Diário Proibido

18 Minha mente esta um caos


Notas iniciais
meus amores aqui quem vos fala e a Ale a Lay estará sem net por alguns dias então desculpem se sozinha eu não for tao boa rsrsrs mas irei me esforçar o capitulo de hoje e curto eu sei e isso e muita maldade mas compensarei no próximo que pretendo postar na segunda desculpem os erros eu sou a garota das ideias mas péssima em revisão então juro que tentei de verdade se verem algum erro gritante me avisem que eu corrigirei. obrigada e boa leitura perguntinha do dia alguém ai se recorda se já foi mencionado o nome da mãe de Elise a escritora aqui e meio esquecida foi mal acho que aos vinte e um anos já sofro de Alzheimer kkkkkkkkkkkkk

Três semanas sem meu Fantasma, nunca pensei que fosse possível sentir tanta falta de alguém.

Sinto-me traidora da Causa, pois minha mente não se concentra para escrever nenhum texto, parece que a sociedade já não me importa mais...

Não pensei que as coisas fossem ficar tão serias e eu apenas queria uma emoção forte para suprir os desejos insanos do meu corpo, quando foi que isto se estendeu ao meu coração?

Quando ouvi sua musica, senti sua doçura, uma doçura que eu não procurava, não esperava eu... antes eu queria fugir com Pierry e me tornar uma guerreira da causa, não fiz isto antes porque encontrei mais utilidade entregando meus textos ao senhor jornalista, isto trouxe mais adeptos e simpatizantes para o nosso lado.

Agora eu nem sei o que será de mim, não posso fugir com a causa, pois não saberia ficar sem Erik, entretanto eu sei que... sei que nossa história é complicada!

O dia está ensolarado, o céu está azul,os pássaros cantam, estou sentada a beira de uma árvore, tentando me concentrar em um texto, mas apenas me concentro na falta que sinto de meu fantasma.

Estou na estância de veraneio da tia Ludovica, minhas tias e minha mãe só falam em arrumar um noivo para mim, minha língua coça de vontade de dizer-lhes que minha honra há tempos se foi, queria ver o espanto tomando seus rostos. ”Quem te desenhou Elise?” e eu responderia”O Fantasma da ópera”.Minha mãe iria desmaiar, minhas tias ficariam estarrecidas, eu por minha vez acharia muito engraçado, mas não tem chances deste diálogo acontecer, pois eu seria trancada em um convento ou em um manicômio.

–mulheres que desonram sua família recebem este castigo- digo a mim mesma.

Meu Fantasma seria caçado e morto após sofrer torturas brutais. Oh que horror nem posso pensar nisto! Passei os últimos dias me esgueirando das mulheres de minha família, porém um dia fui surpreendida com um pedido de noivado vindo da parte do Sr Firmim, não pude acreditar, mas o fato é que ele parece já conhecer minha família há tempos.

Fiquei encurralada e acabei mentindo para minha mãe, dizendo á ela que estou apaixonada por um jovem nobre e que fora ele quem me deu o colar de safiras. Um nobre, fez minha mãe saltar de alegria e me dar permissão para recusar a proposta.

Agora minha mãe cobra conhecer meu jovem pretendente nobre e eu ainda não sei o que fazer o mexerico já se espalhou pela família e eu não sei o que fazer, preciso ver meu Fantasma e contar-lhe o que se passa, preciso estar em seus braços e permanecer para sempre com ele, mas como?

Esse tempo que não passa logo eu terei que dizer a verdade, minha mãe apenas se faz de cega, de tonta, mas sei que e inteligente logo percebera e se tratando em títulos e dinheiro ela não hesitaria em por sua cobiça acima de sua própria filha

Para ela sempre fui apenas um investimento do qual ela espera retorno, minha cabeça anda um caos, sem idéias resolvo levantar- me e fugir para o lago talvez banhar-me ali ajudem a limpar minha mente para me concentrar na causa.

Ao chegar lá me arrependi amargamente, por que aquele local tinha que ser tão semelhante ao lago em que tantas vezes Eric me amou, Eric...

Será que ele esta a pensar em mim? A sentir minha falta tanto quanto sinto a sua?

Estou perdida nos meus devaneios, perdida nas lembranças dos seus mais devastadores beijos, e seu suave toque que me arrepia a pele quando minha mãe me chama

– mas o que é isso? Estes são modos da futura esposa de um nobre, mas se parece com uma imunda camponesa se oferecendo para o coito.

– infelizmente o que bom dura pouco, não é querida mãe, será que não posso ter paz — digo já me vestindo

–Elise olhe bem não me desrespeite filha ingrata

–Então não provoque – e sai dali correndo para meu quarto...