Notas iniciais
Espero que gostem.

Aquele diadema, eu não paro de olhar para ele, Zeus escolheu uma Safira. Eu pego aquele diadema, e encaixo no meu cabelo ruivo com mechas coloridas, e eu sinto que minha magia ficou mais forte, então eu carrego o raio na minha mão e solta e eu estava certa, o relâmpago saiu extremamente forte que clareou o céu inteiro e conseguia ouvir um estrondo forte, que tenho certeza que Quíron e Dionísio ouviram então isso não é uma joia qualquer, é um amplificador de magia, Quíron disse que eu também possuo outras magias, mas ele não sabe como fazer eu usar, mas disse que Circe deve saber e que eu deveria esperar sua resposta da mensagem que envie a ela. Eu ouço um baralho e vejo uma garota.

–Quem é você?-Eu digo-Você é uma semideusa ?

–Olá, meu nome é Diana-ela diz escondendo a cara-Mas eu acho que já nos conhecemos.

–Espera um pouco, Diana!-Digo removendo seu capuz,-eu reconheceria sua voz em qualquer lugar que você faz aqui?

–Vim aqui ver esse Acampamento-Diz ela com um sorriso-e também vim atrás de você, estava morta de saudade.

–Espera, você é uma semideusa?-Digo enquanto seguro sua mão-Atrás de mim?

–É sou uma semideusa, eu deveria ter-te contando-Ela diz com tom de arrependimento- Mas eu pensava que você era uma mortal, e por isso não te contei. Eu vim para esse acampamento quando eu fui atacada por um minotaouro.

–Espera Diana, eu sinto algo-Digo esticando a mão-Sua presença não é humana.

–Sabia que não poderia te enganar-diz ela com uma risadinha-Sua magia está muito mais forte.

Derrepente uma luz rosa começa a brilhar muito forte e eu sou obrigada a fechar os olhos.

–Essa é minha verdadeira forma-Diz Diana-Eu sou uma ninfa, minha mãe era uma ninfa e meu pai um deus. Eu vivia bem na cidade e nas florestas, mas quando eu fui atacada por aquele minotauro eu simplesmente fiquei em desespero, eu não luto, eu apenas tenho as magias que as ninfas têm, e que não são magias de ataque, eu não sabia o que fazer, então eu vim para o Acampamento querendo proteção.

–Claro Diana, aqui tenho certeza que você está a salvo-Digo segurando sua mão de volta-Venha, vamos falar com Quíron.

Diana é minha melhor amiga, a gente se conheceu num piquenique que fiz com minha mãe na floresta quando eu tinha 5 anos, a gente sempre foi muito próximas. Diana sempre ia na minha casa, mas nunca conheci sua mãe. Agora está tudo explicado, quando brincávamos de esconde-esconde na floresta eu nunca achava ela, isso porque ela é ninfa e se transformava numa arvore , ela estava vestindo uma roupa bem moderna pra falar a verdade, uma calça preta com uma bota preta com pequenos desenhos brancos nela e uma blusa amarela com uma estampa de pássaros.

–Quem é essa garota?-Pergunta Quíron-Não é uma campista, senão teria lembrado.

–Quíron, essa é minha melhor amiga, Diana-Digo, ainda segurando sua mão- Ela é uma ninfa semideusa.

–Diana, você sabe de qual deus ou deusa você é filha?-Diz Quíron-Eu nunca ouvi sobre uma ninfa semideusa

–E...Eu não deveria falar, Minha mãe me disse que eu não deveria falar-Diz ela indo para trás de mim- Ela disse que pode envergonhar ele.

–Vamos lá, fale logo sua Ninfa, temos assunto mais importante. Diz Dionísio que apareceu do nada- Vamos logo, fale, fale.

–Para de pressiona-la-Digo com um tom de coragem-Ela disse que não pode falar, então ela não vai falar.

Nesse momento Dionisio ficou olhando para mim com um olhar de ódio nos olhos, mas sabia que eu estava certa.

–Eu digo, mas vocês tem que manter em segredo- Diz Diana abaixando o tom de voz-Meu Pai é Apolo.

–Você é muito bem vinda aqui Diana-Diz quero apertando sua mão-Você ficara no chalé de Apolo e aqui é totalmente salvo.

–Mas eu não deveria ficar com as outras ninfas?-Pergunta Diana-Eu não acho que me receberam bem, eu não sou humana como eles.

–Besteira, você será muito bem vinda lá, você é irmã deles, venha vou te levar até eles-Diz Quíron-Vamos lá. E Andrômeda, muito obrigado por tê-la trazido elas até nós.

Então eu saio e de repente se forma uma linha azul e dessa linha cai uma carta, só pode ser a resposta de Circe.

Eu vou andando no chalé, por que ainda dói bastante meu machucado e entro e fecho a porta, sento-me à mesa e a carta é realmente de Circe.

Querida Andrômeda, recebi suas perguntas e estou pronta para responde-las. Sim você tem outros poderes, junto com essa carta estará um colar, esse colar a ajudara você a dominar essas novas magias, e também junto com o colar estará um pente rosa em forma de Quimera, na verdade esse pente é uma pequena adaga magica, deixarei sua imaginação nomeá-la. Adeus e até o nosso próximo encontro. Circe

A Carta é realmente da Circe, a deusa da Magia Circe, e ela me enviou presentes? E ainda por cima mágicos? Eu tiro da carta um lindo colar com corrente de ouro e uma joia rosa no centro, e pego o pente, parecia um pente comum à única coisa que mudava dele é que era um pente em forma de quimera, na ponta do pente estava desenhada a serpente da quimera e quando puxei essa parte, fez um brilho e era uma pequena adaga, exatamente como disse Circe, era linda ela, então eu ouço alguém bater na porta e tampo ela rapidamente e guardo ela dentro da minha gaveta, e por incrível que pareça já era noite, eu devo ter passado algumas horas lendo na Colina que apenas não percebi o tempo passar.

–Vamos Andrômeda, está na hora do jantar-Diz Annabeth-Quíron me pediu para vir chama-la.

–Eu não quero ir jantar, obrigada-Respondo-Estou sem fome.

–Tem chocolate hoje-Diz Annabeth-Você vai perder.

–Eu já vou. Digo-Estou pronta.

Chegamos lá e tem todos os chalés como de costume sentando e comendo, eu olho para o de Apolo e Diana parece estar se dando bem, estava sorrindo e falando com seus irmãos e irmãs, eu como não tenho ninguém no meu chalé Quíron disse que estaria tudo bem se eu sentar com outro chalé e é claro se eles quiserem. Eu me sentei com o chalé de Afrodite, eu conhecia as garotas de lá, elas são bem legais e eu gosto delas.