Notas iniciais
:3 Imagino a Johhana como a Candice Diwasa Accola.

Johhana Underwood.

Johhana tirou algumas fotos ao lado das Selecionadas. Sorria normalmente para as câmeras, possuía um charme e elegância natural, não era novidade para ela já que estava acostumada com os flashes. Na Noruega, atuou profissionalmente como modelo, as princesas e os príncipes trabalhavam se eles quisessem no seu país.

— Sua tatuagem é bem bonit!a — escutei Bianca comentar. Ela vinha se aproximando com lenteza. — Eu também tenho algumas.

Ela se referia a tatuagem da rosa dos ventos e uma de Harry Potter.

— Obrigada — agradeci, sorrindo de breve. — Então, o que era a historia sobre uma clínica? Aquilo que o apresentador disse na sua entrevista?

— Eu não gosto muito de falar sobre isso — respondeu, se encolhendo um pouco.

Johhana mordeu o lábio inferior.

— Você é Budista? — perguntou Bianca.

— Eu sou sim. — assentiu levemente. — como sabe?

— Esse seu ar tranquilão — ela sorriu, não sei se foi intenção ou costumeira, mas o ar era de deboche.

Eu fingi achar graça. Ela me olhou e saiu sem dizer mais nada.

Alaska estava sentada sozinha. Eu pensei em fazer companhia a ela, minutos depois um garoto sveio andando naquela direção e se juntou a Alaska. "Bonjour Jeime" escutei ela dizer.

Kian.

— Por que não me contou todos esses detalhes? — perguntou Amber, histérica. — Você beijou a Sofia e a nossa prima Annelise e não me contou. — ela bufou zangada.

— Amber, isso seria invasão de privacidade. — resmunguei.

— Não agora que praticamente o mundo sabe. Ninguém se importa com as particularidades de um príncipe, é tudo escancarado para Deus e o mundo — ela retrucou, irônica.

— Você é impossível, pirralha. — bufei.

— Ah, cala essa boca, você só presta pra falar bobagens e eu não sou pirralha...

— Sempre brigando — escutei uma voz familiar dizer a minhas costas.... Mas não poderia ser... — Sean! — exclamei.

Amber sorriu e praticamente pulou para abraçar o nosso primo mais velho.

Annelise não é a única prima que eu tenho, Sean é filho do meu falecido tio Alfred. Ele e a mãe Victorie moram na Bélgica em uma ilha particular.

— Você cresceu, cabelo-de-fogo — ele comentou, olhando de um jeito diferente para Amber, quando se separaram.

— Sempre o mesmo tom de surpresa — ela sorriu pelo nariz, suas bochechas coraram levemente.

— Queria mesma era dar uma olhadinha no meu priminho e uma visualizada nas pretendentes, afinal, o senhor não vai se casar com todas. — falou zombeteiro.

— Fico feliz que tenha vindo — abracei Sean pelos ombros.

— Mamãe concordou, felizmente. — ele amostrou seus dentes brancos e alinhados.