DmC 5: Stairway To My Heaven

17 4ª Noite, por Dante: Fazendo o Demônio Chorar...


Notas iniciais
"Era hora de fazer os anjos gritarem...
E de fazer os demônios chorarem."

Fiquei num quarto de hóspedes que era maior que meu trailer. Cacete, megalomania total! A cama era enorme, dava pra fazer uma suruba sem medo de ver alguém cair. A Dália chantagista foi minha guia particular, e ela sempre dizia algo subentendido pra deixar claro que tava doida pra me “conhecer”. Ah, se ela soubesse do meu ódio por ela...

-... E aqui fica a suíte! – ela abriu a porta do banheiro; tão grande que dava pra morar lá! – Se precisar de algo é só dizer que iremos atender... Com certeza!

-... Valeu. – eu fui seco na réplica mesmo, to pouco me lixando. – Bom, agora é só relaxar e esperar.

Comecei a tirar a roupa, e fiquei só de calça jeans mesmo. Abri o frigobar e peguei um refri, e vi que a desgraçada ainda tava no quarto. Obviamente, fiz uma cara do tipo “E aí, não vai embora não?”. Ela não se tocou da indireta silenciosa... Vagabunda.

-... Vocês fizeram mesmo?

- Como é que é?

- Sexo. –ela se recostou no batente da porta, querendo pagar pose de engraçadinha. – Você e a Maria.

- Se a gente tava junto, claro que rolou. Mas por que a pergunta?

- É que só estou curiosa. – ela começou a se aproximar, me olhando de um jeito bizarro. – Assim como ela, sou virgem.

- E daí? E eu com isso? – me fiz de babaca, mas eu bem sabia o que ela tava querendo.

- Você me ensinaria os manejos?

-... ?!

Ela se aproximou de mim a ponto de ficar meros centímetros de distância. Na maior cara-de-pau, a maldita passou o dedo de leve, desde a minha boca até meu umbigo. Claro que me atiçou, mas foi bem mais uma reação física à provocação do que atração por aquela tranqueira. Logo me veio a idéia: ela quer, ela vai ter.

Ok, me chamem de traidor filho da puta, de comedor do caralho, não ligo. Mas o melhor jeito de maltratar uma mulher sem espancar era colocando medo nela. E nisso sou mestre; ainda mais quando quero que ela nem se lembre da minha cara... Era minha chance de começar meu reinado de terror nos autores da desgraça que a Mada tá passando. E a irmã dela seria a primeira.

- Você tá falando sério?

- Não acho justo que eu, sendo a mais velha, ainda nem saiba como é um homem de verdade... – ela foi passando a mão em mim; eu tava me segurando pra não ter um treco. – Ser ultrapassada pela irmã caçula é humilhante, não acha?

- Vou perguntar de novo... – catei a infeliz pelo rabo de cavalo e dei um puxão, ela tomou o primeiro susto. – Você tá falando sério?

- Uau...! Você fez isso com a minha irmã?!? – Ela queria mostrar que não sentia medo, mas eu sabia que ela tava tremendo.

- Eu gosto assim, meio bruto. – deixei uma expressão de canalha mau encarado aparecer. – Quero ver se você aguenta...

Dei mais um puxão e aproveitei uma lambida caprichada nos lábios. Ela arrepiou da cabeça aos pés, gemeu e logo a larguei. A criatura tava tão perdida que cambaleou e caiu de quatro. Nunca que uma situação daquelas fosse encaixar tão bem com meus planos! Eu fui um gênio!

- Ora, o que vemos aqui... A mocinha vadia já de quatro no chão... – andei em círculos, fingindo estar pensando em algo. –Isso me dá ideias...!

Tinha uma poltrona de descanso –daquelas bem confortáveis; afunda o corpo quando senta- no quarto; resolvi me sentar de pernas abertas. Abaixei o zíper e deixei meu “parceiro” escapando pra fora da cueca boxer (sim, eu tava de cueca... Afinal, não iria pra casa dos outros criando o bicho solto... Pega mal!) e olhei pra vadiazinha com um ar desafiador. Ela parecia aterrorizada; tava boquiaberta e de olhos arregalados. Praticamente as mesmas coisas que Mada fez quando viu meu pau pela primeira vez! Heh, devo ser mesmo um monstro pra mulherada...

