Doce Criada

12 Capítulo: ressaca e passado


Após Menma III orientar o caminho para a sala, Hinata se despediu dele, avisando que em breve o encontraria na sala de refeições. Conforme a perolada se aproximava da sala, recordava-se de ter andado por ali. Quando enfim avistou a porta, lembrou-se que foi ali que encontrou o Sr. Kawaki com Miina, no dia em que teve seu primeiro encontro com o Sr. Uzumaki. Ela avistou o mordomo saindo da sala, segurando um recipiente amadeirado. Ele se alertou ao notar a presença de Hinata.

— Por favor, Sra. Uzumaki. Não se aproxime dessa ala, estou fazendo uma limpeza geral.

Mantendo-se parada, a azulada disse:

— Tudo bem, só estou procurando pelo Sr. Uzumaki.

— Ele não está aqui, Sra. Uzumaki.

— Tens certeza? Ele não retornou para o quarto ontem, e o Sr. Menma III me avisou que o viu entrar nesta sala. — Observou a porta meio aberta.

— Meu amo saiu cedo da sala, e quando me encontrou, pediu-me para limpá-la, Sra. Uzumaki. Não sei onde ele está agora.

Hinata não atentou às palavras do mordomo, pois, enquanto ele falava, ela distinguiu um baixo gemido. Kakashi, reparando na expressividade da perolada, arregalou os olhos, percebendo o que ela notava. Mantendo o recipiente sob o braço esquerdo, ele esticou o direito, alcançando a maçaneta da porta e fechando-a.

— Sr. Wittenberg! — Hinata se incomodou com a atitude dele. — Estás escondendo algo? É o Sr. Uzumaki quem está aí, não é?

Realizando uma expressão lamentosa, o mordomo desistiu de esconder a verdade e abriu a porta novamente.

— Eu sinto muito, Sra. Uzumaki. Apenas não quis que visse meu amo nesse estado.

— Que estado?

Ela perguntou receosa, e nem aguardou a resposta, correndo para a porta. Naruto estava jogado no chão. O quadro de Sara, não mais na parede, jazia ao lado do homem. A bengala também estava no chão, entre duas garrafas vazias de vinho. De coração apertado, Hinata avançou para dentro do cômodo e se abaixou perto do marido, pousando uma mão nas costas dele. Mantendo os olhos fechados, ele soltava alguns gemidos de dor.

— Sr. Uzumaki, estás acordado?

Ele não respondeu, seguindo-se a gemer de modo prolongado e em volume baixo. Pelo som da respiração do marido, Hinata identificou a quantidade excessiva de catarro no peito.

— Ele passou a noite chorando. — Ela deduziu, com pena.

Para piorar a situação, ela percebia um fedor de urina, misturado ao bafo alcoólico.

— Eu estava limpando o vômito de meu amo, Sra. Uzumaki. — Kakashi revelou, aproximando-se com o recipiente. Pesaroso, observou a situação de seu patrão. — Se me permite dizer, Sra. Uzumaki, como conhecedor da personalidade de meu amo, informo que, como o casamento foi algo que surgiu rapidamente em seus planos, apenas ontem à noite ele encontrou um momento para pensar na falecida esposa e na vida que tiveram. — Pôs seus olhos escuros sobre Hinata. — Foram anos de um amor jovem. E se meu amo se fechou para os filhos, quem dirá para a possibilidade de conhecer outras mulheres.

A ficha caiu para Naruto. A noção de que se uniu em matrimônio com outra... Outra com quem dividiria a cama... Naruto, querendo ou não, recomeçava uma nova etapa da vida. Despedia-se do fantasma de Sara à força. Os lábios de Hinata tremeram, ela assentiu duas vezes.

— Eu compreendo, Sr. Wittenberg...

A azulada se sentiu horrível. Ela ansiava tanto em compartilhar as relações íntimas que desconsiderou o emocional do marido. Ele não lidava com a situação tão naturalmente como ela imaginava.

