Do Fim

1 Chegada


Tudo era muito novo pra mim, Nova Iorque, Academia de Musica e artes, vida nova, tudo novo. Vim do interior do estado muito novo, na época tinha 12 anos. Meu único amigo era um livro que ganhei do meu amigo quando me mudei. Num dia frio escutei um barulho muito forte no final do corredor do meu dormitório, a principio achei que era uma brincadeira da fraternidade, ainda meio zonzo fui até o corredor, e vi as letras da porta saltaram, em seguida uma mulher também saltou, Sabe como é, ser disléxico nunca é bom, principalmente quando uma espécie de anjo infernal te ataca. Saí correndo no meio em direção ao centro de Nova Iorque tentando me esconder desse tal monstro, entrei no metrô da quinta avenida e me escondi até achar que seria possivelmente seguro sair de la. Em seguida Voltei para a AMA e o que vi foi destruição, a fumaça subia, ambulâncias, viaturas e muitas equipes de televisão, o que pude ouvir de uma repórter era que um jovem teria cometido um ataque terrorista. Quando consegui chegar no meu dormitório estava tudo cheio de poeira e cheiro de queimado, peguei umas camisas, meu Ipode e meu livro. Três dias depois, as coisas não iam como eu tinha imaginado, estava dormindo, até então no metrô da quinta avenida. Umas 22 horas ouço uma vozes gritando — CORRA Tony, corra. e em um piscar de olhos um clarão. Essa pessoa me pegou pelo braço e me jogou dentro do banheiro. Pude ver pela porta que era o tal anjo infernal, o garoto que gritou meu nome, tinha barba e usava uma espécie de armadura grega, ele tirou uma cassetete do cinto e apertou, na hora ele virou uma enorme lança prateada, ele a jogou e acertou em cheio no peito no anjo infernal, transformando ele em pó. Eu desmaiei e quando acordei, estava em uma varanda, havia muitas pessoas, o garoto estava do meu lado, eu estava do meu lado. E do nada chegou uma garota linda e me deu Uma coca (Meu refrigerante preferido). Imediatamente me senti mais forte e consegui dar uns passos até a porta, as primeiras coisas que vi foi uma colina enorme, uma espécie de anfiteatro e uma quadra de vôlei. O que sei até agora, o tal garoto se chama Connor, a menina que meu de refrigerante se chama Ana e eu estou no acampando meio sangue, uma espécie de abrigo para ''filhos'' dos deuses do Olimpo. Minha mãe é Atena e sou um Semi-deus

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