Doce Encanto
8 Capítulo 8
Notas iniciais
E para não desapontá-los, aqui vai o meu presente de 2012 para vocês! Espero que gostem!!
AVISO: HENTAI!!!!
Sesshoumaru olhava-a de cima a baixo, de modo meticuloso como se temesse tocá-la apenas esta ultima vez. Não queria acreditar na história da humana, mas também não tinha motivos para não deixá-la casar- se com aquele inútil, pois deixara bem claro suas intenções momentos atrás. Mas que dor era essa que preenchia seu peito, que sensação de perda que o oprimia amargamente a alma e que vontade era essa de voltar alguns metros atrás e acabar com aquele ser que a tocara sem pudor algum!
O corpo feminino apresentava-se de costas a ele, graças ao modo como amarrara os punhos da morena à porta. Não agüentava mais essa angustia, precisava tocá-la, necessitava tê-la em seus braços, então Sesshoumaru aproximou-se lentamente o seu corpo grande do pequeno e frágil da jovem humana. Rin com o toque quente do corpo másculo do youkai deixou que um suspiro esvaísse de seus lábios, Deus como esse homem a tornara assim, tão submissa aos seus desejos?!
-Rin, Rin, Rin... – sussurrava ao pé do ouvido da morena, com um leve desespero que se fazia presente por sobre o tom frio de sua voz.
Sesshoumaru juntou seu corpo ao da morena aplicando uma leve pressão a este, as mãos grandes e de longos dedos iniciaram uma luxuriosa dança sobre a pele macia da humana. Estas deslizavam cadenciosas em cada curva feminina, contornando-as sensualmente e arrancando gemidos da jovem mulher.
-Não, Sesshy..- suplicava entorpecida pelo toque do homem.
-Sshhhiii, cale-se Rin. –a voz baixa e rouca arrepiou todo o corpo jovem e carente de atenção após a carícia deleitante.
As mãos entraram por baixo da blusa rosa colada e a elevaram em um movimento lento o tecido, provocando um contato brusco da pele quente com o ar frio da manhã. As palmas viris cobriram os seios redondos e firmes cujos mamilos encontravam-se intumescidos, Rin gemia quase que delicadamente e o doce som adentrava como um fortíssimo estimulante aos ouvidos do youkai.
Sesshoumaru aproximou a boca a alguns centímetros da orelha da pequena e sugou o lóbulo e delineou-a com a ponta da língua.
-Rin, porque Rin...?
A lingua ousada e macia deslizava em toda a região da nuca feminina e foi de encontro à outra orelha e realizou a mesma caricia da anterior, Sesshoumaru encontrava-se entorpecido pelo excitante aroma exalado pela mulher em seus braços.
-Rin, preciso tê-la agora. – era uma ordem e não um pedido, ou enlouqueceria naquele momento.
-Não...- as palavras saíram afagadas pelo desejo.
Em um movimento eficiente Sesshoumaru abriu o zíper do short que a menina usava e abaixou-o até a metade das coxas desta, agachou-se junto ao tecido jeans e beijou toda a região dos glúteos redondos. Sua sede era tanta, que adentrou a face entre as pernas da morena e sua língua iniciou uma caricia sobre o tecido fino da calcinha que limitava o contato mais direto com a região molhada e tão almejada pelo youkai, com a carícia Rin inconscientemente empinara o quadril para um contato mais profundo de Sesshoumaru com seu corpo. Gemidos, a respiração sôfrega de ambos e os sons de alguns pássaros inundavam o local de amor do casal.
Os dedos finos dedilharam até o local onde se encontrava a fina camada de tecido e as garras cortaram sem pudor algum as linhas dos lados que impediam seu progresso, Rin suspirou, e mais que rapidamente a língua adentrou o interior úmido e quente e sugava com desespero a carne macia, os movimentos desta eram firmes e cadenciosos e arrancavam quase que com agonia gemidos altos dos lábios rosados, e para que estes não fossem ouvidos por outros Rin mordeu o próprio braço, evitando que assim tomassem tom. Sesshoumaru sem dó alguma lambia e sugava com vontade enquanto que com suas mãos abriam o caminho para sua língua ávida de mais e mais. Não podia esperar, tinha que ser agora, e rapidamente abriu o zíper da calça retirou o membro ereto e aflito por um lugar aconchegante e que só essa mulher poderia proporcionar-lhe e sem pensar nem mais um segundo, puxou o corpo da mulher e deixou a região que necessitava mais acessível e penetrou-a com vigor e em um único movimento. O membro forte e rijo adentrou com uma precisão tão grande que Sesshoumaru tinha certeza que aquela humana havia sido feita perfeitamente apenas para ele. Com a invasão repentina em seu corpo, Rin soltou um grito que veio acompanhado de gemidos de puro deleite. O youkai deslizava seu membro no interior feminino em movimentos de vai e vem que de inicio foram lentos, mas tomaram potencia e vigor, levando-os a um momento de puro prazer.
-Vai Rin, geme mais minha garota.. – as palavras saiam roucas e meio animalescas devido à meia transformação que toda vez no ato de amor o acometia. – Está tão gostoso, pequena.. Então geme mais.. – urrava a cada arremetida que dava, era delicioso o modo como faziam amor, a cavidade úmida o acomodava docemente e em certos momentos comprimia seus músculos sobre o membro que entrava.
