Do Que As Mulheres Gostam?
23 Capítulo 23 - Almoço nos Salvatore's.
Notas iniciais
Tudo bem?
Olha eu estou "ótema" e feliz.
A minha mãe comprou (claro, com o meu dinheiro ¬¬') o livro "Fifty Shades Of Grey" (50 Tons de Cinza).
Vou começar a ler o 2º capítulo. Como a lâmpada do quarto está queimado (isso, já faz um booooom tempo), eu não terminei de ler.
Até agora eu estou gostando.
=)
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Mas vamos falar da fic...
Bom, eu tentei de tudo para deixar o capítulo apresentável...
Ah, sorry com o título tosco...
¬¬'
Ah, eu queria agradecer e muito a Natacia Gaia Figueiredo pela recomendação...
Fiquei mega feliz.
De novo, muito obrigada.
Boa leitura.
=)
POV Elena
É hoje o almoço na casa dos pais do Damon. Na verdade, eu não sei o que fazer, falar, agir... E se eles não gostarem de mim? O Damon desde de Quinta-Feira está falando para relaxar, e que os seus pais vão gostar de mim. Será? CHEGA, Elena. Sem neuras. Sem neuras. Respire fundo, e levante-se da cama, AGORA. Levantei da cama, mas louca para voltar a deitar e dormir de novo. Preciso de um banho relaxante. Fui ao banheiro e coloquei a banheira para encher. Enquanto enchia eu procurava sais de camomila. Lentamente fui entrando na banheira, já sentindo o meu corpo relaxando. Muito bom. Fiquei o tempo suficiente, para sentir o meu corpo totalmente relaxada. E agora que roupa irei colocar? Puta que pariu. Fui para o closet escolher uma roupa apresentável.
Passei horas provando as mais possíveis e impossíveis combinações de roupas do meu closet, mas nada me agradava. Mas, ou era sexy demais, ou freira demais, ou executiva demais ou adolescente demais. Depois de horas revirando esse closet de ponta cabeça, achei um vestido apresentável, na cor pérola, que fica um pouco abaixo do joelho, e tem alguns desenhos nele. Olhei no relógio e vi que já estava quase na hora do Damon chegar. Fiz uma maquiagem básica, e sequei o meu cabelo, e fiz alguns cachos nas pontas. Coloquei uma sandália nude e peguei a minha bolsa carteira rosa. Estava pronta, fui para a sala, e agora é só esperar pelo Damon. Nem deu tempo de ligar a televisão, pois tocara a campainha. O Damon como sempre estava lindo. Aliás, quando ele não está?
– Oi! — Falei tentando ser mais natural possível. Mas, sem sucesso.
– Quê isso, Elena? — Perguntou segurando as minhas mãos e fitando os meus olhos. — Relaxa, por favor. Ok?
– Ok, eu vou tentar. — Falei respirando fundo. Ele me beijou. Um beijo calmo, doce, mas profundo. Delicioso.
– Pronta? — Perguntou. — Vamos? Estão todos nos esperando.
Apenas assenti, e fomos até o seu carro. A viagem até a casa dos pais do Damon, ele foi tentando-me acalmar, e, sem sucesso. Quando chegamos na casa (lindo, diga-se de passagem), tinha vários carros estacionadas na garagem, e quase tive um mini ataque cardíaco.
– Nossa, parece que vamos ter uma festa aqui. — Falou em tom brincalhão e fazendo sinal negativo com a cabeça. — A minha mãe não aprende mesmo.
– Damon. — Chamei num sussurro. — E se a sua família não gostar de mim?
– Eles vão amar em te conhecer, Elena. — Falou beijando a minha testa. — Vamos entrar?
– Vamos. — Senti a minha voz falhando. Pegou a minha mão e beijou.
Entramos na casa. A casa por dentro era maravilhosa. A decoração era perfeita. Damon falou que todos deve estar em volta da piscina. Realmente estava a família TODA do Damon na casa. Alguns na mesa, outros nadando. Todos falando ao mesmo tempo. Quando perceberam a nossa presença, ficaram em silêncio. A minha vontade era de sair correndo e voltar para a minha casa e ficar dormindo. Levantou uma senhora loira muito bonita, vindo em nossa direção com um sorriso largo, igual a do Damon.
– Oi, meu filho. — Essa é a mãe dele?
– Oi mãe. — Falou abraçando e beijando-a. — Mãe, essa é a minha namorada Elena e ... Nem deixou ele terminar de falar.
– Oi querida, prazer. — Falou simpática e me abraçando. — Vem aqui conhecer a família.
– Prazer é toda minha, senhora Salvatore. — Falei um pouco mais calma.
–Ah, por favor, me chame de Mary. — Falou sorridente.
