Doce Londres
4 Casa dos Denovam
Notas iniciais
Boa leitura! (Cap dedicado para SophieAdler, a única que deu sinal de vida e que me falou sobre os erros )
– Vou perguntar uma vez só: O que estão fazendo aqui e quem são vocês? — perguntou o homem.
Eles viraram e ficaram estáticos estáticos. Todos menos Holmes.
– Isso não seria interessante para você. — respondeu Holmes secamente.
– Muito pelo contrário, senhor. Eu adoraria ouvir o que vocês tem para a dizer. — respondeu o homem com um sorriso zombeteiro no rosto.
Catherine quis enfrentá-lo, mas ele parecia ser muito mais forte que ela.
– Ora, ora, ora... O que temos aqui! — exclamou o homem se aproximando de Catherine.
– Não se aproxime dela! — ameaçou Watson.
– E o que você vai fazer? Me matar? — disse o homem, interrompendo Catherine antes mesmo dela falar.
– Saia de perto da minha esposa! — exclamou Holmes.
– Oh! Estou perto da esposa do nanico! — provocou o homem.
O homem segurou as mãos de Catherine, fortemente, nas costas dela. Catheria puxava seus braços para se libertar, mas essas tentativas foram em vão, pois o homem era dez vezes mais forte do que ela.
– Solte-a para negociarmos. — disse Holmes.
– Não quero dinheiro. — respondeu o homem.
– Apenas solte-a. — disse Holmes.
– Se não o que? — perguntou o homem.
– Próximo de nós, há dois policiais. Se você não soltá-la, vou chamá-los. — respondeu Holmes.
O homem, vendo que praticamente, não tinha escapatória, soltou Catherine e se aproximou de Holmes.
– E então, o que você tem para negociarmos? — perguntou o homem.
Holmes o olhou com uma sombrancelha arqueada, e começou a golpeá-lo. Deu dois socos em sua clavícula, um soco em seu diafragma e três em seu joelho. O homem não se defendeu e nem atacou, apenas caiu estático no chão e começou a berrar de dor.
– Holmes... O que você fez com o homem? — perguntou Watson, preocupado com o homem caido.
– Ele só está sentindo dores, mas não é nada que deixe sequelas. Corram antes que os guardas nos vejam!
O trio correu até o outro quarteirão, e pararam para descansar em frente a uma loja de costura, que estava fechada.
– E agora? O que vamos fazer? Está tarde e estamos muito longe da casa dos Denovam! — perguntou Watson com sua respiração ofegante.
– Vamos para a minha casa. Está mais próxima. Amanhã cedo voltamos para a residência dos Denovam. — respondeu Holmes.
Eles começaram a seguir Holmes, pelas frias escuras e perigosas de Londres até a Baker Street. Enquanto Sherlock Holmes e John Watson conversavam alegremente, Catherine permanecia em silêncio, se perguntando por que ela não fizera nada quando o homem pegou seus pulsos e os segurou, fortemente, em suas costas.
Na casa de Holmes, todos se sentaram nas poltronas. Foi então que Catherine viu seus pulsos, com marcas de hematomas, que nem doiam.
– Holmes, eu preciso pegar alguns cubos de gelo. Onde eu os pego? — perguntou Catherine.
– Oh! Peça para a Senhora Hudson. — respondeu. — Está doendo?
– Não. — respondeu Catherine.
– Eu vou com você. — disse Watson se levantando de sua poltrona e acompanhando Catherine até a cozinha, onde a Sra. Hudson geralmente fica. A senhora estava terminando de limpar a cozinha.
– Senhora Hudson? — perguntou Watson. — Poderia me fazer uma compressa fria?
– Onde você se machucou, Watson? — perguntou a senhora se levantando e fazendo a compressa.
– Na verdade, foi ela quem se machucou. — respondeu Watson.
A senhora os trouxe uma bolsa de borracha cheia de gelos dentro.
– Melhoras, querida. — desejou a Senhora Hudson.
– Obrigada. — agradeceu Catherine pegando a bolsa.
Catherine pegou a bolsa e foi até a sala com Watson.
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