- Você vem ou eu vou ter que te arrastar pelos cabelos?

- Heim...? O que... Eu? – ela tava assombrada, não sabia como responder nada. – O que você tem em mente...?

-Nada demais, só quero que você venha aqui e me chupe.

- O quê...?!? – ela ficou pasma com que eu ordenei. Ela achou que seria como romance meloso de filminho barato? –M-mas nem sei como é que se faz... Isso que você falou...

- Se for esse o problema, te ensino... – Mostrei um sorriso cínico; ela detestou. – Você mesma não pediu pra que eu te ensinasse os... “Manejos”? Pois bem, comece com o básico: me pagando um oral.

Ela se levantou e veio caminhando na minha direção, desta vez andando de forma desengonçada; ainda devia tá toda trêmula do tranco que dei. Ela tentava não olhar muito pro meio das minhas pernas, só podia estar resistindo à ideia; então puxei Dália pelo rabo de cavalo de novo, e desta vez ela não gostou e reclamou da dor. Queria que ela sofresse. Deixei ela de quatro mais uma vez, e sussurrei no seu ouvido:

- Deixa de ser burra, garota. Não se paga boquete em pé.

Dália expressou aborrecimento, mas ignorei. Abaixei a cueca e deixei meu pau completamente pra fora. A garota deu um pulo de susto:

- Erm... O que devo fazer?

- Pega nele.

- Pegar?

- Você não é maneta nem surda. Pega logo!

Dália tava relutante e fazendo cara de nojinho. Ah, como eu tinha raiva daquilo!!! Rosnei impaciente e catei a mão dela de forma ignorante e a fiz pegar no meu pau. Ela agia como se estivesse segurando uma batata quente, meu Deus... Mas eu só ia começar o martírio:

- Okay, agora coloca a boca nele.

- Ei, espera um pouco! –ela ficou apavorada! Perfeito! – terei de colocar... Isso na minha boca?!?

- Para de fazer pergunta óbvia, garota! – catei-a pelos cabelos e a puxei pra perto. – Faz o que eu digo!

- Mas nem sei como devo começar...!

- Você já chupou um picolé ou um pirulito? – eu bufei, já tava de doer bancar o professor... – Pois bem, é o mesmo procedimento; só que com jeito mais safado e SEM MORDIDAS. Entendeu agora?

- Okay, vou tentar...

Mesmo relutante, Dália deu a primeira lambida. Arrepiei e um gemido escapou da minha garganta, pois ela lambeu de leve justamente na cabeça. Ela já assustou de novo e parou:

- Desculpa! Doeu alguma coisa?!?

- Se tivesse doído eu teria te xingado... – eu já tava meio delirante. – Agora continua...

Mesmo desconfiada do que eu disse, ela retomou as lambidas. Parecia que a língua dela nasceu projetada praquilo! Tinha de admitir, tava bom pra caralho- e nem é trocadilho! Ela se arriscou em dar algumas chupadas, mas ela ainda estava tímida nas atitudes. Ou eu morria de dor com as bolas quase estourando pra gozar ou eu agilizava as coisas:

- Maravilha...! Agora faz o seguinte: enquanto estiver chupando, brinca com a língua...

- E como é que eu...?! – Nem dei chance pra ela fazer pergunta idiota; peguei sua nuca e empurrei sua cabeça.

A boca encaixou fácil com o empurrão. Até fiquei sem forças! Não tive paciência e guiei a velocidade do boquete empurrando a cabeça dela no vai-e-vem. Tava cada vez mais gostoso, e eu mal percebia que vez ou outra tava aumentando a velocidade e indo fundo garganta abaixo. Eu só sabia que ela tava afogando, mas e daí? O negócio era fazê-la sofrer e pagar pelo que fez, e tava sendo a melhor das recompensas. Bora aproveitar!

-... Ngh, ah...! Eu to pra gozar...!

-... Hn?! – ela me olhou assustada, com medo do que tava por vir.