— Pode-se retirar, Sra. Uzumaki. Limparei a urina dele agora, depois o levarei ao quarto para banhá-lo. Estou acostumado a cuidar das tarefas pessoais de meu amo.

Firmando-se séria, Hinata se recusou a partir. Decidiu:

— Certo, eu o ajudarei.

— Não precisa, Sra. Uzumaki, isso é minha função.

— Nada disso, quero me acostumar a cuidar da higiene de meu marido. — Enfatizou mais o seu timbre de voz. — Faremos juntos.

— Como queira... Sra. Uzumaki...

Kakashi suspeitava que o patrão reprovasse quando estivesse sóbrio, todavia a Sra. Uzumaki indicava que não mudaria de ideia. Os olhos perolados severos arrancavam qualquer força do Sr. Wittenberg em tentar impedi-la. O mordomo iniciou:

— Eu chamarei o Sr. Diskin ou o Sr. Flynn para me ajudar a carregá-lo...

— Eu ajudo a carregá-lo para o quarto. — Adiantou-se Hinata. — Eu levanto as pernas, e o senhor segura sob os braços.

— Está bem, Sra. Uzumaki.

Ele concordou, vendo que ela já se posicionava para carregar a região inferior do marido. Kakashi depositou o recipiente no chão, fora do caminho para a porta.

— É melhor tirar o quadro do chão primeiro.

Hinata comentou, visualizando a pintura.

— Sim, Sra. Uzumaki. — Cuidadoso, Kakashi ergueu a obra do chão e a encaminhou à parede.

Por sorte, o quadro não foi danificado. Sara foi uma mulher muito bela, e a perolada percebia o quanto Miina herdou da genética da mãe.

~

Miina seguia adormecida, e Menma III, sozinho, teve que comer o que sobrou do delicioso jantar de casamento. Jazia compreensivo com a ausência da perolada, depois de saber que ela se ocupava em cuidar de Naruto.

No quarto do casal Uzumaki, o loiro estava sentado em um tamborete de madeira, estendendo-se em estado de sonolência, atacado por uma forte dor de cabeça, totalmente alheio ao que acontecia ao seu redor.

Agachado atrás do patrão, Kakashi apoiava as mãos nas costas do loiro.

O corpo de Naruto estava coberto apenas pela peça íntima e pela máscara.

Quando lhe foram removidas as outras peças de roupa, ficou mais perceptível o quanto sua epiderme estava grudenta de suor.

Arregaçando as mangas do vestido, a perolada se agachou de frente para o marido.

Ela pegou um pano e o mergulhou em um recipiente de madeira, onde havia água com sabão misturada a ervas.

Depois de molhado, ela espremeu o tecido, parando-o centímetros acima do recipiente, retirando o excesso de água.

Em seguida, ela começou a esfregar o tecido úmido contra a pele do cônjuge.

Ela começou pelo braço que sustentava a marca de queimadura. Por isso, esfregava com extremo cuidado.

A marca tornava a superfície da pele escura e rugosa, notando-se um pouco de avermelhado também.

Algumas cascas de feridas recentes se espalhavam pela marca.

Quando a limpeza se moveu para o braço sadio, a esposa usou mais velocidade e força sobre o pano.

Não sobraria nenhuma impregnação de suor; focava-se Hinata.

Constantemente, Naruto pendia a cabeça.

Vê-lo naquele estado estreitava o coração da pequena mulher; todavia, o sofrimento não a deteve. Precisava ser forte e cuidar de seu marido.

Entre sequências de esfregadas, a Sra. Uzumaki parava para mergulhar o pano na água de sabão e ervas.

Kakashi mantinha o corpo de seu amo bem amparado, admirando o foco da ex-Hyuuga.

Depois de limpar os sovacos, Hinata chegou ao peito e, posteriormente, ao abdômen.

Lamentou ao reparar nas costelas tão marcadas pela magreza do Uzumaki.

Os gemidos de Naruto iam e voltavam.

Ele tentava pronunciar alguma palavra, mas não conseguia.

E o olho não se abria totalmente, seguia meio fechado.

