Diários Do Vampiro - Entardecer
15 Flagras
Notas iniciais
esse capítulo é uma tentativa frustrada de criar um momento hot entre Damon e Bonnie. me perdoem, mas eu nao sou muito boa em escrever isso.
mas espero que gostem
beijinhos.
PDV Elena
Stefan estava me deixando em casa quando perguntou
- Elena, o que foi aquilo? – Ele não tirava os olhos da estrada.
- O que foi o que? – Não sabia do que ele estava se referindo.
- Por que você agiu daquela maneira quando soube que Damon foi salvar Bonnie? – Eu sabia que iria enfrentar essa pergunta mais cedo ou mais tarde, mas eu preferia que fosse mais tarde.
- Eu já disse Stefan, estava temendo pela vida dele.
- Sabe que isso não me convenceu, não é?
- O que quer que eu diga? Que estava me mordendo de ciúmes? Que não queria que ele fosse salvar Bonnie por que eu sei que há algo acontecendo entre eles? – Eu fiquei irritada. Eu sempre amei Stefan e ainda o amo, mas eu não podia perder a admiração que Damon sentia por mim. Nessa hora ele estacionou o carro em frente a minha casa.
- Por quê? É isso que você sentia? – Baixei meus olhos. Não queria encara-lo. Ele não tinha o direito de sofrer por minha causa.
- Eu não sei. – sussurrei.
- Ouça Elena. Eu sempre soube que você sentia algo por meu irmão, mas saiba que isso nunca mudou e nunca vai mudar o que eu sinto por você. Eu te amo. Mas não podemos ficar juntos se essa duvida persiste em sua cabeça. – Ele passou a mão em meu rosto.
- Está terminando comigo? – Oh, não. Isso não podia esta acontecendo. Não sei viver sem ele.
- Não, meu amor. – Deu um sorriso tristonho. – Apenas dando um tempo. Quando você estiver certeza sobre seus sentimentos me procure. E não esqueça. Eu te amo. Vou esperar por você.
- Eu também te amo Stefan. – Não consegui segurar minhas lágrimas.
- Não chore, não é uma despedida. Ok.
- Certo. – ele abriu a porta do carro pra mim e fui pra casa.
- Bom dia Elena. – Tia Jenna falou assim que entrei. – Como foi a festa?
- Bom dia tia.
- O que houve? Por que esta com essa cara?
Não respondi, apenas fui para meu quarto chorar. Não era possível o que acabou de acontecer.
- Eu sou uma completa retardada. Como eu posso sentir duvidas dos meus sentimentos por Stefan. Eu não posso. E Damon tem o direito de ser feliz e não há pessoa mais indicada pra deixa-lo assim que Bonnie. Ela é boa, especial. Ela libera o lado humano dele.
- Não diga isso minha querida Elena. – Alguém disse em meu quarto.
Tomei um susto quando escutei aquela voz. A voz que eu jurava ter esquecido. A voz de um monstro assassino e cruel. Klaus, mas como ele entrou aqui?
- Klaus? – Olhei horrorizada e com medo. Não havia ninguém para me proteger.
- Não pretendia lhe assustar minha querida.
- Como... Como entrou aqui?
- Não preciso de convite. Veja sou apenas uma sombra de mim mesmo. – Ele deu um sorriso cínico.
Quando ele disse eu pude reparar que ele não passava de uma fumaça mostrando um Klaus distorcido. Mas mesmo assim o medo não diminuiu.
- O que quer aqui?
- Vim te ajudar. – Ele disse como se aquilo estivesse estampado na cara dele a muito tempo.
- Ajudar em que? – estava confusa.
- Com Damon, ora.
- Não estou entendendo.
- Você quer o Salvatore mais velho, não quer? Bom, eu posso te ajudar. – Ele sorriu inocentemente.
Vou falar a verdade, estava muito tentada em aceitar.