– Mãe, precisava convidar todo mundo? — Perguntou o Damon.
– Claro meu filho. — Falou como se fosse a coisa mais normal do mundo. — E eu pensei que ele nunca mais iria namorar sabe, Elena?
Olhei para o Damon e ele estava vermelho igual a um tomate. Tive vontade de rir, mas eu segurei. Ela praticamente me arrastou para perto de todos. Me apresentou os tios, primos. O pai dele é muito simpático. E eu conheci a prima dele, a Rose* (aquela que ele perdeu a virgindade, muito bonita).
*(N/A: Imagine com o cabelo curto, igual da Rose)
– Então é você que é a namorada "misteriosa" do meu pai? — Perguntou a Caroline chegando perto de mim e do Damon e fazendo aspas com as mãos.
– Sim. — Foi a única coisa que eu consegui responder. O Damon pegou a minha mão e a cruzou.
Não dava para decifrar a sua expressão. Fiquei tensa. Novamente olhei para o Damon, a expressão estava relaxada olhando para ela. A Caroline sorriu, e me abraçou. Já que fui pega de surpresa, demorei apenas alguns segundos para retribuir o abraço.
– Bem-vinda à família, Elena. — Falou sorridente. Pude sentir o ar voltando para os meus pulmões. — Que bom que é você, Elena! Pensei que fosse alguma das "amiguinhas" do meu pai. — Falou ironicamente na parte das amiguinhas.
– Caroline. — Chamou a atenção dela, mas rindo. — O que será que a Elena vai pensar de mim? — Senti uma certa ironia na voz. Ela deu de ombros, e revirou os olhos e voltou para a piscina.
A Katherine tem razão, a Caroline tem muito do Damon. Ela voltou para a piscina. A senhora... Digo a Mary, nos chamou para juntarmos a todos. Depois de 10 minutos conversando e rindo (e contando cada coisa do Damon, e ele ficava cada vez mais vermelho), o amigo/ficante/namorado da Kelly chegou. Como é o nome dele mesmo? Ah é, Mason. Mas por que o Mason está aqui?
– Bom dia, família! — Cumprimentou.
– Oi, Mason! — Levantou a Mary, beijando-o. — Como você está?
– Estou bem, tia. — Beijou de volta. Espera aí, ele é parente do Damon? Ele não é Lockwood?
Damon percebendo a minha confusão logo me explicou que o Mason é filho dos amigos de seus pais, e eles cresceram juntos, então se consideravam como irmãos. Logo, o Damon e Mason (irônico, os nomes deles se parecem muito) se cumprimentaram.
– Você que é a namorada do Damon? — Perguntou com os olhos arregalados. Não sei o por que. — Como você não fala para mim?
– Você que não percebeu. — Falou dando os ombros. — Se você tivesse usado a inteligência, ia perceber que era ela.
Como assim? Alguém por favor me atualize? Dá para me colocar na conversa? Alô, eu estou aqui. Vocês estão falando de mim...
– Ah, eu tinha outras coisas na cabeça. — Falou. — E por que eu perceberia?
– Simples... Eu te contei tudo o que aconteceu no casamento. — Corei na hora. Por que diabos tinham que lembrar disso? — E no dia que nos encontramos no Pub do Arthur. E ela estava lá, cara.
– Ah, nem percebi. — Falou. — Mas, eu não pensei que seria ela.
– Espera aí. — Falou a Mary, se "intrometendo" na conversa. — O que aconteceu no casamento, que eu não vi?
Droga. Mil vezes droga. Por que todo mundo tem a necessidade de querer saber o que aconteceu no casamento? Gente, não aconteceu NADA de mais.
– Ah, vó, é que o pai começou a dar em cima da Elena... — Falou a Caroline vindo em nossa direção.
– Só que ela, resistiu ao meu charme. — Convencindo? Que nada. A Caroline revirou os olhos.
– Traduzindo tia... A Elena deu um fora épico no Damon. — Falou Mason. Todos (eu disse TODOS) começaram a rir. Até o Damon... Tive que rir (de vergonha, é claro) também.
– Elena, sabia que desde criança, as meninas corriam atrás do Damon? — Perguntou a Mary depois de alguns minutos de risadas. Imagino, seu filho é um GATO, LINDO, GOSTOSO, CHEIROSO E TUDO DE BOM. — Depois do almoço, eu vou mostrar fotos quando era criança, e você vai ver que ele era e ainda é lindo.
– Estou curiosa. — Falei. (N/A: Adooooro ver fotos, é tão bom passar horas vendo as fotos, relembrando os velhos tempos =D).
A Mary levantou e foi para a cozinha e ficou só eu, Damon, seu pai, Mason e tios e alguns primos, e enquanto os mais jovens iam para a piscina.