Hinata, ao terminar de limpar o abdômen, antes de passar para a parte inferior do corpo do marido, resolveu retirar-lhe a máscara.

Quando as pontas dos dedos tocaram a máscara, o mordomo a alertou:

— Sra. Uzumaki, meu amo me proíbe de retirar a máscara, mesmo quando eu o ajudo a se banhar e a se vestir. Seria melhor mantê-la.

— Ele não ficará bravo por saber que estou o banhando?

— Talvez.

— Então não há problema. Já estou vendo as marcas que se estendem pelo lado direito do corpo; que diferença fará se eu vejo a marca do rosto? Ele ficará bravo de qualquer jeito. Ao menos vou limpar a face dele.

— Está certo. — Kakashi concordou, receoso; não podia impedi-la.

Hinata retirou a máscara e observou os danos da pele exposta.

A superfície da região danificada apresentava a mesma aparência que as outras marcas do corpo.

Ele não tinha a sobrancelha direita, e o dano no olho o impedia de abri-lo completamente, permanecendo meio fechado. Assim se diferenciava do outro olho, que, embora estivesse também meio fechado, era capaz de se abrir totalmente quando Naruto estava completamente desperto.

Tristemente, Kakashi resolveu compartilhar:

— Meu amo tinha um espelho no quarto dele na antiga casa; foi um dos poucos objetos resgatados do incêndio, mas ele não o quis na nova casa. Acredito que doa nele, não pelo motivo de se sentir feio, mas por ver o dano na aparência como um castigo por falhar em salvar a Sra. Sara.

Hinata espremia o pano com força.

— Mas... como pode ser um castigo? Ele não teve culpa alguma. Ou será que causou o acidente sem querer? Nunca ficou muito claro como começou o fogo.

— É, até hoje não foi esclarecido. Há dúvidas se foi a ferraria Mendez ou a padaria Rist. Ambos os estabelecimentos trabalhavam com fornos imensos e se situavam próximos à casa Uzumaki. Especula-se que uma fagulha saltou e atingiu um material inflamável, daí o fogo se alastrou para as casas vizinhas.

No fim, as famílias Mendez e Rist não residiam mais em Bielog. Culpadas ou não, não queriam viver em um lugar onde a desconfiança recairia sobre elas.

— Sr. Wittenberg, continuo sem entender por que o Sr. Uzumaki enxerga o estado atual dele como um castigo.

— É algo emocional, Sra. Uzumaki. Há pessoas que, quando sofrem algo terrível, buscam um motivo para entender por que aconteceu com elas, mesmo que esse motivo não exista.

Hinata julgou identificar um traço de dor no olhar do mordomo; a mente dele parecia se distanciar.

Não querendo se perder, Kakashi se firmou no presente, verbalizando:

— É difícil convencer uma pessoa de que ela não teve culpa.

Hinata assentiu, determinada:

— Trabalharemos para que o Sr. Uzumaki um dia enxergue essa verdade. Com isso, ele não sentirá vergonha do próprio rosto.

Doía bastante saber que o sofrimento do marido o consumia, tanto física quanto mentalmente.

Todavia, não podia permitir que esse sofrimento a engolisse também.

Cuidadosa, tratou de limpar o rosto dele.

Momentos depois, ela começaria a limpar a parte inferior do corpo do marido.

Entretanto, precisava retirar a peça íntima.

Kakashi pediu:

— Permita-me assumir daqui por diante, Sra. Uzumaki.

Ela não se mostrou constrangida.

— Está tudo bem, Sr. Wittenberg. Ajude-me a despi-lo.

Ela não se afastaria da tarefa; em seu olhar, havia uma determinação renovada.

Kakashi assentiu, ficou de pé e suspendeu o patrão pelos braços, facilitando que a perolada abaixasse a peça de linho pelas pernas compridas e ossudas do marido.

Estando Naruto completamente nu, Hinata analisou a marca do incêndio, que se estendia pelo lado direito do quadril, desde a altura do umbigo até metade da coxa.