- Ouça, será que a bruxinha é adequada pra ele? Que dizer por que ter ela se ele pode ter você?
- Por que ela é uma garota boa. E eu amo Stefan e não Damon.
- Elena, Elena. Você se conforma com tão pouco. – Agora a fumaça foi em minha direção. – Por que não ter os dois Salvadores pra você?
- Os dois... pra mim?
- Isso. Por que não tê-los? Você sabe que apesar do amor que sente pelo mais novo, não pode negar o que sente pelo mais velho.
- Mas ele gosta de Bonnie.
- Mas você pode fazer com que se apaixone por você novamente. Afinal ele já foi um dia, pode perfeitamente bem ficar de novo. – Fiquei um minuto calada e disse:
- Klaus, acho que vou aceitar sua proposta. – Ora, quem eu estava querendo enganar. É claro que eu queria os dois. Podem pensar que sou egoísta, mas não ligo afinal, eu os amava. Sei que estava ficando parecida com Katherine, mas eu também não ligava.
- Ótimo. Boa escolha. – E assim a fumaça se desfez.
- O que é que estou fazendo?
PDV Bonnie
Eu não estava acreditando no que estava acontecendo. Damon Salvatore, o vampiro mais sem coração, mais malvado e o mais lindo tinha acabado de dizer que me amava. Havia sonhado tantas vezes com isso, mas nem em sonhos esperei sentir isso que agora estava sentindo. Uma alegria tão grande que eu podia jurar que explodiria, mas explodiria muito, muito feliz.
O beijo dele era como uma droga que vicia. Quanto mais me beijava mais eu queria.
- Bonnie? – Mary apareceu na frente da casa, onde Damon e eu estávamos trocando beijos ardentes. Mas, felizmente, minha irmã não nos pegou no flagra. Imagino que meu vampiro sentiu a presença dela se aproximando e fugiu antes dela aparecer.
- Oi Mary. – Falei atordoada.
- O que está fazendo aqui fora?
- Acabei de chegar da casa de Elena. Não lembra? Dormi lá.
- Ah, é verdade. – Ela deu risadinhas. – Mas de quem é aquele carro. E que carro. – Ela ficou admirada com a Ferrari preta de Damon. Não posso culpa-la. Lembro-me a primeira vez que vi essa Ferrari. Foi quando Stefan e Damon voltaram de Florença um pouco depois que Elena havia morrido. Fiquei com a mesma reação de Mary.
- É de Damon. Ele me trouxe. – Olhei para o carro. Será que ele estava lá dentro?
- Ele te trouxe? – Ela arqueou a sobrancelha dando um risinho maldoso. – O que ele estava fazendo na casa de Elena? Não acreditaria se me dissesse que ele veio apenas te deixar.
- Ele foi na casa de Elena dar um recado pra ela e aproveitou e me deu uma carona. – Menti. Estava rezando para que ela acreditasse, nunca fui boa nisso.
Disse e adentrei a casa, mas antes disso sussurrei pra ele. Eu sabia que ele escutaria.
- Te espero no meu quarto.
- Onde estão o pai e a mãe? – Percebi que só estávamos nós duas. E não gostei muito. Eu sabia que ela iria me encher de perguntas só porque Damon “havia me deixado em casa”.
- Então, você e Damon... – Eu devia jogar na loteria. Acertei em cheio o que ela iria fazer.
- O que é que tem? – fui pra cozinha beber um copo de água. Beijar Damon havia me deixado com muita sede.
- Esta acontecendo alguma coisa entre vocês? – ela foi bem mais direta dessa vez fazendo eu me engasgar com a água que estava tomando.
- O que? – Comecei a torci.
- Não se faça de idiota. Eu sei que há algo entre vocês.
- De onde tirou isso?
- Acha que sou boba. Esta na cara que você gosta dele e que ele gosta de você.
- Mary. Você esta ficando louca. Vou subir pro meu quarto.