-Sesshy.. – os gemidos agora tomaram vigor e libertos incendiaram os movimentos do youkai, que elevou o quadril da morena com as mãos e arremetia às vezes de modo lento e depois rápido e cuidadoso.
-Continua assim, Rin..- urrava no ouvido da morena.
A penetração do youkai causava-lhe vertigens, e a sensação de tê-lo dentro de si era tão estonteante que temia perder-se e não voltar jamais.
Um gemido alto foi tapado por um beijo voluptuoso do youkai na boca delicada, as línguas se entrelaçavam com desespero e paixão, as mãos abandonaram a cintura fina e tomaram conta dos seios, massageando-os, e o quadril másculo continuava com os movimentos de entra e sai, arrancando gemidos de ambos.
Os movimentos agora tomaram um desempenho delicioso e próximos ao êxtase Sesshoumaru arremeteu com mais desejo e força, tomando o cuidado de proporcionar prazer à sua fêmea. Rin para ajudá-lo, erguia o quadril e comprimia os músculos em seu interior subjugando o membro de Sesshoumaru a uma deliciosa pressão e em uma ultima arremetida, o prazer chegou em ondas continuas e extasiantes que os acometeram de um arrepio e uma sensação de saciedade nunca antes sentida.
Na hora do prazer extremo, os dedos viris enrolaram nos cabelos chocolates e os puxaram para trás, enquanto sua boca tomava a da menina em um beijo de paixão. Longos segundo se passaram após o êxtase e o membro viril ainda encontrava-se acomodado na cavidade quente, os braços fortes abraçaram-na possessivamente.
-Coelhinha.. foi delicioso..- sussurou maliciosamente ao pé do ouvido da humana. A única resposta da morena foi um suspiro cansado e satisfeito. Sesshoumaru aplicou um beijo na nuca da menina e disse:
-Duvido que ele ainda queira se casar contigo após presenciar toda a nossa cena de paixão, minha pequena. — o tom de sua voz saiu irônico.
Como que voltando à realidade, Rin deu-se conta de onde estavam e o que tinha acontecido e quem tinha visto tudo quase que de camarote, um rubor subiu á sua face de vergonha por ter feito amor com Sesshoumaru na frente de Jakotsu e graças que só ele havia visto, pelo menos queria pensar assim, Deus de onde tinha vindo toda essa ousadia?! E só agora caíra a ficha da ironia que cobriam as palavras de Sesshoumaru ao pronunciá-las, fora usada por ele, como ele pôde fazer uma coisa dessas, já sabia de seus sentimentos por ele.
-Nojento..- o ódio dominou sua fala.
-Como? – não podia ter ouvido direito não é mesmo? Ela ousara chamá-lo de..
-Nojento!!! Me solta!! Nunca mais me toque!! Ouviu-me bem?? – Rin agora gritava, raiva e tristeza a assolavam, como ele podia ter feito isso!
-Meça suas palavras aos se dirigir-se a mim, humana. — a voz fria voltara com força e o tom autoritário se fez presente em sua sentença.
-Não, não meço. E também não quero vê-lo nunca mais... Entendeu? Nunca.. Mais.. – as lágrimas dançavam pelo rosto tristonho e raivoso.
-Como?!- saiu entre rosnados.
E com o resto de força que possuía, mesmo após o ato de amor incrível que fizeram e que a deixou exaurida, Rin conseguiu desatar a gravata que a prendia à porta, não que tivesse sido apenas sua força, mas também os movimentos de antes, mas não queria nem lembrar-se disso agora. Rin em segundos virou-se e empurrou Sesshoumaru para longe, o membro ainda permanecia ereto e saíra de dentro dela com o movimento que fizera.
Rin abaixou a blusa e subiu o short o mais rápido que pôde e saiu correndo sem nem ao menos olhar para trás, Sesshoumaru novamente ficara sem reação, deu a louca na mulher só podia ser e como ela Sesshoumaru arrumou suas vestes, irritado por ainda encontrar-se excitado, será que nunca se saciaria daquela menina?! Mas, as lágrimas da jovem vieram á sua cabeça, sabia que tinha feito algo grave, mas seu instinto o instigara a tal ação e não se arrependera até segundos atrás.
-Maldição. –os orbes dourados miravam a calçada meio perdidos pelas palavras da humana, mas trataria de esquecê-la, não fora isso o proposto horas atrás, então faria isso. E olhou uma ultima vez por onde a morena correra e sua ira veio com muito mais força ao vê-la agachada abraçando o macho humano com tanto carinho que lhe deu nojo e mais raiva. Sua vontade era ir lá e acabar com a raça daquele ser, mas se deteve á tempo. Abriu a porta do Lamborghini e em um baque brusco fechou-a, deu meia volta com o carro e saiu cantando pneus. Estava decidido, tiraria aquela fêmea humana da cabeça e começaria por hoje.
-Jakotsu, você está bem? – perguntou preocupada, ainda chorava, mas não olharia mais para aqueles orbes dourados nunca mais em sua vida.
-Não, Rin. Não, até você me responder uma pergunta! - o tom de sua voz não era o que Rin conhecia, estava sério e seu olhar nada amigável.
- O-o-o que-e foi ja-kot-su?- perguntou temerosa, a voz falha, sim, hoje realmente não era o seu dia.
Notas finais
E como dito anteriormente responderei os coments no próximo capítulo,pois hoje já está um pouquinho tarde!
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