O lado afetado do quadril era centímetros mais volumoso que o outro.

— Um osso se deslocou quando, em meio ao incêndio, um pedaço da casa caiu sobre ele, Sra. Uzumaki — informou Kakashi, retornando a assentar seu patrão no tamborete.

Naruto gemeu alto, rangendo os dentes e entreabrindo o olho esquerdo sem parar; o olho direito, que era o danificado, abria apenas até a metade.

A cautela usada nos cuidados nem sempre impedia a dor de se manifestar.

Imediatamente, Hinata colocou uma mão no rosto do marido, acarinhando-o.

Seu coração doía por ele, doía imaginar o terror que ele viveu na tragédia e assistir às consequências dela.

Após um momento, seguindo com o carinho de seus dedos no rosto do marido, ela aguardou os gemidos de dor de Naruto pararem.

As pálpebras dele se fecharam e se mantiveram assim.

Aproveitando o momento para continuar a banhá-lo, Hinata desceu o olhar.

Observou o órgão genital do cônjuge; aquela região não havia sido afetada pela tragédia, o problema residia no lado direito do quadril.

Ela suspirou, tristemente.

Pensava tanto na possibilidade de dar mais filhos ao Sr. Uzumaki que não considerou que seria extremamente doloroso para ele consumar as relações matrimoniais.

Ou seja, ela não apenas desconsiderou a dor emocional que ele poderia sentir, mas também a dor física.

Foi um engano.

Como ele não falou nada, Hinata supôs que ele tinha disposição para compartilhar da relação física. E isso a empolgou; ela ansiava pela consumação do matrimônio e se distraiu com essa grande vontade.

Acabou faltando o principal: diálogo.

— Foi isso que o impediu de salvar a Sra. Sara. Ao menos ele já havia salvado os filhos — Kakashi trouxe mais uma revelação. — Se a Sra. Sara ao menos tivesse uma saúde melhor, mas ela ficou acamada desde o nascimento da Sra. Miina.

Daquela vez, os olhos perolados de Hinata se encheram de lágrimas.

Imaginou Naruto jogado no chão, machucado, enquanto a esposa morria.

Duas lágrimas escorreram pela pele alva da pequena mulher.

— Eu sinto muito, Sra. Uzumaki. Não direi mais nada.

Hinata meneou a cabeça em negativa.

— Não, está tudo bem. É importante para mim conhecer a história do Sr. Uzumaki. — Iniciando a limpeza da região inferior de Naruto, ela perguntou: — O quadril dele ficará assim para sempre?

— O médico realocou o osso, mas certamente ocorreu alguma fratura que causou esse inchaço no quadril. Era bem maior antes; significa que, daqui a alguns anos, já terá sumido. E quem sabe ele não precisará de uma bengala.

— Rezaremos para que assim seja, Sr. Wittenberg.

Depois de mais alguns minutos, o banho chegou ao final.

Hinata e Kakashi levaram mais tempo para secar Naruto e mais outro para vesti-lo e colocá-lo na cama.

Exausta, a perolada passou o dorso da mão contra a testa.

Sem tirar os olhos do marido, agradeceu:

— Muito obrigada, Sr. Wittenberg.

— É só o meu trabalho, Sra. Uzumaki. Meu amo dormirá bastante; creio que despertará pela tarde.

A perolada assentiu e segurou as mãos à frente do corpo, contemplando seu marido.

Sentindo o vestido molhado, Hinata falou:

— Devo me trocar agora.

O mordomo se curvou e se apressou em alcançar a porta.

— Só uma pergunta, Sr. Wittenberg… alguma notícia do Sr. Kawaki?

Segurando a maçaneta, Kakashi respondeu:

— Ele continua de cama, Sra. Uzumaki.

— Não, eu sei que ele não está lá — revelou Hinata. — Ele não está na propriedade. E ontem, durante a apresentação, senti falta de alguns criados. Está tudo bem?

Kakashi congelou, não esperando que a esposa do patrão já soubesse da ausência de Kawaki.