- Escuta Bonnie McCullough, não me chame de louca. – Subi correndo para meu quarto. Havia coisas mais importantes há fazer que ficar discutindo com Mary.
Abri a porta do meu quarto e sussurrei.
- Damon? – Braços enormes e fortes abraçaram minha cintura e recebi doces beijos em meu pescoço.
- Você veio.
- É claro que sim. Não foi isso que me pediu? – Deu outros beijos em meu pescoço.
- Sim. – Sussurrei. Não conseguia fazer mais que isso, sussurrar. Seus beijos, suas caricias me tiravam todo o ar. Senti borboletas se agitarem na minha barriga quando ele beijou levemente meus lábios. Abri minha boca dando passagem a sua língua.
Ele me apertou mais forte minha cintura contra seu corpo fazendo se encaixar perfeitamente, como se fossemos moldados um para o outro.
- Damon... – Sussurrei mais uma vez seu doce nome.
- Não sabe o quanto adoro quando diz meu nome. – Disse em meu ouvido fazendo meus pelinhos se arrepiar.
Ele me deitou na minha cama ficando em cima de mim. Beijando minha boca, dessa vez de forma esfomeada, desceu para meu pescoço, meu colo. Suas mãos levantaram um pouco minha blusa (blusa que Elena havia me emprestado já eu só tinha meu vestido de festa na pensão.) e o parei.
- O que houve? – Ele perguntou com uma voz rouca.
- Damon eu... – Não conseguia dizer. Ele me olhou me incentivando a contar. – Eu... Eu nuca...
- Você é linda sabia? Não quero te pressionar. Já te esperei por mais de um século, posso muito bem te esperar por mais uns dias. – Ele disse se levantando de cima de mim.
Quando não senti mais seu corpo em mim me desesperei, não só eu, mas meu corpo todo. Eu ansiava pelo seu corpo, seu toque, seu cheiro. Eu ansiava por ele.
- Não Damon. – O puxei pra cima de mim mais uma vez. – Te quero agora. – Sussurrei de forma envergonhada. Meu Deus, de onde estava tirando coragem para isso?
- Tem certeza?
- Como nunca tive em toda minha vida. – Ele sorriu de forma sedutora e continuamos de onde paramos.
Ele me deu um beijo avassalador roubando todo meu ar. Senti suas mãos tirarem minha blusa, mas dessa vez não o impedi. Ele olhou pra mim com um olhar possessivo. E eu gostei do olhar dele, apesar de ter ficado muito corada. Ele voltou seus lábios nos meus dando leves puxões no meu lábio inferior. Suas mãos percorreram a lateral do meu corpo enquanto dava leves mordidinhas em meu pescoço me causando arrepios de prazer. Ele retirou sua blusa preta deixando seu tórax musculoso a mostra. Não consegui tirar meus olhos da sua perfeição.
- Gosta? – Disse maliciosamente notando que eu não desviava o olho de seu abdome. Não consegui responder, apenas assenti. – É todo seu. – ah meu Deus, morri.
Dessa vez ele puxou meu short bruscamente deixando-me apenas de calcinha e sutiã.
- Linda. – Corei mais ainda.
Ele voltou a me beijar e começou a acariciar meu seio esquerdo e com a outra mão acariciando minha intimidade, o que me fez sentir no paraíso.
- Damon... – Dessa vez meu sussurro não saiu bem um sussurro e sim um grito bem audível.
Nessa mesma hora minha irmã apareceu. Mas mais uma vez Damon sumiu.
- Bonnie? Você esta b... – Ele olhou pra mim na cama. Eu não estava em uma posição muito legal. Estava com as pernas abertas e apenas de calcinha e sutiã com meus cabelos revoltosos. – O que esta fazendo?
- Eu... eu... nada. por que? – não sabia o que dizer.
- Quer mesmo que eu diga? – Não respondi. – Damon esta aqui?
- De onde tirou isso?
