Doce Emily

10 Capítulo 10 Blood Mary


Notas iniciais
Mais um cap *-* Espero que gostem.
Boa leitura...

– Sex Overnight- perguntou Lizzy, saindo da Mercedes. — Que nome para uma boate. — ela fez careta.

– O que você queria? — eu perguntei, divertida — Missa na noite? O nome é uma dica para o que provavelmente acontece lá dentro. — eu disse, sorrindo.

– Eu não sei...Acho que deveríamos voltar, Emily. Não quero nem pensar no que o papai vai fazer quando chegarmos...- falou Lizzy, já se acorvadando.

– Chegaremos de fininho. Ninguém vai acordar, ninguém vai saber que saímos. — eu disse a ela — Relaxa, vai! Já chegamos até aqui, não vai amarelar, não é? — perguntei.

– Er...Não. Tudo bem, só espero mesmo não arrumar problemas quando chegar em casa. — ela disse, tentando sorrir.

Atravessamos a rua, meu salto preto da Dark Death, me deixava uns vários centímetros mais alta que Lizzy. Ela vestia um vestidinho rosa baunilha, super sem graça, e nada curto, uma sandalia lílas, e os cabelos presos em um rabo de cavalo perfeito. A única maquiagem, era um brilho de morango nos lábios. Certinha de mais.

Eu estava completamente o oposto. Meu vestido preto curto batendo nas minhas coxas, estava tão apertado que marcava minha bunda, dava volume aos meus seios no decote provocativo. Meu cabelo castanho escuro solto, caia em meu ombros, eu usava lápis de olho escuro, sombra preta, blush, e um glos vermelho sangue agonizado. Ou o mais próximo da cor vinho.

Alguma coisa em mim dizia: Se aproxime e morra. Perfeito.

Havia vários carros estacionados próximos a entrada da boate.

– Identidades, por favor. — pediu o segurança parado na entrada da boate.

Entreguei a minha e ele disse:

– Desculpe, não é permitido a entrada de menores de 18 anos. — ele disse, muito sério.

– Olha, eu sou bem responsável para a minha idade. E depois qual a grande diferença de 15 para 18? São só três anos. — Adivinha quem disse isso? Sim, a idiota da Lizzy, tentando convencer o cara que parecia ignora-la.

– Qual é! — eu disse — Nós não vamos fazer nada de errado aí dentro. — sorri, cínica — Só queremos dançar um pouco. — lhe dei uma piscadela, mas não adiantou. O cara parecia um rocha. — Quem sabe com um incentivo? — perguntei.

Estendi o bolo de dinheiro para o cara.

Ele ficou encarando, depois pegou o bolo de notas e, discretamente o guardou no bolso do palitó preto.

– Sejam bem vindas a Sex Overnight, garotas. — ele sorriu nos dando passagem.

Na dúvida, use suborno. Dinheiro sempre resolve.

– Meu Deus, Emily! — falou Lizzy — Aonde você conseguiu todo aquele dinheiro?- perguntou ela atrás de mim.

– Enquanto você procurava a chave da Mercedes no escritório do papai, eu peguei na gaveta da mesa .- respondi, dando de ombros.

– Você roubou esse dinheiro do papai! — acusou Lizzy, segurando meu braço — Vamos pega-lo de volta antes que o papai dê por falta. — Ela se virou, me levando junto em direção ao segurança.

– Nada disso! — A parei, puxando meu braço com violência — Deixa de ser idiota, Lizzy! Papai nunca vai dar por falta desse dinheiro. Pois ele tem muito mais guardado. — eu disse.

– Emily, você roubou aquele dineiro! Temos que devolve-lo! — Insistiu Lizzy, quase desesperada.

– Ah, é claro! Nós voltamos para casa, entramos de novo no escritório do papai, devolvemos o dinheiro, a chave e depois vamos cada uma para seu quarto e dormimos com a nossa consciência limpa! Por que fizemos a coisa certa! — Desdenhei.

– É exatamente isso que devemos fazer. — Insistiu ela, com honestidade estampada em seu rosto.

– Como você é inocente! — E burra, acrescentei mentalmente.- Aquele cara nunca vai devolver aquela grana.

– Se ele se recusar a devolver, chamaremos a polícia.- falou ela, firme.

– Sim é claro, aí o poicial ligará para nossos pais perguntando porque suas filhas menores de idade estão em uma boate. O papai nos mataria, Lizzy. Eu estou falando que ele não dará falta do dinheiro. Confia em mim. — É idiota, confia em mim que você vai se ferrar!

– Tudo bem. — Lizzy suspirou vencida.

– Vem comigo. — eu disse — Precisamos de umas bebidas.



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– Blood Mary — eu disse ao barmen que não tirava os olhos da Lizzy.

– E você, princesa? — Ele perguntou para ela, sorrindo com uma piscadela .- O que vai querer? — sorriu, malicioso.

Ele até que era bonitinho, cabelo meio raspado, tem algumas tatuagens no braço direito, os músculos bem definidos, e lindos olhos verdes. Pena que parecia impnotizado pela loira idiota ao meu lado.

– Hã,...é Er...Eu acho... — Lizzy começou a corar — Acho que só uma coca cola.

– Desculpe, não temos essa bebida, gatinha. Quem sabe um drink de laranja? — sugeriu ele, sorrindo. — E qual o seu nome? — Ele perguntou a Lizzy, me ignorando completamente.

– Ah... é claro. Meu nome é Lizzy,- ela respondeu sorrindo para ele — e o seu? — prguntou, ainda sorrindo.

– Erik, prazer — Ele beijou a mão de Lizzy que agora parecia um tomate.

Continua...

Notas finais
Eaí? Gostaram? Odiaram? Digam alguma coisa por favor *-*
Assim vou começar a achar que ninguém está lendo essa fic.
Sério, gente, eu só postarei o próximo cap, se receber algum cometário.
Eu sei, é chantagem, mais eu preciso saber se tem alguém lendo.
Bom, chega de falar. Deixe um riview
Beijos *-*...