Do You Love Me?

38 Capítulo 38 - Marley & Eu + O "violinista"


Notas iniciais
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Dessa vez, acordamos todos no mesmo horario. Todos arrumadinhos e ja tinhamos tomado o café. No meio do café Niall tinha pedido para todos irem na sala depois do café. Como pedido, sentei do lado de Liam. Todos esperavam para saber o que tinha acontecido. Menos eu, que já sabia. Antes de ir pra sala ja estava com um sorriso que não conseguia tirar do meu rosto.

- gente, -começou Niall, enquanto já estavamos todos sentados – eu tenho uma notícia para dar...

Ele deu uma pausa, e fez uma cara de preocupação... eu fiquei preocupada... até saiu o sorriso do rosto.

- eu e a Luisa estamos namorando! – disse ele abrindo o sorriso.

Quase dei um tapa no Niall por ter me dado um susto. Achei que
tinha acontecido algo ruim. Mas enfim, todos ficaram felizes e começaram a abraçar os dois. Depois de muito suspense, fomos assistir um filme, porque Louis não tinha brincadeiras pra fazer dentro de casa, sem que fizesse bagunça, e os outros não tinham idéias de jogos...

Assistimos “Marley & Eu”, mas antes de começar, Luisa e Niall foram pro andar de cima e ficaram muito, mas muito, tempo lá em cima. Não liguei muito, talvez eles só queriam ficar juntinhos.

Eles desceram na metade do filme, e deitaram no colchão na
frente do sofa, onde estava Zayn, Perrie e Harry, e depois, mais os dois. Encostei minha cabeça no ombro de Liam. Quando Marley fica doente e tal, ouvi soluços. Mas não levantei. Quando Marley morre, continuei ouvindo os soluços, resolvi levantar, e vi que era Liam.

- aw, môr! – falei, enquanto enchugava as lágrimas dele – por que você está chorando – falei baixo.

- porque o Marley morreu...

- mas é só um filme!!! – zombei um pouco.

- eu sei! Mas é que me dei conta de que um dia, eu vou perder você!

- o que você quer dizer?

- quero dizer que, um dia, vamos nos casar, teremos uma casa, construiremos uma família, ficaremos velhos, e morreremos.

- tá! e...? – confesso que meu olho começou a lacremejar.

- e que eu não quero que você vá antes de mim porque eu vou sofrer sem você!

Não aguentei! Comecei a chorar junto com ele. Fomos do lado de fora da casa, ainda estava chovendo desde o dia anterior, pegamos um lugar coberto e ficamos um tempo abraçados, mas quietos, observando a água cair.

- eu te amo! – disse Liam – e nunca esqueça disso!

- eu te amo também! – falei, tentando abrir um sorriso acolhedor – e nunca esquecerei!

- promete?

- prometo...

Nos beijamos por um tempo rasoavelmente longo, e depois Liam
deitou no meu colo, enquanto eu fazia cafuné.

Depois de um tempo, a chuva começou a piorar, e Tia Anne tinha chamado para almoçar. Durante o almoço, o céu ficou cada vez mais escuro e começou a relampejar muito, mas tipo,, muito mesmo. Parecia que ia acabar o mundo, o céu estava literalmente escuro, e a luz dos relampagos atravessavam as janelas. terminamos o almoço com pressa, eu e as garotas ajudamos Tia Anne a lavar a louça e os meninos tiveram uma idéia e não quiseram contar. Eles foram para a sala e estavam fazendo bagunça lá...

Terminamos e eu e Eleanor chamamos Tia Anne para ficar um
tempo com a gente. Quando chegamos na sala, tinham tres colchões e os meninos seguravam uma laterna cada um. Como o céu continuava escuro, e relampejava ainda um pouco lá fora, eles desligaram as luzes da casa e começaram a contar história de terror. Eu sentei entre Luisa e Tia Anne. Niall era muito bom contador de história de terror. Nós tres ficamos agarradas uma na outra e tomavamos sustos com os raios. Notei que Eleanor se aproximou de Perrie, digo em amizade, porque as duas também estavam agarradas. Os cinco meninos contaram suas histórias e quando o último estava contando, que era Louis, ele estava contando algo sobre um assassino que batia na porta das casas para tocar violino. Nesse momento, alguém bateu na porta. Até os meninos ficaram com medo. Todos ficamos observando a porta. Bateram de novo. Alguém tinha que ir. Eu e Tia Anne fomos, já que ela era a dona da casa.

- se for o cara do violino eu te largo aqui tá Tia? – disse brincando,
enquanto eu pegava a laterna de um dos meninos pra, caso precisasse, bater na cabeça do “violinista”.

Abrimos.

- ah, finalmente você abriu! – disse o padrasto de Harry, todo encharcado por causa da chuva – já achei que teria que pular a janela.

Ele entrou e me reconheceu.

- Jessy! Quanto tempo!

- oi Tio Robin! Faz muito tempo mesmo! – fazia dois anos que eu não via ele.

Quando ele viu os outros todos aglomerados nos colchões, ele estranhou.

- o que está acontecendo?

- oi pai! – disse Harry, mesmo sendo seu padrasto – estávamos contando história de terror...

- e não esperaram eu chegar?

- eu nem sabia que você vinha...

- então esperem eu me trocar porque a próxima história sou eu que vai contar! – disse, enquanto subia as escadas correndo.

Não demorou muito pro Tio Robin chegar. Quando ele chegou, deixei ele sentar do lado da Tia Anne.

A história que ele contou foi muito mais assustadora que a dos meninos, que todo mundo estava subindo um em cima do outro morrendo de medo. E antes dele acabar a história, o céu começou a clarear, mas continuava nublado e já era fim de tarde.

Notas finais
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