Nem deu muito tempo pra que ela pudesse reagir: gozei forte pacas; e tive certeza que o jato foi direto na garganta. Ela arregalou os olhos e começou a lacrimejar, tossiu com meu pau ainda na boca e ficou pálida de repente. Ela tentou se afastar pra respirar, mas eu não tava deixando; tava segurando a nuca dela. Quando a última gota do jato saiu, finalmente a soltei; ela se afastou e caiu pra trás tossindo muito, cuspindo e toda ofegante. Eu tava extasiado, suado e com sorriso doentio na cara. Ela me olhava com um ódio impressionante... Dália não parecia feliz com a minha “aula”:

- Seu... Animal! *cof! cof!* Eu quase... Morri... Sufocada!!! *cof! Cof!*

- Eu te avisei que gosto de brutalidade... E ainda te perguntei se você tava sendo séria. – Eu mantinha um olhar cruel junto com um sorriso sádico. – O que você esperava?

- Não imaginava algo tão... Medonho e nojento! – ela cuspia e limpava a boca com os pulsos. – E esse troço que seu “monstrinho” expeliu é melequento e amargo!!! Que nojo! Argh!

- O “troço” se chama porra. – eu tava brincando com meu pau instintivamente; pois eu ainda tava duro e pronto pra uma trepada. – E foi com esse troço melequento que seu pai encheu sua mãe e fez você e sua irmã. Isso costuma aprender em aula de biologia...

- Desagradável e grosseiro da sua parte falar essas coisas!!! A intimidade dos meus pais não precisam ser lembradas aqui!!!

- É como dizem por aí; “cada cachorro que lamba sua caceta”. Eu não dou a mínima pro que você acha ou deixa de achar do assunto. É a verdade, e não tem nada de desagradável nisso. Putaria é uma condição humana, aceite o fato.

- Seu indecente... Imbecil! – ela tava cintilando de raiva. Era o que eu queria...- Não vejo mais razão pra continuar aqui!

-... Saia por aquela porta e sua mãe vai ficar sabendo que sua filha mais velha; a pura, casta e abstêmia Dália andou brincando de “médico” com o namorado da irmã... O que é que ela vai pensar, né?

Dália travou, e rosnou de raiva. Ela se deu conta do erro que cometeu. Me subestimar não era algo muito esperto a se fazer... Só tenho a cara de burro, Heh!

-... Você não faria...!

- Tanto faço como já estarei fazendo se não me obedecer. Pra mim não tá difícil...

- Canalha chantagista!!!

- E você é minha vadia. – Me levantei e tirei o resto de roupa; fiquei peladão de vez. – Anda, tira essa roupa. Tenho que te ensinar como é o resto.

- Não vou tirar nada! – ela cruzou os braços e fez uma expressão desafiadora. – Você não pode me obrigar a fazer algo que não quero!!!

- Ah é? – dei um sorriso cruel, e avancei pra cima dela; a cerquei na parede com os braços. Ela se apavorou novamente. – E quem disse que você tá no direito de querer alguma coisa?

-... !?! –ela arregalou os olhos, amedrontada. – Como assim?!?

- Não se preocupa não, eu te explico. Mas antes, eu quero te comer. E vou te foder até seus quadris desmontarem...

Dei uma lambida lenta e cruel nos lábios dela de novo, e desta vez ela tava em pânico. Dália tremia e se encolhia na minha frente, ao ponto de começar a chorar silenciosamente. Rasguei o vestido e a calcinha que vestia e a deixei nua. Catei ela pelos cabelos, a arrastei até a cama e a joguei. Virei seu corpo magro e esguio, ergui suas pernas e as arreganhei. Uma visão linda, mas ao mesmo tempo odiosa. Dei uma mordidinha carinhosa nas coxas e fui descendo, sempre sendo observado pelos olhos apavorados e desesperados de Dália. Quando dei a primeira linguada no meio das suas pernas, a infeliz arrepiou, se encolheu, gemeu e tremeu. Dei uma olhada pra ver se não tinha nada errado:

-... Algum problema aí?