Não seria uma boa opção tentar ocultar a verdade, respondeu:

— Bem... meu amo ordenou que alguns grupos procurassem o filho pelas estradas próximas. Ainda esperamos por notícias, Sra. Uzumaki.

— Tudo bem, avise-me assim que tiver novidades — pediu Hinata, andando para frente do mordomo.

— Sim, Sra. Uzumaki.

E, dessa vez, o mordomo partiu.

~

Shizune foi até a casa Hyuuga buscar as roupas da Sra. Uzumaki, a pedido de Hinata, que usaria as peças como parâmetro para comprar novas. Ela também iria à marcenaria comprar um bidê.

A esposa do patrão permaneceu na propriedade, haja vista que pretendia zelar pelo descanso dele.

Depois de dar o almoço para Miina, Hinata a carregou no colo e a levou para o quarto.

Menma III a seguiu; ele não queria nada, apenas ficar na companhia delas enquanto brincava com uma de suas miniaturas de cavalo.

— Por que não descansa um pouquinho, meu amor? Vou fazer companhia ao seu pai, que está dodói.

Miina não quis se desprender da madrasta e se agarrou a ela como um macaquinho.

— Vem comigo? — Hinata questionou, sorrindo para a menina.

Miina assentiu.

— Mas não é pra fazer barulho; seu pai precisa descansar, ouviu bem?

A pequenina ruiva assentiu.

Menma III continuou seguindo-as.

— Biscoito! — Miina pediu durante o caminho.

— Biscoito só depois do jantar — respondeu Hinata, beijando a testa da menina.

Como adorava o cheirinho dela.

Cheirinho de maçã.

Menma III apertou seu cavalinho, pressionando-o contra o corpo, enquanto seu olhar se abaixava.

~

No quarto do casal Uzumaki, a menina avistou seu pai na cama. Ele estava trajado de branco; o camisolão de mangas longas terminava no meio das coxas, e a calça, feita do mesmo material de linho, chegava aos tornozelos.

— Dodói — Miina apontou para o rosto do pai, vendo aquele lado da pele vermelho e rugoso.

— Sim, meu amor — respondeu Hinata, sentando-se na cadeira próxima à cama. — Por isso ele usa a máscara, para cobrir o dodói.

Miina fechou as mãozinhas na frente do peito e descansou o lado do rosto contra o busto da madrasta.

Hinata ficou acariciando os cabelos curtinhos e vermelhos da menina.

Menma III correu para perto da cama do pai e cruzou os braços sobre o colchão, observando de perto a marca da queimadura.

Depois de um tempo, o menino voltou a brincar com o cavalinho, fazendo o brinquedo cavalgar sobre a cama, ao lado do pai.

Hinata queria pedir para o menino brincar no chão, mas percebeu que o loirinho estava sendo cauteloso para não acordar o pai.

— Manhe, tira o dodói do papai com remédio — pediu Miina.

— Não dá pra tirar, meu amor.

Poderia amenizar as cascas de feridas e deixar a pele menos rugosa, mas a tonalidade escura da pele permaneceria, avaliava Hinata.

Miina colocou o polegar na boca e deu mais uma espiadinha no pai; em seguida, retornou a descansar o lado do rosto contra o peito da madrasta.

A perolada sentiu um alívio, pois a menina não parecia ter despertado nenhum trauma ao ver o pai sem a máscara.

Talvez a menina sequer se lembrasse do momento em que Naruto a assustou sem perceber.

Dali a cinco minutos, batidas na porta fizeram Menma III se apressar em abri-la.

Era Kakashi, e seu rosto estava dominado pela apreensão. Ele fitou o menino e disse:

— Sr. Menma III, a Sra. Uzumaki...

O pequeno abriu mais a porta, revelando a imagem da madrasta e da irmã.

O mordomo fitou o rosto da pequena mulher e noticiou:

— Perdão pela interrupção, Sra. Uzumaki, mas o Sr. Kawaki acaba de chegar.

Notas finais
Tenham uma boa noite, queridos leitores.