DmC: Devil May Cry 2

5 Através dos portões do inferno Parte 2


Notas iniciais
Me desculpem a demora, fiquei afastado do site esse tempo todo por diversos problemas (problemas que ainda não acabaram), mas está aqui o novo cap. e eu prometo que os próximos serão incríveis.

Dante se aproximou da criatura que o chamava, ele sabia que era um demônio, só não sabia o que ele queria.

–O que faz por aqui garoto? Acho que o inferno não é o seu lugar – o demônio não era alto, e parecia ser bem fraco.

–Eu sei me cuidar – o demônio se aproximou.

–E o que lhe trás aqui? – ele disse dando a volta no Nefelim.

–Estou atrás de meu irmão, Vergil – o demônio riu da cara de Dante.

–Acha mesmo que Vergil estaria aqui? É um tolo mesmo.

–Mesmo que não esteja, eu sei que ele tem algum plano envolvendo um exército de demônios.

–Eu não sei nada disso...entretanto sei quem pode te dizer sobre isso, mas você não deve querer incomodar-lo.

–Do que está falando? – Dante se interessou pelo papo do demônio, e era isso que o ser queria.

–Bem existe alguém aqui que tem contato com Vergil.

–Onde ele está?

–Esse é o detalhe, esta vendo aquele castelo gigante? Bem é lá que esta o príncipe do inferno...que na verdade só é chamado assim porquê foi como se alto nomeou.

–Como sabe disso?

–Bem eu não sei, tento que nem te contei isso – o demônio foi se afastando – acho que me entendeu Dante Sparda.

O nefelim foi a caminho do castelo, na trajetória enfrentou inúmeros demônios precisando utilizar de todas as suas armas e habilidades, realmente no inferno os demônios tem um poder quase ilimitado.

Então o filho de Sparda chegou ao castelo, não querendo chamar atenção entrou escondido por uma lateral. Lá dentro deu algumas voltas no imenso local e nada encontrou, até que chegou na última sala que ainda não tinha visto. Era uma porta bem alta, ao lado como decoração eram duas estátuas de minotauros, um segurava um machado o outro duas espadas formando um “X”.

Bem acho que é aqui – ao se aproximar da porta ambas as estátuas abriram os olhos que brilhavam como fogo, Dante se viu cercado. A que segurava as espadas atacou o nefelim que deu apenas um passo pro lado desviando do golpe – vamos começar a brincadeira mais cedo hoje – ele sacou a shotgun e com um tiro destruiu parcialmente uma das espadas.

(trilha sonora extra1)

Dante lança o Áquila contra a estátua com machado e atira com suas pistolas contra o outro. Os tiros não adiantaram e ao se virar viu que o Aquila também não. Ele correu em direção da mesma estátua que acara de se virar, e com sua arma de explosivos acertou o calcanhar dele. Dante então acionou o dispositivo que quase não causou dano para aquilo. O Nefelim correu para a outra estátua e com o chicote se projetou para o umbro do colossal inimigo, o outro que não sofreu muito com a explosão atacou o Dante mas acabou errando e decapitou o aliado, Dante novamente com seu chicote lançou a cabeça do minotauro contra o outro, os chifres entraram no corpo da estátua destruindo-a.

Já no chão Dante viu o corpo sem cabeça cair no chão e se desfazer em pedaços. O nefelim então entrou pela porta . Lá dentro era um saguão com um grande trono no final, colunas sustentavam a sala que tinha uma forma circular, e logo acima do trono bem no alto tinha um vidro que servia como decoração e permitia a entrada de luz. Dante achou estar sozinho no local e foi adentrando, quando chegou ao centro do local ele pode ouvir uma voz:

–Dante, não te esperava por aqui – disse um homem com uma armadura toda negra, seus dois chifres enormes mostram que ele é um demônio.

–E você é? – Dante perguntou debochando.

–Meu nome é Devon, e sou o príncipe do inferno.

–Ah obrigado mas não preciso saber a identidade daqueles que vou chutar o traseiro. Emfim preciso de informações sobre meu irmão...você deve conhecer-lo.

–Por que acha isso?

–Não acho, sei.

–Bem como eu lhe matarei aqui mesmo acho que merece saber, Vergil não está no inferno, nem nunca esteve aqui.

–E você trabalha para ele? – Devon riu debochando do nephelim.

–Até parece, quem está por trás de tudo isso é alguém muito mais forte. Porém não preciso dele nem de Vergil já que como sou o príncipe do inferno isso me torna superior.

–Ok, então me mostre sua superioridade – Dante levou sua mão ao cabo da espada.

–Se assim deseja, como você é um inimigo a altura vou utilizar minha nova arma em você. Acho que não reconhece isso...reconhece? – ele puxou um arco.

–Não sei oque é.

–Esse é o arco de seu pai, o arco de Sparda. Você não tem noção de quanto essa arma é poderosa – Devon disparou com o arco, Dante se esquivou sem dificuldades e quando já pensava na piada que iria usar para debochar do inimigo a flecha explodiu o lançando contra uma viga, no reflexo ele conseguiu evitar o impacto e usou ela como uma forma de amortecer a queda.

–Gostou? – Devon perguntou ironicamente, antão lançou outra. Dante desviou de novo e a flecha destruiu uma das colunas do local, na hora Dante teve uma ideia.

–Você é muito lerdo, vamos lá tente outra vez – Devon lançou outra flecha que destruiu outra coluna, e Dante seguiu debochando dele e ele atirando flechas que iam destruindo coluna por coluna.

–Você é um covarde, fique parado Dante.

–Tudo bem, você já cumpriu com meu plano – o príncipe do inferno olhou com uma expressão confusa. Dante então socou a última coluna que restava e usou o chicote para sair pela janela do local e do lado de fora viu tudo ir abaixo. Tudo veio abaixo e Devon ficou debaixo dos destroços.

–Chupa otário – Dante se virava para deixar o local quando ouviu um gemido.

–Dante, seu desgraçado – Devon saia debaixo do entulho ainda segurando o arco, ele ia atirar outra flecha mas o Nephelim usou o Aquila para tirar a arma da mão do inimigo. Ele se aproximou e segurou o pescoço de Devon.

–Então vai me dizer onde Dante está? Acho que não tem mais nada a perder.

–Ele está na terra seu cuzão.

–Como eu o encontro?

–Você saberá a hora certa – Dante olhou para ele com uma expressão de desprezo para sua resposta, ele então pegou o arco e atirou uma flecha no peito de Devon a queima roupa, Dante foi lançado longe mas aterrissou de pé.

–Acho que vou ficar com esse brinquedinho – ele disse olhando o arco que materializava as flechas. Dante olhou para o símbolo em seu braço e fez um corte nele usando uma pedra pontiaguda do entulho e assim deixou o inferno.

Notas finais
Obrigado para quem ainda acompanha a história, e novamente desculpem a demora.