Diário de um Acompanhante
6 Queridos, boa noite!
Notas iniciais
Desculpe pelo desaparecimento, mas infelizmente recebi uma ligação do médico que me abalou completamente, minha mãe morreu e tive que ficar por um tempo fora de área, sou o último Andrucci da minha família. Muitos dos meus clientes solicitaram meus serviços, mas tive que cancela lós.
Bom, mas é vida que segue, certo?
Para minha sorte o Ruy não conquistou todos os meus clientes, o Christian Fiori, por exemplo, foi pessoalmente me ver e me consolar, da maneira carnal dele, mas que tenho que admitir que me fez muito bem! A cada beijo que ele me dava era como se ele me tirasse um pouco de minha tristeza, suas mãos estavam delicadas e ágeis, acariciando cada parte do meu corpo.
Pela primeira vez na minha vida, deixei alguém me conduzir e por incrível que apareça foi algo bom, não sei dizer exatamente em palavras a sensação, foi algo romântico e sem profissionalismo.
Logo após que saímos do hospital, ele me levou até a minha antiga casa e foi dali começamos, com o ultimo click da tranca da porta Christian me abraço por trás e começou a beijar e dar pequenas mordidinhas em minha nuca e suas mãos já estavam em baixo de minha camisa, elas estavam geladas e entrava em atrito com meu peito quente, podia sentir que minha respiração estava irregular, algo novo e em todas as vezes que eu tentava me virar para corresponde lós ele me segurava com mais força.
Tirando minha camisa, ele gentilmente levou sua boca até um de meus mamilos e começou a lambe-los com sua barba rosando em meu corpo, quando tive oportunidade tirei sua camiseta e o empurrei para o sofá, agora que ele havia sentado comecei a abrir o zíper de sua calça e coloquei minha mão sobre seu pênis que respondia aos meus estímulos, quando eu ia tirar fui puxado e jogado para a mesa que estava ao lado, sem intender ele simplesmente colocou o seu dedo sobre minha boca e começou a me chupar e com suas mãos alisar minhas coxas e brincar com meus testículos. Chegou uma hora em que ele envolveu seus fortes braços sobre meu troco e me deitou sobre a mesa, enquanto eu olhava ele terminava de tirar sua calça e a ficar nu junto comigo. Seu corpo agora estava junto ao meu, sua barba rosava meu rosto a cada beijo caloroso, nossas salivas m ligadas em um fio, seu pênis estava junto ao meu, a cada movimento que ele fazia o meu correspondia, me virando de bruços ele me penetrou. Em movimentos frenéticos, podia se ver que ele estava tentando segurar seu orgasmo até não aguentar mais e soltando sua porra sobre meu peito e estimulando agora a minha. Estava sem folego e ele parecia ainda está bem, quando eu ia me levantar ele me jogava de novo e agora lambendo onde estavam as porras até minha boca, foi algo estranho tenho que admitir e acho que alguns de vocês também vão achar isso. Na manhã do dia de hoje consegui voltar para São Paulo e resolver tudo e me sentir melhor, mas mesmo assim ainda aceito chocolates e comentários, kkkk.
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