DmC: Devil May Cry 2
1 Fantasmas passados...inimigos atuais.
Notas iniciais
Dante sonhava com sua mãe, a típica imagem que sempre lhe assombrava. De sua mãe lhe dando o colar que ele tem até hoje e morrendo logo depois. Agora ele via a imagem de Vergil quando criança, então num piscar de olhos ele aparece como adulto e diz "Eu já te amei, irmão..." então o mesmo ataca Dante que acorda assustado, e vê que tudo era um sonho ruim.
Ele se senta na cama e leva a mão ao rosto, então se deita novamente, mas é questão de segundos para ele começar a ouvir uma voz bizarra.
–Dante...Dante...Dante...-então a voz soltou uma horripilante risada.
Então o Nefelim resolve investigar, ao abrir a porta ele vê o limbo formado e volta de seu alojamento. Dante se veste e com a sua espada em punhos sai para atacar qual seja o demônio que estava chamando por ele. Do lado de fora Dante sai observando mas não vê qual ser o chamava, até que foi atacado de surpresa.
–Dante, como vai a sua vida do lado dos humanos? Acredito que miserável como todos eles — disse o ser demoníaco, era uma mulher com quatro braços bem finos, quase esqueléticos. Ela disse brincando com sua língua entre os lábios.
–Eu te garanto que muito melhor que ficar no inferno...considerando sua aparência — Dante a respondeu com um sorriso irônico no rosto.
–Você é atrevido como me disseram.
–Não me disseram nada mas você tem é feia que dói — Dante disse já fora de posição de combate, só para esnobar ainda mais sua inimiga.
–Garoto medíocre — ela disse indo para o ataque, Dante então executou um golpe com sua espada e ao tocar na inimiga fez jorrar sangue pra todo lado.
–Isso foi bastante fácil — Dante guardou a espada, ele passava a mão pelo corpo para limpar o sangue enquanto saia do local, mas quando se aproximou de uma poça de sangue uma mão puxou ele para dentro o levando para uma espécie de piscina inteira de sangue.
Era a mesma demônia que o segurava pelo pé e o levava para o fundo deste "mar de sangue", ele puxou sua pistola e disparou contra o inimiga que o largou e ele pode nadar para a saída voltando para onde estava. Por ter quase ficado sem ar Dante tosse bastante após voltar ao plano terrestre.
–Oquê achou de meus poderes Dante? São de mais para você? Você pode tornar tudo mais simples e se entregar para mim, Gordina.
–Desculpe mas eu sou Dante se você já se esqueceu — Ele então voltou a disparar contra ela que entrou novamente na dimensão de sangue onde ela domina porquê está se escondendo?
Gordina apareceu atrás de Dante e o agarrou pelas costas e quando tentava o levar de volta para a dimensão sangrenta o Nefelim sacou a espada e cortou um de seus braços. Com um membro a menos Gordina caiu em lágrimas.
–Porquê chora demônio imundo — Dante perguntou já preparando o golpe final.
–Eu sou o demônio que se alimenta do sangue humano, cada ferimento causados em inocentes me deixam mais forte, mas eu não...eu não sabia que doía tento — ela voltou a chorar — Dante pensou durante alguns segundos, deu uma risada diabólica e disse:
–Então receba isso como vingança em nome de todos aqueles que você se aproveitou — Dante num golpe certeiro decapitou o demônio — morra sua vaca.
Após acabar com o inimigo o Limbo se desformou, e poucos segundos depois algumas palmas foram ouvidas seguidas de uma voz.
–Muito bom...irmãozinho — era Vergil.
–Oquê faz aqui? — Com muita raiva Dante perguntou.
–Só vim visitar meu querido irmão — Vergil disse sendo irônico.
–Na última vez que nos vimos você disse que me odiava.
–Eu apena disse que não te amava mais, porém tenho que admitir eu te odeio.
–Vou perguntar só mais uma vez: Oquê veio fazer aqui? — Dante disse apontando a espada para seu irmão que estava fora de alcance da lâmina.
–Vim te dar a última chance de rever seu erro e se juntar a mim no controle dos humanos.
–Você manda alguém para me matar agora quer minha ajuda? Não obrigado.
–Então nesse caso depois de eu dominar a terra farei você sofrer ao lado desses vermes chamados humanos.
–Ora seu — Dante foi para cima mas uma voz o fez parar de correr.
–Dante não! — era Kat — não deve lutar com ele agora, ele quer guerra e é isso que vamos dar a ele.
–Que assim seja — Vergil abriu um portal e saiu do local.
–Oquê você fez? — Dante perguntava num tom grosso com Kat.
–Ele mandará mais servos, se derrotarmos um certo número pode ser que Vergil desista — Dante revirou os olhos e saiu andando, Kat foi atrás dele.
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