- N-não...! – ela tremia com uma epilética... – Isso pra mim é novo...!

- Calma que a novidade principal tá pra chegar...

Me aproximei e logo fui enfiando. Ela tentou resistir, mas nada como um joguinho de submissão não resolvesse: prendi seus dois pulsos acima da cabeça e comecei a me divertir. Como uma boa virgem que se preze, tava estreito e complicado de entrar, mas eu já tava acostumado. Ela começou a chorar e a tentar se debater, mas era inútil. Eu estava entre as pernas dela, não tinha como fechá-las pra se proteger. E fui malvado; dei a primeira enfiada forte e funda, logo alcancei a porta do útero. Senti um fiozinho de sangue escorrer no meu pau. Isso sem mencionar o gemido de dor que ela proferiu tinha um toque de aflição que me fez sorrir de satisfação, ou seja; ela tava com medo, sofrendo e detestando estar comigo. Não tive dúvidas que iria tripudiar da dor que ela sentia:

- Mal entrei e você já tá nessas frescuras?

- Não acredito... Que fosse... Dessa forma! – ela tava sem ar, e me olhava com ódio e lágrimas. – Você... Só tá sendo grosseiro... Pra me afrontar!

- Você realmente acredita que o sexo é como nos livrinhos de romance que você leu a vida toda?

- E não deveria... Ser?

- Lamento te desapontar, mas... – dei uma pausa pra uma enfiada poderosa; ela gemeu em desespero. — ... Não é assim NÃO!

Comecei com o show de brutalidade; quem visse pensaria que fosse uma sessão de estupro genuína. Dália já misturava gemidos de dor, de estranho prazer e choro, realmente tava um troço confuso. Tinha de admitir, ela era tão gostosa quanto a Mada, mas só Mada me deixava feliz, e eu queria fazê-la feliz. Naquela hora eu era o Dante fodelão filho da puta, que não tava nem aí pra nada nem pra ninguém. Gozei rápido e fundo, ela tinha arrepiado e ficado apavorada de ter sentido mais um jato invadindo seu interior. Fiquei ofegante, mas eu tava pronto pra mais uma. Ela me olhou desconfiada, sem saber o que falar. Mas se arriscou mesmo assim:

- É... só isso? Já acabou...?

- Não acabou. – olhei pros seus olhos de forma maligna. –Ainda falta uma coisa.

- ...?!?

Peguei nas pernas dela e as ergui novamente. Saí de dentro dela e olhei pra onde eu mais queria dar o Grand Finale. Ela demorou pra entender, mas bateu um pânico digno de fobia quando ela finalmente entendeu:

- N-NÃO, PELO AMOR DE DEUS! LÁ NÃO!!!

- Essa é a lição final, coisa linda... Depois dessa, pode voltar pro seu quarto de princesa, tomar seu banhinho e dormir contente, pois você aprendeu os “manejos”...

Dália tentou se soltar, mas eu tinha força suficiente pra nem suar ao me esforçar em segurá-la. Ela deu a entender que ia gritar por socorro; mas não deixei. Num movimento ninja pacas eu a virei de bruços e deitei em cima. Desesperada, ela se debateu mais um pouco, mas aquela luta tava me dando tesão. Meus instintos continuavam me sacaneando, mas eu não tava ligando muito. Era hora de dar um basta.

- Não faça isso!!! Eu imploro!!!

- Você implora? Além de vagabunda e traíra, é covarde também?

- Não entendo! – ela chorava de um jeito que qualquer um sentiria pena, menos eu. – Por que tá me maltratando tanto?!? O que foi que te fiz?!?

- Ah, você não sabe? Vou te lembrar...

Me bastou alguns minutos e uma só mão pra ajeitar a bunda dela e começar a enfiar. Lógico que doeu um bocado com o atrito, pois eu tava indo na raça, sem lubrificar nem nada. Ela tava começando a gritar de dor; as pernas se debatiam loucamente na cama. Tapei sua boca e continuei a enfiar. Quase desmaiei de tesão quando senti que tinha entrado. Cacete, fazia um tempinho que não comia uma garota por trás! Que sensação maravilhosa!!! Se o paraíso era bom como muita gente dizia, então a sensação era exatamente aquela! Comecei a gemer alto sem perceber, e ela mordia meus dedos pra poder gritar:

- Nossa... Além de apertadinha é brigona!!! Vou me acabar com você!!!

