Notas iniciais
Aqui está o capítulo que eu prometi.

O trio andou em direção do trem, na parte de primeira classe, e finalmente entraram no trem.

Na ala de primeira classe em que o trio estava, era dividida em dois "quartos", um "banheiro", uma com dois assentos (como se fossem sofás) que foram colocados paralelamente e uma mesinha entre eles. Catherine, ao entrar no trem, foi direto para um dos quartos. Holmes e Watson entraram e foram para a parte do trem onde havia duas espécies de sofá. Watson se sentou em frente de Holmes.

- Holmes, está acontecendo algo que eu não saiba? — perguntou Watson.

- Sim, está sim. Elisa Denovam é uma suspeit...

- Não estou dizendo do caso. Esqueça o caso por um instante. — disse Watson interrompendo.

- E aonde você quer chegar com isso?

- Holmes, você está diferente. Está agindo como... Apenas responda minha pergunta.

- Eu tento fazer a investigação andar, mas parece que com ela, a investigação só se atrasa.

Os dois sabiam quem era o “ela” que Holmes estava se referindo.

- Você só se preocupa com isso, não é, Holmes?

- Mas é claro! A Inglaterra está em nossas mãos!

- É por isso que a investigação "atrasa".

- Por isso o que, Watson? Pensei que isso era importante!

Watson nada respondeu, mas deu um suspiro.

O trem apitou e começou a se mover.

~*~

Catherine estava sentada na cama, olhando para seu bouquet. Seu lindo bouquet.

De tanto que ela olhava em seu bouquet, viu um cartão, em que estava escrito em uma caligrafia impecável:

"Caso eu te deixar brava ou chateada, veja esse bouquet como um pedido de desculpas."

Provavelmente, é com alguém que ela via com frequencia, e que, quase sempre brigava com ela. A resposta foi sua mente que lhe deu: Sherlock Holmes.

Para ela, essa hipótese é, obviamente, impossível, pelo menos, a cabeça dela não aceitava. Ela não queria que fosse ele. Até parece que uma pessoa egocêntrica, orgulhosa, metida e machista, como Sherlock Holmes, iria dar flores como um pedido de desculpa para Catherine. Não havia nexo isso, mas o fato de Holmes ter lhe enviado essas flores era bem provável.

O trem, então apitou e, em seguida, começou a andar.

Contudo, Catherine sentiu um desejo explodir em sua cabeça: Fugir. Ela tinha que fugir daquele trem. Mas para que? Talvez tenha algo em Londres que ela tenha que descobrir ou tenha esquecido. Mas o que seria? Ela não sabia. Ninguém sabia. Talvez, ela realmente tenha esquecido algo em Londres, mas no momento, seria fútil. Mas, para ela, é como se ela houvesse deixado alguma coisa importante para trás. Uma coisa tão importante que pode se assemelhar com vida.

Ela ignorou esse desejo e saiu do quarto e foi até onde Holmes e Watson estavam.

- O que aconteceu, Inspetora? Você está bem? — preocupou-se Watson, após ver a fisionomia de Catherine.

- Isso não é o mais importante no momento, Watson. Mas agradeço a sua preocupação. — respondeu Catherine se sentando do lado de Watson.

- E o que é o mais importante no momento? — perguntou Holmes.

- Devemos socializar tudo o que fizemos em Londres. — respondeu Catherine. — Talvez, poderemos conseguir informações extras com tudo o que temos. Temos também a possibilidade de concluir este caso hoje.

Holmes se interessou mais e ficou em uma posição onde se coloca os cotovelos perto dos joelhos e segura-se o rosto com as mãos, Watson permaneceu em silêncio.

- Watson, Poderia começar? — perguntou Catherine.

-

Notas finais
he! he! he! Até o próximo capítulo!