine me ajeitando no sofá — Sra. Denovam, o que seu marido te dizia sobre o serviço?
– Não dizia nada além do que ia cair nos jornais. A única coisa que ele me disse que não foi publicado nos jornais foi que ele estava tomando uma decisão importante para a Inglaterra.
– E qual era essa decisão?
– Eu não sei, ele me contou apenas que estava tomando essa decisão.
– Por um acaso, essa decisão seria um segredo? — perguntou Catherine.
– Eu acho que não.
– Quem sabe dessa decisão? — perguntou Holmes.
– Acho que os principais membros do parlamento.
Holmes segurou o queixo e ficou em uma posição como se estivesse pensativo, enquanto ele ficava assim, ficávamos observando-o em silêncio. Mas Holmes, depois de aproximadamente três minutos, se voltou para Catherine com uma expressão energética:
– Inspetora Parker? Gostaria de me acompanhar até o parlamento? — convidou Holmes se levantando do sofá.
– Bem, não acho que seria uma boa opção. Devo ficar na casa investigando outros detalhes.
– Eu insisto. Por favor, Catherine Parker, eu realmente preciso da sua ajuda, mas não é somente para investigar.
–
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