- Seu desgraçado...!!! – ela tentou gritar, mas fui ignorante e cruel o suficiente pra avançar na enfiada, indo um pouco mais fundo. Ela encurvou de dor; minha mão tava ensopando de lágrimas que caíam de seus olhos.

- Percebeu? Já entrou a cabecinha...E tá entrando todo o resto agorinha... Quando eu terminar de te arrombar, a brincadeira vai começar. Então, que tal?

Ela expressava horror, medo, desespero. A dor que eu tava proporcionando era inexplicável; um trauma que iria lhe assombrar a vida toda, por mais que ela frequentasse psicólogos, eles não conseguiriam tirar o terror que eu tava causando nela. Nada destrói mais uma mulher do que ter o pesadelo de saber que seu corpo e sua integridade foram violadas e transformadas em poeira. Ela estava sob meu poder; se quisesse sentir-se melhor que me matasse. Ou que ao menos tentasse.

Assim que senti um conforto maior, comecei a me mover. O vai e vem tava maravilhoso, gostoso demais! Eu já tava latejando e já ficando sem forças, e sem perceber já tava dando enfiadas mais velozes e mais fortes. Gozei de novo, e dessa vez fiquei cansado. Dália chorava de soluçar; estava fraca e fragilizada. Era certeza de que ela não conseguia aceitar aquele maltrato todo, estava com a autoconfiança destruída. Depois de um tempo recobrando as forças, dei um suspiro e me levantei, largando a infeliz sangrando um pouco e toda zoada. Peguei o refri que eu tava tomando e dei um gole. Olhei pra ela, com desprezo.

-... E concluímos aqui nossa aulinha particular, mocinha. Já pode juntar teus trapos e sumir da minha frente. Amanhã o dia vai ser longo.

-... Por que?

- Hum? – dei mais um gole no refri e ajeitei minha cueca que eu já tava vestindo.

- Por que fez isso...? – ela saiu se arrastando do quarto, encolhida de dor e sem força moral pra sequer me olhar nos olhos.

- Mas você é mais burra do que pensei... – me aproximei e a cerquei de novo. Ela se apavorou na hora. – Não te passa pela cabeça que a Mada tá do jeito que tá por que sua língua não cabe na boca?

-... !!!

- Ah, lembrou? Pois bem, escute o que vou te dizer: você agiu como uma perfeita vaca invejosa, uma fofoqueira filha da puta, uma X-9 do caralho. E depois de ver a irmã indo pra um hospital tentar se salvar, você foi vagabunda o bastante pra vir aqui me paquerar. Você acha que sou estúpido?

- V-você... Sabia?!?

- Não preciso ser nenhum gênio pra perceber quem foi que fodeu com a situação. E se não fosse por você, eu e a Mada estaríamos assumindo um início de namoro! Agora, se me dá licença... Tenho de tomar banho e tirar seu cheiro nojento do meu corpo.

Tudo que fiz foi fechar a porta na cara dela, e preparar um banho quente e relaxante. Uma merda já foi, faltava o outro. Farei os demônios chorarem... Ah, se farei...

Notas finais
Dante mostrou que ser um demônio bonzinho não quer dizer que não continue a ser um demônio por natureza. ._.
Afirmar q ele não faria nada hediondo seria o mesmo q acreditar q um escorpião jamais envenena quem está ao seu redor.
Foi tenso montar e terminar esse capítulo, pois desta vez tive de buscar referencias, e foi complicado não me sentir mal. Sexo forçado e estupro são traumáticos e revoltantes, mesmo que por razões "heroicamente" possíveis. Nada se justifica um ato dessa monta, mas enfim... Abstrai que o sol sai!
espero que gostem, estou me preparando pro próximo, que vai ser tão brutal qto este, e depois retomarei pra visão da Magdalena.
Obrigada de coração os reviews e relatos! ♥
Abraços!♥