Diários de uma vida sem esperança
13 Capitulo especial: Sebastian: Por que eu sou o que eu sou?
Notas iniciais
Meu nome é Sebastian não preciso falar meu sobrenome não acho necessário, moro com minha mãe ultimamente e com o Kurt, eu não gosto do Kurt desde pequeno, mas o meu ódio por ele começou á uns 13 anos atrás vou explicar direito o porquê de eu o odiá-lo tanto, mas primeiro vou falar um pouco da minha vida.
Eu tenho 19 anos, eu não namoro, mas já namorei uma modelo muito famosa e francesa, eu a conheci quando me mudei pra lá e isso já faz uns dois anos, depois de um bom tempo eu resolvi voltar pra Ohio e morar com a minha mãe, mas o que eu não esperava era ver aquela pessoa na minha casa.
Meu ódio se inicia assim...
Eu como sempre fui uma criança meio que com raiva de tudo e de todos, um dos meu primos que eu não era muito com a cara sempre foi com o Kurt, não sei, mas o seu jeito todo certinho me irritava, e hoje ainda me irrita e muito mais. Mesmo assim tínhamos o costume de brincar e nos divertir.
– Sebastian vai lá chamar seu pai e a tia Elisabeth. – Foi o que a minha mãe disse.
– Tá bom mãe. – Eu me lembro de ter ido até um quarto, ele estava escuro e eu ouvi uns barulhos, na época não sabia o que era, agora eu sei que era barulho de beijos. Eu abro a porta e deparo com meu pai e minha tia irmã gêmea da mãe do Kurt, beijando o meu pai em cima de uma mesa ela de perna aperta e ele entre elas, e colocando as suas mãos nos seios dela, a minha reação foi de fechar a porta e esquecer que eu vi aquilo, até que uma maldita criança resolve abrir a droga daquela porta novamente, e sim, essa maldita criança é o Kurt.
– Tio, a tia ta te chamando. – Diz o Kurt abrindo vendo aquela cena, mas não se importando.
– O quê, o quê, o quê, ah sim Kurt já estamos indo, Sebastian o que você tá fazendo aqui? – Pergunta meu pai todo desesperado e mudando de posição rapidamente.
– Nada não, nada não. – Respondo, correndo até meu quarto assustado até que...
Começa a bater na porta.
– Sebastian, abre essa porta eu e você precisamos ter uma conversa. – Eu abro a porta inocentemente, então meu pai me dá um chute na barriga que eu caio com tudo no chão com a cabeça
– O que eu fiz? — começo a chorar, pois a minha cabeça estava doendo muito.
– Por que você contou pra sua mãe? – Ele me pega pelos cabelos me levantando e me deixando de pé uns trinta centímetros fora do chão.
– Eu não falei nada eu juro. – Começo a chorar mais ainda, pois minha cabeça está doendo de mais.
– Não adianta mais você acabou com o meu casamento . – Ele me joga na cama, e foi ali que ele, me bateu tanto que eu não tinha forças pra levantar e nem pra ficar de lado.
Só tinha uma certeza de quando eu estava apanhando ,o Kurt contou pra minha mãe, e ela e meu pai brigaram e como o Kurt é mais novo que eu, ele não merecia apanhar e ele era tão certinho que o meu pai não era capaz de acreditar que o Kurt contou, então por isso eu apanhei e muito, não pude ir pra escola umas duas semanas por causa das lesões, e para piorar o meu pai morreu no mesmo dia da briga, pois ele bebeu muito e sofreu um acidente de carro e acabou falecendo.
Então tudo de ruim que me aconteceu foi por causa que o Kurt viu o meu pai traindo a minha mãe e contou pra ela, perdi meu herói no acidente e eu tive a maior surra do mundo e não tive a oportunidade de ver meu pai novamente, com isso eu desconto todo esse ódio que tenho no Kurt, pois tudo foi por culpa dele, eu o odeio e muito, não suporto o ver e não o maltratar, tenho certeza que ele não se lembra, mas eu me lembro e ainda tenho sequelas.
Hoje em dia o meu trabalho é fazer o Kurt sofrer muito como eu sofri nesse dia, e tudo o que eu faço com ele, é pouco, comparado o que ele me fez. Eu o odeio do fundo do meu coração, e não suporto a ideia dele morando na minha casa. Mas já que a vida te dá limões faça uma limonada, e a minha vai ser com o sangue do Kurt, a morte é pouco pra dor que ele me faz sentir até hoje, então eu vou fazer ele sofrer cada dia mais.
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