Dn: O Retorno De Kira (2ª Temporada)
11 Inesperado
Notas iniciais
"Algumas pessoas estão me fazendo falta no Nyah e mesmo depois de 4 meses do fim da primeira temporada ainda tem gente comentando por lá, kkk (um alô para o Misaki e também um pedido para ele ler os próximos capítulos para poder analisa-los melhor ^_^ hehe)
Bom, quero dizer que ando muito feliz com o tempo que estou escrevendo DN. Quando releio a história eu vejo que evolui muito e cheguei em postos nela que nunca pensei que chegaria. Ampliei o meu conhecimento em Death Note, se antes eu era uma grande fã sou uma maior ainda.
A segunda temporada já estou planejando um fim pra ela e ele está próximo, mas trarei pra vocês uma terceira, e garanto que muita coisa estará por vir.
Também que quando eu terminar a fic irei continuar "Vampire Killer", que eu já mencionei que iria continua-la só depois de DN, e além disso, irei pegar "DN: O Retorno de Kira" e colocar tudo junto numa fic só. Aí eu dou uma arrumada, tiro coisas desnecessárias. Será uma reescrita, kkk.
Bom, um abraço pra todos vocês e os vejo no capítulo #11 que eu já estou escrevendo aqui para vocês ^^
~Nat"
Ok, agora iniciando o capítulo em 3... 2... 1...
#11: Inesperado
Num quarto pequeno e escuro a porta se abre, nele entraram Sayko e um homem com aproximadamente 30 anos, Ariel Williams. Sayko estava com uma bolsa de viagem.
– Parece feliz por estar de volta ao Brasil, Sayko Kawasaki.
– Minha futura esposa está aqui. Quando a seita adotar o regime fechado não terei problemas para traze-la.
– Certamente. Mas tem certeza dela ser pura?
– 100%! Eu não quero ninguém além dela! Nenhuma das mulheres da seita são tão boas e puras quanto ela! Ela será perfeita, sem dúvida se unirá a nós!
Ariel sorriu.
– Vou ir ao meu quarto, mas não se esqueça: Só terá até um mês de contato com o exterior, depois não poderá sair daqui nem usar nenhum meio comunicativo.
– Sim, sei disso. E claro, só poderei usar computadores para passar os arquivos da polícia para RF.
– Descanse da viagem.
Ariel sai do quarto e deixa Sayko só. Aquele quarto pequeno não tinha muita coisa, apenas uma cama e uma pequena estante com três livros extremamente grossos e alguma espécie de roupa vermelha toda dobrada e arrumada. O rapaz deixou a bolsa de lado e deitou na cama.
"Cho... você vai ser minha esposa e ficaremos felizes, juntos, no novo mundo..."
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Julia escreveu um último nome em seu Death Note.
– Pronto! Agora todos estarão mortos em questão de dias.
– Demorou mais do que eu esperava... — disse Shadow.
– Também achei que ia mostrar o nome deles no site do Rafa bem rápido, mas não sei porque os caras que passam as informações da polícia pra lá não atualizaram.
– Pode ter acontecido algo.
– Morro de vontade de perguntar pro Rafa mas se eu fizer isso não sei se será suspeito de mais... Bem, deixa pra lá.
Julia se levanta e esconde o Death Note no fundo falso. Depois ela pega um casaco, amarra-o na cintura e prende o cabelo num rabo de cavalo.
– Vai sair?
– Vou fazer 18 anos daqui a 15 dias, meu pai disse que eu poderia pedir o que eu quiser, já que acertei muitas questões do ENEM e claro, minha nota foi excelente. Vou pedir um apartamento, então vou olhar uns imoveis que em prioridade eu possa esconder o meu Death Note num ponto estratégico. Quero me livrar desse móvel.
– Entendo... E quanto ao espião de Near?
– Vou dar um jeito nisso. — ela piscou.
– He he (o que está planejando, Julia?)
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Near estava mexendo num helicóptero de controle remoto, não importa e idade que ele tivesse, mexer nessas coisas o ajudava a pensar. De repente o seu celular tocou. Era Halle.
– Fale.
– Ele está saindo, está se locomovendo a pé dessa vez e carregando uma bolsa.
– Ok, siga-o e me mantenha informado.
– Certo.
"Hum... aquela pessoa é muito suspeita... seguindo a lógica imposta posso considerar que Julia Gonsalves é R-Kira, mas... dês do dia que ele apareceu uma coisa tem me pertubado ("Palavras interessantes L, ou devo dizer Near?"). Como Zeta sabe da morte de L? Como por acaso R-kira sabe sobre as cartas? Tais coisas são coincidências, ou Zeta e R-Kira são a mesma pessoa? Não é a primeira vez que o criminoso se faz de aliado (eu já vi isso antes -_- e L viu VÁRIAS vezes). Desviando a atenção para outra pessoa e atacando num momento em que a guarda está baixa... Se Zeta for R-Kira essa é sua estratégia? E se não for, quem ele é? Quem é você Ruan de Andrade, Zeta ou R-Kira*? (*Nat: agora eu percebi: Ruan... R-Kira... R... R... kkkkkkk trocadilho desgraçado XD)"
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Vinicius estava na cobertura do prédio olhando pro céu e com um cigarro na mão. Depois de Cristian ter sido preso e depois morto é óbvio que os caras da escola que eram "coleguinhas" dele foram atrás de Vin. Ele já esperava isso dês de que viu a notícia da prisão do desgraçado. "Droga... do que adianta eu tentar fazer as coisas direito?... Sou um azarado." De repente Vinicius escutou um barulho estranho atrás dele. Ele se virou, mas não viu nada. Ele apagou o cigarro esmagando-o no chão e foi na direção da fonte do som, encontrou alguma coisa, mas isso era um pássaro.
– Aff, é só um pombo.
Vin espantou o animal e este saiu voando. Nessa mesma hora Vinicius sentiu uma presença sinistra então se virou, mas novamente não viu nada.
– Hunf! Devo estar viajando...
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Julia desceu para a estação de metrô e, como já era esperado, Fernader estava atrás dela. Ela então se meteu num amotuado de gente.
"Xi! Droga! Não posso perde-la de vista!"
Na hora certa ela se abaixou para fingir amarrar o tênis e nesse momento ela soutou o cabelo e desamarrou o casaco. No momento que ela estava o colocando ela entrou no trem e isso Fernander não pôde ver. Ela sumiu na hora que se abaixou.
– Arf! Droga!
Ele pegou o celular para avisar o seu fracasso para Near (Fe: Eu devo mesmo? T-T), mas, olhando o aparelho, ele decide mudar de ideia. "Não... ainda tem um jeito..."
–----------minutos depois--------------
– Maldição!!!
– O que foi, Halle?
– Eu o perdi no momento que entrou no banheiro! Acho que ele trocou de roupa e não percebi a hora que ele saiu.
"Droga!"
–--------enquanto isso---------
Julia estava tranquila sentada no seu assento ouvindo música. O metrô parou numa estação e nele entraram umas pessoas, entre elas um rapaz que parecia estar colocando algo na bolsa. Ele se aproximou dela.
– Com licença, se importa se eu me sentar aí?
– Não, claro que não.
Julia se afastou para que ele pudesse sentar. Zeta sorriu e a olhou com seus olhos vermelhos, então disse:
– Obrigado.
Notas finais
Ps.: Comentem *-*
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