- Escutei seu grito. “Damon...” – Ela fez uma reprodução horrível de minha voz.
- Não, é meu ursinho. Se chama Damon. –Peguei meu ursinho, que nessa hora estava no chão, e mostrei para Mary.
- Seu ursinho? – Perguntou desconfiada, mas logo apareceu um sorriso na sua boca. – Bonnie, você estava...
- Estava o que?
- Você sabe... Se masturbado? – Abri minha boca horrorizada e totalmente constrangida. Damon agora deve esta se bolando de rir.
- Mary! – Joguei meu travesseiro em cima dela que por sinal começou a rir.
- Ora Bonnie, você não é mais nenhuma criança, já tem 19 anos. Isso é totalmente normal. Você deve conhecer seu corpo mesmo e não há modo melhor de conhecê-lo que essa. Eu mesmo, faço isso as vezes.
- Cala a boca Mary. Sai daqui. – Ela saiu dando gargalhadas. Corri pra porta e a tranquei. Pus minhas mãos em meu rosto de tanta vergonha. Logo senti as mãos de Damon tira-las de meu rosto.
- Quer dizer que o nome do seu ursinho é Damon? – Disse maliciosamente. Isso não estava ajudando fiquei com mais vergonha ainda, pensei que não fosse possível.
- Ora meu amor, não fique com vergonha de mim. Eu te amo e sei que você me ama. – Ele me deu um beijo que fez eu me esquecer de que um dia havia ficado com vergonha. O agarrei e passei minhas pernas por sua cintura. Ele me levou até a cama e reinicio as preliminares. Desceu a mão na minha calcinha às afastou e começou a massagear delicadamente meu clitóris.
Arfei.
- SHHHH... você não quer que sua irmã nos interrompa de novo, não é? – Balancei a cabeça negativamente concentrada demais no que estava sentindo para respondê-lo.
Ele retirou sua calça sua cueca e vi meu membro ereto e rígido. Meu coração acelerou mais ainda. Ele abriu o feixe do meu sutiã deixando meus seios a mostra e abocanhou meu mamilo direito fazendo eu arquear meu corpo. Abandonando meu seio, ele começou a descer os beijos por meu ventre. Abriu minhas pernas e posicionou seus abios na minha intimidade começando uma série de lambidas, chupões e mordidas. Pude jurar que nessa hora meu coração errou uma batida. Também pude sentir que estava chegando no meu orgasmo. Mas pro meu desespero ele parou e fiz uma careta de reprovação pra ele.
- Acalme-se minha ruivinha, não terminamos ainda. – Disse rindo de minha careta.
Então, ele se posicionou entre minhas pernas e levemente começou a investir dentro de mim. No inicio senti uma dor aguda e forte, mas que logo foi substituída por um prazer enorme. Se naquela hora eu havia me sentido no paraíso, agora eu me sentia no próprio Céu. Ele começou levemente e depois foi acelerando os movimentos. Eu ia gemer bem alto, mas um beijo impediu que isso acontecesse. E quando achei que os movimentos não podiam se acelerar mais, me enganei como sempre, ele aumentou o ritmo fazendo com que eu chegasse ao ápice. Senti seu liquido escorrer pra dentro de mim indicando que ele havia chegado ao ápice também. Ele me abraçou, deu um beijo carinhosamente em minha boca e deitou-se ao meu lado.
- O que sentiu? – Ele perguntou com sua respiração cordada retirando um cacho do meu cabelo que estava grudado no meu rosto por causa do meu suor.
- No céu. – Foi tudo o que eu pude responder por que seus lábios invadiram os meus mais uma vez recomeçando o que havíamos acabado de fazer.
Notas finais
beijinhos até o proximo....
p.s: gente estou fazendo uma fic nova https://fanfiction.com.br/historia/256246/Bonnie_Em_New_York
espero que possam dar uma passadinha por lá.
beijinhos
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