– Tio, sabe de uma coisa? — Perguntou o Mason. — Se não fosse pela Caroline, aposto que a tia Mary, ia achar que o Damon ainda era virgem. "O Virgem de 31 anos", igual ao filme.
Ele deu uma gargalhada tão alta, e todos acompanharam. O Damon estava vermelho e rindo.
– Você tem razão, Mason. — Falou entre risadas. — A Mary ainda o chama de bebê. Um marmanjão de 31 anos.
– Bebê? — Perguntei sem acreditar e rindo.
– É a minha mãe me chama assim. Mas é só de vez em quando, hein? — Falou envergonhado. — Ela disse por ser filho único e essas coisas.
Ficamos mais alguns minutos conversando. Nos chamaram avisando que o almoço estava pronta. Eu estava morrendo de fome, já que com o meu nervosismo, nem consegui tomar café da manhã. O Damon me apresentou a Elizabeth e disse que era como segunda mãe para ele, que ela conhece desde criança. Todos se sentaram e se serviram. A comida estava divina, comida italiana. Enquanto a Mary falava as coisas boas, as qualidades do Damon, o Mason falava os "podres". Claro com a ajuda do pai, tios e primos. Não tem como não rir...
– E aí como foi o pedido? — Perguntou o Mason.
– Por que você quer saber? — Perguntou. — Tá pensando em pedir alguém em namoro, hein?
– O quê? Não. — Respondeu. Acho que foi a primeira vez desde que cheguei, vi o Mason envergonhado.
Novamente riram da reação do Mason. E Damon contou como foi o pedido. As meninas/mulheres falaram "awnt", "que lindo". Eu também achei. E como prometido, a Mary trouxe álbuns e mais álbuns de fotos. Cada foto uma história engraçada. Depois de algumas horas (e bem mais relaxada) olhando as fotos, o Damon me chama e me leva até o seu antigo quarto.
– E ai, mais calma? — Perguntou abrindo a porta do quarto, abrindo passagem para entrar primeiro.
– Sim. — Falei sorrindo. — Amei conhecer a sua família.
– E eles amaram você. — Falou-me beijando. Um beijo casto. — Principalmente a minha mãe.
– A sua mãe é uma fofa. — Falei sincera.
E nada mais disse e me beijou. O beijo começou calmo e se tornou mais urgente. Me encostou na parede, perto da porta e a fechou com os pés. Paramos de nos beijarmos tentando recuperar o ar, e sentamos na cama. Ficamos em silêncio.
– Adorei o seu quarto. — Disse olhando em volta.
– Se essas paredes falassem. — Riu. — Foi aqui nesse quarto que eu descobri que seria pai.
– Ah, é? — Ele deu seu típico sorriso, e me levantou e levou até a janela. — Eu sei que a vista é para o jardim da casa, mas não sei o porque, me trás a paz, olhando essa paisagem.
– Damon, é lindo. — Falei sincera. Ele foi para atrás de mim, e pegou a minha cintura e colou os nossos corpos e entrelaçou as nossas mãos. Deitei a minha cabeça sobre o seu peito, ficamos assim, em silêncio, olhando pela janela.
– Melhor descermos, senão a dona Mary vem dar o ar da graça. — Falou rindo, e acompanhei.
– Vamos então. — Disse.
Descemos e todos estavam na sala de estar, conversando. Nos sentamos e ficamos conversando praticamente a tarde inteira. Me sentia mais relaxada e a vontade. Nem vimos o tempo passar, e fomos embora era quase 17h. Me despedi de todos, e me fizeram prometer que iria voltar para almoçar. Mas que dessa vez trouxesse a minha mãe e meu irmão. O Damon me deixou em casa, e falou que iria-me buscar às 20h para comermos pizza. Cheguei em casa tomei um banho e comecei a me arrumar para o jantar. Às 20h em ponto, o Damon chegou ainda mais lindo (como é que pode, hein?), me levou no cinema e depois fomos para a pizzaria.
Notas finais
Sem comentários.
=(
Aah, está quase pronto o capítulo 24.
Que vai ser a primeira vez deles.
Acho que vocês vão gostar.
=)
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Qualquer coisa eu estou no meu Twitter: @Camyla_Nogueira
Quem quiser me seguir sinta-se a vontade.
É só avisar que eu sigo de volta.
=)
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Links das fotos:
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Sala da Elena: http://www.vidrado.com/wp-content/uploads/2010/11/aracari-cidade-jardim-SAO-PAULO-LIVING.jpg
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Mary Salvatore: http://collider.com/wp-content/uploads/Meryl_Streep_image-2.jpg
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Mason: http://teleseries.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/12/vd2_3.jpg
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Sala dos Salvatores: http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2010/12/decoracao-sala-de-estar-1.jpg
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