Diário De Uma Bitch
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Passado uma semana de muita farra, chegou o dia que eu iria viajar e que tudo iria se resolver. Amanheci o dia com uma mensagem de P, me lembrando de tudo isso, as 12h00min ela falava para me encontrar com ela em uma rua deserta ao lado da escola, então era mulher, uma piranha invejosa que não tinha o que fazer, com certeza. Tomei meu café com Victor, mas assim que terminamos o café e umas brincadeiras a dois, ele saiu para ver a passagem, e infelizmente ele não queria falar para aonde iamos, ele mudou tudo, mas disse que ia ser um lugar daora...
Ás 11h00min, tomei banho e passei óleo de amêndoa pelo meu corpo, coloquei uma blusa jogadinha tranparente, com um top por baixo, uma calça legging e um salto alto. Ás 11h30min segui meu rumo para a rua.
Cheguei lá exatamente as 12h00min em ponto, como previsto a rua estava vazia. Até que senti um vulto atrás de mim, me virei e olhei para trás, arregalei os olhos e fiquei boquiaberta Beatriz, a garota que treinei se rebelando contra mim. Com uma roupa parecida com a minha, com os cabelos como os meus, a diferença era a arma nas mãos dela.
– Oi AMIGA — ela disse sorrindo — Saudades?
– O que é isso AMIGA?
– Isso é eu me virando contra você! Todos, Marcos, sua irmã e todos os garotos bonitos, principalmente seu vizinho e até sua mãe, me falaram de sua verdadeira natureza!
– E a sua? Ou por acaso se esqueceu do meu favor?
– Aí é que está, quero ser melhor que você, uma lenda, que não seja comparada com você!
– Sabia que P não passava de uma piranha invejosa, me arrependo de ter te ajudado.
– Nunca pedi nada. Agora você não vai pedir, falar, ou fazer qualquer coisa, porque...
– Antes da minha morte eminente, pode me informar uma coisa?
– O que?
– Por que P?
– Porque mais um tracinho ficava B.
– Aff, que brega!
– Brega será sua morte, Adeus.
Quando ela foi puxar o gatilho, Victor chutou o pé dela e a arma voou. Saí correndo para pegá-la, e consegui, apontei a arma para ela e disse:
– Acabou.
Não atirei, então Victor pegou uma agulha e tascou-lhe no braço dela, fazendo-a desmaiar. Colocamos Bia numa casa abandonada e saimos andando.
– Ainda bem que você não atirou, por um momento...
– Não sou tão ruim assim.
– Que bom, ah, quase esqueci, Marcos está na cadeia para jovens infratores!
– Sério?
– Sim.
– Então agora só resta minha irmã e seu namorado, meu vizinho.
– Eu cuido do garoto. — Victor disse entrando em seu carro.
– Eu cuido dela. — disse entrando no carro com ele.
Victor dirigiu como se não houvesse o amanhã, fomos tão rapido para minha casa, que sentia meu sistema digestivo se levantar enquanto corriamos. Mas ele me surpreendeu e fomos para o escritório da minha mãe, não perguntei só o observei, ele disse que ia pegar ums coisa e era para mim ficar no carro. Ele voltou com um cd na mão e disse:
– Ponha isso na tv da sua sala quando todos estiverem lá.
– O que é isso?
– Você verá... É uma coisa que vazou na net e sobrou para mim encobrir.
Fomos correndo para casa de minha mãe, quando chegamos lá, Victor foi para os fundos distraí-los para que eu colocasse o CD, funcionou, ele fez a maior barulheira e todos foram ver o que era, inclusive minha irmã. Entrei na sala devagar e coloquei o vídeo, e me escondi para apertar play. Todos voltaram e se sentaram, então apertei o play. Era um vídeo, um vídeo de uma mulher que limpava a casa, uma linda e luxuosa casa, ela estava cantando até que meu pai chegou e começou a bater nela, e ao bater nela, ele arrancava suas roupas e ... e... a estrupava, o pior de tudo é que depois ele deu-lhe uma agulhada e ela desmaiou e caiu desmaiada, sem aguentar ver mudei o vídeo, o outro era minha mãe de noiva transando com o melhor amigo do meu pai, pelo que tudo indica no próprio casamento deles. O outro vídeo era o da minha irmã, trasando com 6 caras praticamente de uma vez em um puteiro, eu começei a quase vomitar, e não consegui me segurar e comecei a vomitar. Eles estavam muito vidrados e assustados para se darem conta. Saí correndo de lá e me esbarrei com Victor.
– Meu trabalho tá pronto, vamos! — disse limpando a boca.
– Ok, então vamos...
– Carol, calma, volta!!! — meu pai gritava
Rodopiei e cuspi no chão.
– Você nunca mais vai me ver!
Entrei no carro e juntos eu e meu tio fomos cantando pneu pela rua.
– Vou direto para o aeroporto.
– Mas minhas malas...
– Estão aqui...
– Mas mesmo assim quero passar lá, deixar minhas máguas para trás.
– O que vai fazer?
– Só me espera uma rua atrás da sua.
Quando cheguei lá na casa vi a placa de a venda, joguei ela no chã e entrei na casa, derrubei tudo de lugar, quebrei tudo o que vi pela frente, de todos os comodos, peguei as pilhas de alguns aparelhos e taquei no microondas, tirei a mangueira do gás, liguei o microondas taquei gasolina, óleo e perfume em todos os cantos da casa, fazendo um rastro para fora da casa, acendi o fósforo e taquei no rastro e saí correndo, antes de chegar no carro, ouvi a explosão, mas já havia me preparado, estava com um punhado de algodão no ouvido, Victor me olhou perplexo, mas não disse nada, fomos correndo para o aeroporto.
DENTRO DO AVIÃO:
– Porque você explodiu minha casa? — ele perguntou ao meu lado, era um jatinho particular de um amigo que estava devendo para ele
– Porque não quero deixar rastros... Não quero ninguém atrás de nós, aliás, aonde estamos indo?
– Caribe...
– Hum...
– Adoro seu hum...
– Você pode escutar mais quando estivermos lá...
– Porque esperar ele disse passando a mão em minha cintura, abrindo minha calça acariciando minhaparte intima.
Começei a sentir um fogo subir em mim, ele começou a abaixar a mão até achar meu ponto principal de prazer e lá começou a mexer e eu começei a gemer, ele desabotou sua calça e e eu começei a mexer na parte intima dele, até que quando não aguentavamos mais, tiramos nossas calças e nossas roupas intimas e eu subi em cima dele, sentindo ele entrar em mim até o talo, eu gemendo muito em voz alta, e começei a rebolar, ele gemia também, uma hora ele disse até " Sexo no céu", até que ele me segurou e eu começei a ir para cima e para baixo, mas a aeromoça chegou, nós tentamos disfarçar, mas ela percebeu e disse:
– Tem um banheiro enorme no fim do corredor. — e foi embora
Nós nos olhamos e fomos para o banheiro tirando nossas camisetas, chegando lá nós continuamos o que faziamos, fechamos as cortinas devagar e ... quando se fecha a cortina encerra a história para começar uma nova, beijos bitches, espero que tenham gostado dessa aventura que tive, porque foi somente uma parte de várias que estão por vir, mas acaba por aqui, o diário de uma bitch!
" O que marca não é uma entrada e sim o final"
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